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Sinais proféticos? Terremoto e onda de calor recorde atingem Israel

Estudiosos das profecias apontam para sinais bíblicos acontecendo na Terra Santa

por Jarbas Aragão -gospelprime –

 

Sinais proféticos? Terremoto e onda de calor recorde atingem Israel
Terremoto e onda de calor recorde atingem Israel

Uma grave onda de calor atinge parte do Oriente Médio, com temperaturas de 53°C – e sensação térmica recorde de 72,7°C – atingiu na última semana Arábia Saudita, Bahrein, Catar, Emirados Árabes Unidos, Irã, Iraque, Israel e Kuwait.

A noite da última segunda (3), foi a mais quente já registrada na história de Israel. Por causa disso, a Companhia Elétrica de Israel não descarta a possibilidade de racionamento, com um rodízio de cortes de uma hora por região. O governo pediu aos israelenses que tentem poupar energia, evitando que seus aparelhos de refrigeração trabalhem no nível máximo.

Até o momento, foi registrada a morte de uma pessoa e pelo menos oito foram hospitalizadas em consequência do calor extremo. A meteorologia prevê que ela deve durar pelo menos até o final desta semana.

O site Shoebat, que analisa sinais proféticos, publicou uma extensa análise sobre como as ondas de calor extremo alteram as condições de vida. Elas podem ter como consequência uma grande seca e também acabam com as plantações, gerando perda das colheitas e, consequentemente, fome. Além disso, um calor extremo é mencionado como sinal de juízo divino em Apocalipse 16:8,9.

Terremoto no Mar Morto

No mesmo período, um terremoto de magnitude 4,4 ocorreu na região do Mar Morto. Embora não tenham causado mortes ou grandes danos em Israel, o evento vem sido analisado por estudiosos das profecias como um “aviso”.

Os estudiosos da Bíblia explicam que no judaísmo, o nome de Deus “Elohim”, refere-se ao aspecto revelado através da natureza e está ligado a julgamento. Para os personagens bíblicos, todo fenômeno natural era um lembrete ocasionalmente temível de nossa mortalidade.

O Mar Morto fica dentro de uma falha sísmica que se estende da Síria até a África Oriental.  A localização deste terremoto mais recente é justamente a área onde acredita-se que ficavam as cidades de Sodoma e Gomorra.

Especialistas dizem que um grande terremoto acontece a cada 80-90 anos em Israel. O último grande tremor aconteceu em 11 de julho de 1927 (6,3 na escala Richter), com epicentro na mesma região de agora. Ao todo, 500 pessoas morreram. Na ocasião, a Mesquita de Al-Aqsa, que fica no Monte do Templo, ficou danificada. O abalo de grandes proporções anterior aconteceu em 1º de janeiro de 1837 (6,8 na escala Richter). Foi muito mais devastador, matando 5 mil pessoas.

O Dr. Shmuel Marco, que estuda há muitos anos o cronograma de terremotos no país, disse ao jornal The Jerusalem Post que o próximo “grande” sismo está prestes a ocorrer.

Avi Shapiro, diretor do comitê interministerial israelense para prevenção contra terremotos, afirma que “O próximo grande terremoto é só uma questão de tempo”.

Existem várias profecias ligadas a terremotos, especialmente no que diz respeito ao Fim dos Dias. Conforme Ezequiel 38:18-20, a batalha de Gogue e Magogue, que será travada no vale do Armagedom (Ap 16:16), é prenunciada por um “grande tremor sobre a terra de Israel”.

Nos últimos meses, uma série de estudiosos vem apontando para a convergência de sinais “no céu e na terra”, como um alerta divino sobre a proximidade do fim. De maneira especial por que eles vêm ocorrendo dentro de um período específico dentro do calendário bíblico, coincidindo com as datas precisas das festas judaicas. Com informações de Breaking Israel News

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Obama diz que bombas choverão em Israel se EUA rejeitar acordo nuclear

Presidente teme perder votação no congresso americano

por Jarbas Aragão – gospelprime –

 

Obama diz que bombas choverão em Israel se EUA rejeitar acordo nuclear
Obama diz que bombas choverão em Israel

O presidente americano Barack Obama sabe que pode ter problemas caso o Congresso norte-americano vete o acordo nuclear com o Irã.  Inimigo político do primeiro-ministro Benjamin Netayanu, o presidente americano fez uma ameaça velada ao Estado judeu em um discurso nesta semana.

Em um encontro com os 22 líderes judeus que ele convidou à Casa Branca, advertiu que caso o Congresso derrube o acordo nuclear iraniano, “foguetes do Hezbollah vão chover sobre Tel Aviv”.

Desde a guerra do Líbano de 2006, uma grande quantidade dos mísseis e foguetes lançados contra o território israelense foram fornecidos pelo Irã. O grupo terrorista Hezbollah é reconhecidamente ligado a Teerã.

Para Obama, o acordo nuclear irá manter a paz no Oriente Médio, pois os iranianos serão vigiados constantemente. Curiosamente, no mesmo dia, unidades do Hezbollah sob o comando de oficiais iranianos estavam disparando pesados mísseis Zelzal 3 contra os rebeldes sírios na cidade de Zabadani, que fica a apenas 200 km de Tel Aviv.

Em seu discurso no encontro que durou duas horas, Barack Obama declarou que se não houver acordo, dentro de pouco tempo haverá guerra entre os EUA e o Irã. Neste caso, quem pagará o preço será o Povo de Israel, pois seria impossível impedir os mísseis iranianos de atingirem Tel Aviv.

O presidente sabe que o lobby judeu é muito forte nos Estados Unidos e o fato dele não ter revelado todos os detalhes do acordo até agora, só aumentou as suspeitas.

O encontro do presidente ocorreu horas depois de o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu ter participado de uma conferência on-line, onde dialogou com influentes judeus americanos, membros da Federação Judaica da América do Norte e os presidentes das principais organizações judaicas dos EUA.

“Eu não me oponho a este acordo porque quero guerra. Eu me oponho a este acordo porque quero evitar a guerra. Todo este acordo trará guerra”, enfatizou Neanyahu.  Segundo os organizadores,mais de 10 mil pessoas assistiram a conferência.

Ao contrário do que afirma Netanyahu, Obama disse que chamou o primeiro-ministro para conversar. Também enfatizou que os EUA vão continuar a apoiar e ajudar a fortalecer a segurança de Israel.

A votação do congresso americano ocorrerá em setembro, e a imprensa americana tem divulgado que a Casa Branca poderá ter dificuldades em conseguir a maioria.

Hoje (5) pela manhã, Obama fez um discurso nos mesmos termos, exortando o Congresso a aprovar o acordo nuclear com o Irã. Afirmou ainda que Netanyahu é sincero, mas está “errado”. Deixou claro que Israel está sozinho em sua oposição ao acordo.

O presidente alertou que “Se matar este acordo, o Congresso não irá apenas pavimentar o caminho do Irã para a bomba nuclear, mas acelerá-lo”. Com informações de Times of Israel [2] e Haaretz

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Rússia admite que apoia grupo terrorista anti-Israel

Putin apoia formação de “unidade nacional da Palestina”

por Jarbas Aragão – gospelprime –

 

Rússia admite que apoia grupo terrorista anti-Israel
Rússia admite que apoia grupo terrorista anti-Israel

A Rússia reafirmou seu apoio à antiga plataforma política da Organização para a Libertação da Palestina (OLP). Alegando desejar uma “iniciativa de paz”, o Ministério das Relações Exteriores da Rússia divulgou uma nota polêmica esta semana. Sergei Lavrov, chefe da diplomacia russa, encontrou-se com Khaled Mashaal, chefe do gabinete político do grupo terrorista Hamas, que vive exilado no Catar.

Ano passado, em meio aos conflitos com Israel, o Hamas, que controla a Faixa de Gaza, formou um governo de unidade com o Fatah, facção muçulmana que domina a Cisjordânia. O Hamas é declaradamente anti-Israel, mas tem recebido críticas de facções muçulmanas por não ter uma postura suficientemente agressiva.

Porém, com o avanço do Estado Islâmico na região, além dos recentes conflitos entre palestinos e judeus no Monte do Templo, os ânimos estão se acirrando novamente na região.

O atual governo, que supostamente é de unidade, está preparando a realização de eleições parlamentares e presidenciais para breve. Em junho deste ano, o presidente palestino Mahmoud Abbas dissolveu o governo e aceitou a renúncia do primeiro-ministro Rami Hamdallah.

Desde então, a Autoridade Nacional Palestina afirma que a unidade está mantida, embora o Hamas alegue que não existe consenso. Crescem os rumores que o atual presidente, Mahmoud Abbas,poderá anunciar sua renúncia. Entre os nomes mais cotados para substitui-lo está o de Marwan Barghouti, conhecido terrorista que está preso em Israel e cumpre prisão perpétua por causa das mortes em atentados executados por ele.

Segundo a agência de notícias russa TASS, a Rússia gostaria de ver “todos” os palestinos terem um lar permanente. Isso é uma referência velada a uma estimativa de 600 mil árabes que deixaram Israel durante a Guerra da Independência de 1948. Seus hoje 5 milhões de descendentes vivem espalhados em territórios palestinos, na faixa de Gaza, e nos países vizinhos.

Uma das exigências da Autoridade Palestiniana é que Israel aceite o “direito de retorno” para esses chamados “refugiados palestinos”. O mesmo discurso está sendo apresentado pelo Irã, que fala em 8 milhões de palestinos “refugiados”.

Simplesmente não haveria como acomodar todos no mesmo país, uma vez que a população de Israel hoje é de 8 milhões e 300 mil.

Quando Meshaal disse a Lavrov que “com o apoio da Rússia e do mundo inteiro”, o sonho de um Estado palestino será realizado, está implícito que isso envolve a eliminação de um Estado judeu. O governo russo já vem sendo criticado por vender armamento militar pesado para Síria e Irã, se começar a fazer o mesmo para os palestinos, poderá incendiar os conflitos no Oriente Médio.

Para especialistas, como o Doutor Mark Hitchcock, autor de dezenas de livros sobre profecias bíblicas, a crescente proximidade da Rússia com o Irã, a Turquia e outros inimigos declarados de Israel, é oprenúncio da guerra de Gogue e Magogue mencionada na Bíblia.

Em setembro deste ano, o Conselho de Segurança da ONU deverá votar uma resolução da ONU para estabelecer definitivamente um Estado palestino.

Isso fica evidente pela proliferação de embaixadores da Palestina mostrando influência em diversos países. No Brasil ele passou a ser reconhecido pelo governo Lula. Com informações de CBN