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Por que sou contra o namoro?

 Por que namorar não é bom

 jovens crentes

Um texto que fala sobre as razões de por que namorar não é bom, vira recomendação de “alternativa interessante ao namoro” por pastor presbiteriano no Twitter. O renomado líder evangélico, o rev. Augustus Nicodemus Lopes, recomendou o artigo sobre “corte” e estimulou seus seguidores a entrarem no link e conferirem os seus argumentos.

 

Recentemente, uma pesquisa publicada Bureau de Pesquisa e Estatística Cristã (Bepec) encontrou uma taxa elevada de crentes que praticam a pornografia, traição e sexo antes do casamento.

A autora do texto “Por que sou contra o namoro” (sic), Drika Vasconcelos, afirma que não tem intenção de condenar ou criticar os namorados. Ela deseja, contudo, oferecer uma visão diferente sobre a relação namoro-casamento, incentivando o uso do discernimento e pensamento crítico. E o mais importante, a autora afirma, é valorizar o casamento para a glória de Deus, “custe o que custar”.

namoro

Antes de apontar as razões de porque ela discorda do namoro, Drika vai para as definições. Namoro é um relacionamento no qual duas pessoas do sexo oposto se comprometeram pública, romântica, emocional e exclusivamente (com ou sem relações físicas) uma à outra sem compromisso imediato de casamento.

O cortejo, diz ela, é o consenso entre duas pessoas do sexo oposto para aprofundarem a amizade e o interesse romântico, sem se comprometerem fisicamente, visando em casamento no futuro próximo.

“Ao contrário do namoro, o cortejo não pode existir em função de si só, mas existe apenas em função de um futuro casamento. As pessoas cortejam para casar e não por cortejar”, explica.

Já o noivado é quando há compromisso público de casamento, e que, segundo ela, é algo bíblico. Assim como cortejo, o noivado não existe em função de si mesmo, mas em função do casamento.

Tendo as definições dadas, a autora aponta diversos motivos para discordar do namoro.

Em primeiro lugar, ela diz, “Não há limites definidos para o começo ou fim de um namoro.” “Hoje em dia, a mania é dizer que namoro só começa de verdade quando você ‘oficializa’ no Facebook. O término é pior ainda. É comum ouvir também: ‘Eu acho que a gente acabou… Mas não tenho certeza. Ele ainda me liga, a gente se gosta…’”

Em segundo lugar, o namoro é desestruturado por natureza. Segundo ela, não há regras para namoro. “Os pastores e conselheiros com certeza tentam estabelecer regras e parâmetros, desesperados para guiar os jovens pelo parque de diversões sem comprometerem sua pureza, mas, sem uma orientação mais clara da Bíblia e sem a autoridade da mesma, dificilmente alguém dá ouvidos.”

Como terceira razão está o fato de que o namoro é um espaço que incentiva a pessoa a ir até onde pode ir fisicamente, afirma ela. “Oferece uma falsa ilusão de que você pode se manter puro mesmo provocando aquilo que facilmente te dominará. O namoro te dá uma arma e diz: ‘Pode brincar’.”

Drika vai até a sua 13° razão para discordar do namoro. Entre os principais pontos de cada razão estão:

-namoro dá espaço para enrolar sem culpa;
-namoro existe em função de si mesmo;
-namoro pode destruir laços de amizade;
-namoro é compromisso sem compromisso;
-namoro abre espaço para “ver se dá certo”;
-namoro serve como tapa-buraco;
-namoro rouba o cristão de seu tempo valioso como solteiro;
-namoro desvaloriza o processo de maturação;
-A Bíblia não fala de namoro, mas sim de casamento;
-Deus é um Deus de pacto e aliança, não só de palavra.

Com essas razões ditas, Drika pergunta “Por que achamos que é necessário namorar para casar?”; “É a Bíblia ou a sociedade que dita isso?”; “O que será que a glória do namoro tem feito com a glória do casamento?”

E incentiva que as pessoas cultivem a amizade, visto que “Cristo nos chamou de amigos”.

“O namoro pode nos ensinar de relevante sobre uma pessoa que uma boa amizade não pode? A amizade nessa época é o que mais precisa ser cultivada. Cristo nos chamou de amigos! Conheçam-se, conversem, troquem ideias, discutam, saiam juntos com outros e cultivem uma amizade madura (sic).”

Segundo ela, muitas brigas e desentendimentos podem ser evitados no casamento se houver uma boa base de amizade.

“O marido deveria ser o melhor amigo da esposa e a esposa a melhor amiga do marido.”

Sua conclusão é de que o namoro é totalmente desnecessário para um casamento feliz.

“Não só isso, mas atrevo-me a dizer que talvez o namoro seja mais prejudicial ao casamento do que eu imaginava. Será que seria possível a construção pelas igrejas e famílias de um novo conceito de relacionamento pré-matrimonial, mesmo numa sociedade que com certeza nos taxará de antiquados e loucos? A mudança se dá aos poucos.”     Por Amanda Gigliotti | Repórter do The Christian Post

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Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.
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Um quarto dos evangélicos não são casados nem no civil e religioso

JUNTOS NA FÉ

 

Por: Redação Creio

As mudanças no perfil da família brasileira percebida nas últimas décadas se confirmam com a divulgação dos estudos de dados do Censo 2010 do IBGE. Percebe-se que na última década houve grande aumento na proporção de casais que vivem em união consensual. Por outro lado, o percentual dos casados formalmente apresentou uma significativa queda. Embora as igrejas reprovem esse tipo de união conjugal, os casamentos informais são crescentes inclusive entre os religiosos.

Segundo o IBGE, a proporção de pessoas que vivem em união consensual no Brasil é de 36,4%, enquanto em 2000 era de 28,6%. A percentagem de casados no civil e no religioso caiu de 49,4% para 42,9% na última década.

Não houve mudança significativa entre o número de pessoas que fizeram apenas o casamento civil, passando de 17,5% em 2000 para 17,2% em 2010. Enquanto isso, os casados apenas no religioso diminuíram de 4,4% em 2000 para 3,4% no último Censo.

Entre os católicos que moram juntos, 37,5% declararam viver em união consensual. Em comparação, 44,7% fizeram cerimônias civil e religiosa.

Nota-se um aumento significativo em relação a 2000, quando 28,7% dos católicos tinham uniões informais e 51,8% eram casados tanto no civil quanto no religioso. Já entre os evangélicos casados, 26,5% vivem em união consensual.

Das pessoas que declararam ser “sem religião”, 60% vivem em união consensual e apenas 18,4% são casados no civil e no religioso. Nota-se, ainda, que a união consensual é mais frequente entre os mais jovens e de renda mais baixa.

A proporção de divorciados no Brasil quase dobrou em dez anos. Em 2000, 1,7% da população brasileira era divorciada, número que chegou a 3,1% em 2010. Na contramão, os casados caíram de 37% para 34,8%.

Segundo os técnicos do IBGE, os dados indicam uma mudança no perfil da família brasileira. O padrão “casal com filhos” ainda é o mais comum, mas ocorre em menos da metade das famílias em 2010: 49,4%. Em 2000, casais com filhos totalizavam 56,4% das famílias. Nota-se um crescimento dos casais sem filhos, de 13% para 17,7%. O terceiro arranjo familiar mais frequente é de mulheres sozinhas com filhos, que cresceram de 11,6% para 12,2% nos últimos anos.

O Censo 2010 encontrou 60 mil casais homossexuais que vivem juntos. Desse total, 53,8% eram de mulheres. Entre as pessoas que declararam ter cônjuges do mesmo sexo, 47,4% são católicos e 20,4% “sem religião”. A grande maioria desses casais (52,6%) vive no Sudeste. Para o IBGE, as cidades com mais casais gays são São Paulo (7.532), Rio de Janeiro (5.612), Salvador (1.595) e Fortaleza (1.559). As informações são do Yahoo.

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Acabando com o casamento? Dr. Ablow fala e você decide

 

Os Editores

9 de maio de 2011 (AlbertMohler.com/Notícias Pró-Família) — O Dr. Keith Ablow acha que o casamento é “uma fonte de sofrimento real para a vasta maioria das pessoas casadas”. Na verdade, essa é apenas uma das acusações que Ablow atira contra o casamento antes de acabar exigindo sua extinção. O casamento, insiste ele, é uma instituição que está morrendo — e ele celebra sua morte.

Poucos poderiam conhecer ou se importar com as ideias de Ablow sobre o assunto, mas ele recebe atenção só pelo fato de que é psiquiatra e membro do programa de televisão de assuntos médicos “Fox News Medical A-Team”. A FoxNews recentemente publicou o ataque dele ao casamento, e com certeza o artigo dele vai receber atenção.

Ablow começa citando a atriz Cameron Diaz, que recentemente afirmou que o casamento é uma “instituição que está morrendo”. Ela acrescentou este comentário: “Não acho que deveríamos viver nossas vidas em relacionamentos com base em velhas tradições que não combinam mais com nosso mundo”. Olha, talvez isso diga muito sobre o próprio mundo dela de experiência e influência, mas é uma declaração assombrosamente audaciosa. Reflete também uma opinião que muitos entre as elites intelectuais e culturais têm, entre as quais o casamento tem sido visto como instituição retrógrada por algum tempo.

Keith Ablow acrescenta sua calorosa aprovação à acusação de Cameron Diaz contra o casamento, acrescentando que ele “não está seguro se o casamento alguma vez foi conveniente para a maioria das pessoas que o tentaram”.

Ele entrou em detalhes:

A partir do que ouço no meu consultório de psiquiatria, e a partir do que ouço de outros psiquiatras e psicólogos, e a partir do que meus amigos e parentes me dizem e me mostram por meio de sua conduta, e a partir do fato de que a maioria dos casamentos termina em divórcio ou amargura, o casamento é (como tem existido há décadas agora) uma fonte de sofrimento real para a vasta maioria das pessoas casadas.

O médico reivindicou o manto de um homem que cura ao diagnosticar as consequências epidêmicas da instituição mais antiga da humanidade: “Como um homem que cura, não posso deixar de olhar com desconfiança para qualquer coisa que esgote a energia, otimismo, disposição de ânimo e paixão na medida que o casamento faz. É, sem dúvida, uma das principais causas de grandes problemas de depressão nos Estados Unidos”. Observe a preocupação dele com “energia, otimismo, disposição de ânimo e paixão” — como se esses ingredientes constituíssem as maiores necessidades ou aspirações da humanidade. O Dr. Ablow pode ser psiquiatra, mas uma rápida olhada nos livros dele indica preocupações que estão mais em sintonia com a psicologia popular.

O médico diagnostica os males do casamento com quatro argumentos. Primeiro, ele afirma que “o envolvimento do Estado no casamento tem sido um erro colossal”. O envolvimento governamental “rebaixa” o casamento, que é apropriadamente uma instituição religiosa. O envolvimento governamental torna o casamento “estéril, ligado às leis e sobrecarregado de implicações legais que sufocam psicologicamente”.

Ele acrescenta isto: “Pessoas inteligentes e perceptivas se sentem conscientemente ou não sem forças desde o momento em que dizem ‘sim’ ao cônjuge no altar do casamento”. Será mesmo? Só porque o casamento é uma instituição legal? Isso é pura estupidez, e é um argumento muito pouco inteligente também. O Estado concede reconhecimento legal ao casamento precisamente porque é uma declaração pública com sentido público. A lei, ele diz, não deveria fazer distinção entre pessoas solteiras ou casadas (ou, ele sugere também, três pessoas que coabitam), e indivíduos ou casais poderiam meramente ir para advogados para fazer contratos conforme suas necessidades.

Isso levaria ao caos legal, moral e cultural. Se o Estado “não tivesse absolutamente nenhum papel no casamento”, simplesmente significaria que o governo decidiu chamar o casamento por outro nome. Considerando as realidades da vida humana, algum meio padronizado de se reconhecer relacionamentos privilegiados é uma necessidade. Nenhuma civilização vive sem isso. Isso é verdade até mesmo em sociedades que separam as definições e autorizações religiosas e legais do casamento. Não há nenhuma grande civilização que exista sem casamento, e aqueles raros movimentos na história que tentaram eliminar o casamento levaram ao desastre.

Segundo, Ablow argumenta que o casamento está morrendo por causa da invenção das pílulas anticoncepcionais. Prepare-se para esta pérola: “Logo que os seres humanos compreenderam que podiam se expressar de uma forma emocional, romântica e sexual sem necessariamente criar múltiplas famílias e perigosamente dividir seus bens, o sofrimento psicológico de viver sem paixão sexual (até mesmo por escolha) foi intensificado de forma significativa”. Se você está procurando um exemplo perfeito da subversão psiquiátrica de toda moralidade, não é preciso procurar em mais nenhum outro lugar.

Keith Ablow está argumentando, muito sem rodeios, que a pílula anticoncepcional oferece um meio químico de permitir o adultério, e essa é a liberação da humanidade. O casamento, na opinião dele, mata a paixão sexual. “A vasta, vasta maioria dos homens e mulheres, de fato, não são mais fisicamente atraídos a seus cônjuges depois de cinco ou dez anos”, diz ele. “Se é que eles viram um ao outro na maior parte desse tempo”.

Ele não para aí. Poucas “pessoas normais” mantêm interesse num casamento, insiste ele. “O fato é que os seres humanos descobrem que não foram construídos para desejar um ao outro depois de usar centenas de vezes o mesmo lugar para escovar os dentes e usar a mesma cesta de roupas sujas por mil dias”.

Terceiro, e o mais tonto de todos, Ablow argumenta que o casamento “inerentemente priva os homens e as mulheres da alegria de serem ‘escolhidos’ numa base diária”. Estou falando sério. Ele argumenta que os votos de casamento nos privam da experiência de sermos escolhidos por nosso cônjuge a cada único dia. A maioria das pessoas casadas “tem de ficar pensando se seus cônjuges realmente querem ficar, ou simplesmente não querem passar pelo aborrecimento de deixar o outro”.

Esse argumento não só é estúpido, mas também faz-nos ficar pensando se o Dr. Ablow tem alguma compreensão real dos seres humanos. Ele realmente acredita que — mesmo que o casamento fosse desaparecer como instituição legal — os homens e as mulheres redecidiriam seus relacionamentos e compromissos mais íntimos a cada dia, livres para entrar e sair sem nenhum sofrimento e complicação emocional? Ele está falando sério?

Finalmente, o Dr. Ablow argumenta que o casamento está sendo minado pela hipocrisia. Em suas palavras: “O fato de que milhões de americanos fazem votos de permanecer no casamento a vida inteira, e então abandonam esses casamentos — uma vez, duas vezes, talvez três vezes — de tal forma banalizou e zombou desses votos que muitos riem silenciosamente para si enquanto estão escutando esses votos”.

Olha, agora ele está tocando em algo real e importante. Ninguém pode seriamente duvidar que esse tipo de hipocrisia está na verdade enfraquecendo o casamento tanto como instituição quanto como um compromisso pessoal. Mas, de uma forma estranha, a hipocrisia por acaso defende a importância do casamento e dos votos matrimoniais. Até mesmo aqueles que violam seus votos matrimoniais só fazem isso depois de afirmar em público o que o casamento deve ser e o que foi criado para ser. A resposta à hipocrisia é a correção moral e uma volta à integridade ao se fazer e preservar os votos do casamento. Não resolvemos a hipocrisia dos mentirosos rejeitando a própria ideia da verdade.

Chegando ao final de seu argumento, o Dr. Ablow insiste em que o fim do casamento é “apenas uma questão de tempo agora”. O casamento está saindo da moda, e temos de planejar “algo para substitui-lo”. A grande meta dele é: “Temos de propor algo que melhore a qualidade de nossas vidas e de nossos filhos”.

Só podemos ficar pensando na audácia de um homem que defende que os relacionamentos sejam breves, argumenta que os casais não podem permanecer muito tempo atraídos uns aos outros, celebra a liberação sexual do casamento que foi possibilitada pela pílula anticoncepcional, declara que o casamento é “uma fonte de sofrimento real para a vasta maioria das pessoas casadas”, e então nos chama para algo melhor para as nossas vidas e de nossos filhos.

As atuais controvérsias acerca do casamento, se já não fossem estranhas o suficiente, defendem o que o Dr. Keith Ablow nega. O casamento é tão essencial para a felicidade humana e para a organização da sociedade humana que não dá para simplesmente ignorá-lo ou negá-lo. É claro que há aqueles que querem negar o óbvio — ao que tudo indica até mesmo no programa de televisão “Fox News Medical A-Team.” O ataque do Keith Ablow ao casamento é um sinal de nossos tempos — e uma vergonha.

Publicado com a permissão de AlbertMohler.com

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