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Imagem de ultrassom que mostra “demônio” observando bebê causa terror nas redes sociais

Imagem de ultrassom que mostra “demônio” observando bebê causa terror nas redes sociais

Espírito maligno ou coincidência?

Uma imagem de ultrassonografia se espalhou pelas redes sociais por causa do que parece ser um demônio observando um feto no ventre da mãe, e causou reações de espanto nos internautas.

A foto, publicada no Imgur (uma plataforma semelhante ao YouTube, mas dedicada apenas a imagens) na última sexta-feira, 01 de janeiro, já foi visualizada mais de 1,6 milhão de vezes.

No centro, as linhas que definem o feto estão bastante nítidas, mas no canto direito é possível ver uma figura, com traços indefinidos, que se assemelham às mais comuns representações de demônios, com olhos negros e chifres.

“Meu Deus, tem um demônio ao lado do bebê”, comentou um internauta, de acordo com informações da RedeTV! “Essa imagem me assustou muito. Acabei de ligar meu celular para clarear meu quarto e ver se tinha alguém aqui”, escreveu outro.

No entanto, houve quem não associasse a figura a um representante de satanás, mas sim, a deuses de outras tradições religiosas: “É um deus Hindu no lado direito”, afirmou um dos internautas.

Espírito maligno ou coincidência?

Espírito maligno ou coincidência?

Pareidolia

A associação de imagens abstratas a rostos ou outros objetos é descrita pela ciência como pareidolia. O fenômeno surge a partir de um estimulo aleatório, e é bastante comum.

Com o advento das redes sociais, os flagras passaram a ser mais divulgados, e muitas pessoas religiosas associam essas imagens a experiências sobrenaturais. De tanto ocorrer, cientistas resolveram estudar o cérebro de pessoas que dizem enxergar rostos em formas abstratas e terminaram por receber um prêmio.

Em 2014, o número de “aparições” de Jesus em casos como o listado acima foi grande. Houve quem enxergasse o rosto do nazareno na fumaça de um incêndio, ou nas fezes de um pombo, o que obviamente gerou piadas.

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Israel Noticias

Irã prepara 200 mil soldados para a chegada do “Messias islâmico”

Para estudiosos, esse pode ser o anticristo bíblico.

por Jarbas Aragão-gospelprime-

O general Mohammad Ali Jafari, comandante da Guarda Revolucionária Islâmica, afirma que o Irã já preparou cerca de 200.000 homens em todo o Oriente Médio que estariam prontos para a chegada do Mahdi. Para os muçulmanos, esse homem será um grande líder que dará “início a justiça antes do Dia do Juízo”.

Em entrevista ao jornal Turkish Daily Sabah, da Turquia, Jafari explica que a recente onda de violência e o que ocorre atualmente na região, incluindo a ascensão do Estado Islâmico e outros grupos extremistas, são sinais que a chegada do messias muçulmano é iminente.

“Os eventos que ocorreram nos últimos anos estão preparando o terreno para o surgimento de Imã Mahdi. Segundo o Middle East Monitor, esse “exército” reúne jovens na Síria, Iraque, Afeganistão, Paquistão e Iêmen.

Na tradição islâmica, há uma “profecia” de Maomé, feita no século sétimo sobre isso. Mas ela recebe diferentes interpretações. Os muçulmanos xiitas defendem que o mahdi se levantará após um período de violência generalizada e instabilidade.

Ele estabelecerá a justiça e liderará um evento similar ao “Armagedom” descrito na Bíblia, uma batalha final entre o bem e o mal.  Alguns teólogos cristãos têm afirmado que esse líder muçulmano seria o anticristo bíblico.

O fato de o Irã estar cada vez mais envolvido em diversas frentes de combate no Oriente Médio, inclusive na Síria, onde as forças da Guarda Revolucionária têm lutado para apoiar o presidente Bashar Assad.

Também estão presentes no Iêmen, onde apoiam os houthis que lutam contra o governo atual, aliado da Arábia Saudita. Nos dois casos, os resultados das guerras poderá ser o estopim para um conflito de proporções mundiais, pois envolvem forças americanas, russas e aliados de ambos.

O Oriente Médio enfrenta uma tensão crescente nas últimas semanas, principalmente após a Arábia Saudita, um país de maioria sunita, ter executado um clérigo xiita popular no Irã.  O imbróglio gerou o corte de laços diplomáticos da Arábia com o Irã.

Quem é o mahdi?

Semelhantemente a teologia cristã, o islamismo possui uma versão sobre o final do mundo.

Em seu livro Islam: The Cloak of Antichrist [Islã: O Manto do Anticristo], o autor Jack Smith afirma que o Alcorão prediz que Jesus (chamado por eles de Issa) descerá do céu e vai unir forças com o Messias profetizado pelo Islã, chamado de “Mahdi”. Jesus, então, afirmará que o Islã é a única fé verdadeira e criticará os cristãos por terem erroneamente feito dele o Filho de Deus.

A teologia muçulmana xiita afirma que grandes guerras devem ocorrer na Terra, durante as quais um terço da população mundial irá morrer em combate e outro terço por causa da fome e da violência. Israel deve ser destruído para que então o 12 º imã, chamado de Mahdi, apareça para matar todos os infiéis, levantando a bandeira do Islã em todos os cantos do mundo.

Os líderes do Estado Islâmico, que já conquistaram partes da Síria e do Iraque, insistem que estão se preparando para a “batalha final” entre o bem e o mal, que contará inclusive com Jesus Cristo voltando a Terra para se juntar a sua causa.

Atualmente, mais de dois terços do um bilhão de muçulmanos que vivem no planeta esperam que o Mahdi venha logo, indica uma pesquisa recente do Instituto Pew Research.

O Estado Islâmico já está marcando a data para a “guerra do fim do mundo”. Além disso, líderes muçulmanos têm anunciado a volta de Issa (Jesus) e a iminente chegada do Mahdi.

Um ebook sobre o assunto está disponível em português e pode ser baixado aqui.

Governo quer banir a história do cristianismo do currículo escolar, denuncia professor

Publicado por Tiago Chagas -gnoticias-em 7 de janeiro de 2016

Governo quer banir a história do cristianismo do currículo escolar, denuncia professor

O governo federal voltou à carga para tentar mudar conceitos importantes da sociedade brasileira através da educação, com a criação silenciosa de uma proposta de unificação do currículo escolar no país.

De acordo com essa proposta, questões de história ligadas à origem do cristianismo ou ao surgimento da democracia ficariam de fora dos temas a serem tratados nas aulas de história ao longo dos nove anos que englobam os ensinos Fundamental e Médio.

O alerta foi feito pelo professor e historiador Marco Antônio Villa, comentarista da rádio Jovem Pan e colunista do jornal O Globo. Villa é um ferrenho opositor do governo petista e defensor do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT).

“O Ministério da Educação está preparando uma Revolução Cultural […] Sob o disfarce de ‘consulta pública’, pretende até junho ‘aprovar’ uma radical mudança nos currículos dos ensinos fundamental e médio — antigos primeiro e segundo graus. Nem a União Soviética teve coragem de fazer uma mudança tão drástica como a ‘Base Nacional Comum Curricular’”, introduziu Villa em seu artigo publicado recentemente.

De acordo com o professor, a proposta do MEC “é um crime de lesa-pátria”, pois baniria a origem de diversas filosofias que não se alinham à ideologia socialista/comunista abraçada pelo Partido dos Trabalhadores e pretendida por seus políticos como absoluta no Brasil.

“Vou comentar somente o currículo de História do ensino médio. Foi simplesmente suprimida a História Antiga. Seguindo a vontade dos comissários-educadores do PT, não teremos mais nenhuma aula que trata da Mesopotâmia ou do Egito. Da herança greco-latina os nossos alunos nada saberão. A filosofia grega para que serve? E a democracia ateniense? E a cultura grega? E a herança romana? E o nascimento do cristianismo? E o Império Romano? Isto só para lembrar temas que são essenciais à nossa cultura, à nossa história, à nossa tradição”, pontuou Villa.

Em sua análise da proposta, o professor concluiu que “os comissários-educadores — e sua sanha anticivilizatória — odeiam também a História Medieval”, pois omitiram os dez séculos marcados pela “expansão do cristianismo e seus reflexos na cultura ocidental, o mundo islâmico, as Cruzadas, e as transformações econômico-políticas”.

“Parece mentira, mas, infelizmente, não é. Mas tem mais: a Revolução Industrial não é citada uma vez sequer, assim como a Revolução Francesa ou as revoluções inglesas do século XVII […] [Os petistas não] perdoaram também a História do Brasil. Os movimentos pré-independentistas — como as Conjurações Mineira e Baiana — não existiram, ao menos no novo currículo. As transformações do século XIX, a economia cafeeira, a transição para a industrialização, foram desconsideradas, assim como a relação entre as diversas constituições e o momento histórico do país”, elenca.

Doutrinação

Essa não é a primeira tentativa de doutrinação do governo petista através da educação. Em 2015, o MEC havia tentado avançar na implementação da ideologia de gênero nas escolas públicas brasileiras e criou o Comitê de Gênero, para debater métodos de abordagem do assunto.

A iniciativa era uma clara tentativa de contornar a decisão do Congresso Nacional em 2014, que recusou a ideologia de gênero como tema de ensino nas escolas. O MEC já havia ignorado essa decisão e vinha exigindo que os estados e municípios instituíssem essa matéria no currículo escolar. A pressão do governo não surtiu efeito, e a maioria do deputados estaduais e vereadores também recusaram o tema em votações nas suas respectivas esferas.

Posteriormente, o Comitê de Gênero teve suas funções modificadas, assim como o nome. O então ministro, Renato Janine Ribeiro, terminou demitido por Dilma e substituído por Aloízio Mercadante (PT), na reforma ministerial.