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Igreja Universal diz que terremoto no Nepal é cumprimento de profecias reveladas no Apocalipse

Igreja Universal diz que terremoto no Nepal é cumprimento de profecias reveladas no Apocalipse

 Publicado por Tiago Chagas – gnoticias.com.br. – em 14 de maio de 2015
Igreja Universal diz que terremoto no Nepal é cumprimento de profecias reveladas no ApocalipseO terremoto no Nepal que tirou a vida de milhares de pessoas e deixou milhões desabrigados seria um sinal do fim dos tempos, de acordo com a Igreja Universal do Reino de Deus.

Em seu site oficial, a denominação do bispo Edir Macedo publicou um artigo em que atribui a tragédia natural do país ao cumprimento de profecias do Apocalipse. E os desencadeadores dessas profecias seriam questões ligadas à fé.

“Sinais de que o Fim dos Tempos já começou estão por toda parte, apesar de os incrédulos não admitirem. Uma série de acontecimentos ao redor do planeta não deixa dúvidas do que foi profetizado na Bíblia”, destaca o artigo.

Dentre os pontos destacados pela Igreja Universal está o crescente movimento em favor da união dos cristãos ao redor do mundo: “O Senhor Jesus deseja claramente que a Sua Igreja seja unida num só corpo (João 17.21). No entanto, isso é interpretado de forma errada, numa fachada de ecumenismo. Toda hora novas religiões, carregadas de tradição, distorcem a Bíblia, pregando uma unidade entre todas as crenças, com aquela velha história de ‘não importa no que você acredita, desde que tenha fé nisso’. O que o Senhor Jesus quis dizer é que sim, Sua Igreja deve ser unida, mas sob a certeza de que só por meio d’Ele a Salvação pode ser conseguida, com obediência plena e entrega verdadeira”, argumenta.

Novas religiões baseadas em sincretismo são apontadas pela denominação como uma das causas desencadeadoras das profecias do Apocalipse: “O chamado espiritualismo e o ocultismo têm crescido muito. Em vários países, vem sendo notado um estranho culto à ‘Santa Morte’, por exemplo, que mistura rituais de satanismo, feitiçaria e da Igreja Romana [Católica] – e já é a seita que mais cresce no mundo. E esse é só um exemplo das muitas falsas crenças e falsos profetas, sobre o que a Bíblia já alerta há milênios (Apocalipse 16.13-14)”, opina.

No entanto, a denominação ignora o próprio sincretismo religioso praticado por ela, que usa elementos sacros do judaísmo – tais quais a menorá, por exemplo – como itens de decoração em sua réplica do Templo de Salomão, em São Paulo.

Por fim, a Universal afirma que a perseguição religiosa dos extremistas muçulmanos é outro dos sinais que denotam o fim dos tempos: “Nunca aconteceram, em outras eras, tantos conflitos e guerras pelo planeta de uma só vez. Muitos deles dizem respeito a vários países ao mesmo tempo […] O Estado Islâmico mata cruelmente pessoas aos olhos de todo o planeta em vídeos veiculados pela internet, além de realizar hediondos atentados nas mais importantes cidades dos países que combatem o grupo terrorista”, conclui.

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Aliança militar entre Rússia e Irã pode ser cumprimento de profecia

As duas nações têm se posicionado do lado contrário da maioria dos países ocidentais

 

Aliança militar entre Rússia e Irã pode ser cumprimento de profecia

Estudiosos de profecias alertam para a aproximação política e militar de Rússia e Irã. Para eles, pode ser o início da união de forças descrita em Ezequiel, capítulos 37 a 39, sobre a chamada batalha de Gogue e Magogue.

A interpretação mais comum do texto aponta para a terra do extremo norte da Ásia (atual Rússia) e seu principal aliado, a Pérsia (atual Irã). Ambos se unirão para invadir Israel.

O chefe do sistema defensivo iraniano, o brigadeiro-general Hossein Dehghan, se reuniu com o ministro da Defesa da Rússia, Sergei Shoigu.

Eles trataram, segundo o comunicado oficial, de “questões relativas à segurança global e regional”, bem como a “ativação da cooperação militar e técnico-militar entre os dois países”.

Os dois lados procuram formas de aumentar a cooperação entre os países, do ponto de vista tecnológico e militar. Segundo a imprensa russa, Deghan defende que o estreitamento de laços entre Moscou e Teerã será “um fator de estabilidade e segurança em toda a Ásia Central e o Oriente Médio”. Desde 2013 os dois governos vêm conversando sobre acordos de cooperação.

A Rússia é um dos únicos países que contraria a decisão da ONU e faz investimentos no comércio bélico com o Irã, que sabidamente desenvolve armas nucleares e por não se submeter a órgãos internacionais de controle, sofre sanções econômicas. Em 2010, a Rússia, pressionada pelos Estados Unidos e Israel na ONU, cancelou o envio de um sistema de defesa aérea para o Irã.

Agora, seguindo orientações do presidente Putin, volta a negociar ativamente com Teerã, ignorando apelos internacionais e fazendo inclusive acordos nucleares.

As duas nações têm se posicionado do lado contrário da maioria dos países ocidentais, no que diz respeito ao envio da defesa de antimísseis da Otan à Europa Oriental e o fornecimento de armamentos para a Síria, que vive uma guerra civil há quatro anos.

Em 2011, quando a tensão entre Israel e Irã atingiu seu ápice recente, a Rússia se posicionou a favor dor iranianos, fazendo ameaças veladas ao governo israelense. Com informações Gospel Prime e Times of Israel

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Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria,A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

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Entenda os ataques atuais de Israel contra os palestinos

Estratégia do Hamas incluía causar um acidente nuclear

por Jarbas Aragão

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Entenda os ataques atuais de Israel contra os palestinos
Entenda os ataques atuais de Israel contra os palestinos

O atual conflito entre Israel e os palestinos tem sido noticiado diariamente pela imprensa mundial. Contudo, invariavelmente o foco é no número de mortos e na extensão dos ataques. A grande maioria não avalia o conflito de uma maneira mais ampla, considerando que ele tem um longo histórico.

A justificativa da nova onde de ataques é o incidente que resultou na morte de 3 seminaristas judeus na Cisjordânia ocupada dia 12 de junho. Os corpos dos três jovens foram encontrados em 30 de junho, com marcas de tiros. O governo de Israelense responsabilizou o Hamas, grupo islâmico que controla a Faixa de Gaza. No dia 1º de julho, um adolescente palestino foi sequestrado e morto em Jerusalém Oriental. Ele foi queimado vivo por três extremistas judeus que estão presos e responderão pelo crime que chamam de “vingança” pela morte dos 3 jovens judeus.

A partir de então, Israel levou um grande contingente militar para a região de Hebron. Dezenas de membros do Hamas foram detidos. Isso gerou uma onda de revolta e protestos em Gaza. Como retaliação, foguetes foram disparados da Faixa de Gaza contra Israel. Desde 8 de julho, se iniciou um intenso bombardeio de foguetes contra o sul de Israel por parte de ativistas palestinos. Com a resposta do governo israelense, na operação chamada “cerca de proteção”, iniciou-se o combate mais sangrento na região dos últimos anos.

Autoridades palestinas dizem que já ocorreram 170 mortes durante a ofensiva, deixando ainda e 1.280 feridos, na maioria civis. Foram presos 23 palestinianos, incluindo 11 militantes do Hamas.

Até o momento foram cerca de 1.100 projéteis lançados pelos palestinos a partir de Gaza. Pelo menos 780 atingiram Israel, mas sem vítimas fatais. O Domo de Ferro (sistema antimísseis israelense) interceptou boa parte dos foguetes lançados contra seu território. Pelo menos três foguetes foram lançados pelo Hamas a partir do Líbano, mas atingiram zonas desabitadas na região de Nahariya, afirma o porta-voz do Exército de Israel. Um dos ataques frustrados do Hamas foi contra a principal instalação nuclear em Israel, localizada na cidade de Dimona.

O ataque queria atingir o centro de pesquisa de Negev, onde acredita-se estar situado o programa de armas atómicas israelita, divulgou o jornal inglês The Telegraph. Caso tivesse sido bem sucedido, a região experimentaria o pior acidente nuclear dos últimos anos.

Na manhã de hoje (14) foram interceptados pelo exército israelense mais de um drone (veículo aéreo não tripulado). O ataque foi divulgado pelas brigadas Al-Qassam, grupo paramilitar ligado ao Hamas.

A agência de notícias Reuters noticiou que as forças israelenses lançaram milhares de panfletos na fronteira do norte de Gaza com Israel. Eles pediam para as pessoas saírem de casa pois atacariam a região, onde afirmam que o Hamas escondeu suas armas. Foi dado tempo para que os moradores saíssem do local até o meio-dia de domingo. Já são mais de 70 mil refugiados, segundo estimativa da Organização das Nações Unidas (ONU) que tem abrigado muitos deles em suas oito escolas na região.

Segundo o governo de Israel, a estratégia do Hamas é criminosa e brutal. Ao dispararem seus foguetes o fazem a partir de áreas civis densamente habitadas. Eles sabem que o exército israelense usará sua tecnologia para revidar, disparando contra o local de origem do ataque.

Como os guerrilheiros do Hamas se escondem em bunkers subterrâneos, tornam os civis que vivem na região verdadeiros “escudos humanos”.  Curiosamente, nas redes sociais multiplicam-se as acusações de que Israel está provocando um genocídio pois ataca um povo que não tem exército, nem marinha nem aeronáutica. Esquecem porém, que os grupos terroristas como Hamas e Hezbolah (que controlam o território palestino) tem poder de fogo maior que muitos países.

Dentro da própria Palestina há divisão de opinião. Mahmoud Abbas, o presidente da Autoridade Palestina veio a público criticar o Hamas, dizendo que os palestinos só têm a perder com essa nova guerra com Israel. Em entrevista à CNN, o presidente do país, Shimon Peres, admitiu que pode fazer para breve uma ofensiva terrestre na Faixa de Gaza. A BBC noticiou que o exército já chamou 40 mil reservistas.

Por causa do grande número de mortos na última semana, existe uma pressão internacional para que os ataques parem. Em pronunciamento oficial, o ministro das Finanças, Yair Lapid, afirmou “Neste momento o governo israelense não está respondendo aos esforços voltados a um cessar-fogo, porque primeiro queremos garantir que o Hamas não terá vontade de fazer o mesmo em um ano ou em seis meses”.

tabela foguetes gaza Entenda os ataques atuais de Israel contra os palestinos

Segundo os números oficiais, desde 2001 foram mais de 15.200 foguetes e morteiros lançados contra Israel pelos palestinos, uma média de 3 a cada dia. A partir de 2005, quando Israel retirou suas forças de Gaza, foram 11 foguetes, com o ponto alto em 2008.