Categorias
Noticias

Refugiados muçulmanos mudam cidades do interior do país

Muitos deles conseguiram trabalho no abate halal de empresas que exportam para países islâmicos

por Leiliane Roberta Lopes-gospelprime-

 

Refugiados muçulmanos mudam cidades do interior do país
Refugiados muçulmanos mudam cidades do interior

Cidades interioranas estão sendo modificadas pela chegada de refugiados muçulmanos que fogem das guerras na África e Oriente Médio. A presença desses imigrantes começa a mudar a cultura, a economia e a demografia de muitas cidades do Estado do Paraná que por muito tempo preservava as características dos grupos europeus que se instalaram na região.

Na cidade de Marechal Cândido Rondon, por exemplo, há cerca de 190 muçulmanos vindos da Síria, territórios palestinos, Bangladesh, Líbano, Senegal, Egito, Gâmbia, Serra Leoa, Guiné-Bissau e Paquistão. Além de abrigo eles receberam empregos em empresas de abate halal que recrutam muçulmanos para realizar o serviço de degolação de frangos.

Segundo as regras da religião, o abate desses animais só pode ser feito por muçulmanos, logo as empresas que exportam o produto para países islâmicos precisam contratar esses fiéis. Por conta da presença desses trabalhadores, Marechal Cândido Rondon já tem até uma mesquita para os refugiados.

O mesmo aconteceu em outras cidades como Francisco Beltrão e Dois Vizinhos que possuem empresas frigoríficas que mantém contratos com países muçulmanos tendo a necessidade de contratar funcionários dessa religião.

Em Dois Vizinhos os 150 muçulmanos vieram da Síria, Iraque, Jordânia, Líbano, Guiné-Bissau, Senegal, Angola, Sudão, Moçambique, Paquistão, Afeganistão e territórios palestinos e da Caxemira.

Já em Francisco Beltrão as 80 pessoas que trabalham no frigorífico da Sadia vieram de Bangladesh, Paquistão, Marrocos e Somália, a empresa também contratou alguns árabes e brasileiros convertidos ao Islã.

Com o aumento da comunidade muçulmana no Estado, o Paraná já conta com 13 mesquitas e 9 mussalas que salas de oração locadas para receber os religiosos. Com informações Folha

Clique aqui para receber um CD

Categorias
Artigos

Família de Deus

Por Amilcar Rodrigues-gnoticias-

Família de Deus

O conceito de Família ajuda-nos a entender os comportamentos da sociedade, neste mundo em que viajamos ou evoluímos?

Nesta breve reflexão, com o Leitor, desejo considerar a FAMÍLIA DE DEUS, distinta de outras, como por exemplo, das religiões , político partidária, mátria ou pátria da moeda, de clubes desportivos dos eixos geo-políticos e das redes sociais.

No que respeita à Família Cristã, recebemos por herança do patriarca Abraão, Gl 3:16, as doze tribos de Israel Gn 35:23-26 as doze tribos da Nova Aliança, Ap 7:4 cujo tronco provém de Siló da Tribo de Judá, Gn 49:10. A totalidade da Família de Deus, compreenda-se da Antiga e da Nova Aliança, prefazem um número de 144.000, Ap 7:4.

Curiosamente tanto na Antiga como na Nova Aliança existem correntes de famílias em razão de diversas formas sectaristas de pensamento e de comportamento, a saber:

Fariseus, saduceus, escribas, essênios, zelotas entre outras, e no que respeita à Nova Aliança as eclésias pentecostais, ortodoxa, ICAR, Copta, protestantes, anglicana e evangélicas denominacionais.

“A Família de Deus é devidamente identificada pela circuncisão, na Antiga Aliança e pelo novo nascimento na Nova Aliança. Todos quantos são guiados pelo Espírito são da Família de Deus, Carta aos Romanos. ”

“Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, I Pd 2:9 a“.

A Antiga Aliança deu lugar à Nova Aliança, segundo as Escrituras:

Porque Ele é a nossa paz, o qual de ambos os povos fez um; e, derribando a parede que estava no meio… Assim que já não sois estrangeiros, nem forasteiros, mas concidadãos dos Santos, e da Família de Deus, Ef 2: 14 e 16“.

“Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome.” – Mt 6:9

Clique aqui para receber o CD”Belos hinos que marcaram minha vida

DEVEMOS NOS PREOCUPAR COM OS REFUGIADOS MUÇULMANOS?

Esta é uma opinião moderada e fundamentada. Este vídeo tem 4 minutos e pode salvar a vida dos seus filhos no futuro. Como cristãos devemos nos solidarizar com quem sofre, não há dúvida. Mas é preciso considerar a questão com prudência, pois estão em jogo não apenas a nossa segurança física mas tudo o que cremos e vivemos como civilização ocidental. Pessoalmente, sou partidário ao envio de ajuda humanitária seja para os países dos que imigram quanto para países da mesma cultura e religião que os possa receber.

httpv://www.youtube.com/watch?v=hW2QAA7zXHU

 

 

 

clique aqui para receber um CD”Belos hinos que marcaram minha vida