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Católicos, ortodoxos y protestantes apoyan la reforma provida en Colombia

 

Católicos, ortodoxos y protestantes apoyan la reforma provida en Colombia

Escriben una carta conjunta a los congresistas instándoles a apoyar la iniciativa que penalizaría el aborto en el país.

09 DE AGOSTO DE 2011, COLOMBIA

Representantes de la iglesia Católica, de las iglesias ortodoxas y de las iglesias evangélicas (incluida la anglicana) han escrito una carta conjunta de apoyo al proyecto de ley contra la despenalización y legalización del aborto en Colombia , que entró el miércoles en el Congreso. Los cristianos piden a los congresistas que voten a favor de la iniciativa, que contó con el apoyo de 5 millones de firmas de los ciudadanos.
“Pedimos respetuosamente a los legisladores que voten con plena libertad, sin obediencias partidistas que puedan ofuscar la luz de sus conciencias, escuchando el clamor del pueblo que prometieron servir”, dice la carta.
El secretario de la Conferencia Episcopal, Monseñor Juan Vicente Córdoba, manifestó que  según las últimas encuestas, más del 78% de los colombianos no están de acuerdo con el aborto , por lo cual los legisladores deben votar a favor del acto legislativo.
Córdoba dejó claro que la Iglesia siempre ha condenado el aborto “porque significa el asesinato de un ser indefenso que tiene derechos, pero que no puede defenderlos”.
SIN EXCEPCIONES
Para el prelado,  no se justifica el aborto cuando los padres saben que sus niños nacerán con malformaciones , una de las tres excepciones aprobadas por la Corte Constitucional para ejecutar este procedimiento. Los otros dos son violación y riesgo de muerte para la madre. “A un hijo no se le quiere porque es sano, bonito o inteligente sino porque es hijo. El amor es incondicional”, aseguró.
La violación tampoco justifica el aborto para los firmantes , teniendo en cuenta que el niño no tiene la culpa de lo que hizo su padre. “Si no lo quiere tener lo puede dar en adopción, pero no lo mate”.
El prelado también afirmó que con el proyecto no se busca vulnerar los derechos de la mujer, porque “ellas también terminan siendo víctimas del aborto por las consecuencias físicas y emocionales que quedan después de que toma la decisión”.
En esto coincide el representante de la iglesia Luterana, Hollman Lara , para quien no se trata de ir en contra de los derechos de la mujer sobre su cuerpo. “Por encima de la defensa del cuerpo está la vida misma. Además,  un aborto se lleva parte de la vida de una mujer  y no quisiéramos contribuir a eso”, manifestó.
Por su parte, el presidente del Consejo Evangélico Colombiano, el pastor Edgar Castaño , instó a los legisladores a que voten favorablemente el proyecto de ley, porque según él, más del 90% de la población colombiana estaría de acuerdo con esta iniciativa para evitar que el aborto sea permitido, aunque sea en casos excepcionales.

Fuentes: InfoCatólica Religión Digital

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O que uma esposa espera de seu esposo

 

o-que-uma-esposa-espera-de-seu-esposoDesde que Eva foi criada, muita coisa tem mudado na vida das mulheres, mas as coisas mais importantes, aquelas que nos trazem felicidade e realização, permanecem inalteradas por fazerem parte da essência da nossa feminilidade.

Ainda hoje, a esposa precisa que seu marido lhe dê três coisas que satisfarão as necessidades básicas do seu coração: segurança, liberdade e honra. E as três derivam do conceito do amor agape, o amor doador, sacrificial com que o marido é ordenado a amar sua esposa (Ef. 5:25).

O amor do marido traz segurança à esposa. É o amor que toma a iniciativa e o homem foi especialmente capacitado por Deus para ser o iniciador, o que busca, que corteja, que conquista, o que já faz parte da sua natureza. A mulher que é assim conquistada sente-se segura na sua feminilidade, na sua natureza mais responsiva.

O marido amoroso não apenas conquista o amor da esposa mas o alimenta através de atos carinhosos, como dar a mão a ela quando estão juntos; de palavras amorosas e elogiosas, pois sabe que a mulher é atraída pelo que ouve; de pequenos gestos e sacrifícios que para ele talvez nem façam muito sentido, como dar um presentinho, um ramalhete de flores, assistir a um filme romântico com ela ou planejar algum momento especial só para os dois; de respeito pela pessoa feminina que ela é, por sua maneira diferente de pensar e de se expressar.

O marido que trata a esposa como rainha terá uma rainha por esposa.

O amor do marido liberta a esposa. O amor doador nunca cerceia, antes visa a libertação da pessoa amada para ser tudo o que Deus a fez para ser. Ele não quer transformar a outra à sua própria imagem, mas se regozija na sua singularidade e beleza. “O amor edifica” (1 Cor. 8:1b), ajuda a esposa a crescer, a amadurecer, a revelar-se na sua essência. Reconhece seus dons particulares e encoraja-a a desenvolvê-los, provendo os meios para que ela possa fazê-lo, mesmo que isso envolva sacrifício pessoal. Ele não compele nem força, antes apóia, estende a mão, colabora.

O amor do marido honra a esposa. O amor do marido é como um manto sobre os ombros da esposa, símbolo de sua proteção e cuidado. Debaixo dele, ela sente-se valorizada, importante, respeitada por ser quem é, como é. Não precisa temer sua própria fragilidade nem o passar dos anos e a chegada das rugas e dos cabelos brancos, pois sabe que o marido vê nela a beleza que nunca diminui nem acaba mas que se renova e viceja a cada nova fase da vida.

O marido que ama a esposa como Cristo amou a igreja procura o aperfeiçoamento, o crescimento, o amadurecimento e a restauração da pessoa que sua esposa foi criada para ser, o que redundará em felicidade e gozo para ele próprio. Esse é o mistério do amor no relacionamento conjugal. Simbolizado pela redondeza contínua das alianças de ouro, ele dá início a um processo infindo de doação que conduz ao paradoxo de que é dando que se recebe, é doando a si mesmo que se cresce, é libertando que se liberta.

Fonte: Monergismo