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Famílias convertidas ao Evangelho que se negaram a renunciar a Jesus são expulsas de aldeia

Profile photo of Tiago ChagasPublicado por Tiago Chagas -gnoticias.com – em 28 de novembro de 2014

Famílias convertidas ao Evangelho que se negaram a renunciar a Jesus são expulsas de aldeia

Um grupo de seis famílias foi expulso de sua aldeia por se recusar a negar sua fé em Jesus Cristo. O caso foi registrado no Laos, país o sudeste asiático que é considerado um dos mais perigosos para cristãos.

As 25 pessoas fazem parte da etnia Hmong, e foram obrigadas a deixar suas casas sem poder levar nenhum de seus pertences.

De acordo com informações da Missão Portas Abertas, as autoridades disseram que a razão para a expulsão das famílias é religiosa. Os demais moradores não aceitaram a decisão deles em se converter ao cristianismo e tentaram forçá-los a renunciar a fé e retornar ao animismo, religião majoritária na aldeia.

Há pouco mais de cinco meses foi registrado outro episódio de perseguição religiosa na mesma aldeia. Dois cristãos foram presos por não acatarem o ultimato de renúncia a Cristo. As autoridades locais decidiram despejar imediatamente as famílias, e o ancião patriarca da família de um dos homens morreu durante o tumulto, o que tornou a situação ainda mais delicada.

Laos

O pequeno país asiático ocupa a 21ª posição no ranking de perseguição religiosa atualizado anualmente pela Missão Portas Abertas.

Há pouco mais de dois anos, a prisão de um cristão se tornou notícia em todo o mundo porque o motivo seria a pregação feita por ele que resultou na conversão de 300 pessoas ao cristianismo.

Oficialmente, a Constituição do país permite a liberdade religiosa, mas a sociedade considera como religiões aceitáveis apenas o budismo, bramanismo e animismo. O cristianismo é visto como uma religião estrangeira, e repudiada pela maior parte das pessoas.

De maneira recorrente, as autoridades tem pressionado os convertidos ao Evangelho a abandonarem sua fé e interrompem os cultos e reuniões do grupo, sob ameaça de expulsão das aldeias.

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Cristãos de Mossul fogem para Jordânia e contam com ajuda de igrejas

Muitos saíram de suas casas apenas com a roupa do corpo deixando para trás todos os bens que conquistaram

por Leiliane Roberta Lopes

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Mossul, a segunda maior cidade iraquiana, foi um dos primeiros alvos do Estado Islâmico fazendo com que milhares de cristãos fugissem deixando para trás todos os seus bens.
Com a presença dos jihadistas e a fuga dos cristãos para a Jordânia, a cidade se tornou “um beco escuro” segundo relatos do empresário Jassam Hanna.

“Homens circulam pelas ruas com espadas. Como isso pode estar acontecendo no século 21? Não há humanidade no Iraque”, disse o cristão de 33 anos que teve toda a propriedade de sua família tomada pelos terroristas.

Abu Suleiman, 60 anos, foi obrigado a deixar para trás tudo que ele conquistou com trabalho. “Eles colocaram uma letra vermelha ‘N’ na minha casa, de ‘nasrani’, que significa cristão em árabe, e declararam que ela era propriedade do Estado Islâmico. Perdi minha loja, tudo o que eu já tive na vida”, disse.

Suleiman e sua família fugiram para a Jordânia assim como outras centenas de cristãos. A maioria, porém, chegou ao novo país apenas com a roupa do corpo e agora contam com a ajuda humanitária de entendidas como as organizações ligadas à Igreja Católica.

Não há previsão de quando os moradores de Mossul poderão voltar para suas casas, John Allen, enviado americano para combater o EI no país, afirmou que a campanha militar pode demorar até um ano para ser planejada. Com informações G1.

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Muçulmanos estão capturando cristãos para roubar seus órgãos

Conheça o horror dos “matadouros humanos”

por Jarbas Aragão

  • gospelprime

 

Muçulmanos estão capturando cristãos para roubar seus órgãos
Muçulmanos estão capturando cristãos para roubar seus órgãos

Segundos dados do governo, oficialmente a Albânia tem cerca de 60% de muçulmanos e menos de 20% de cristãos.  Historicamente, os albaneses vivem uma guerra étnica e religiosa com seus vizinhos da Sérvia, que chamou atenção do mundo na década de 1990 no conflito pelo Kosovo, que fez dezenas de milhares de vítimas e ajudou na desintegração da antiga Iugoslávia.

O país recebeu a visita do papa Francisco em setembro e ouviu o pontífice criticar os grupos extremistas, afirmando que eles “desnaturalizam o autêntico sentido religioso, distorcem e instrumentalizam” as diferenças, transformando isso em um “fator perigoso de conflito e violência”.

Cerca de 40 dias após esse pronunciamento, uma denúncia grave mostra que isso foi levado ao extremo. Embora com pouca repercussão na mídia do Brasil, está comprovado que muçulmanos albaneses estão sequestrando cristãos, dissecando-os vivos, retirando seus órgãos e vendendo-os para a Arábia Saudita e Turquia.

As denúncias não são novas. Há registros que esse tipo de operação ocorria cerca de 15 anos atrás. Porém, eram considerados apenas “crimes de guerra”, por causa da situação vivida na região.

Agora, um cristão, oficial aposentado das forças armadas da Albânia, chamado Lazar veio a público denunciar que isso continua acontecendo. São verdadeiros açougues humanos, onde as pessoas são mortas para ter seus órgãos vendidos no “mercado negro”. As vítimas são na sua maioria cristãos sérvios, “homens, jovens mulheres e crianças”.

Para comprovar suas acusações, Lazar lembra que um documentário produzido pela rede de TV alemã Deutsche Welle, alguns anos atrás já mostrou que isso realmente ocorre na Albânia. As Nações Unidas nunca investigaram oficialmente a situação.

O oficial albanês afirma que essa prática bárbara está ligada ao que o Estado Islâmico está fazendo com cristãos na Síria e no Iraque e que existe um amplo mercado para os órgãos dos cristãos no Oriente Médio.httpv://www.youtube.com/watch?v=ufpexTFtr7U

O site americano Shoebat, escrito por um cristão conservador foi o primeiro a relatar a existência desses “matadouros humanos” e divulgou um vídeo estarrecedor (cenas fortes, cuidado).

Esse mesmo site havia revelado em março a existência de “matadouros de cristãos” nos distritos de Siba e Bayyada, na região de Homs, na Síria. Os sacrifícios são feitos por um açougueiro acostumado com o abate de ovelhas. Com informações de Right Wing News