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Católicos e evangélicos estão mais “próximos” que imaginam, diz pesquisa

Após 500 anos, as ideias da Reforma parecem ter perdido grande parte da sua importância


         Católicos e evangélicos estão mais “próximos” que imaginam

À medida que os evangélicos se preparam para marcar o 500º aniversário da Reforma Protestante, duas novas pesquisas realizadas pelo Instituto Pewmostram que, tanto na Europa quanto nos Estados Unidos, as diferenças teológicas que dividiram o cristianismo nos anos 1500 parecem ter perdido grande parte da sua importância.

Tanto para evangélicos europeus quanto para norte-americanos, eles e os católicos hoje possuem mais semelhanças que diferenças. Os ideais da Reforma liderada por Lutero e que deu origem ao movimento que mudaria a história do mundo, resultando em mais de um século de guerras devastadoras e perseguições na Europa, aparentemente ficaram no passado.

Em 2017, evangélicos e católicos na América do Norte e na Europa parecem ter chegado a um ponto onde não identificam mais claramente suas diferenças no aspecto teológico. Alguns dos principais pontos que guiavam os reformadores no século 16 são amplamente ignorados pelos cristãos atuais nesses locais.

Foram entrevistados pela Pew Research Center 24.599 pessoas em 15 países europeus. Nos Estados Unidos, a pesquisa foi realizada com 5.198 fiéis. Os resultados surpreendem.

Por exemplo, o ensinamento de que a salvação da alma é alcançada unicamente através da fé em Jesus (doutrina conhecida pelo termo latino sola fide) na maior parte dos países da Europa Ocidental não é mais amplamente defendida.

A maioria dos evangélicos europeus (47% na média geral) defende que a salvação depende tanto da fé quanto das obras, aproximando-se mais do entendimento católico. O percentual dos que “não sabem” é de 18%. O quadro é bem maior no Reino Unido (62%) e na Alemanha (61%). Enquanto isso, metade dos evangélicos dos Estados Unidos (52%) dizem o mesmo.

Os evangélicos norte-americanos também estão divididos sobre outra questão que desempenhou um papel fundamental na Reforma: 46% dizem que a Bíblia é a única orientação religiosa que os cristãos precisam, o ensino conhecido como sola scriptura. Mas 52% defendem que também devem buscar orientação nos ensinamentos e na tradição da igreja, ideia sempre ensinada pela Igreja Católica.

Somente 30% de todos os evangélicos dos EUA concordam tanto com a sola fide quanto com a sola scriptura. De modo geral, são altos os percentuais de evangélicos que dizem que suas crenças são “parecidas” com a dos católicos.

Um dos motivos para essa confusão doutrinária é a quantidade cada vez menor de evangélicos e católicos da Europa que frequentam igrejas: em média apenas 8% e 14%, respectivamente.

Questionados sobre se oram diariamente, disseram ‘sim’ 14% dos evangélicos e 12% dos católicos. Quando perguntados se a religião é importante em suas vidas, responderam positivamente (em média) apenas 12% dos evangélicos e 13% dos católicos.Com informações do Gospel Prime

Pai de santo invoca entidades na Alerj e pede que “igrejas não se apossem do Estado”

Idealizado pelo PSOL, evento também pediu “Fora Temer”

                                            Candomblecista invoca entidades na Alerj

A cerimônia de homenagem a Mãe Beata de Iemanjá, realizada na da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ) foi idealizada pelo PSOL, partido do deputado estadual Marcelo Freixo.

A sessão solene, que ocorreu no mês passado incluiu a entrega da Medalha Tiradentes, a maior honraria da Casa de Leis, aos filhos da mãe de santo Beatriz Moreira Costa, falecida recentemente.

“Os 86 anos de vida e militância da líder religiosa foram celebrados ao som de atabaques, instrumentos típicos das religiões de matrizes africanas, durante a entrega da Medalha Tiradentes, mais alta condecoração concedida pela Alerj”, afirma o site oficial da Assembleia.

A homenagem póstuma foi entregue pelo deputado Marcelo Freixo aos filhos da mãe de santo. Na ocasião, o governador decretou luto oficial de três dias no estado pela morte da líder religiosa.

Para surpresa de muitos, o PSOL que é ardente defensor do Estado laico, deu o microfone para Aderbal Moreira Costa invocar as entidades do candomblé no plenário. O seguidor de Mãe Beata discursou contra os políticos evangélicos e atacou a “família Bolsonaro”.

“Que essa Casa aprenda com os povos originários o que é ética, o que é valor e o que é humanidade… Que essa Casa não permita mais que as igrejas se apossem do estado”, bradou, sendo aplaudido por dezenas de seguidores das religiões afro presentes, bem como dos deputados de esquerda que prestigiavam o evento.

Aderbal prosseguiu, apelando para “Que essa Casa não permita mais o crime de racismo religioso, de homofobia, de lesbofobia, não permita mais o genocídio do povo negro, não permita que essa família Bolsonaro tome conta do estado e continue a cometer crimes contra a humanidade”.

Após o evento, Freixo, derrotado por Marcelo Crivella (PRB) na disputa à prefeitura do Rio de Janeiro ano passado, afirmou que essa cerimônia foi “o dia mais bonito que já presenciei no Parlamento”.

Ficou claro, mais uma vez, que ele e seu partido mantém o famoso discurso de esquerda que usa “dois pesos e duas medidas”. Enquanto atacam qualquer manifestação religiosa cristã dentro das instituições públicas em nome da laicidade do Estado, dão espaço para religiões afro-brasileiras como legítimas.

O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) já fez o mesmo na Câmara dos Deputados. O ataque aos deputados evangélicos e o uso do discurso de homofobia revela mais uma vez a hipocrisia do discurso esquerdista.

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Líderes das maiores religiões do mundo se reconciliam

Líderes das maiores religiões do mundo se reconciliam

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Nunca houve na história um papa tão amigo do Islã, afirma especialista

por Jarbas Aragão – gospelprime

Nesta segunda (23), o papa Francisco recebeu no Vaticano o imã Ahmed el-Tayeb, da Mesquita de al-Azhar, em Cairo. Ele é um dos principais líderes do ramo sunita, que reúne cerca de 85% dos seguidores do islamismo. O encontro histórico marcou a retomada oficial da relação entre católicos e muçulmanos.

Desde 2011, quando o papa Bento 16 fez declarações negativas sobre a fé islâmica, as relações dos líderes sunitas com a Igreja Católica foram cortadas. O que resultou no rompimento foi uma crítica ao ataque que matou 21 pessoas em uma igreja cristã copta em Alexandria. O antecessor de Francisco afirmou que havia “uma estratégia de violência que coloca os cristãos como alvo”.

A partir do momento em que assumiu o pontificado, Francisco vem estimulando a proximidade das duas maiores religiões do mundo. Ele enviou uma carta para el-Tayeb assim que assumiu o papado. Agora, isso ficou oficializado. Ao receber Ahmed no Palácio Apostólico, afirmou: “O encontro é a mensagem”. A conversa durou cerca de meia hora. Depois, ambos posaram para a imprensa e se cumprimentaram com beijos e abraços.

De acordo com o que foi divulgado pelo porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi, os temas abordados foram o diálogo inter-religioso entre o cristianismo e o islamismo. O pontífice ressaltou ao imã “a necessidade de que os líderes e os fiéis das duas maiores religiões do mundo mostrem compromisso comum para a paz no mundo”.

A questão do extremismo religioso e “as dificuldades enfrentadas pelos cristãos no contexto dos conflitos e tensões no Oriente Médio e sua proteção”, afirmou o comunicado oficial. Nem uma palavra foi dita sobre o Estado Islâmico, que se baseia grandemente na interpretação sunita do Alcorão.

John L. Allen, um especialista em catolicismo, afirmou que nunca houve na história um papa “tão amigo do islã”. Desde que se tornou papa, Francisco tem defendido uma agenda ecumênica e já visitou a Autoridade Palestina e 4 nações de maioria muçulmana: Jordânia, Turquia, Albânia e Sarajevo. Além disso, vem defendendo a entrada de imigrantes muçulmanos na Europa, situação impensável para os pontífices medievais.

Para Allen, também é significativa declaração do líder máximo dos católicos semana passada: “A ideia de conquista é inerente à alma do Islã, é verdade. Mas isso poderia ser visto como a mesma ideia de conquista presente no fim do Evangelho de Mateus, onde Jesus envia seus discípulos a todas as nações”. A comparação entre jihad e a Grande Comissão é algo inédito, vinda de um papa. Com informações de Washington Post e Breit Bart

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Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.