Arqueologistas Descobrem pela Primeira Vez Igreja Primitiva em Acre, Israel

 

Por Ethan Cole|Christian Post Reporter
Traduzido por Amanda Gigliotti

  • Arqueologistas descobriram uma estrutura de 1.500 anos de idade, que se acredita ser uma Igreja da cidade do norte de Acre, Israel.

é a primeira vez que a Autoridade das Antiguidades de Israel encontrou uma prova sólida que a cidade de Acre teve um papel no início do Cristianismo.

“Isso é uma importante descoberta para o estudo de Acre”, disse Nurit Page, o líder da escavação, de acordo com o Jornal Haaretz Daily de Israel.

A Page observou que essa descoberta é particularmente importante porque “nenhum remanescente do Período Bizantino foi encontrado além do alojamento perto do Mar [Mediterrâneo].

Acredita-se que a estrutura antiga seja uma Igreja por causa de seu tamanho, o que indica que é uma construção pública, e o estilo do edifício, incluindo as telhas.

A equipe de escavação regularmente encontra Igreja e tumbas em Israel, as quais naturalmente compara com as histórias da Bíblia para exatidão histórica.

Em fevereiro passado, os arqueologistas encontraram um muro em Jerusalém que data do tempo de Salomão e combina com a descrição da Bíblia daquela era. O muro foi descoberto fora da Cidade Antiga de Jerusalém e data de 3000 anos, disse a arqueologista Dra. Eliat Mazar.

Mazar disse que a passagem em I Reis 3:1 descreve uma cidade que é mais provável de estar conectada com o muro antigo da Cidade de Davi que cerca o templo e o novo palácio construído pelo Rei Solomon. O muro está localizado entre a Cidade de David e o muro do sul que cerca o Monte do Templo.

A Descoberta do muro antigo foi um projeto entre a Autoridade de Antiguidades de Israel, Israel Nature e Parks Authority, e a Universidade Hebrew.

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Justiça em Israel vai contra mãe e determina amputação em menina com câncer

 

Guila Flint

De Tel Aviv para a BBC Brasil

Atualizado em  11 de julho, 2011 – 11:04 (Brasília) 14:04 GMT

Hospital Ichilov, foto de divulgação

O hospital entrou na Justiça para tentar salvar a vida da jovem

A Justiça de Israel ordenou um hospital a levar adiante a amputação da mão de uma menina de 13 anos contra a vontade da mãe, depois que os médicos afirmaram que sem a intervenção cirúrgica ela morreria.

A menina, cuja identidade não foi revelada, sofre de um tumor maligno e violento e, segundo os médicos, teria uma morte dolorosa se sua mão não fosse amputada.

No entanto, a mãe da paciente, que é religiosa, vetou a operação afirmando que "prefere rezar e jejuar" para curar a filha.

O ministério do Bem Estar Social e o hospital Ichilov, em Tel Aviv, se dirigiram a um tribunal especial que trata de assuntos familiares solicitando que a corte ordenasse a operação, para salvar a vida da criança.

Ajuda de Deus

Segundo o juiz Yehoram Shaked, "está claro que não há e não pode haver outra solução exceto aceitar o pedido e que a Corte deve dar prioridade à vida, mesmo se para isso a menina tenha que sacrificar a mão".

De acordo com o hospital, o tumor, nos ossos da mão, pode provocar o surgimento de metástases no pulmão e as chances de a paciente morrer "são de 100%".

Os médicos explicaram o prognóstico tanto para a mãe como para a paciente e, segundo o relatório apresentado à Corte, a mãe afirmou que "é melhor que ela morra" porém a menina disse que entende "que não há alternativa" exceto a amputação.

Em sua decisão o juiz afirmou que a mãe continua rejeitando a operação e "acreditando na ajuda de Deus". Ele disse que a menina, apesar de jovem, entende que "é preciso preferir a vida à morte".

Interferência

Esta não é a primeira vez que questões religiosas interferem em decisões médicas em Israel.

A autoridade máxima da pasta da Saúde no governo, o vice-ministro da Saúde Yacov Leizman, do partido ultra-ortodoxo Yahadut Hatorah (Judaísmo da Torah), vem, desde o início de sua gestão, há dois anos, gerando duras criticas de profissionais na área da medicina, pois frequentemente tenta impor princípios da religião em decisões ligadas ao tratamento de pacientes.

Um dos casos ocorreu em 2009, quando o vice-ministro foi pessoalmente ao hospital Shneider da cidade de Petach Tikva, ao leste de Tel Aviv, e tentou interferir no tratamento de uma bebê que sofreu morte cerebral.

Leizman entrou no hospital e ameaçou os médicos de punição caso não dessem tratamento integral à criança, apesar de a lei em Israel estabelecer o tratamento parcial em casos de morte cerebral.

Segundo a crença ortodoxa de Leizman, a morte de uma pessoa só é reconhecida quando o coração para de bater. Ele chegou a ameaçar o hospital de que seria boicotado pela comunidade ultra-ortodoxa se não cumprisse suas ordens.

Na ocasião, a Federação dos Médicos de Israel publicou um manifesto protestando contra a atitude do vice-ministro.

Apesar de ser titular da pasta, Leizman se chama de "vice-ministro" por questões religiosas.

O Yahadut Hatorah não nomeia ministros mas só vice-ministros, pois tem uma visão ambivalente sobre a própria existência do Estado de Israel.

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Nascida em Israel, atriz de Hollywood batiza filho com nome hebraico

NATALIE PORTMAN

 

                                                                                                                     Foto: Reprodução

Natalie Portman seguiu a tendência entre as celebridades e deu um nome pouco comum a seu filho.

A atriz resolveu chamá-lo de Alef, que, na verdade, é o nome da primeira letra do alfabeto hebraico.

Nascida em Israel, ela deu à luz o primeiro filho, fruto do relacionamento com o dançarino Benjamin Millepied, em junho.

Os pais da criança se conheceram durante as gravações de "Cisne Negro" e anunciaram o noivado em dezembro de 2010, mas ainda não se casaram.