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Vaticano é o próximo alvo dos terroristas

Estado Islâmico mencionou o Vaticano diversas vezes

por Thiago Cortês-gospelprime

 

Vaticano é o próximo alvo dos terroristas
Vaticano é o próximo alvo dos terroristas

A sede mundial da Igreja Católica foi confirmada como o próximo alvo dos terroristas islâmicos. Após o alerta feito pelo serviço secreto americano, e confirmado por Israel, as forças de segurança de Roma estão em alerta máximo

A TV estatal israelense reportou nesta segunda que a inteligência americana havia alertado o Vaticano sobre um possível ataque terrorista no território. O chefe da divisão de operações especiais da polícia da cidade, Diego Parente, confirmou o alerta máximo em Roma.

Diego Parente informou que as forças de segurança intensificaram o patrulhamento e medidas ostensivas não apenas no território do Vaticano, mas também na área judaica de Roma e ao redor das escolas judaicas da cidade.

A polícia ressaltou, porém, que “não há, até o momento, ameaça alguma” e que “não pode confirmar” um atentado do EI (Estado Islâmico) à Santa Sé no momento.

O Ministro do Interior da Itália, Angelino Alfano, disse que foi feita uma checagem com as autoridades de segurança de outros países e até o momento não há indícios de um ataque iminente, mas as medidas de segurança foram tomadas por precaução.

“Infelizmente, o Estado Islâmico mencionou o Vaticano diversas vezes. É por isso que não subestimamos nenhuma hipótese”, disse o ministro.

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Arábia Saudita decreta pena de morte para quem carregar Bíblia

Nova lei sobre literatura pode por fim ao cristianismo na região

por Jarbas Aragão – gospelprime

 

Arábia Saudita decreta pena de morte para quem carregar Bíblia
Arábia Saudita decreta pena de morte para quem carregar Bíblia

A Arábia Saudita é o “berço” do Islamismo, tendo em Meca a cidade mais sagrada desta religião. Já é proibido aos não muçulmanos entrarem naquela cidade. De modo geral, a perseguição religiosa só aumenta. Não há igrejas conhecidas e a maioria dos cristãos naquela nação são imigrantes estrangeiros.

Agora, o governo do país que já se diz regido pela lei sharia, anuncia modificações em uma lei sobre literatura. Isso poderá marcar o fim do cristianismo na região. O motivo é simples: está prevista pena capital para quem carregar Bíblias para dentro da Arábia. Ou seja, o que já era considerado contrabando, agora chega ao extremo. Não se pode comprar legalmente uma cópia das Escrituras por lá.

A missão Heart Cry  [Clamor do coração] divulgou em seu relatório mais recente que ao legislar sobre a importação de drogas ilegais, incluiu-se um artigo que aborda “todas as publicações de outras crenças religiosas não islâmicas e que tragam prejuízo”. Ou seja, na prática, entrar com uma Bíblia na Arábia Saudita será o mesmo que carregar cocaína ou heroína.

Segundo a lista publicada anualmente pelo Ministério Portas Abertas, em 2014 a Arábia Saudita figura como o 6º país que mais persegue cristãos.  A conversão para outra religião já era proibida na Arábia Saudita, punida com a morte. Mesmo assim, existem relatos crescentes que muçulmanos estão seguindo a Cristo após sonhos e visões.

O portal WND entrou em contato com a embaixada da Arábia Saudita para confirmar as mudanças na lei, mas a resposta oficial é que não haveria comentários. Por ser um importante parceiro comercial dos EUA, a Arábia raramente recebe cobertura negativa da imprensa.

O teólogo Joel Richardson, que tem escrito vários livros e produz documentários sobre o islamismo e o final dos tempos, afirmou: “Se os muçulmanos verdadeiramente tivessem confiança que sua religião é verdadeira, não teriam medo de pessoas que leem a Bíblia”.

Para ele, o decreto é uma prova que o governo saudita tem medo do impacto do cristianismo.  Produtor do documentário “End Times Eyewitness” [Testemunhas do Final dos Tempos], Richardson acredita que “Se eles estão matando pessoas por carregarem uma Bíblia, este é o cumprimento de Apocalipse 6:9″.

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No Iraque, crianças se recusam a negar Jesus e são decapitadas por extremistas do Estado Islâmico

 por Tiago Chagas – gnoticias.com

No Iraque, crianças se recusam a negar Jesus e são decapitadas por extremistas do Estado IslâmicoO Estado Islâmico tem perseguido cristãos nos países onde atua e condenado à morte os reféns que não aceitam negar a Cristo e se converter ao islamismo. Mas a iminência da morte não convenceu quatro crianças a abandonar sua fé em Jesus.

De acordo com relatos do reverendo anglicano Andrew White, que atua em Bagdá, capital do Iraque, os militantes do Estado Islâmico ordenaram que as crianças (a mais velha com 15 anos de idade) afirmassem que se tornariam muçulmanas ou seriam mortas.

“Não. Nós amamos Yasua (Jesus). Temos sempre seguido Yasua”, responderam os quatro. A grafia Yasua é próxima à pronúncia em hebraico, Yeshua, que é traduzido como ‘Jesus’ no inglês e idiomas originários do latim, como o espanhol e o português.

White é conhecido como o “Vigário de Bagdá”, e narrou a comovente história das crianças cristãs à rede de TV CBN.

“Os quatro filhos [de cristãos capturados], todos menores de 15 anos, disseram: ‘Não, nós amamos Yasua. Temos sempre amado Yasua. Temos sempre seguido Yasua. Yasua sempre esteve com a gente’. [Os militantes] repetiram ‘Digam as palavras!’ [As crianças] disseram: ‘Não, nós não podemos fazer isso”, contou o reverendo.

Na sequência, os extremistas decapitaram os quatro. Segundo o Charisma News, White não especificou se ele testemunhou o martírio ou se a história chegou aos seus ouvidos por meio de outras testemunhas.

O reverendo também evitou especificar a região do Iraque onde isso teria acontecido, mas especula-se que o triste fato tenha acontecido na região de Mosul, onde havia a maior concentração de cristãos no país.

Ao final, ele contou a história de um homem que teria cedido à pressão dos extremistas: “[Militantes] disseram a um homem, um adulto: ‘Diga as palavras de conversão [ao islamismo] ou vamos matar todos os seus filhos’.

Ele estava desesperado. Ele disse as palavras. Então, ele me telefonou e disse: ‘[Pastor], eu disse as palavras, isso significa que Yasua não me ama mais? Eu sempre amei Yasua. Eu disse essas palavras, porque eu não podia ver meus filhos serem mortos’. Eu disse: ‘Jesus ainda o ama. Ele sempre vai te amar’”, concluiu o Vigário de Bagdá.