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Matança de animais em sacrifícios religiosos deve continuar no RS

Em meio a protestos, deputados rejeitaram projeto que proíbe sacrifício de animais.

por Michael Caceres – gospelprime –

 

Matança de animais em sacrifícios religiosos deve continuar no RS
Matança de animais em sacrifícios religiosos deve continuar

Os deputados do Rio Grande do Sul, estado com maior número de seguidores de religiões afro-brasileiras, rejeitaram o projeto de lei da deputada estadual Regina Becker Fortunati (PDT) que proíbe o uso de animais em sacrifícios religiosos.

Adeptos de umbanda e defensores dos animais lotaram o Teatro Dante Barone, na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, para acompanhar a votação na Comissão de Constituição e Justiça que por 11 votos contrários e um a favor foi considerado inconstitucional pela comissão.

A votação do texto teve de ser adiada diversas vezes por conta do cenário de guerra que se instalou na Assembleia. Seguidores de religiões de matriz africana e defensores dos animais discutiam e se atacavam durante a análise do projeto.

De acordo com o jornal Zero Hora, o texto foi votado por volta das 10h15min, e a sessão foi transmitida no telão do teatro, enquanto defensores de animais com apitos, balões e rostos pintados de vermelho, simbolizando o sangue dos animais tentavam impedir que os deputados seguissem com a votação.

Durante discurso favorável ao uso de animais em rituais religiosos o deputado Luiz Fernando Mainardi (PT) foi chamado de bandido e assassino por opositores a prática. O  projeto apresentado pela deputada do PDT pretendia excluir o Artigo 2 do Código Estadual de Proteção aos Animais de 2003 que autoriza o abate de animais nos rituais de religiões de matriz africana.

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Juristas de Cristo exigem posição do Brasil contra extermínio de cristãos

Estado islâmico divulga vídeo para mostrar decapitação de cristãos

por Thiago Cortês-gospelprime-

 

Juristas de Cristo exigem posição do Brasil contra extermínio de cristãos
Juristas exigem posição do Brasil contra extermínio de cristãos

O grupo “Juristas de Cristo” – que reúne profissionais do Direito atuantes na área jurídica e oriundos de diferentes denominações evangélicas – divulgaram nota em que exigem que o Brasil se posicione com firmeza diante do massacre de cristãos na Líbia.

O grupo jihadista Estado Islâmico divulgou no domingo um vídeo que mostra o que diz ser a execução de 30 cristãos etíopes na Líbia. Com 29 minutos de duração, a gravação mostra metade do grupo sendo decapitada, enquanto os demais são executados com tiros na cabeça.

O vídeo, cuja autenticidade ainda não foi confirmada, tem semelhanças com outros divulgados pelo mesmo grupo, incluindo a decapitação de 21 cristãos egípcios, em fevereiro, também na Líbia. Diante disso, os Juristas de Cristo divulgaram nota sobre o terrorismo:

“Diante desse cenário de afronta e horror, colhemos do ensejo para CONCLAMAR toda a sociedade brasileira, em especial aqueles que mais diretamente estão envolvidos com a proteção e promoção dos Direitos Humanos, ligados ou não à fé cristã, tais como a Presidência da República Federativa do Brasil, a Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados e o grupo Anistia Internacional, a fim de adotarem posições firmes contra essa escalada de violência praticada contra cristãos em todo o mundo, principalmente aquela decorrente da atuação do ‘Estado Islâmico’, cujo principal e declarado objetivo é o extermínio em massa de seres humanos somente em razão da fé que professam.”

Outro trecho da nota lembra que o objetivo declarado do grupo paraestatal autodenominado Estado Islâmico, que vem crescendo em poder em influência, é o extermínio em massa de seres humanos somente em razão da fé que professam.

“Unimo-nos, assim, a outras entidades e autoridades, e de igual modo firmamos, publicamente, o nosso o mais veemente REPÚDIO a toda e qualquer forma de perseguição religiosa, especialmente a que vem sendo sistematicamente praticada pelo grupo terrorista “Estado Islâmico”, rogando das autoridades brasileiras e da comunidade internacional, a partir de agora e no que couber a cada qual, ações verdadeiramente concretas tendentes a refrear tamanha brutalidade e violência, cuidando para que não remanesçam impunes atos de tamanha afronta à dignidade humana”.

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Artigos Muçulmanos

Muçulmanos impõem condições para construção de igreja: “Não pode ter cruz”

Uma delas é não voltar a construir a igreja caso ela seja derrubada ou queimada pelos extremistas

por Leiliane Roberta Lopes – gospelprime –

 

Muçulmanos impõem condições para construção de igreja: “Não pode ter cruz”
Muçulmanos impõem condições para construção de igreja

As autoridades da cidade egípcia de Samalout autorizaram a reconstrução de uma igreja cristã que fora destruída. Mas apesar da autorização, os muçulmanos locais resolveram impedir que a igreja fosse reerguida e usaram a força para barrar a obra.

A polícia precisou ser chamada para controlar os muçulmanos enfurecidos e uma reunião entre os dois grupos religiosos foi feita na delegacia da aldeia para resolver o caso.

Os oficiais tentaram criar um acordo entre cristãos e muçulmanos, mas não conseguiram. Os muçulmanos estavam irredutíveis e saíram da delegacia gritando frases como “O Egito se tornará um Estado islâmico”.

As casas dos cristãos foram apedrejadas e palavras hostis foram usadas contra eles. Para tentar conter, a polícia realizou mais uma reunião até que algumas condições foram definidas pelos grupos.

As exigências foram feitas pelos muçulmanos e ficou combinado as seguintes condições:

– A igreja pode ser construída em apenas 400 metros quadrados da propriedade total e não é permitida a instalação de nenhum sino ou cruz no edifício, nem qualquer indício que revele que aquele é um templo cristão;
– A estrutura da igreja deve ter apenas um andar;
– A entrada não poderá ser realizada pela estrada principal, mas pela passagem lateral;
– Os representantes da comunidade muçulmana devem estar presentes quando a fundação de concreto do edifício da igreja for colocada para que eles possam ter certeza de que a base é para o edifício de um andar;
– Se o novo edifício da igreja for derrubado ou queimado por qualquer motivo, ele nunca poderá ser reconstruído novamente;
– As condições acima, uma vez que sejam aceitas pela igreja, devem ser legalmente registradas, de modo que os cristãos nunca poderão negociá-las no futuro. Com informações Portas Abertas