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Quando o Ministério Público censura a autoridade de Deus

 

Leonardo Bruno

Alguém já me chamou de fascista, homofóbico, tradicionalista, conservador, reacionário, defensor das oligarquias e outras asnices típicas da verborragia esquerdista. Há no imaginário dos ditos “progressistas” a perspectiva de que os conservadores são cegamente obedientes à autoridade. A esquerda, naturalmente, vende a idéia de que é “avançada”, “rebelde”, questionadora da ordem vigente. No entanto, confesso, tenho uma profunda desconfiança da autoridade constituída. Desconfio dos políticos, dos professores, dos acadêmicos, dos jornalistas, dos cientistas, dos formadores de opinião, dos intelectuais e, também, da autoridade eclesiástica, vide padres e pastores. Até do papa desconfio, apesar de crer na fé católica.

Outdoor bíblico de igreja censurado em Ribeiro Preto

No entanto, a esquerda pode desprezar a autoridade legítima, mas é cão de guarda da autoridade mais tirânica, imoral e infame. “Progressistas” adoram fazer parte de rebanhos grupais. Idolatram a autoridade estatal como um fim em si mesmo. Divinizam a burocracia como um sacerdócio laico. São fanáticos idólatras das mais cretinas ideologias e dos mais violentos e arbitrários poderes humanos. Essa esquerda dita “rebelde”, “avançada”, “questionadora da ordem vigente” é a mesma que um dia apoiou Hitler, Stálin, Mao Tse Tung e os mais monstrosos ditadores. Ademais, essa mesma esquerda dita “progressista” é que tenta destruir a autoridade legítima na democracia, para implantar um sistema político que faz do ser humano um gado, um anti-humano, exigindo cada vez mais controles e censuras. Ser esquerdista é, acima de tudo, ser o mais submisso dos submissos, o mais caricatural dos escravos, o pior rebelde contra a liberdade em favor de uma tirania consentida.

Mas a minha desconfiança não é completamente anárquica. Ela é, na prática, reflexo de um profundo sentido de ordem. A autoridade deve ser respeitada quando ela encarna princípios autênticos, senso de moralidade, ou, como diziam os medievais, auctoritas, ou seja, confiabilidade. Essa confiabilidade só existe se a autoridade cumpre o papel de fazer valer esses valores autênticos, transcendentes. A única autoridade absoluta é Deus. Ele é o fundamento primaz da lei moral, natural e civil. O sentido absoluto de ordem na natureza e nas relações humanas. E a autoridade pública só se faz respeitável se souber respeitar esses elementos que estão incluídos numa lei moral e natural. Tudo aquilo que fere o que é inerente à natureza do homem é contrário à lei natural e contrário ao sentido da realidade mesma em que as relações humanas e o homem se comportam. É neste sentido a autoridade tem razão de ser.

Porém, ao que parece, as autoridades públicas querem bancar uma espécie de Deus. Querem remodelar a sociedade contra a sua própria natureza, criando relações de poder e instituições biônicas e artificiais, sem o menor vínculo orgânico com a sociedade, além de francamente destrutivas. Neste aspecto, o Ministério Público e a Defensoria Pública estão cumprindo seu papel de substituir Deus na terra. O promotor público já não é mais o pai dos órfãos e o esposo das viúvas. Nem o defensor público é um protetor dos direitos civis dos cidadãos. Eles personificam sim, uma espécie de deusinho de barro presunçoso, querendo moldar comportamentos, idéias, costumes e instituições à sua imagem e semelhança. Em suma, Ministério Público e Defensoria Pública se tornaram, com a colaboração de um judiciário ativista, um instrumento de engenharia social.

Dois exemplos são claros nessa flagrante violação dos direitos constitucionais. Uma delas diz respeito a Julio Severo, o evangélico exilado em uma sociedade que ainda diz ser “democrática”. Qual foi seu crime, a ponto de ser processado pelo Ministério Público Federal? O particular crime de pregar o Evangelho. Os procuradores ainda inventaram uma tipificação penal que nem existe: o crime de homofobia. Se o Evangelho é “homofóbico”, logo, deve-se censurar quem prega a Palavra de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. E o que se deve colocar no seu devido lugar? A agendinha homossexual na esfera da justiça e dos valores morais.

Todavia, a pretensão arrogante de um ativismo judicial cada vez mais corrompido por agendinhas totalitárias não se limita a ameaçar de prisão um religioso. Em Ribeirão Preto, interior de São Paulo, a defensoria pública entrou com uma ação na justiça para exigir a retirada de alguns versículos bíblicos em outdoors, que condenava o homossexualismo. Ou seja, o Ministério Público e a Defensoria Pública, em nome do combate aos preconceitos, estão rasgando a Constituição Brasileira e destruindo a liberdade religiosa. Inclusive, a ordem judicial aplicou multa diária de 10 mil reais se a igreja evangélica que divulgou os cartazes não os retirasse.

Mais do que rasgar a Constituição Brasileira, a Defensoria Pública quer destruir uma tradição de mais de dois mil anos, censurando as idéias e valores que constituíram a civilização ocidental. A prepotência, arrogância, mesclada com uma ignorância histórica abissal dessa tradição religiosa faz com que meros técnicos, senhoritos arrogantes, arautos de um funcionalismo público senil e de uma universidade cada vez mais marxista, queiram ditar o que nós, cidadãos, devemos pensar, crer ou defender. A perseguição religiosa no Brasil está crescendo a olhos vistos, com a colaboração do governo e das instituições públicas ditas “democráticas”.

De fato, o alerta de militante evangélico Julio Severo foi ignorado até pelos seus pares. Mais do que censurar a fé cristã publicamente, os áulicos da justiça querem censurar a autoridade de Deus. Os ateus e gays militantes não dizem que Deus é homofóbico? Cadeia pra Ele e para seus seguidores. Entretanto, eles não estão sós. A mídia, a universidade e a imprensa estão do lado dos algozes do cristianismo. Eles já expulsam um evangélico através de perseguições judiciais visivelmente ilegais e criminosas, sem parâmetro algum na Constituição e mesmo na lei ordinária. Eles protegem e estimulam os ataques à fé cristã, quando o governo libera milhões de reais de contribuintes cristãos, para praticarem “beijaços” homossexuais na frente das igrejas e catedrais. E agora querem censurar a bíblia. Não irá longe quando a Polícia Federal, transformada numa Gestapo ou KGB soviética confiscar milhões de bíblias de livrarias cristãs, em nome de combater a tal “homofobia”, palavrinha inventada pelos fanáticos anticristãos. Tenho a absoluta certeza de que se os católicos e evangélicos se acovardarem, ao ficarem negociando com seus algozes, é isto que vai ocorrer. Esse é o posicionamento ridículo dos bispos da CNBB, dos calvinistas da Universidade Mackenzie e mesmo de uma revista evangélica politicamente correta e ridícula como a Revista Genizah.

Iniciei esse texto falando da minha total desconfiança e sentimento profundo de desprezo pela autoridade. Já é hora de os cristãos apelarem à desobediência civil. Essa gentinha ralé, vigarista, desonesta e canalha do Ministério Público e da Defensoria Pública, que faz do Estado um instrumento partidário e ideológico de sua causa, acima e contra a lei, não deve ser respeitada. Deve ser denunciada, combatida, exposta à execração pública e desmoralizada. Só pessoas muito ingênuas ou muito relapsas ainda não percebem que a intenção maior de alguns membros do Ministério Público e da Defensoria é simplesmente atacar e destruir o cristianismo. Esses celerados jurídicos devem ser tolhidos, em nome da defesa da democracia, da liberdade civil e religiosa, que hoje é ameaçada pelo totalitarismo esquerdista politicamente correto que assola às nossas leis e à nossa justiça. A autoridade que não provém de Deus e dos valores eternos da Revelação é do Direito natural é perversa. Daí o judiciário agora querer calar a boca de Deus. Quer revogar a lei de Deus na terra.

Fonte: Conde Loppeux de la Villanueva

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Em entrevista ao Portal Cristão News, o Pr. Antônio Hernandez Lopes conta como foi ameaçado e como a Bíblia foi efetivamente censurada em Ribeirão Preto

 

O Pastor Antônio Hernandez Lopes concedeu entrevista ao Portal Cristão News e comentou sobre as mensagens bíblicas que geraram críticas do movimento gay em Ribeirão Preto e que foram apagadas do outdoor por decisão da justiça.

Segundo Hernandez Lopes, “ele até agora não sabe quem tirou ou retirou a mensagem do outdoor, ele não recebeu notificação nenhuma, na verdade ele até recebeu a ligação de um defensor público o ameaçando de processá-lo caso ele não retirasse o outdoor. Segundo Hernandez Lopes ele propôs ao defensor o cancelamento da parada gay que acontecerá às 13 horas de hoje em Ribeirão e o defensor disse que a tirada do outdoor era necessária, porém o cancelamento da parada era irrevogável.

Segundo Hernandes a decisão foi da vara cível da comarca de Ribeirão Preto onde o juiz deu uma liminar com pena de multa. Perguntado se realmente foi o defensor que ligou e não outra pessoa, Hernadez disse que era o defensor sim e que tal defensor ligou para o presidente do conselho e o presidente deu o celular dele e completa:

“A única ameaça que tivemos foi do poder público! Porém quem tirou o outdoor foi o poder público. Nós não tiramos o outdoor. Nós não negamos a palavra de Deus”. E concluindo diz: “quem intentará acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica”. (Romanos 8:33)

Segundo Hernandez, ele não recebeu notificação nenhuma e “fato que até agora eles não respeitaram o meu direito de ter sido notificado” e questionará o seu direito de defesa. Ele diz que assinou um termo de responsabilidade, tiraram o outdoor de lá, porém a igreja não tirou o versículo de sua boca.

Para quem acha que Antônio Hernandez Lopes tomou a decisão de colocar o outdoor do dia para a noite está bastante enganado, pois segundo ele essa foi uma estratégia de Deus e depois de muita oração e jejum, subidas e descidas aos montes e joelho no chão durante mais de 6 meses em consonância com a igreja e algumas igrejas locais e irmãos.

“Confio no Senhor Jesus, pois a perseguição que estamos vivendo reflete até no exterior. Não temos dúvida que Deus está nessa causa. O fone da igreja eu desliguei. Só mantenho o fone pessoal celular no qual eu atendo as ovelhas. Tudo o que aconteceu Deus tem dado esconderijo, refugio e me ajudado, Deus tem protegido, eles não conseguem, Deus tem me preservado e dado paz e alegria que nunca experimentei”, afirma Hernandez.

“Na verdade, pense em uma coisa: é Deus que está por trás disso tudo, pois nós estamos na legalidade e eles estão na ilegalidade. É Deus quem está fazendo confusão na terra dos filiesteus”, diz Hernandez.

Neste momento lágrimas de alegria, misturadas com clamor percorrem o corpo do Pastor Hernandez que clama:

“Eu não choro de tristeza, e sim de alegria, eu clamo a todos os homens e mulheres de Deus nesta terra: acorda Igreja! Acorda para o que estamos vivendo. Acorda igreja que dorme! Eu não estou chorando porque eu estou com medo. Eu estou chorando porque eu estou vendo uma igreja morta! Dormi em um país democrático e acordei em um país ditatorial!

O Pastor Hernandez termina solicitando que todos os irmão “se liguem” hoje a noite no sitewww.casadeoracaoderibeirao.org.br, pois fará um culto ao vivo e publicará no site e pede para que todos divulguem o que ele irá pregar à nação: “será uma grande palavra e avivamento”

Pede mais que todos orem por ele e pela igreja.

Fonte: Portal Cristão News

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Papa Defende o Casamento Entre Homem e Mulher

 

Por Amanda Gigliotti|Repórter do The Christian Post

Papa Bento XVI defendeu novamente o Casamento entre Homem e Mulher neste sábado, na vigília de oração em Madri, Espanha.

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(Foto: Reuters)

Papa Bento XVI defendeu novamente o Casamento entre Homem e Mulher neste sábado, na vigília de oração em Madri, Espanha.

Num discurso à milhares de jovens reunidos em um aeroporto o Papa enfatizou a insolubilidade do matrimônio entre um homem e uma mulher, aberto ao “dom divino da vida”.

"A muitos, o Senhor chama ao matrimônio, no qual um homem e uma mulher (…) se realizam numa vida profunda", disse o Papa.

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O Papa destacou a importância de se reconhecer os valores do casamento que se caracteriza por uma rendição completa da pessoa.

"Reconhecer a beleza e bondade do casamento significa estar consciente de um âmbito de fidelidade e indissolubilidade, assim como de abertura ao dom divino da vida", completou.

A vigília foi realizada pela Jornada Mundial da Juventudade (JMJ) que reuniu mais de um milhão de peregrinos católicos de todo o mundo, segundo a organização.

O Papa falou ainda sobre a fé como algo que não se opõe aos mais altos ideais e que “ao contrário, exalta e aperfeiçoa” e propôs o significado de Cristo como salvador de todos.

"Neste momento, a cultura relativista que despreza a busca pela verdade, que é a mais alta aspiração do espírito humano, propomos com coragem e humildade o significado universal de Cristo como o salvador de todos os homens e uma fonte de esperança nossas vidas", disse.

Durante o discurso uma forte chuva fez com que Bento XVI interrompesse seu discurso no segundo parágrafo.

O calor foi forte durante o evento, e antes do discurso do Papa os visitantes se refrescaram com a água jogada por oficiais do Corpo de Bombeiros.

A missa foi celebrada pela manhã na catedral da Almudena de Madri onde o Papa enfatizou o celibato dos padres urgindo-os a não se deixar intimidar “por um ambiente onde se pretende excluir Deus”.

"A santidade da Igreja é antes de tudo a santidade da própria pessoa de Cristo, de seu evangelho e de seus sacramentos, a santidade daquela força do alto que a encoraja e impulsiona. Nós devemos ser santos para não criar uma contradição entre o que somos e a realidade que queremos significar", declarou Bento XVI.