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Inscripciones halladas en Israel reforzarían los textos de los Evangelios

 

Inscripciones halladas en Israel reforzarían los textos de los Evangelios

Un alto porcenjae de la población dominaba lo básico de la escritura, y hacía posible que los oyentes de Jesús tomasen notas.

24 DE SEPTIEMBRE DE 2011, JERUSALÉN

A medida que la arqueología avanza en Israel, aparecen más y más indicios de una población bastante alfabetizada. Así lo cree el arqueólogo israelí Boaz Zissu, profesor en la Universidad Bar Ilan , antiguo comandante de la unidad de protección de antigüedades en Israel y especialista en graffiti, término tomado del italiano -plural de graffito – usado por arqueólogos y epigrafistas para las inscripciones espontáneas que han quedado en las paredes desde tiempos del Imperio Romano.
El debate sobre si Jesucristo predicó a una población casi absolutamente analfabeta o si contó con abundantes oyentes con capacidad de tomar notas por escrito, ha estado vivo durante años.
Los que quieren debilitar la fiabilidad de los Evangelios prefieren la primera opción: si la población era analfabeta, sólo la tradición oral conservaría sus palabras. Esto llevaría al debate sobre cuán fiable es la transmisión oral en una sociedad antigua basada en la memorización y la oralidad.
Por el contrario, los que creen en la fiabilidad de los Evangelios, tienden a recordar que la sociedad judía, ligada al conocimiento íntimo de la Biblia, sin duda contaba con numerosas personas capaces de escribir y tomar notas.  Algunos apóstoles podían perfectamente haber tomado notas de las enseñanzas de Jesús en tablillas de madera con capas de cera. Incluso oyentes ocasionales podían quedar impactados por algunas de sus frases y, al volver a casa, sentarse y ponerlas por escrito.
Sabemos por Flavio Josefo que el Sumo Sacerdote Joshuá ben Gamala -hacia el año 64 d.C, antes de la primera revuelta judeo-romana- pretendía establecer un profesor por cada 25 niños por toda Israel… para lo cual debía contar con muchas personas alfabetizadas. Y el mismo Jesús a menudo repetía a sus enemigos: "¿Es que no habéis leído…?"  y no se sabe que nunca le respondieran con un "¡qué nos cuentas, si ni tú ni tus pescadores sabéis leer!".
EL TESTIMONIO DE LOS GRAFFITI


Fotto Grafiti Israel 

"Si hablamos de un nivel de alfabetización básica, los graffiti nos muestran, por su mera cantidad y la amplitud de la población que representan, que esta parte del mundo en particular estaba muy alfabetizada", declara Boaz Zissu  en un artículo publicado recientemente por el The Jerusalem Post. "Las habilidades básicas de escritura las compartía una proporción muy alta de la población", agrega. Y eso incluye la capacidad para tomar notas taquigráficas básicas para los negocios del día a día, recados sencillos… y quizá recordar las grandes palabras de un predicador galileo itinerante.
El profesor Jonathan J. Price, presidente del departamento de Clásicas de la Universidad de Tell Aviv explica en el mismo artículo que el estudio de los graffiti antiguos hasta ahora había sido bastante desatendido ("somewhat neglected") pero que pronto se formará un equipo de expertos internacionales que trabajarán en grupo para publicar todos los graffiti que se han hallado en el periodo comprendido entre el siglo IV a.C. y el VII d.C. A saber: 13.000 textos en más de 10 idiomas.
"Los graffiti antiguos se escribían para que perdurasen. No eran bromas escatológicas en un lavabo, sino que a menudo eran epitafios escritos a mano con pintura en una pared, o grabado con un clavo, o mensajes para el futuro", puntualiza Price.
El artículo del Jerusalem Post está firmado desde Hirbet Burjin, un asentamiento sobre una red de túneles subterráneos usados por los rebeldes hebreos en el año 135 d.C. Pero por debajo de los túneles hay una tumba del siglo I, y en ella, inscrita en las paredes, se ve tres veces una palabra compuesta por las letras hebreas shin, peh y nun (Sh-P-N), que en significa "conejo".
"Creo que es el nombre de los dueños de la tumba. Siempre busco grafitti diminutos de estos porque nos cuentan una historia y nos llevan directo a la mente de alguien, sin historiadores ni fuentes formales. Aquí puedes leer algo escrito directamente por uno de nuestros ancestros hace dos mil años. Es como recibir un e-mail del pasado", explica Boaz Zissu.

Fuentes: ReL

© Protestante Digital 2011

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Noticias

Sobe para 448 número de feridos em ataques à Embaixada de Israel no Egito

09/09/2011 – 22h55

DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS

Onda de Revoltas

O número de feridos nos choques entre manifestantes e as forças de segurança nos arredores da Embaixada de Israel no Cairo aumentou para 448, segundo a agência de notícia estatal "Mena", que citou uma fonte do Ministério da Saúde do Egito.

 

Anteriormente, a mesma agência havia assinalado que uma pessoa morreu por um ataque no coração e 218 ficaram feridas durante os incidentes na legação diplomática, que foi invadida por manifestantes que substituíram a bandeira de Israel pela do Egito.

Os eventos se desencadearam quando dezenas de manifestantes invadiram o edifício onde está a delegação diplomática após derrubar o muro que a protegia.

Cerca de 20 tanques do Exército foram deslocados posteriormente para proteger o edifício, enquanto a polícia lançou gás lacrimogêneo e tiros para o ar para dispersar os milhares de manifestantes reunidos na área, onde várias árvores e pneus foram queimados.

AJUDA

Após manifestantes egípcios invadirem a Embaixada de Israel no Cairo, o governo israelense pediu ajuda dos Estados Unidos para lidar com a crise e o presidente americano, Barack Obama, disse aos governo do Egito que os diplomatas e a representação do Estado hebreu devem ser protegidos.

Segundo a Casa Branca, Obama telefonou também ao primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, para manifestar sua "grande preocupação" com a situação na sede diplomática, e explicou os passos dados pelos Estados Unidos, incluindo um pedido ao Egito para que "honre suas obrigações internacionais visando salvaguardar a segurança da embaixada israelense".

"O presidente e o primeiro-ministro vão permanecer em estreito contato até que se resolva a situação", acrescentou o governo americano.

Mais cedo, o ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, telefonou para seu colega americano, Leon Penetta, e para o enviado especial dos EUA ao Oriente Médio, Dennis Ross, pedindo ajuda dos americanos para reforçar a proteção da embaixada israelense no Cairo.

INVASÃO

A embaixada de Israel no Cairo foi invadida na noite desta sexta-feira por manifestantes que jogaram milhares de páginas de documentos "confidenciais" pela janela.

Os egípcios também arrancaram a bandeira de Israel e a substituíram pela bandeira egípcia. Essa foi a segunda vez que a bandeira de Israel foi arrancada da embaixada.

Khaled Elfiqi/Efe

Manifestantes egípcios queimam uma bandeira de Israel em frente à Embaixada de Israel no Cairo

Manifestantes egípcios queimam uma bandeira de Israel em frente à Embaixada de Israel no Cairo

Segundo a Al Jazeera, os manifestantes vinham de um protesto para pedir reformas aos militares –que governam o país desde a queda de Hosni Mubarak– na praça Tahir.

Um jornalista da AFP disse que ouviu "muitos tiros" no bairro.

Os disparos, cuja procedência exata não pôde ser determinada em um primeiro momento, pareciam vir das imediações de uma delegacia localizada no bairro da embaixada.

Vários documentos recolhidos pelo jornalista da AFP provêm visivelmente dos serviços diplomáticos israelenses, alguns escritos em árabe, mas que levam selos diplomáticos israelenses e se apresentam como mensagens de funcionários israelenses a seus colegas egípcios.

Mohamed Hossam/France Presse

Manifestantes egícios escalam a Embaixada de Israel no Cairo

Manifestantes egícios escalam a Embaixada de Israel no Cairo

Policiais questionados nas imediações do edifício não estavam em condições de dar informações sobre a situação dentro da sede diplomática. Um porta-voz da embaixada contatado por telefone também não fez comentários.

A polícia lançou bombas de gás lacrimogêneo para dispersar a multidão que se reuniu na rua em frente ao edifício. O Ministério da Saúde do Egito disse que 88 pessoas ficaram feridas devido aos confrontos na região da embaixada, de acordo com informações da Al Jazeera.

MURO

Mais cedo, cerca de 1.000 manifestantes concentraram-se diante do edifício que abriga a missão diplomática e o atacaram a marteladas e com um grande tubo metálico, sem a intervenção da polícia, que estava nas proximidades. A polícia interveio apenas quando os manifestantes conseguiram derrubar o muro.

Khaled Elfiqi/Efe

Muro de proteção da Embaixada de Israel é derrubado

Muro de proteção da Embaixada de Israel é derrubado

O muro de proteção construído recentemente pelas autoridades egípcias em frente à embaixada de Israel no Cairo foi derrubado.

Os manifestantes entoavam frases como "Erga a cabeça, você é um egípcio".

O muro, de uma altura aproximada de 2,5 metros que rodeia o edifício da embaixada, foi construído nos últimos dias depois de várias manifestações em frente à sede diplomática israelense na capital egípcia.

As relações entre os dois países passam por uma fase delicada, depois da morte de cinco policiais egípcios em um ataque do exército israelense quando perseguia supostos autores de atentados no sul de Israel, em 18 de agosto.

CONSTRUÇÃO

No início deste mês, o Egito construiu um muro em torno da embaixada de Israel no Cairo, depois de uma série de protestos por causa de atritos entre os dois países, culminando com o incidente, em agosto, no qual um manifestante escalou o edifício e retirou a bandeira israelense.

Khaled Elfiq/Efe

Funcionários egípcios trabalham na construção de muro ao redor da embaixada de Israel no Cairo

Funcionários egípcios trabalham na construção de muro ao redor da embaixada de Israel no Cairo

Com o início das obras, muitos egípcios se reuniram nos arredores para expressar seu descontentamento. "As pessoas querem que o muro caia", diz uma pichação feita no concreto liso.

As autoridades dizem que a barreira serve para proteger outros moradores do arranha-céu onde funciona a embaixada, e não a missão diplomática propriamente dita.

"A meta (…) é proteger os andares inferiores do prédio e evitar tensões entre manifestantes e residentes". disse o governador do Cairo, Ali Abdel-Rahman, ao jornal "Al Masry Youm".

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Estudos

Israel o maior sinal do fim dos tempos

Apesar dos surpreendentes e espantosos acontecimentos experimentados nestes dias, o maior de todos os sinais do fim dos tempos – e, contudo, o menos enfatizado – é o retorno do povo judeu à Terra Prometida e a fundação do Estado de Israel.

O testemunho de Charles Spurgeon

É necessário olharmos mais meticulosamente para o restabelecimento dessa nação à luz das profecias.

No decorrer do tempo, foi pequeno o número de servos do Senhor que O seguiram de todo o coração e aos quais foi dada a capacidade de reconhecer os acontecimentos futuros.

Charles Spurgeon foi uma dessas pessoas. Antes de Israel voltar a tornar-se uma nação, quando aparentemente era impossível que os judeus retornassem para a Terra Prometida, Spurgeon ensinou que isso aconteceria, exatamente como se lê em Ezequiel 36 e 37:

O significado desse texto bíblico, conforme o contexto revela, é muito evidente. Diante do significado dessas passagens, haverá primeiro uma restauração política dos judeus em sua própria terra e um retorno à sua própria identidade nacional. Em segundo lugar, existe no texto e em seu contexto uma declaração muito clara de que haverá uma restauração espiritual, uma real conversão das tribos de Israel ao Senhor.

Eles haverão de gozar de uma prosperidade nacional que os tornará famosos; mais ainda, serão tão gloriosos que Egito, Tiro, Grécia e Roma esquecerão sua própria glória à luz do grande esplendor do trono de Davi. Se as palavras têm significado real, este deve ser o sentido desse capítulo.

Eu jamais quero aprender a arte de distorcer o significado que Deus atribuiu às Suas próprias palavras. Se a Bíblia diz algo de maneira clara e cristalina, então é isso mesmo que devemos entender. O sentido literal e o significado dessa passagem – que não podem ser negados nem espiritualizados -, deixam claro para nós que tanto as duas quanto as dez tribos de Israel serão restauradas em sua própria terra, e que um rei governará sobre elas.

O anelo de Israel pela paz

Analisemos o desenvolvimento progressivo que está acontecendo e que conduzirá Israel a uma união com a "nova ordem mundial" dominada pela Europa. Apesar dos constantes conflitos, vemos Israel procurando a paz com seus inimigos, não por terem adotado uma nova filosofia que os faz amar uns aos outros, mas pelo anseio por uma paz negociada.

Muitos em Israel estão fascinados com a possibilidade de viver em paz com seus vizinhos árabes. Eles acham que essa paz realmente poderá ser alcançada. Mas a Bíblia diz: "Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão" (1 Ts 5.3).

Israel: o objeto da profecia

Fazemos bem em compreender que os sinais do final dos tempos dados pelo Senhor sãoespecificamente direcionados a Israel. Quando Jesus explicou os eventos dos tempos finais a Seus discípulos juntamente com os sinais que aconteceriam antes de Sua volta, Ele endereçou essas palavras ao povo de Israel.

Temos duas características muito claras mencionadas em Mateus 24, que identificam esse povo:

1. "Então, os que estiverem na Judéia fujam para os montes" (v. 16). Isto é uma referênciageográfica, e não diz respeito à Igreja de Jesus Cristo. Se vivemos nos Estados Unidos, no Canadá, na Europa, ou em outras partes do mundo, não somos conclamados a fugir para as montanhas da Judéia, pois as palavras foram dirigidas aos "que estiverem na Judéia".

2. Além disso, Jesus está mencionando um motivo de oração: "Orai para que a vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado" (Mt 24.20). O sábado foi dado apenas aos judeus. Lemos nas Sagradas Escrituras, com relação ao sábado: "Tu, pois, falarás aos filhos de Israel e lhes dirás: Certamente, guardareis os meus sábados; pois é sinal entre mim e vós nas vossas gerações; para que saibais que eu sou o SENHOR, que vos santifica" (Êx 31.13). Portanto, Israel é o grande sinal dos tempos do fim para os gentios e para a Igreja!

O antigo pecado de Israel

Quais os objetivos de Israel para o futuro? Hoje a nação de Israel está sendo confrontada com seu antigo pecado, com o pecado que cometeu como nação. Há quase 3500 anos o povo de Israel já estava na Terra Prometida. Deus havia cumprido tudo o que prometera a eles com relação à entrada na terra, mas Israel recusou-se a ser o povo escolhido por Deus, negou-se a ser uma nação singular e diferente, e deixou de fazer Sua vontade.

Deus identificou a razão mais profunda dessa rejeição ao dizer que o povo de Israel simplesmente não queria que Deus o governasse. Eles rejeitaram abertamente as palavras de Deus ditas através de Moisés: "Porque sois povo santo ao SENHOR, vosso Deus, e o SENHOR vos escolheu de todos os povos que há sobre a face da terra, para lhe serdes seu povo próprio" (Dt 14.2). Que promessa tremenda! Israel deveria estar acima "…de todos os povos que há sobre a face da terra".

Através da História sabemos que muitas nações têm procurado sobrepor-se a todas as outras nações. Hoje isso é muito evidente nos Estados Unidos. Os americanos consideram que os EUA são uma nação especial. A maioria dos americanos reivindica que os Estados Unidos são a maior nação da história do mundo. Muitas nações antes deles cometeram o mesmo pecado, mas a poeira de suas ruínas testemunha contra elas.

Uma nação santa de cristãos

Quem somos nós cristãos? A resposta está em 1 Pedro 2.9: "Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz". Nós, a Igreja de Jesus Cristo, também somos um povo eleito. Somos uma geração escolhida. Somos uma nação santa. Mas essa nação santa não pode ser comparada ou identificada com quaisquer nações políticas, como os Estados Unidos, o Canadá, a França, a Inglaterra, a China ou outra nação do mundo. Essa nação santa habita entre as nações do mundo, e cada membro dessa nação santa é conhecido pessoalmente pelo próprio Senhor.

Tudo indica que essa nação santa está prestes a se completar, e quando isso acontecer, quando o último dos gentios for agregado à Igreja, seremos arrebatados pelo nosso Senhor, para estarmos em Sua presença por toda a eternidade!

O clamor de Israel por um rei

O anseio rebelde de Israel em tempos antigos, ao pedir um rei ao profeta Samuel para ser "como as outras nações" (veja 1 Sm 8.5-7), não desapareceu simplesmente. Ao contrário, ele atingiu seu clímax 1000 anos mais tarde. Em João 19.15 está escrito: "…Não temos rei, senão César!" Todo o peso da afirmação dos antepassados, refletindo o desejo de serem parte da família das nações, de serem como qualquer outro povo, atingiu, então, a realização: "…Não temos rei, senão César!" Israel ainda será confrontado com essa afirmação quando as nações da terra se ajuntarem para batalhar contra Jerusalém!

Os passos de Israel rumo à paz

Parece que a única solução em relação à Terra Santa é seguir o rumo de uma paz negociada. Apesar dos confrontos com os palestinos, finalmente não restará outra alternativa. A possibilidade do aumento de comércio através das fronteiras dos países é muito tentadora, e não há dúvida de que a economia de Israel continuará a crescer fortemente.

Essas expectativas positivas jamais mudarão a Palavra Profética. Jesus disse: "Eu vim em nome de meu Pai, e não me recebeis; se outro vier em seu próprio nome, certamente, o recebereis" (Jo 5.43).Israel está a caminho de se tornar parte integrante do último império gentílico do mundo e aceitará o anticristo.

Apenas quando compreendemos esses acontecimentos pelo prisma espiritual, podemos começar a entender o que está ocorrendo no mundo político, econômico e religioso. Com isso em mente, iremos compreender melhor o desenrolar dos eventos políticos no mundo de hoje. Se não tivermos conhecimento dos resultados finais, poderemos ser facilmente levados pelo entusiasmo da falsa paz que será anunciada.

O anticristo: o mestre do engano

Quando a Palavra de Deus identifica a obra do anticristo, lemos em 2 Tessalonicenses 2.7-11: "Com efeito, o mistério da iniqüidade já opera e aguarda somente que seja afastado aquele que agora o detém; então, será, de fato, revelado o iníquo, a quem o Senhor Jesus matará com o sopro de sua boca e o destruirá pela manifestação de sua vinda. Ora, o aparecimento do iníquo é segundo a eficácia de Satanás, com todo poder, e sinais, e prodígios da mentira, e com todo engano de injustiça aos que perecem, porque não acolheram o amor da verdade para serem salvos. É por este motivo, pois, que Deus lhes manda a operação do erro, para darem crédito à mentira".

Esse texto bíblico deixa dois pontos bastante claros: primeiro, a obra do anticristo será bem-sucedida através do engano e, segundo, a rejeição à oferta do amor de Deus (Jo 3.16) é o motivo pelo qual as pessoas crerão numa mentira.

Por essa razão, mais do que nunca devemos gravar em nossas mentes e em nossos corações aquilo que o Senhor Jesus ensinou a Seus discípulos: "É como um homem que, ausentando-se do país, deixa a sua casa, dá autoridade aos seus servos, a cada um a sua obrigação, e ao porteiro ordena que vigie. Vigiai, pois, porque não sabeis quando virá o dono da casa: se à tarde, se à meia-noite, se ao cantar do galo, se pela manhã; para que, vindo ele inesperadamente, não vos ache dormindo. O que, porém, vos digo, digo a todos: vigiai!" (Mc 13.34-47). (Arno Froesehttp://www.chamada.com.br)