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Estudioso diz que sabe a data exata do nascimento de Jesus

Ron Allen utiliza passagens bíblicas e a astronomia para sua conclusão

          Daniel mostra a data exata em que Jesus nasceu?

A maioria dos cristãos talvez não saiba que a data tradicional do Natal, comemorado em 25 de dezembro, marcava o solstício de inverno. Era originalmente a Saturnália, celebração que comemorava o nascimento de Saturno, um deus pagão, da “semente de uma mulher”. As festividades duravam quatro dias. Nesse período ninguém trabalhava, ofereciam-se presentes e visitavam-se os amigos. Em 273 o Imperador Aureliano estabeleceu o dia do nascimento do Sol em 25 de Dezembro: Natalis Solis Invicti (nascimento do Sol invencível).

Com a cristianização do Império Romano, muitas celebrações pagãs foram “ressignificadas” e associadas com temas cristãos. Somente durante o século IV que o nascimento de Cristo começou a ser celebrado pelos cristãos (até aí a sua principal festa era a Páscoa). Essa tradição se mantém até hoje.

Contudo, segundo o teólogo Ron Allen, um estudo cuidadoso das Escrituras, da história e da astronomia comprovam que Jesus não poderia ter nascido dia 25 de dezembro. Embora a Bíblia não diga claramente quando Jesus nasceu, existem evidências bíblicas sobre o ano de Seu nascimento.

 Allen, fundador do ministério Star Bible Society lembra que Deus deixou muitos sinais nos céus e que os cristãos muitas vezes ignoram isso por confundir astronomia (estudos dos astros) com astrologia (estudo dos zodíaco), coisas completamente diferentes. Destaca também que muitas datas foram determinadas por achados arqueológicos muito tempo após o estabelecimento do calendário que usamos, o Gregoriano, adotado pelos países do Ocidente em 1582, após uma bula do papa Gregório XIII.

“Sabemos por Lucas 3:23 que Jesus tinha cerca de 30 anos quando começou Seu ministério. O profeta Daniel nos diz em seu Livro (capítulo 9, versículo 25) que o ano da revelação do Cristo ocorreria “7 mais 62 semanas proféticas” – 69 X 7 ou 483 anos – após o decreto que enviou Esdras a Jerusalém, em 458 a.C.”, argumenta.

 Um cálculo matemático precisa levar em conta que não há “ano 0”, logo a profecia de Daniel aponta que Jesus iria começar seu ministério no ano 26 d.C. Ainda segundo o erudito, “Este ano é apoiado por duas datas das Escrituras. Historicamente, João Batista iniciou seu ministério no 15º ano do reinado de Tibério (Lc 3: 1), ou seja, no ano 25 d.C. Além disso, Jesus limpou o Templo (cf. Jo 2:20) 46 anos depois que Herodes começou a reformá-lo, no ano 20 a. C. – segundo registrou o historiador judeu-romano Flávio Josefo, o que nos leva ao ano 27 d.C. Muitos estudiosos da Bíblia acreditam que Jesus começou seu ministério no ano 26 d.C. Se ele tinha 30 anos, lembrando novamente que não há ano 0, na verdade nasceu 5 anos antes da data estabelecida pelo calendário de Gregório”.

Ron Allen aponta ainda para outras evidências. “Jesus teria nascido na primavera ou no outono do ano, segundo os detalhes da Escritura sobre o nascimento de João Batista. O pai de João, Zacarias, era membro do grupo sacerdotal de Abias (Lc 1: 5) que, segundo fontes rabínicas, ministrava no templo em maio e novembro. Como o anjo Gabriel apareceu a Zacarias no templo, mandando-o para casa, quando provavelmente concebeu o filho. Logo, isso seria em junho ou dezembro, portanto João nasceu nove meses depois, sendo as possibilidades março ou setembro do ano seguinte. Sabemos, pelas Escrituras, que João Batista era seis meses mais velho que Jesus (Lc 1:26), portanto Jesus teria nascido em setembro ou março do ano 5 a. C.”

O argumento do teólogo, que escreveu o livro The Stars of His Coming sobre o tema, utiliza registros da astronomia e da história que colaboram para o estabelecimento em que época do ano o Messias nasceu. “Sabemos que uma estrela especial apareceu quando Jesus nasceu e que os Magos vindos do Oriente, que possivelmente seguiam os ensinamentos proféticos de Daniel (Dn 2:48), vieram buscá-Lo (Mt 2:1,2). Há registros de astrônomos chineses que viram essa estrela, identificando-a como uma nova, que teria ficou visível por um longo período na primavera do ano 5 a. C.”, aponta Allen em seu estudo. “Tomando como base a aparição dessa estrela de Belém, registrada em fontes seculares, no ano 5 a.C., e que João Batista foi concebido em dezembro de 7 a.C., então Jesus teria sido concebido em junho de 6 a. C. Presumindo que João Batista nasceu em setembro de 6 a.C. então Jesus nasceu em março do ano 5 a.C.”, conclui.

Conforme o estudo de Allen, ocorreram sinais no sol, na lua e nas estrelas que apontavam para o nascimento de Jesus, começando com o anúncio a Zacarias em 7 a. C. “Josefo nos diz que houve um eclipse lunar na Páscoa e que Herodes morreu mais tarde naquele mesmo ano. Este eclipse lunar, ou lua de sangue, ocorreu em 23 de março de 5 a. C. Isso teria ocorrido em simultâneo com a aparição da estrela de Belém, durante a primavera”, revela.

 Embora admita que há críticas sobre a tentativa de estabelecer uma data precisa por este método, o estudioso diz que uma pesquisa astronômica mostra registros que os “sinais no céu” apontam para 23 de março de 5 a.C. como o dia do nascimento de Jesus. Também não espera que as pessoas comecem a celebrar essa data, apenas considera que é importante os cristãos saberem que é possível saber quando o Salvador realmente nasceu. “Sabemos que o mundo inteiro continuará com a tradição, comemorando o ‘aniversário’ de Jesus em 25 de dezembro. Mas esse é só o antigo solstício de inverno romano”. Publicado originalmente na revista Charisma
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Voto na ONU contra Israel traz maldição, avisa Sinédrio

Conselho de rabinos de Israel diz que “esta votação não afeta as profecias relativas a Jerusalém como a Cidade de Deus”

           Voto na ONU contra Israel traz maldição, avisa Sinédrio

Em uma sessão especial, reunindo seus 71 anciãos, o tribunal do novo Sinédrio de Israel mandou um recado às nações do mundo para que assumissem seu papel profetizado na construção de Jerusalém e não votassem contra seu reconhecimento. Para os rabinos, este é um momento importante, onde cada uma decidirá seu destino, seja para benção ou maldição.

Na Assembleia Geral que ocorreu nesta quinta-feira (21), 128 países – incluindo o Brasil – votaram contra a decisão de Trump, declarando-a “nula a sem efeito”. Para o Sinédrio, essa resolução causará um “profundo arrependimento” naqueles que se opõe ao status de Jerusalém como capital.

No prefácio do documento oficial emitido pelo Sinédrio há a citação do verso de Isaías 11:9: “Ninguém fará nenhum mal, nem destruirá coisa alguma em todo o meu santo monte, pois, a terra se encherá do conhecimento do Senhor como as águas cobrem o mar”

Os rabinos disseram também que “As nações devem aproveitar esta oportunidade para avançar em seu papel esperado na construção da Casa de Deus em Jerusalém, a Casa da Paz Universal, no Monte Moriá, conforme foi profetizado na Bíblia, para obtermos a tão esperada paz mundial”.

Para eles, “As nações que votaram neste decreto maligno através de seus representantes são instrumentos de destruição e seu destino está selado, como sempre ocorreu ao longo da história com as nações que escolheram o caminho do mal.

As nações que agora vêm contra Jerusalém… estão escolhendo seu próprio destino e verão o julgamento vindo do céu… Enfatizamos que esta votação não afeta as profecias relativas a Jerusalém como a Cidade de Deus, pois a Palavra de Deus é eterna. É o destino de Jerusalém é ser uma Luz para as Nações”.

O rabino Hillel Weiss, o porta-voz do Sinédrio, explicou que “Todo mundo que já leu a Bíblia sabe que se você abençoar Israel, será abençoado, mas se amaldiçoar Israel, será amaldiçoado”. Trata-se de uma citação indireta do versículo de Gênesis 12:3.

Segundo o líder religioso, “Israel é a ferramenta de Deus neste mundo para testar os corações dos homens. Por suas ações contra Israel, homens e até países inteiros, mostram seus sentimentos em relação a Deus. Agora, cada país está sendo convocado a mostrar isso”.

O Sinédrio lembra ainda que durante sua presidência, Barack Obama esteve várias vezes contra Israel. O presidente Trump, exatamente um ano atrás, quando já tinha vencido as eleições, mas ainda não fora empossado, tuitou: “Quanto à ONU, as coisas serão diferentes depois do dia 20 de janeiro”. Com informações de Gospel Prime e Breaking Israel News

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Artigos Noticias

Globo promove romance lésbico para adolescentes em Malhação

Capítulo da semana dessa semana exibe beijo entre duas meninas

                      Globo promove romance lésbico para adolescentes

Desde que estreou, a nova temporada de Malhação, exibida este ano com o subtítulo de “Viva a Diferença”, vem tentando contar histórias que remetem à “diversidade”.  Na fase atual, uma das principais cenas foi protagonizada por Lica (Manoela Aliperti) e Samantha (Giovanna Grigio), que devem dar início a um romance gay.

O relacionamento entre as jovens inicia quando Samantha toma a iniciativa de beijar Lica.  “Andei pensando no que a gente conversou e… Acabei de descobrir que sou mais corajosa do que eu pensava. Não sei onde isso vai dar, não tô nem aí!”, declara Samantha antes do beijo.

A cena foi ao nesta quinta-feira (21), mas o clima de romance entre elas vinha rolando nas últimas semanas. Giovanna Grigio defendeu a ‘inovação’: “”Duas meninas numa festa se divertindo, e tá tudo bem! Gostar de alguém não tem nada de errado, o importante é se permitir amar, se permitir ser curioso, tudo isso é natural!”

Não é primeira vez que a temporada de 2017 de Malhação exibe um beijo gay. Em 29 de setembro, estudantes da escola fizeram um “beijaço”, que incluía pessoas do mesmo sexo. Lica deu um selinho na amiga Ellen (Heslaine Vieira) em uma “ação em respeito às diferenças” durante uma festa.

Malhação ser renova continuamente há 22 anos, trocando de protagonistas e continua fazendo sucesso entre os segmentos mais jovens de público. Ao que parece, o tema da homossexualidade adolescente será ainda mais explorado. Com informações Gospel Prime e Zero Hora