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Afegãos muçulmanos fazem ritual de flagelação em Cabul

03/12/2011 08h54 –

Procissão acontece neste sábado (3) no Afeganistão.
Sacrifício é em memória de Imam Hussein, neto do Profeta Maomé.

Do G1, com agências internacionais

 

Afegãos xiitas muçulmanos flagelam-se durante uma procissão em Cabul neste sábado (3) (Foto: Mohammad Ismail/Reuters)Afegãos xiitas muçulmanos flagelam-se durante uma procissão em Cabul neste sábado (3) (Foto: Mohammad Ismail/Reuters)

O sacrifício é por conta do décimo dia de Muharram, o primeiro mês do calendário islâmico, em memória do martírio de Imam Hussein, neto do Profeta Maomé (Foto: Mohammad Ismail/Reuters)O sacrifício é por conta do décimo dia de Muharram, o primeiro mês do calendário islâmico, em memória do martírio de Imam Hussein, neto do Profeta Maomé (Foto: Mohammad Ismail/Reuters)

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Em nome de Alá : Cristã mãe de cinco filhos é assassinada.

 

NIGÉRIA

Soldados nigerianos convocados para conter conflitos religiosos entre jovens muçulmanos e cristãos, na semana passada, atiraram e mataram uma mãe cristã de cinco filhos na área de Bauchi, de acordo com fontes da família e da igreja.

Os soldados foram chamados para restaurar a calma, após os combates que eclodiram em uma partida de futebol na quinta-feira (20 de outubro). Depois, três soldados muçulmanos atiraram e mataram Charity Agostine  Agbo e um menino cristão.

“Não havia nenhuma razão justificável para que os soldados disparassem contra a mulher”, disse o reverendo Lawi Pokti, presidente da Associação Cristã da Nigéria (CAN), no estado de Bauchi.

Pokti confirmou o inicialmente relatado disparo contra o garoto,  que, segundo disseram, foi ressuscitado em um hospital.

Augostine  Agbo, marido da mulher assassinada, disse aos repórteres que os três soldados atiraram em sua esposa depois de terem invadido sua casa, que se localiza em Lagos, na área de Yelwa.

“Três soldados chegaram em um veículo com uma sirene estridente, assustando todos nós, que corremos para nossas casas. Quando entramos, trancamos a porta, mas eles a arrombaram e  atiraram duas vezes em minha esposa.”

Agbo relatou os disparos ao comandante do exército e seus soldados mais tarde vieram até a sua casa para levar sua esposa para uma clínica da região que é de propriedade da Igreja de Cristo na Nigéria, disse ele.

FonteCompass Direct

TraduçãoLucas Gregório

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Muçulmanos somalis assassinam cristão no Quênia

 

08 nov 2011QUÊNIA

Um cristão somali está internado após ter sido atacado por jovens muçulmanos de seu país no Quênia. Ele foi espancado pelos jovens que usaram barras de ferro e bastões de madeira na semana passada, o que o deixou inconsciente perto da porta de uma igreja

Hassan, um refugiado de 25 anos da Somália, cujo sobrenome é omitido por razões de segurança, não tinha sido criado como um muçulmano, pois recebeu a Cristo com 7 anos. Mas seus vizinhos somalis que moram no Quênia o atacaram e o deixaram ensangüentado e nu, pensando que ele era um apóstata e que havia negado o Islã.

Ele e sua mãe, uma ex-muçulmana que se converteu ao cristianismo, fugiram da guerra da guerra da Somália 10 anos depois que seu marido havia morrido. Eles faziam parte de uma igreja doméstica subterrânea.

Hassan estava voltando para sua casa às oito e meia da noite quando foi abordado por seis jovens muçulmanos. Eles o agrediram com barras de metal em sua cabeça e ele perdeu dois dentes. Depois os outros começaram a agredir as suas costas.

Alguns chutaram sua barriga enquanto ele ainda estava no chão. Outros atingiram suas pernas. Ele também foi ferido nas mãos com facadas. Os agressores tiraram suas roupas e o jogaram na porta da Igreja Presbiteriana da África Oriental. Alguns pedestres o viram e chamaram sua mãe.

“Quando cheguei ao local do ataque, meu filho estava deitando em uma poça de sangue”, disse a mãe ao Compass. “Eu chorava e não sabia o que havia acontecido. Ele só recobrou a consciência quando a polícia havia chegado. Os criminosos cobriram meu filho de sujeira.”

A polícia prendeu dois dos agressores. Os outros quatro muçulmanos ainda estão sendo procurados e Hassan e sua mãe temem que a polícia não faça nada contra essa situação e que eles possam ser ainda mais ameaçados.

FonteCompass Direct

TraduçãoLucas Gregório