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Acontecerá o arrebatamento antes da Tribulação?

 

 Será o arrebatamento antes da Tribulação
Opinião escatológica entre Pastores promovem o debate.

Segundo o site ‘gospel prime’ a maioria dos pastores acredita que Jesus vai voltar no futuro. Mas, um terço dos líderes evangélicos esperam que os cristãos sejam arrebatados, antes que comece a Grande Tribulação. Cerca de metade deles acredita que  o Anticristo aparecerá a qualquer momento.

A nova pesquisa sobe a teologia do fim dos tempos realizada pelo Instituto LifeWay Research ouviram mil pastores, das principais denominações, incluindo luteranos, metodistas, batistas, presbiterianos, assembleianos e outros pentecostais.

Segundo Scott McConnell, vice-presidente da LifeWay, as questões teológicas do final dos tempos são muito  populares entre os fiéis. “A maioria das pessoas querem que o seu pastor pregue sobre o livro do Apocalipse e o fim do mundo”, diz ele. “Mas essa é uma tarefa complicada. Os pastores e os estudiosos muitas vezes discordam sobre como os acontecimentos relativos ao fim irão se desenrolar”.

McConnell entende que não é algo totalmente ruim que os pastores discordem sobre os detalhes do Apocalipse. A maioria concorda com os principais ensinamentos sobre a Segunda Vinda. Para ele, os  detalhes não afetam diretamente a vida  da maioria dos cristãos.

O foco da pesquisa abordou três aspectos principais:

O momento do arrebatamento (1 Tessalonicenses 4: 15-17 e Mateus 24)

A natureza do Anticristo (1 João e 2 João e outros textos)

O milênio, quando Jesus reinará por 1.000 anos (Apocalipse 20: 1-10)

A grande polêmica é sobre o Arrebatamento

Cerca de um terço (36%) dos pastores acredita no pré-tribulacionismo, ou seja, o arrebatamento antes da Grande Tribulação. ou seja, os cristãos verdadeiros não passam pelo período de turbulência onde os que ficaram na terra sofrem grandes problemas.

Um quarto dos pastores (25%) acredita que o arrebatamento não é literal. Ao mesmo tempo,dezoito por cento acham que

o arrebatamento acontecerá depois da tribulação (18%). Uma minoria defende que

o arrebatamento já aconteceu (1%), ou

que irá ocorrer durante a tribulação (4%), ou

antes da ira de Deus ser derramada sobre a terra (4%).

Um grupo não concorda com nenhum destes pontos de vista (8%), ou

não tem certeza sobre o que vai acontecer (4%).

Sobre o Anticristo

Diversos pontos de vista conflitantes sobre o Anticristo. Cerca de metade dos pastores:

(49%) dizem que o Anticristo é uma figura humana que vai surgir no futuro.

Outros dizem que não há um Anticristo (12%),

seria apenas uma personificação do mal (14%),

 seria uma instituição (7%).

(6%) dizem que o Anticristo já esteve aqui.

Pré-milenismo

Há discordância também sobre o reino milenar.

(48%) acreditam no pré-milenismo, visão de que um reino de Cristo por 1.000 anos acontece no futuro.

(31%) defende o amilenismo, ideia de que não há um milênio literal, mas sim que Jesus já governa os corações e mentes dos cristãos.

(11%) acredita no pós-milenismo, perspectiva de que o mundo irá gradualmente tornar-se mais cristão, até que Jesus volte.

Com informações gospel prime

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Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF
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Na China, religiosos devem obedecer ao Partido Comunista

partido-comunista Religiosos são obrigados a obedecer Partido Comunista
 

Os socialistas e comunistas, normalmente por ideologia, são ateístas. Na China o Partido Comunista tem adotado a “linha dura” com religiões desde que o presidente Xi Jinping assumiu, em 2012″. Convém lembrar que esse presidente chinês é um dos grandes aliados comunistas de Dilma Rousseff, alem de Putin, lider comunista Russo.

A China é um dos países perseguidores dos cristãos no mundo. no sábado (24), Xi Jinping afirmou: “Os grupos religiosos (…) devem aderir à liderança do Partido Comunista da China”. disse ainda:  Precisam ser “inflexíveis ateus marxistas”, afirmando que assim poderão se proteger “das influências estrangeiras que chegam por meio da religião”. Enfatizou ainda que: “Deveríamos guiar e educar os círculos religiosos e seus seguidores com os principais valores socialistas”.

O governo chinês, apesar de afirmar que os chineses possuem liberdade para a prática de cultos, avisa sobre o perigo da “ameaça terrorista” dos extremistas islâmicos para combater toda forma de religião.

Na província de Zhejiang (leste), nos últimos anos dezenas de igrejas foram demolidas e as cruzes foram retiradas dos prédios. Nos idos de 1970, Pequim afirmou  que não mais iria erradicar a religião e passou então a  controlar as religiões através dos templos, igrejas e mesquitas ‘oficiais’ através da obrigatoriedade de ensinar uma mistura de teologia com retórica comunista. Novas leis foram criadas para restringirem a liberdade religiosa.

A prisão de pastores são constantes, recentemente uma pastora foi enterrada viva. Mesmo com essas perseguições religiosas o cristianismo continua crescendo. Existem hoje na China cerca de 100 milhões de cristãos. acredita-se que o número pode ser 3 vezes maior. Ao mesmo tempo, os membros do Partido Comunista Chinês dizem que são 86,7 milhões, entretanto, a maioria é comunista só de nome, dizem. Com informações do site gospel Prime.

 045 Rev. Ângelo Medrado, bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento,
  Presidente Primeira Igreja Virtual e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília-DF,
  Referendado pela International ministry of Restoration – USA 
  e pela Multiuniversidade Cristocentrica
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A glória denominacional e o esquecimento da unidade

O fato de sermos filhos de Deus, deveria nos valer para a unidade.

por Fernando Pereira-gospelprime-

 

A glória denominacional e o esquecimento da unidade

No mundo, nós, seres humanos, vivemos separados da seguinte maneira: cômodos da casa, quintas, casas, ruas, quadras, bairros, zonas, cidades, estados, regiões, países, continentes e hemisférios. Percebe-se por aí que o paradigma separatista é uma evidencia incontestável. E ele está presente também no modo de ser, estar e fazer das pessoas. Nem todo mundo torce por um time de futebol da mesma maneira, nem todos desejam a mesma coisa ou fazem as mesmas escolhas vivendo dentro de uma mesma realidade.

Um exemplo disso é que na favela tem traficante, mas também tem gente trabalhadora, e que optaram por ganhar a vida honestamente. Se formos olhar, e olha que nem precisar ser de maneira mais acurada, perceberemos que o separatismo no meio religioso é muito mais do que um status co de natureza imposta pelo que já nascemos sendo, mas pelas opções que fazemos. Estou falando do Brasil, e com experiência de causa, primeiro, por viver aqui e, também, por ser cristão.

O conceito de unidade ensinado por Jesus, repassado pelos apóstolos, e que deveria ser retransmitido pelos pastores, é o de que a união deve prevalecer entre os irmãos em Cristo, e não apenas entre os irmãos de denominação. E o repasse desta informação, que estabelece padrão de vida dentro do Evangelho, só está sendo feito com omissões e adaptações, e isto, em virtude das disputas econômicas e teológico-doutrinárias, que traz falso prestigio, desnecessária fama e vã sensação de superioridade.

Nada contra a construção de mega-templos, abertura de centros acadêmicos religiosos e suntuosidade denominacional, desde que a razão de ser não tenha base na disputa religiosa, mas que seja para a glória de Deus. Uma coisa que os cristãos e, principalmente, os lideres deveriam ter em mente é o que o apostolo Paulo ensinou e praticou como cristão e líder que era: “Assim, quer vocês comam, bebam ou façam qualquer outra coisa, façam tudo para a glória de Deus” (1 CO 10.32).

Lógico que escrevo sem generalizar, mas a maioria de nós está buscando não a glória de Deus, que nos uniria nos propósitos do ser, ter e fazer, mas a glória denominacional, da liderança, do método de evangelização, do potencial arrecadador-financeiro-denominacional, e este último, para bancar luxuosidade desavergonhada para alguns poucos. Estas coisas estão nos unindo localmente, como partidários, e nos afastando universalmente como irmãos em Cristo.

O salmista disse no Salmo 133 que “é bom e suave que os irmãos vivam em união”, e depois ratifica que a união atrai a “benção do Senhor”. Nem sempre riqueza é sinal de benção do Deus, pois o ateu também pode conquistar com esforço e trabalho. Um dos sinais da benção do Senhor, diz respeito ao aproveitamento que fazemos da própria benção que é a unidade. A partir da daí o Senhor nos cobrirá com bênçãos mais.

Embora estejamos divididos dentro da nação, o fato de pertencermos à nação, nos une. Embora estejamos separados por denominações, pontos teológicos primários (na maioria dos casos), a teologia da salvação cristocêntrica, nos une. Embora separados em congregações, a denominacionalidade nos une. Embora separados pelos continentes, a humanidade nos une. E o fato de sermos filhos de Deus, deveria nos valer para a unidade. Não prego a união das denominações do cristianismo, até porque  creio que Deus trabalha nessa diversidade; mas prego a unidade entre nós, filhos de Deus, e também entre nós, criaturas Dele.