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A UMBANDA.

 

 

Por Leandro Borges

“Pois certos indivíduos se in

troduziram com dissimilação, os quais, desde muito, foram antecipadamente pronunciados para esta condenação, homens, ímpios, que transformam em libertinagem a graça de nosso Deus e negam o nosso único Soberano e Senhor, Jesus Cristo”. (Judas cap.1 vers.4).

A Umbanda é uma religião resultante do sincretismo afro-católico-indígena que foi fundada em Niterói, no Rio de Janeiro, em 1908 por Zélio Fernandino de Moraes. Este, após curar-se de uma paralisia considerada pelos médicos como irrecuperável, foi tomado por uma grande força espiritual, resolvendo a partir de então instituir o culto. O Caboclo das Sete Encruzilhadas, entidade que presidiu a primeira reunião, foi quem escolheu o nome Allabanda, que modificado posteriormente paraAumbanda, que em sânscrito significa “Deus ao nosso lado” ou “o lado de Deus”. Foi somente tempos depois, provavelmente por um erro de grafia, que o nome passou a Umbanda. Para esta religião, como em muitas outras, existe uma Santíssima Trindade, constituída por Tupã, o Criador, Oxalá, o filho de Deus e Iemanjá, a deusa do amor.Essas três entidades superiores são, respectivamente, derivadas do sincretismo indígena, católico e africano.
  A Umbanda trabalha com sete linhas que são faixas de vibração espiritual a qual é representada e chefiada por um orixá. Cada linha é subdividida em Falanges, que por sua vez se subdivide em subfalanges, que se dividem em bandas.As bandas se ramificam em sete legiões que se repartem em sete sublegiões e estas, por fim se subdividem em sete povos. A primeira linha é chefiada por Oxalá e também é denominada linha de Santo porque abrange os santos da Igreja Católica em geral. A segunda é a linha de Iemanjá que engloba as ondinas, caboclas do mar e outras entidades relacionadas à água. A terceira, do Oriente ou de São João Batista, é formada por médicos, sacerdotes, hindus, etc. A linha de Oxóssi é a composta de caboclos e caboclas, ou seja índios, e é comandada por São Sebastião. Na quinta linha, a de Xangô-Agodô, comandada por São Jerônimo, trabalham Santa Bárbara,caboclos e pretos-velhos.A sexta linha é a linha de Ogum ou São Jorge, que lidera caboclos, pretos-velhos e soldados romanos.Por fim, a sétima linha é a linha Africana ou de São Cipriano, onde trabalha todo o povo das Costa do Congo, de Angola e de todo povo da África.
  A Umbanda é uma religião de culto material, baseada na mediunidade, na magia , com seus rituais e liturgias próprias. Dentre estes destacam-se o ponto riscado e o ponto cantado.O primeiro é a utilização de um desenho riscado com giz denominado pemba pelos umbandistas, que dependendo da forma e da cor serve para chamar determinada entidade ao mundo material. Já no segundo caso, que é uma espécie de prece evocativa cantada, existem diversos tipos. Há os pontos de louvor, utilizados apenas para homenagear determinada entidade ou abrir os trabalhos, os pontos de descida, cantados para chamar os orixás para que desçam para incorporar o médium, e os pontos de subida entoados para a desincorporação. Os médiuns são também denominados “cavalos” ou “aparelhos” e os cultos são realizados em Terreiros ou Centros embora seja freqüente a realização de oferendas nas florestas, praias e fontes de água.
  A Umbanda obedece a diversos rituais que além dos já citados incluem os banhos de ervas consideradas sagradas,defumações com incensos, o uso de velas e de bebidas alcoólicas e os famosos passes, onde o médium utiliza a fumaça de seu charuto ou cachimbo e da imposição de suas mãos nas costas, na frente no braços da pessoa, realizando movimentos de cima para baixo, no intuito de neutralizar as más influências que porventura possa estar sofrendo o indivíduo.

Que Deus te abençoe…

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IGREJAS EVANGÉLICAS DE HOJE

LIDERANÇA

 

É lamentável quando um pregador acusa as pessoas que não alcançam bênçãos de estar em pecado

índpice

Por: Celso Rossi

As novas Igrejas de hoje abriram as portas para heresias e costumes cultuais do momento. As Igrejas foram afetadas pelas doutrinas, liturgia e caráter dos fiéis.

Existe sim hoje uma pulverização e relaxamento da fé e pouco compromisso de fidelidade com a Palavra de Deus.

Quase todas estão convivendo com o divórcio de membros e pastores, buscando a mídia com danças nos púlpitos e a qualquer custo estar na onda. Prolongam o tempo que se pede dinheiro, 40 a 50 minutos de musicas,  e pouca importância na verdadeira pregação da Palavra de Deus. Usam de mantras que levam as pessoas a alucinações emocionais e taxam como espiritualidade.

Sons altos e as mensagens de auto-ajuda ofuscaram a essência da mensagem da cruz. Tivemos tempos de avivamento nos anos 60 e 70, e hoje estamos tendo sensacionalismo que levam a busca do prazer e da prosperidade. Isto vem levando os crentes a estarem sem um prumo da Palavra que possa ensinar que temos tribulações, lutas e apertos financeiros mesmo sendo verdadeiros cristãos.

A onda é amar a prosperidade e o sucesso. Isto tem até mesmo envolvido crentes antigos que aderiram a estes movimentos revivendo a ganância sem limites de Balaão.

É lamentável quando muitos desses pregadores da prosperidade acusam as pessoas que não alcançam a bênção de estar em pecado, ou não ter fé. Eles medem a fidelidade a Deus pelo tamanho e quantidade de bênçãos que alguém recebe ou deixou de receber. Preocupam-se muito com o material e deixam a desejar o espiritual, que determina quem é de Deus ou não.

2 Coríntios 12:10: “Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias, por amor de Cristo. Porque, quando estou fraco, então, sou forte.” O Apóstolo Paulo não corria atrás do sucesso financeiro.

A ausência da palavra de Deus vem formando uma igreja com práticas exotéricas. A cada tempo aparece uma nova visão na figura do líder e empurram goela abaixo no povo que tem que engolir sem manteiga.

Pra não fazer festa de São Benedito, fazem festa da colheita, ofertas das primícias, festa disto e aquilo, enfim, outros meios de arrecadarem mais dinheiro. Quando o Apóstolo Paulo escreveu em Timóteo que o dinheiro é a raiz de muitos males, entenderam que o dinheiro é a solução para todos os males.

Batalha espiritual:

A partir de um entendimento errôneo de Efésios 6 , incentivam os crentes a perseguirem e destruírem a satanás e seus demônios. Enquanto que Paulo , Pedro e Tiago ensina a resistirmos o diabo que ele fugirá de nós. E para vencerem estes propósitos lançam mão de vários misticismos, mapeiam territórios, jogam sal, quebram maldições hereditárias e se divergem muito nestes ritos. Muitas dessas práticas vem de experiências próprias e doutrinas extravagantes, sem exames críticos à luz das Escrituras.

Para se fortalecerem usam do “nepotismo” que seria consagrar a esposa, filhos, noras, tios , cunhados e parentes, ainda que estes não tenham preparação para os cargos e confundem dom com função. Promovem encontros retirados quase uma lavagem cerebral para os adeptos , uns chamam encontros outros imersão, tudo farinha do mesmo saco , colocam lideres tipo papagaio que falam bastante na cabeça do povo levando-os a regressões, e trazendo-os a emoções, escrevem os pecados nos papeis, jogam na fogueira e assim são perdoados. Que beleza, vamos fazer uma fogueira lá na cadeia também, quem sabe todos se regeneram, não pelo sangue de Cristo mas pelo ritual que estes marquetizam.

E como pregou o apóstolo David Alves, e vai boi, comparando com Uzá, ainda que não qualificado, levava a Arca da Aliança.

E hoje continuam a praticar o vai boi…

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O islamismo é uma religião violenta?

 

jihad-islamicaQuem representa o verdadeiro islã? A pergunta não é apenas irrespondível, ela é irrelevante. O problema não é a essência de uma questão abstrata – quem pode dizer o que é o verdadeiro cristianismo ou o verdadeiro judaísmo? – mas a ação de muçulmanos reais no mundo de hoje. Não há como negar o que foi afirmado corajosamente por Samuel Huntington em “O Choque de Civilizações”: o islamismo tem fronteiras sangrentas.

Da Nigéria ao Sudão, do Paquistão, à Indonésia e às Filipinas, alguns dos piores e mais odiosos atos de violência no mundo atual são cometidos por muçulmanos e em nome do islã. E então aconteceu o "11 de setembro" – o terrorismo islâmico indo muito além de suas fronteiras, para golpear o coração dos “satânicos cruzados".

Isso não prova nada sobre violência inerente; a ampla maioria dos muçulmanos é, obviamente, composta de pessoas pacíficas, vivendo dentro dos padrões de comportamento civilizado. Porém, a violência real, ávida pelo sangue de quase todas as civilizações não-muçulmanas, da hindu à animista africana, requer atenção.
Essa sensação de civilização em declínio – e da adoção do terror e da intimidação como caminho da restauração – ecoou num recente relatório das Nações Unidas que revelou com franqueza o vergonhoso fracasso árabe em modernizar-se. Uma coisa é os árabes ficarem para trás em relação ao Ocidente, mas continuarem mais atrasados do que a Coréia do Sul – que também foi colonizada e foi pobre, sendo desprovida da fantástica riqueza petrolífera do mundo islâmico – é uma completa humilhação.

Abdurrahman Wahid, ex-presidente da Indonésia e líder da maior sociedade islâmica do mundo, atribui as causas do radicalismo islâmico não apenas à falta de respeito e identidade próprios – sentimentos profundos de inadequação e derrota – mas também a uma enorme falha das lideranças muçulmanas moderadas. Os homicidas falam em nome do islã e a maioria pacífica não tem coragem de desafiá-los.

"O mundo islâmico atual é mantido prisioneiro", escreve Salman Rushdie, "não pelo Ocidente, mas por captores islâmicos, que estão lutando para manter fechado um mundo que uma pequena minoria, sem êxito, está tentando abrir… e a maioria permanece calada". Até que essa maioria se manifeste, as fronteiras do islã continuarão sangrentas. (The Jerusalem Post)

O islamismo é a segunda maior religião do mundo e, com raras exceções, todos os seus adeptos ficam calados quando ocorrem os diabólicos atos homicidas praticados em nome dele. Não há nação na Terra que proteja legalmente a quem se cala diante da violência e do homicídio. Visto que a lei moral original provém do Deus de Israel, Ezequiel 3:18 diz: "Quando eu disser ao perverso: Certamente, morrerás, e tu não o avisares e nada disseres para o advertir do seu mau caminho, para lhe salvar a vida, esse perverso morrerá na sua iniqüidade, mas o seu sangue da tua mão o requererei".

Assista o vídeo:

Fonte: CACP