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Nasa flagra algo saindo de buraco negro pela primeira vez na História

Nasa flagra algo saindo de buraco negro pela primeira vez na História | Super Incrível – Yahoo Notícias

  

Buracos negros são extremamente intrigantes para a humanidade — sejam leigos ou especialistas. As formações sempre intrigaram a humanidade no sentido do que podem fazer, sempre com teorias que dizem respeita a “passagens” entre dimensões por meio deles.

E, agora, a curiosidade humana ganha mais um capítulo: pela primeira vez na história a Nasa avistou algo saindo de um buraco negro. Não se sabe o que é  e nem os efeitos dessa movimentação, mas a exploração em torno do buraco-negro superlativo Margarina 335 já chama atenção.

O flagra feito pela agência espacial norte-americana aconteceu através do conjunto do telescópio espectroscópico nuclear da Nasa. O momento foi considerado por muitos especialistas que trabalham no projeto como um verdadeiro milagre, já que nunca havia acontecido tal registro.

  

“Essa é a primeira vez que conseguimos conectar o lançamento do halo de uma labareda. Isso vai nos ajudar a entender como os buracos negros superlativos alimentam alguns dos objetos mais brilhantes do Universo”, explica Dan Wilkins, envolvido no projeto e pesquisador da Universidade de Saint Mary.

A principal questão dos pesquisadores agora é descobrir o que é o “algo” que eles flagraram saindo do buraco negro. Se descobrirem, acreditam que darão passo importante nos estudos sobre esse tipo de fenômeno, chegando, por exemplo, a conclusões sobre tamanho, dimensões e funções dos buracos.

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A narração da criação

Nessa história existe uma moral que é bem mais valiosa do que sua literalidade ou qualquer mito da época.

por Victor dos Santos – gospelprime –


A narração da criação

Leitura: Gênesis 1.1 – 2.3

Deus, o criador dos céus e da terra, dos animais, vegetais e do homem. Lemos essa realidade na narração da criação (Gn 1.1-28), quando Deus com o poder da sua palavra diz “haja” e houve. Cria tudo em ordem, com propósito e vê que é bom. Maravilhosa é essa narração, mas para o mundo moderno não passa de ilusão, após as diversas descobertas da ciência a passagem de Gênesis 1 não passa de um conto, mito e fanatismo dos que a leem de forma literal.

Maneiras de interpretar não faltam, cientistas criacionistas acreditam de um jeito, cada teólogo de outro, mas uma coisa é certa, Gênesis 1 é uma mensagem ao antigo povo hebreu, nessa história existe uma moral que é bem mais valiosa do que sua literalidade ou qualquer mito da época.

Nós do ocidente não temos uma característica que os povos antigos e até hoje os povos do oriente tem, é a beleza de ensinar através de histórias. Como isso é fascinante para eles, trazer uma narração onde não importa se os personagens são verdadeiros ou não, se existe um dragão ou não; usam imagens, alegorias ou até fatos verídicos para trazer uma lição da narração, o foco não são os personagens nem o cenário, mas a moral, o ensino que a narração trará. Nós que gostamos de teorizar tudo, ensinar de forma sistêmica, mas antigamente não, ensinava-se contando histórias.

O próprio Jesus utilizou esse método, um dia ele contou a história do “filho pródigo” (Lc 15.11 a 32): Um rapaz pede ao pai sua parte da herança porque quer sair e viver sua vida, seu pai atende o pedido e esse rapaz sai pelo mundo afora, curte a vida em festas, gastando tanto a ponto de perder tudo e ter que se alimentar com os porcos. Até que um dia ele cai em si e resolve voltar para casa mesmo para que seja um trabalhador de seu pai, assim ele teria uma vida mais digna do que estava tendo, quando o rapaz volta, seu pai corre e o abraça, coloca um anel em seu dedo, o dá sandálias e prepara uma grande festa, porque “o seu filho estava morto e reviveu, tinha-se perdido e foi achado”.

Essa história que Jesus conta é um fato verídico ou não? Alguns dizem que sim, outros que não, mas o que importa isso? O objetivo da narração era ensinar as pessoas, explicar que somos essas pessoas que abandonam a Deus e que precisamos cair em si, não esquecendo que Deus, o Pai está aguardando a nossa volta para a sua casa. Jesus contou diversas outras histórias, com um objetivo maior do que os fatos, a moral, o ensino.

Partindo do princípio da interpretação tradicional de Gênesis 1, Moisés recebeu a revelação de Deus sobre a criação, ora, se Deus queria falar com Moisés e com o povo hebreu, claro que iria usar uma linguagem que essas pessoas entenderiam. Essa narração não é um fato científico, nem geográfico, não é esse o intuito do texto, mas é sim uma revelação, um ensino para o antigo Israel.

O antigo povo hebreu foi aquele afligido, escravo, conheceu todos os tipos de deuses no Egito e sempre via a prosperidade dos outros povos com seus deuses sobre eles. Então eles recebem uma mensagem: O Deus, criador dos céus e da terra é o Senhor de Israel. De inicio, a terra era “sem forma e vazia”, ou seja, inabitável.

Havia trevas sobre os céus e a terra, mas não as trevas que teorizamos hoje, trevas é o que Israel chamava de escuridão (não que Deus criará a escuridão, mas se ainda não existe luz, só existe escuridão, Deus é luz, e a ausência dele é trevas) e essa escuridão cobria o abismo, esse abismo também não é o que sistematizamos hoje, não é inferno, para Israel abismo era o mar, o desconhecido.

Perceba, a narração é linguagem própria para o antigo Israel, eles entenderiam facilmente a moral desta história, tanto que, aquilo que temiam, que era o mar, estava sobre controle, pois o espírito de Deus soprava sobre ele. O sol, a lua, a mãe terra, as estrelas, tudo isso eram os deuses dos povos antigos, mas para Israel não passavam de obras da criação de Deus.

Entenda, a narração da criação é uma lição para Israel, Deus os ensina que eles não precisavam se invejar dos outros povos, porque o seu Deus era o criador de tudo, o sol e os outros astros que as nações adoravam, não passavam de objetos a serviço de Deus. As trevas e a expansão de mares que Israel temia, Deus chama simplesmente de noite, céus e terra. Esse Deus, o Senhor dos hebreus, está no controle de tudo, é maior que tudo, é criador, é esse Deus que está com Israel, essa é a mensagem para este povo.

Para nós, a mensagem é a mesma: Deus é o criador, é o Soberano, as maldades e os medos existem pela ausência da luz, por nossas atitudes longe da luz, mas esse Deus é soberano para na hora que quiser se levantar do trono e colocar um ponto final em qualquer situação. Saiba, o Deus poderoso para resolver os conflitos do povo de Israel é o nosso Deus.

 

  autor

Victor dos Santos

Victor dos Santos

Victor dos Santos, mora em Santo André-SP. Blogueiro (PazRelevante). Bacharel em Teologia pela Universidade da Bíblia, graduado em Logística pela Uniban e estudante da PUC SP.

Ministério da Justiça afirma que jihadistas “trarão progresso ao país”

Comentário no Facebook gera reação imediata de conservadores e é apagado horas depois.

por Jarbas Aragão – gospelprime –

 

Ministério da Justiça afirma que jihadistas “trarão progresso ao país”
Min. da Justiça diz que jihadistas “trarão progresso ao país”

Em tempos de “guerra virtual” no Facebook, qualquer imagem, vídeo ou comentário feito na rede pode se iniciar uma reação em poucos minutos.

Nesta quinta (05), a página oficial do Ministério da Justiça no Face defendeu a vinda de jihadistas ao Brasil “para trazer mais progresso ao nosso país”. Segundo a postagem, eles, “assim como qualquer outro povo de qualquer outra origem”, “merecem respeito” afinal “temos que desconstruir alguns conceitos”.

A campanha do Ministério nas redes com o slogan #EuTambémSouImigrante estimula pessoas a compartilharem suas origens, como foi a vinda de seus antepassados para o Brasil.

Entre os mais de 10 mil comentários, o internauta Heder Duarte fez um alerta: “Imigrantes pacíficos são bem-vindos, já os jihadistas devem ser bloqueados de entrar no Brasil”.

Alguém da equipe do ministro José Eduardo Cardozo responde em nome do Ministério da Justiça, mostrando que ou o PT ignora o que seja jihadismo ou que o discurso de Dilma na ONU ano passado defendendo os terroristas é que estabeleceu essa diretriz.

Ministério da Justiça e os jihadistas

Ao defender os adeptos da jihad, a “guerra santa” que os muçulmanos usam como justificativa para atos de terrorismo e assassinato de judeus e cristãos, o governo petista mostra que não os vê como um perigo. Acostumados a apoiar movimentos de terrorismo nacional, como MST, o MTST, a CUT e a UJS, talvez acreditem que ainda resta algo a ser aprendido.