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Justiça nega pedido e mantém “Sorocaba é do Senhor Jesus”

Foram três anos de processo onde o Ministério Público exigia a retirada de totem

 

O Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu na última terça-feira (14) que a prefeitura de Sorocaba deve manter o totem com os dizeres “Sorocaba é do Senhor Jesus Cristo”.

Uma ação movida pelo Ministério Público afirmava que a placa posicionada na entrada da cidade feria a Constituição e que deveria ser removida.

Foram três anos de embate judicial, na primeira instância o TJ chegou a determinar a retirada da placa, mas a prefeitura recorreu e em 2014 uma nova decisão permitiu que o totem permanecesse na praça.

Instalado em 2006, o objeto já foi alvo de vandalismo por diversas vezes e a ação do MP, movida por estudantes de direito, tentaram removê-lo de vez da entrada da cidade.

Mas para o desembargador Oscild de Lima Júnior o totem não fere a laicidade do Estado e nem ofende a liberdade religiosa. “O Brasil foi colonizado e formado dentro dos parâmetros da civilização cristã. Este é um fato indesmentível a que não se pode fugir, tornando a questão muito mais cultural do que religiosa”, escreveu.

O magistrado também lembra que é praticamente impossível tirar os laços cristãos da sociedade brasileira como pedia os autores do processo.

“A prevalecer a tese sustentada pelo autor, pergunta-se como seria feita esta depuração religiosa cultural? Quantos milhares de ações civis públicas terão que ser propostas para afastar essa tradição cristã? Sem perder de vista o fato de o Brasil ter tido o catolicismo como religião oficial por mais de 300 anos.”por Leiliane Roberta Lopes – gospelprime

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Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

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Casamento, Divórcio ou Repúdio.

 

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Vemos em Deuteronômio 24, 1 e 2,“Quando um homem tomar uma mulher e se casar com ela, então será que, se não achar graça em seus olhos, por nela encontrar coisa indecente, far-lhe-á uma carta de repúdio, e lha dará na sua mão, e a despedirá da sua casa.2 Se ela, pois, saindo da sua casa, for e se casar com outro homem,

A situação encontrada em Mateus 5:31,32 “Também foi dito: Qualquer que deixar sua mulher, dê-lhe carta de divórcio. Eu, porém, vos digo que qualquer que repudiar sua mulher, a não ser por causa de fornicação, faz que ela cometa adultério, e qualquer que casar com a repudiada comete adultério”. e Marcos 10.4,”

E eles disseram: Moisés permitiu escrever carta de divórcio e repudiar. que provocou uma celeuma ao depararmos com uma divorciada que conseguiu a assinatura consensual de seu divorcio com seu marido o que a deixou muito feliz e com liberdade para casar-se de novo.

Agora quem casasse com ela não cometeria adultério.

Haveria contradições nos dois textos bíblicos? Não. Como explicar isso:

“E saindo de sua casa, poderá ir e casar-se de novo.” (Dt 24:2). Logo a permissão ao divórcio foi concedida e a mulher poderia casar-se novamente, anulando tudo o que havia acontecido antes.

Em 1 Timóteo 3:2 vemos que: “o ministro(Pastor) seja irrepreensível e marido de uma só mulher”.

O entendimento que temos, nesse caso, imediatamente, é que aquele que se casou depois de um primeiro casamento, não pode ser ministro.

Isso não pode ser considerado como verdade porque aqui é autorizado o divórcio e o entendimento deve ser outro do que o aplicado hoje em dia em diversas denominações.

O apóstolo Paulo, em outros trechos diz: “É bom que o ministro seja marido de uma só mulher”. Poderíamos entender aqui que existia a possibilidade da bigamia, muito embora Jesus Cristo fosse favorável à monogamia.

É necessário que essas denominações religiosas revejam esse assunto para não cometerem o erro de induzir seus pastores e líderes a viverem na situação de repúdio.

O divórcio é plenamente aceitável pelos ensinamentos bíblicos de Jesus Cristo.

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Em Lucas 16:17, 18 vemos que: “todo aquele que repudiar a sua mulher e se casar como outra, adultera”.

A pergunta feita pelos fariseus a Jesus Cristo foi a de que seria lícito ao homem repudiar sua mulher? (Marcos 10:2).

A resposta de Cristo foi: O que mandou Moisés? Eles responderam: “Moisés permite dar a carta de divórcio” (apostasion)  e repudiá-la (apoluose)” (Mc 10:4).

Entretanto, em Deuteronômio 24:1-2, nos diz que a mulher que recebia carta de divórcio poderia ir casar-se com outro.

A Bíblia fala de um só divórcio: o de Deus (Jr 3:8-18). 8 E vi que, por causa de tudo isto, por ter cometido adultério a rebelde Israel, a despedi, e lhe dei a sua carta de divórcio, que a aleivosa Judá, sua irmã, não temeu; mas se foi e também ela mesma se prostituiu. (Falando à nação)

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Entendamos: Carta de divórcio e Repúdio são duas situações bem diferentes

O que ocorre é que algumas traduções, erroneamente, foram entendidas com o mesmo sentido:

Divórcio: Interpretamos assim: “O que se casa com divorciado comete adultério”. Mas não é assim.

O divórcio é a separação completa do casamento. A anulação completa dando a liberdade à mulher e ao homem a casarem-se novamente.

O Repúdio em grego é “apoluse”, do radical “Apoluo” significa deixar de lado, abandonar, tomar outra atitude deixando de lado a primeira sem negociação, repudiar, marginalizar.

A palavra grega para divórcio é “apostasion”: que significa “Carta (ou seja conta paga) de divórcio”, que dava liberdade para a mulher. Cancelar o que havia sido feito.

O repúdio é também o período e estado que acontece entre a separação e o ato de receber a carta de divórcio.

Era assim que os homens procediam ao aborecer sua mulher, cito aqui a situação ocorrida com  o esposo da mulher samaritana, que ainda estava presa a seu marido, Jesus Cristo se referiu a seu estado civil.

Era comum entre os homens desprezarem sua esposa e casarem-se com outra, ficando aquela presa à sua lei, não podendo casar-se.

Muitos maridos tomavam essa atitude e a lei judaica que ordenava o divórcio não era cumprida (Dt 24:1,2), porque custava para o marido alto preço.

O repúdio era a saída, mas escravizava a mulher.

Jesus ensinava a fim de libertar a mulher ou o homem do jugo da escravidão do repúdio (Lc 16:17, 18), afirmando que aquele que se casasse com a mulher ou o homem repudiado, ou em repúdio cometia pecado de adultério.

A mulher era então escravizada, repudiada, marginalizada, sem direitos, sem nenhum tipo de recurso para sobreviver deveria ter a carta de divórcio e liberdade para casar-se com outro homem (Dt 24:1,2).

O repúdio não lhe permitia obter a carta de divórcio em suas mãos.

Em Mateus 5:32, Jesus utilizou as duas palavras várias vezes, e proibiu o repúdio definitivamente, dizendo que aquele que casar-se com o(a) repudiado(a) cometia adultério, com isso Jesus ensinara aos fariseus a necessidade de agirem em prol da liberdade e evitarem a poligamia.

Deus os abençoe neste dia.

 As inserções fotográficas foram obtidas junto à internet e inseridas pelo autor do site,06-06-16 013

Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

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Ciência Noticias

Deus perdoa “casos” extraconjugais?

Pesquisa mostra que o perdão de Deus é menos importante que o perdão do cônjuge

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A pesquisa realizada entre os participantes do site Victoria Milan voltados a casados desejosos de aventuras extraconjugais acreditam que Deus perdoa casos extraconjugais

No site de relacionamentos extraconjugais a pesquisa foi realizada exclusivamente com brasileiros participantes ativos e infiéis para saber qual a relação deles com a religião e o 1que pensam sobre o perdão de Deus sobre esse tipo de relacionamento.. O resultado da pesquisa, feita com 3.544 pessoas, mostra que:

82% deles são cristãos e que a maioria acredita que Deus perdoaria a traição se tiver “uma boa causa” para ser infiel.

76% dos entrevistados que disseram sim para a pergunta: “Acredita que Deus perdoa casos extraconjugais, caso ocorram por uma boa razão/causa?”. Somente 24% disse que não.

Outra pergunta respondida pelos usuários do site questionava se um envolvimento maior com a religião faria com que a pessoa deixasse de trair, 88% disse que não, 12% que sim.

Mas apesar dessa confissão,

9% dos entrevistados disseram que o cristianismo é a religião de pessoas infiéis,

45% disseram que não e

46% assinalou que os cristãos não são mais infiéis que os demais religiosos.

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“A nossa pesquisa nos mostra que o cristianismo não é visto como sendo uma religião promíscua, pelo menos não mais do que outra religião qualquer, embora os cristãos priorizem o impacto da infidelidade no seu cônjuge em detrimento daquele que é causado na sua fé”, disse Sigurd Vedal, fundador do site.

Os usuários também se mostraram mais preocupados com o perdão do cônjuge (54%) do que com o perdão de Deus (46%). “Eles acreditam veemente que Deus perdoaria sua infidelidade, enquanto a vontade do parceiro não parece igualmente benevolente”, opinou o criador do Victoria Milan. Com informações O Tempo  e gospelprime.

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Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.