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A chamada Estrela de Davi, ou Hexagrama, um símbolo cristão?

Idemir

estrela-de-davi-hexagramaA chamada Estrela de Davi, ou Hexagrama é tida por muitas pessoas como um símbolo cristão, que a utilizam muitas vezes como colares, amuletos, adesivos em seus carros e até a tatuam em sua pele, mesmo não sabendo seu significado.

A estrela de Davi ou selo de Davi é conhecido como hexagrama pelos ocultistas e é um símbolo muito poderoso usado em rituais da cabala judaica. Ao contrário do que muitos pensam, os antigos israelitas nunca a usaram como símbolo religioso, eles utilizavam o Menorá.

Menora

O Menorá é um dos mais antigos símbolos judeus, é um candelabro de ouro que iluminava o tabernáculo e o templo em Jerusalém e é usado atualmente como símbolo do Estado Judaico de Israel.

Também farás um candelabro de ouro puro; de ouro batido se fará este candelabro; o seu pé, as suas hastes, os seus copos, os seus botões, e as suas flores serão do mesmo.
E dos seus lados sairão seis hastes; três hastes do candelabro de um lado dele, e três hastes do outro lado dele.
Êxodo 25:31-32

Quando a estrela de Davi foi estampada na bandeira de Israel, os Rothschild já controlavam os líderes israelenses pois já estavam por trás do movimento Sionista desde 1896, financiando tanto politicamente quanto financeiramente. Os Rothschild são Illuministas satânicos, banqueiros que mantém a população escravizada com dívidas e são os principais precursores da Nova Ordem Mundial.

É interessante também que o símbolo foi estampado na bandeira de Israel após a segunda guerra mundial, onde Hitler, que era ocultista, forçou os judeus a utilizarem a estrela de seis pontas durante o holocausto(será que Hitler colocaria algo bom em um judeu?). Segundo a Wikipédia, holocaustos eram sacrifícios oferecidos a divindades, onde os corpos eram completamente queimados. Antigamente, sacrifícios de holocausto eram oferecidos a Moloque e Astarote em adoração a Baal que também utilizavam a estrela de seis pontas.

O Rei Salomão, em sua velhice, construiu altares para Moloque e Astarote após o seu casamento com a filha de Faraó, entregando-se ao ocultismo e idolatria.

Porque sucedeu que, no tempo da velhice de Salomão, suas mulheres lhe perverteram o coração para seguir outros deuses; e o seu coração não era perfeito para com o SENHOR seu Deus, como o coração de Davi, seu pai,
Porque Salomão seguiu a Astarote, deusa dos sidônios, e Milcom, a abominação dos amonitas.
Assim fez Salomão o que parecia mal aos olhos do SENHOR; e não perseverou em seguir ao SENHOR, como Davi, seu pai.
1 Reis 11:4-6

Até os dias de hoje, os ocultistas utilizam a estrela de seis pontas para a invocação de demônios e creem que Salomão a utilizava como um sinete mágico para controlar demônios e espíritos.

Este é o que esteve entre a congregação no deserto, com o anjo que lhe falava no monte Sinai, e com nossos pais, o qual recebeu as palavras de vida para no-las dar.
Ao qual nossos pais não quiseram obedecer, antes o rejeitaram e em seu coração se tornaram ao Egito,
Dizendo a Arão: Faze-nos deuses que vão adiante de nós; porque a esse Moisés, que nos tirou da terra do Egito, não sabemos o que lhe aconteceu.
E naqueles dias fizeram o bezerro, e ofereceram sacrifícios ao ídolo, e se alegraram nas obras das suas mãos.
Mas Deus se afastou, e os abandonou a que servissem ao exército do céu, como está escrito no livro dos profetas: Porventura me oferecestes vítimas e sacrifícios No deserto por quarenta anos, ó casa de Israel?
Antes tomastes o tabernáculo de Moloque, E a estrela do vosso deus Renfã, Figuras que vós fizestes para as adorar. Transportar-vos-ei, pois, para além da Babilônia.
Atos 7:38-43

Renfã é também adorado como o deus romano Saturno, onde também encontramos o simbolismo do Hexagrama. A imagem a seguir é chamada de “Talismã de Saturno”:

Talisma-de-saturno

Encontramos também no livro de Amós uma referência a essa estrela:

E ainda que me ofereçais holocaustos, ofertas de alimentos, não me agradarei delas; nem atentarei para as ofertas pacíficas de vossos animais gordos.
Afasta de mim o estrépito dos teus cânticos; porque não ouvirei as melodias das tuas violas.
Corra, porém, o juízo como as águas, e a justiça como o ribeiro impetuoso.
Oferecestes-me vós sacrifícios e oblações no deserto por quarenta anos, ó casa de Israel?
Antes levastes a tenda de vosso Moloque, e a estátua das vossas imagens, a estrela do vosso deus, que fizestes para vós mesmos.
Portanto vos levarei cativos, para além de Damasco, diz o SENHOR, cujo nome é o Deus dos Exércitos.
Amós 5:22-27

Essas práticas abomináveis trouxeram muitas consequências para Israel, incluindo a ida para o cativeiro, sendo o Rei Josias foi quem posteriormente destruiu os altares para esses deuses. Nem mesmo sob a severa repreensão de Deus eles deixaram essas práticas, pelo contrário, foram se aprofundando ainda mais no ocultismo babilônico e ensinamentos de alta magia, que deram origem à cabala judaica, praticada pelos fariseus que foram tão repreendidos por Jesus.

O deus que a cabala judaica adora, é conhecido atualmente pelo nome de “Jeová Branco- Jeová Negro”, que é simbolizado pelo hexagrama. O triângulo para cima é o princípio masculino(Jeová Branco e positivo), o triângulo para baixo é o princípio feminino(Jeová Negro e negativo), formando um hexagrama andrógino que é um deus hermafrodita, também representado pelo bode de Mendes, cujas formas também são de um ser andrógino, com cabeça de bode(masculino) e seios de mulher(feminino). O bode de Mendes ou Baphomet é a representação do próprio Satanás – a união do princípio universal masculino com o princípio universal feminino, formando um ser andrógino e bissexual.

jeova-branco-jeova-negro-baphomet-cabala

O hexagrama é utilizado na magia, bruxaria, feitiçaria, ocultismo, alquimia, astrologia e cabala, sendo um de seus símbolos mais poderosos que é composto de um seis dentro de um seis dentro de um seis, ou seja, 6 pontos, 6 triângulos, 6 lados do hexágono interno, formando um 666, que é o número do rei tão esperado por eles (Ati-Cristo) e também é o número da marca da Besta.

Hexagrama-666

Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis.
Apocalipse 13:18

Segue também um vídeo muito interessante sobre o assunto:

http://www.youtube.com/watch?v=B08VBFTVkT4

Os atuais líderes israelenses estão condicionados a aceitar o vindouro messias da Nova Ordem Mundial e serão enganados por ele como dizem as profecias bíblicas. Os eventos em Israel nos mostram o quão perto estamos do cumprimento dos eventos finais.

Com informações de:

http://www.espada.eti.br/n2223.asp

http://www.restaurandoisrael.com.br/?p=118

http://ojgraham.com

http://en.wikipedia.org

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Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

Arqueológos confirmam detalhes descritos sobre Templo de Salomão

 

A descoberta é composta de três caixas esculpidas em pedra, com cerca de 20 centímetros de altura, usadas para armazenar objetos do culto.

“Seu design meticuloso correspondem às descrições bíblicas do palácio e do Templo de Salomão”, disse Garfinkel, que passou cinco anos escavando Khirbet Qeiyafa, também conhecida como a “Fortaleza de Elá”, uma cidade cercada por muralhas e localizada estrategicamente entre Jerusalém e as cidades habitadas pelos filisteus.

O Antigo Testamento narra com grande detalhe os reinados de Davi e Salomão, durante o século 10 aC, mas até hoje há pouquíssimas evidências que confirmem sua magnitude ou até mesmo a sua existência. Em Jerusalém há abundância de vestígios do período do Segundo Templo (século 6 aC), mas as referências ao primeiro Templo ainda são objeto de debate acadêmico e político.

Um deles é um muro de 70 metros, com uma alta torre de vigia que foi desenterrada perto das muralhas da cidade antiga de Jerusalém, dois anos atrás. Ela foi identificada como um possível trabalho do rei Salomão. Estruturas fortificadas do mesmo tamanho foram encontrados em Khirbet Qeiyafa, cuja construção data entre os séculos 10 e 11 aC.

Entre os achados de agora estão peças de cerâmica, ferramentas feitas de pedra e metal, obras de arte, e três salas que serviriam de santuários. Os itens encontrados, diz Garfinkel, revelam que as pessoas que viviam ali eram monoteístas e não tinham um ícone. Ou seja, não adoravam imagens de escultura de seres humanos ou animais. Os israelitas da Bíblia eram assim, muito diferentes dos povos vizinhos.

“Ao longo dos anos, milhares de ossos de animais foram encontrados, incluindo ovelhas, cabras e gado, mas nunca de porcos. Agora descobrimos três salas de culto, com vários apetrechos, mas nenhuma imagem de culto humana ou animal foi encontrada”, disse Garfinkel.

“Isto comprovaria que a população local obedecia duas proibições bíblicas – carne de porco e imagens esculpidas. E também que seu culto diferia dos cananeus ou dos filisteus”.

Pequenos “santuários portáteis” ou “miniaturas” foram descobertos no local. Eles possuem marcas que os arqueólogos acreditam serem capazes de esclarecer o significado de algumas palavras bíblicas que perderam o seu verdadeiro significado ao longo do tempo.

Na descrição do palácio de Salomão, em 1 Reis 7:1-6, por exemplo, a palavra “Slaot” foi traduzida como “pilares”, mas agora eles dizem que seria melhor ser entendido como “triglifos”, que seriam as vigas do telhado, também comuns nos templos gregos. O termo “Sequfim”, que já havia sido traduzida como “três ordens de janelas”, agora está sendo entendida como “três portas de entrada rebaixadas”.

Foram encontradas casas na cidade cuja altura é exatamente duas vezes sua largura, como são muitos edifícios de Jerusalém. Esse seria o teste de conexão entre a capital e o que se acredita que foi a cidade bíblica de Saaraim, habitada nos tempos de Davi e Salomão e mencionada nos livros de 1 Samuel e 1 Crônicas.

“Saaraim, aqui no Vale de Elá, significa “duas portas”. É uma cidade única do período do Primeiro Templo, pois possuía duas portas de entrada, todas as outras tinham apenas uma”, disse.

Para os pesquisadores, essas últimas descobertas reforçam a corrente de estudo que vê na Bíblia um relato confiável dos acontecimentos históricos. “A precisão das descrições não nos deixa outra opção, mas quem ainda não acredita me explique como tal similaridade é possível”, finaliza Garfinkel.

Hershel Shanks, editor da revista Biblical Archaeology Review, disse ao Christian Post que as descobertas são “extremamente interessantes” e que nem 20% do local foi escavado ainda, então o mais é provável que podem haver algumas surpresas pela frente”.

Data: 10/5/2012 09:16:43
Fonte: Christian Post

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Arqueólogos encontram muralha que pode ser do Rei Salomão

Arqueóloga diz que é a primeira vez que se descobre estrutura que pode ter correlação com antigo rei egípcio

Efe

Arqueólogos israelenses descobriram em escavações realizadas junto à Cidade Antiga de Jerusalém os restos de uma muralha do século X a.C. que poderiam confirmar a descrição bíblica dos tempos do rei Salomão.

Sasson Tiram/Universidad Hebrea Jerusalén/Efe

Sasson Tiram/Universidad Hebrea Jerusalén/Efe

Arqueóloga Eilat Mazar no local de escavações na Cidade Antiga de Jerusálem

Uma parte da muralha, de 70 metros de comprimento e seis de altura, foi encontrada em uma local de nome Ofel, entre a conhecida como Cidadela de David e a parede sul do Monte do Templo judeu, também conhecido como Esplanada das Mesquitas muçulmana.

Empreendidas nos últimos meses, as escavações fazem parte de um projeto da Universidade Hebraica de Jerusalém, a Autoridade de Antiguidades de Israel e outras instituições, e conta com o financiamento de patrocinadores americanos.

Sua diretora, Eilat Mazar, data a muralha com base em fragmentos de vasilhas descobertas nos arredores. Segundo ela, os objetos são de tempos do reinado de Salomão, o período de maior construção até então em Jerusalém e quando foi erguido o Primeiro Templo judeu, segundo o Antigo Testamento.

“Esta é a primeira vez que se descobre uma estrutura desse período que pode ter uma correlação com as descrições das obras de Salomão em Jerusalém”, afirma.

“A Bíblia conta que Salomão construiu, com ajuda dos fenícios, que eram excelentes construtores, o Templo e seu novo palácio e que os rodeou com uma cidade. O mais provável é que estivesse conectada à muralha mais antiga da Cidadela de David”, explica a diretora das escavações.

No local, foram desenterradas também uma monumental guarita de vigilância de seis metros de altura e uma torre que serviria de mirante para proteger a entrada da cidade, que são características do estilo do Primeiro Templo. Deste período datam os antigos povoados israelitas de Meguido ou Be’er Sheva, declaradas em 2005 Patrimônio Mundial da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

Para a arqueóloga, os restos da muralha representam uma prova adicional da exatidão com que as sagradas escrituras descrevem o esplendor do período dos reis David e Salomão. Ela cita o Primeiro Livro de Reis (3:1), no qual “Salomão se tornou parente do então Faraó do Egito, pois se casou com sua filha Anelise e a trouxe à cidade de David, quando terminava de construir sua casa, a casa de Jeová e os muros de Jerusalém ao redor”.

As pesquisas sugerem que os restos da muralha revelam a presença de uma monarquia e que a fortaleza e forma de construção indicam um alto nível de conhecimentos de engenharia. Os vestígios estão em um ponto estratégico, no alto do vale do Kidron, hoje limite à Cidade Antiga de Jerusalém.