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DENUNCIADOS EM ASSEMBLEIA

 

Deputados de MG dizem sofrer perseguição religiosa

Segundo denúncias, dos 27 evangélicos que compunham o quadro da Fundação Cultural de Araxá (MG), 20 foram demitidos sem justificativa.

Acusados de improbidade administrativa pelo Ministério Público do Estado, ex-gestores da Fundação Cultural de Araxá apresentaram, na última quinta-feira, 6, suas defesas, em audiência pública realizada pela Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Eles alegaram estar sofrendo represália por denunciarem irregularidades de dirigentes e ex-dirigentes do Centro Universitário do Planalto de Araxá (Uniaraxá). Afirmaram, ainda, que estão sendo vítimas de perseguição religiosa, por serem evangélicos.

Um dos acusados, o ex-presidente da Fundação Cultural de Araxá, José Gino Borges, que é pastor, mencionou o desvio de R$ 800 mil, que teria sido realizado pelo reitor da Uniaraxá, bem como a prática de caixa 2, por parte de um funcionário da instituição, com arrecadação de R$ 480 mil, a partir da negociação de mensalidades com alunos inadimplentes. Segundo ele, ao deflagrar essas irregularidades, o grupo passou a ser perseguido na instituição.

José Borges reclamou ainda que teria sido acusado, sem provas, de prática de estelionato, pela promotora de Justiça e Curadora de Fundações na cidade, Mara Lúcia Silva Dourado, que está conduzindo o caso. Também questionou o fato de ele e outros ex-dirigentes da Fundação terem sido obrigados a devolver os salários recebidos em virtude de estar ocupando mais de um cargo. “A instituição é reconhecidamente de direito privado, permitindo essa acumulação. Além disso, há diversos funcionários na mesma situação que não receberam punição similar”, alegou.

O ex-diretor informou ainda que dos 27 evangélicos que compunham o quadro da Fundação, 20 foram demitidos sem justificativa. Dos que foram mantidos, dois foram coagidos a mudar de religião para preservarem seus empregos. “Contratei irmãos da igreja, de nossa confiança, somente à medida que as outras pessoas foram saindo. Mesmo assim, os salários desses novatos eram menores”, justificou.

Citando a Constituição Federal, o ex-diretor pedagógico, Ronaldo José Fonseca, questionou o fato de o Ministério Público (MP) ter reconhecido uma denúncia anônima como legítima, na medida que ela teria motivado as investigações e punições. “A Constituição assegura a livre manifestação do pensamento, mas veda o anonimato”, destacou. Segundo ele, a manifestação anônima é proibida pelo próprio MP, em seu regimento interno, conforme reforçado também no formulário de denúncias do site da instituição.

Requerimentos serão votados na próxima reunião

O deputado Durval Ângelo (PT) propôs oito requerimentos que serão apresentados e votados na próxima reunião da comissão. Um deles solicita pedido de providências por parte da Corregedoria do Ministério Público diante do fato de o marido da promotora ter prestado serviços para a instituição, sem a realização de processo licitatório.

O parlamentar cobrou ainda ações efetivas por parte da comarca local do Ministério Público em Araxá, alegando que teve uma "experiência negativa" com a instituição naquele município. A afirmação foi motivada por uma denúncia de pedofilia envolvendo membros daquela comarca, feita pelo deputado, que teria sido arquivada, mesmo diante de provas que apontassem para a acusação dos envolvidos.

Autor do requerimento, o deputado Vanderlei Miranda (PMDB), lamentou a ausência do Ministério Público na reunião. “Ao não comparecer, a promotora abre mão de pontuar as suas acusações, do direito ao contraditório, porque as acusações serão amplamente questionadas pelas pessoas que trazem até nós denúncia de perseguição religiosa”, ressaltou. O parlamentar, que questionou também o fato de a denúncia contra o grupo ter sido anônima, não se sentiu bem e precisou ser atendido por um médico da Casa. Segundo Durval Ângelo, o diagnóstico foi pressão alta, quadro que teria sido agravado pela discussão apresentada na audiência.

Data: 11/10/2011 08:41:49
Fonte: Jornal do Araxá – MG

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Igreja protestante sofre ataque durante culto

 

Um homem-bomba atacou uma igreja protestante no centro da Indonésia, província de Java, no domingo, dia 25 setembro. O ataque feriu vinte pessoas e matou um, segundo informações da polícia e das autoridades.
“Podemos confirmar que houve um ataque suicida na Igreja Betel Injil às 10:55”, disse um porta-voz da polícia da província da Java Central. O hospital e outros funcionários mais tarde disseram que até 27 pessoas ficaram feridas no ataque.
A polícia e outros funcionários do governo haviam dito que duas pessoas foram mortas, mas depois retificaram e esclareceram que a única pessoa que morreu era o homem-bomba.
O ministro de coordenação para assuntos políticos, legais, e de segurança, Djoko Suryanto, disse que as autoridades irão analisar as imagens do circuito fechado de câmeras da Igreja para identificar o homem-bomba.
Não existem provas concretas de que algum grupo terrorista estava por trás do ataque, mas suspeita-se do líder muçulmano radical Abu Bakar bashir, que foi preso por 12 anos acusado de financiar um grupo terrorista que planejava ataques contra ocidentais e líderes políticos
Além disso, as igrejas cristãs tem sido alvo de militantes islâmicos que se opõem à propagação do cristianismo no país e desejam estabelecer as leis islâmicas em várias partes do país mais muçulmano do mundo.
Confrontos entre muçulmanos e cristão teriam matado mais de 9 mil pessoas na Indonésia entre os anos de 1999 a 2002.
Tradução: Lucas Gregório

Data: 27/9/2011 08:46:46
Fonte: Portas Abertas

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O islamismo é uma religião violenta?

 

jihad-islamicaQuem representa o verdadeiro islã? A pergunta não é apenas irrespondível, ela é irrelevante. O problema não é a essência de uma questão abstrata – quem pode dizer o que é o verdadeiro cristianismo ou o verdadeiro judaísmo? – mas a ação de muçulmanos reais no mundo de hoje. Não há como negar o que foi afirmado corajosamente por Samuel Huntington em “O Choque de Civilizações”: o islamismo tem fronteiras sangrentas.

Da Nigéria ao Sudão, do Paquistão, à Indonésia e às Filipinas, alguns dos piores e mais odiosos atos de violência no mundo atual são cometidos por muçulmanos e em nome do islã. E então aconteceu o "11 de setembro" – o terrorismo islâmico indo muito além de suas fronteiras, para golpear o coração dos “satânicos cruzados".

Isso não prova nada sobre violência inerente; a ampla maioria dos muçulmanos é, obviamente, composta de pessoas pacíficas, vivendo dentro dos padrões de comportamento civilizado. Porém, a violência real, ávida pelo sangue de quase todas as civilizações não-muçulmanas, da hindu à animista africana, requer atenção.
Essa sensação de civilização em declínio – e da adoção do terror e da intimidação como caminho da restauração – ecoou num recente relatório das Nações Unidas que revelou com franqueza o vergonhoso fracasso árabe em modernizar-se. Uma coisa é os árabes ficarem para trás em relação ao Ocidente, mas continuarem mais atrasados do que a Coréia do Sul – que também foi colonizada e foi pobre, sendo desprovida da fantástica riqueza petrolífera do mundo islâmico – é uma completa humilhação.

Abdurrahman Wahid, ex-presidente da Indonésia e líder da maior sociedade islâmica do mundo, atribui as causas do radicalismo islâmico não apenas à falta de respeito e identidade próprios – sentimentos profundos de inadequação e derrota – mas também a uma enorme falha das lideranças muçulmanas moderadas. Os homicidas falam em nome do islã e a maioria pacífica não tem coragem de desafiá-los.

"O mundo islâmico atual é mantido prisioneiro", escreve Salman Rushdie, "não pelo Ocidente, mas por captores islâmicos, que estão lutando para manter fechado um mundo que uma pequena minoria, sem êxito, está tentando abrir… e a maioria permanece calada". Até que essa maioria se manifeste, as fronteiras do islã continuarão sangrentas. (The Jerusalem Post)

O islamismo é a segunda maior religião do mundo e, com raras exceções, todos os seus adeptos ficam calados quando ocorrem os diabólicos atos homicidas praticados em nome dele. Não há nação na Terra que proteja legalmente a quem se cala diante da violência e do homicídio. Visto que a lei moral original provém do Deus de Israel, Ezequiel 3:18 diz: "Quando eu disser ao perverso: Certamente, morrerás, e tu não o avisares e nada disseres para o advertir do seu mau caminho, para lhe salvar a vida, esse perverso morrerá na sua iniqüidade, mas o seu sangue da tua mão o requererei".

Assista o vídeo:

Fonte: CACP