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Abrilhantando o culto

Publicado por Everson Barbosa

 

Abrilhantando o culto

Muitas vezes, as pessoas querem apenas alguém para “abrilhantar a festa”.Isaías 1: 10 a 17

Parece que é imprescindível a presença do “homem de Deus”, do “vaso” que está sendo usado nesta última temporada. (Não penso que eu sou este homem)

Estão dando mais valor à presença das atrações gospel, do que à presença do Espírito Santo de Deus.

Jeremias 2:5

Esta é uma palavra direta aos líderes e pastores. Jeremias 23:1 a 8

Precisamos levar menos “estrelas” em nossas reuniões, e buscar mais a presença do Senhor. II Crônicas 7:2

Provavelmente alguém não vai gostar do que escrevo, são estes mesmos que precisam entender o Reino.

Temos programações demais em nossas igrejas, idéias e mais idéias, congressos e mais congressos, cultos e mais cultos, mas temos visto muito pouco da presença poderosa do Senhor transformando nossas vidas, gerando caráter cristão. Isaías 64:6

Alguém diz: “aquele irmão é uma benção! Então precisamos trazê-lo aqui.”

Isaías 41:24

Todo o esforço é empregado para uma grande programação em que o tal irmão estará. As pessoas vêm de longe, desejosas de ver aquele abençoado ministrando, mas pouca transformação vemos na vida diária dos irmãos e irmãs.

Estou certo de que Deus permite que Seus servos cheguem até nós para serem profetas ungidos trazendo a Palavra. Deus vai levar à sua igreja local, alguns de seus “trabalhadores”, para usá-los como um canal de benção.

Eu mesmo tenho visto em muitas igrejas, por Sua misericórdia, Seu Espírito vir em porções generosas. De forma nenhuma penso que é errado chamarmos alguém para ministrar em nossa igreja. Mas precisamos ter a total direção do Senhor para fazê-lo.

Existem pessoas com o nome famoso, que certamente trarão um grande público para o “sucesso do evento”. Mas que evangelho é este?

Vamos seguir o mesmo padrão satânico do mundo?

Podemos nos reunir e chamar alguém para ministrar a nós, porém precisamos pesar na balança do Reino, qual é nossa motivação.

Existem pregadores e cantores que viajam o tempo todo. Só sabem fazer apresentações. Possuem uma agenda concorrida. Por este mesmo motivo não podem mais parar para ouvir a voz de Deus e receber alimento fresco para si e para outros. Como poderão ministrar à Igreja?

Terão que repetir o que sabem fazer, falando ou cantando o que programaram, sem saber qual é a vontade absoluta de Deus para cada vida, para cada momento.

Eu não quero receber alimento espiritual congelado e preparado na última hora em um dos microondas gospel que temos por aí.

Eu quero receber de Deus alimento puro, santo, Palavra revelada que me edifica e me aperfeiçoa em santidade e intimidade com o Poderoso. Não preciso de entretenimento, preciso de vida!

Também não quero cair na engrenagem gospel do rol de “abrilhantadores de culto”. Não quero isto para meus irmãos também.

Se nós buscarmos espírito de sabedoria e revelação – Efésios 1:17 – o Senhor derramará sobre nós. Poderemos conduzir aqueles que Jesus deseja que discipulemos, a uma fonte pura de alimento espiritual. Fazendo assim, também acabaremos com o “mercado” ou com o “campo” dos oportunistas do show gospel deste século.

Escolha o que você quer.

Busque o que a Palavra de Deus promete.

Cresça em comunhão com o Espírito Santo e intimidade com o Pai.

Sejamos mais adoradores “desesperados por Jesus”.

Deixemos que Ele abrilhante a reunião, e todas as outras luzes ficarão apagadas diante da Sua glória e poder.

Pr. Sóstenes Mendes

Fonte: www.projetoadoradores.org.br / Adorando

06-06-16 013

Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

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Premiê irlandês critica Vaticano por política em relação a abusos

 

Enda Kenny acusou a Igreja Católica de encorajar bispos a não denunciar pedofilia

BBC BrasilBBC

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Eric Vidal/Reuters

O premiê afirmou que a cultura do Vaticano tem ‘caráter doentio e narcisista’

O primeiro-ministro da Irlanda, Enda Kenny, fez duras críticas ao Vaticano e acusou a Igreja Católica de ter encorajado bispos a não reportar à polícia suspeitas de pedofilia entre padres do país.

Em discurso ao Parlamento da Irlanda, o premiê afirmou que as últimas acusações sobre abusos sexuais mostram ‘o caráter doentio, elitista e narcisista’ que domina a cultura do Vaticano hoje.

– O estupro e a tortura de crianças foram minimizadas pela Igreja para manter sua reputação e seu poder.

Abusos

As acusações a que o premiê se referiu dizem respeito ao chamado ‘Relatório Cloyne’, que foi publicado na semana passada.

O documento é o resultado de uma investigação sobre como acusações de abuso sexual infantil na diocese de Cloyne, no sul do país, foram tratadas pelo Vaticano até 2009.

A investigação concluiu que a Igreja violou suas próprias normas relativas à proteção de crianças, não relatando as acusações contra 19 padres.

O líder da oposição, Michael Martin, também criticou a Igreja Católica, dizendo que após os escândalos de 2009, o Vaticano havia prometido cooperar com o governo irlandês, mas em vez de defender as crianças abusadas, resolveu focar nos seus próprios interesses.

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Pedofilia in Irlanda, rabbia e vergogna del Papa: «Responsabili pagheranno»

 

Vertice in Vaticano sul «rapporto Murphy» che ha svelato abusi da parte di sacerdoti e tentativi di insabbiamento

Il cardinale irlandese Sean Brady (Ansa)

Il cardinale irlandese Sean Brady (Ansa)

ROMA – Rabbia e vergogna. Benedetto XVI sceglie parole forti per rivolgersi ai vertici della Chiesa irlandese, convocata in Vaticano sul «rapporto Murphy», un documento che prova come per decenni siano stati perpetrati abusi su bambini da parte di esponenti del clero in Irlanda e come questi siano stati passati sotto silenzio da parte dei responsabili ecclesiastici che avrebbero dovuto denunciare e tutelare. Il Papa ha parlato di «crimini odiosi» e ha promesso che tutti i responsabili pagheranno. Ha quindi annunciato che scriverà una lettera ai cattolici irlandesi.

RESPONSABILITÀ DELLA CURA PASTORALE – «La Santa Sede prende molto sul serio le questioni sollevate dal "rapporto Murphy", incluse quelle che concernono i pastori delle Chiese locali che hanno in ultima istanza la responsabilità della cura pastorale dei bambini» si legge nel comunicato emesso della sala stampa vaticana. Un testo, precisa padre Lombardi, che «il Pontefice ha letto e approvato». Benedetto XVI, aggiunge Lombardi, «intende indirizzare una lettera pastorale ai fedeli dell’Irlanda nella quale darà chiare indicazioni circa le iniziative che saranno prese per rispondere alla situazione. In tal modo il Papa intende dare delle indicazioni concrete e non solo esprimere il rammarico, per dare una risposta a una situazione drammatica. Inoltre, data l’urgenza del problema, pure se non esiste ancora una data per la pubblicazione del documento, i tempi non saranno lunghi». Il Papa, viene spiegato, è «sconvolto e angosciato, condivide la rabbia, il senso di tradimento e la vergogna provate da così tanti fedeli cattolici irlandesi» e la Chiesa continuerà a seguire questa «grave questione con la massima attenzione». All’incontro hanno preso parte il primate della chiesa irlandese, il cardinale Sean Brady, l’arcivescovo di Dublino mons. Diarmuid Matin e alcuni alti esponenti della Curia vaticana: il prefetto della congregazione per il clero, card. Claudio Hummes, il prefetto della congregazione per i vescovi, card. Giovanni Battista Re, il prefetto della Congregazione per la dottrina della fede, card. William Levada.

LE SCUSE DEI VESCOVI IRLANDESI – Tre giorni fa era stato il Nunzio apostolico in Irlanda, Giuseppe Leanza, a scusarsi per «eventuali errori» commessi dalla Santa Sede: «Noi condanniamo questi atti ma se dovesse emergere che un qualunque errore è stato commesso da parte nostra presentiamo le nostre scuse» ha detto al termine di un incontro con il ministro degli esteri irlandese Michael Martin. Secondo il rapporto, la Chiesa cattolica irlandese avrebbe cercato di coprire una serie di abusi sessuali su minori commessi da sacerdoti e il ministro Martin aveva detto di essere rimasto deluso dal «silenzio» del Vaticano. Il giorno successivo il sinodo dei vescovi irlandesi ha chiesto pubblicamente scusa, anche per il tentato insabbiamento dello scandalo messo in atto dai vertici ecclesiastici a Dublino: «Noi vescovi chiediamo scusa a coloro che hanno subito gli abusi dei sacerdoti quando erano piccoli, ai loro familiari e a tutti coloro che, giustamente, se ne sono scandalizzati. Siamo scioccati non solo per la portata degli abusi così come vengono riferiti in un rapporto, ci sentiamo anche coperti di vergogna di fronte ai tentativi di insabbiamento messi in atto dall’arcivescovado di Dublino».

IL RAPPORTO RYAN – Il rapporto della Child Abuse Commission è stato redatto al termine di una vasta indagine sugli istituti gestiti da religiosi, in cui sono state intervistate migliaia di vittime di abusi. Vengono raccontati fatti di un arco di tempo di circa 50 anni, dal 1930 agli anni ’80. Sono raccolte le testimonianza di circa 2.500 vittime e prese in esame oltre cento istituzioni gestite da religiosi. In particolare, nelle istituzioni pubbliche per soli ragazzi gestite da ordini religiosi cattolici, le violenze erano «endemiche», secondo quanto dichiarato dal giudice che ha coordinato il rapporto, Sean Ryan. La commissione fu creata nel 2000 dal premier Bertie Ahern dopo che un documentario tv fece emergere la lunga storia delle violenze sui minori nelle istituzioni gestite da ordini religiosi. Si parla di pestaggi, violenze sessuali di ogni genere, umiliazioni, copertura e protezione reciproche da parte dei responsabili delle violenze.