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Ligação da homossexualidade com trauma na infância

 

James Tillman

DUNEDIN, Nova Zelândia, 26 de julho de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um recenteestudo da Universidade de Otago revelou que indivíduos homossexuais ou bissexuais têm mais probabilidade de terem sofrido uma variedade de traumas na infância, inclusive ataque sexual, estupro, violência e violência no lar.

“As pessoas que se identificam como homossexuais ou bissexuais, ou tiveram um encontro ou relacionamento de mesmo sexo, tendem a vir de contextos perturbados”, disse Elisabeth Wells, professora adjunta de pesquisas.

O estudo analisou resultados de um estudo de saúde mental da Nova Zelândia que entrevistou 13.000 pessoas entre 2003 e 2004. 98% dos participantes do estudo se identificaram como heterossexuais; 0.8% se identificaram como homossexuais; 0.6% se identificaram como bissexuais; e 0.3% se identificaram com “outra coisa”.

Das pessoas que relataram certos incidentes traumáticos na infância, 15% não eram heterossexuais; daquelas que não tiveram tais experiências, só 5% não eram heterossexuais, indicando que tais experiências triplicam a chance de posteriores inclinações homossexuais ou bissexuais confessas.

Alguns líderes homossexuais radicais discordaram das revelações do estudo: Tony Simpson, presidente do grupo homossexual Arco-Íris de Wellington, disse que a pesquisa não deveria ser entendida como significando que os homossexuais não nascem assim. “Não tenho dúvida de que a direita religiosa fará conclusões precipitadas de que isso serve como prova conclusiva de que a homossexualidade é construída, não de nascença”, disse ele.

Wells tentou dissipar os temores com relação às conclusões do estudo.

“Suspeito que poderia haver alguns gays e lésbicas que ficarão indignados, mas não é minha intenção irá-los”, disse ela. “Você poderia dizer que se alguém foi sexualmente abusado na infância, escolhe viver como homossexual e vive bem, então não é uma coisa ruim. Mas se ele está vivendo uma vida homossexual e lamenta, esse é outro assunto”.

Embora o abuso físico ou sexual na infância esteja ligado à homossexualidade na vida adulta, outras experiências traumáticas, tais como a morte súbita de um amado ou grave doença ou acidente na infância, tiveram apenas leve ligação com identidade ou conduta não heterossexual.

Das mulheres que se identificaram como lésbicas, mais de 40% haviam sido casadas e tinham filhos, ao passo que 13% dos homens homossexuais tinham a mesma experiência. Mais de 80% daqueles que se identificaram como bissexuais eram mulheres.

A ligação entre abuso sexual e posterior identificação homossexual não é nova.

Um estudo de 1992 revelou que 37% dos homens homossexuais e bissexuais usando os serviços de clínicas de doenças sexualmente transmissíveis haviam sido encorajados ou forçados a ter contato sexual antes da idade de 19 com um ou mais fortes parceiros mais velhos.

Traduzido por Julio Severo:

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“Casamento” homossexual é maquinação do diabo, avisa cardeal argentino

Matthew Cullinan Hoffman, correspondente na América Latina

BUENOS AIRES, Argentina, 9 de julho de 2010 (Notícias Pró-Família) — O prelado número um da Argentina, o Cardeal Jorge Bergoglio, está convocando os padres da Arquidiocese de Buenos Aires a levar seus rebanhos para um protesto iminente contra o “casamento” homossexual, o qual está atualmente sob consideração no Senado da nação.

“Não vamos ser inocentes. Não estamos falando de uma simples batalha política; é uma pretensão destrutiva contra o plano de Deus”, escreve Bergoglio numa carta enviada aos monastérios de Buenos Aires, onde ele é arcebispo. “Não estamos falando sobre um mero projeto de lei, mas em vez disso de uma maquinação do Pai das Mentiras que busca confundir e enganar os filhos de Deus”.

Para o clero das paróquias, Bergoglio pede que todos eles leiam dos púlpitos umadeclaração defendendo a verdadeira definição e compreensão do casamento.

“O povo argentino terá de confrontar, nas próximas semanas, uma situação cujo resultado poderá prejudicar seriamente a família. Estamos falando de um projeto de lei sobre casamento entre pessoas do mesmo sexo”, um projeto que questiona “a identidade e a sobrevivência da família: pai, mãe e filhos”. Os filhos, alerta Bergoglio, poderão também ser ameaçados com a adoção homossexual, a qual seria uma verdadeira forma de discriminação.

O país agora precisa da “assistência especial do Espírito Santo, para colocar a luz da verdade no meio da escuridão do erro, para nos defender contra o encantamento de tantos sofismas com os quais buscam justificar esse projeto”, escreve ele.

Além da iniciativa que atualmente está em tramitação no Congresso argentino, ativistas homossexuais, em coligação com juízes esquerdistas, registraram oito “casamentos” na Argentina em meses recentes, embora suas ações estejam sob avaliação de tribunais superiores. O código civil nacional, concordando com os dicionários no mundo, entende “casamento” como uma união entre um homem e uma mulher.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com