Líder do Estado Islâmico diz que Islã é a religião da guerra

Ele convoca todos os muçulmanos do mundo para que se junte à essa guerra

por Leiliane Roberta Lopes – gospelprime –

 

Líder do Estado Islâmico diz que Islã é a religião da guerra
Líder do Estado Islâmico diz que Islã é a religião da guerra

O líder do Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdali, aparece em uma mensagem de áudio divulgada pelo grupo terrorista afirmando que o “islã é a religião da guerra”.

A mensagem foi compartilhada em fóruns jihadistas e se baseia em um ensinamento de que o profeta Maomé teria ordenado que se faça guerra “até que somente Alá seja adorado”.

O líder jihadista diz que todos os muçulmanos devem trabalhar essa guerra e não só o EI. “A guerra que estamos travando não é só a guerra do Estado Islâmico. É a guerra de todos os muçulmanos”.

Com isso, al-Baghdali convoca a todos os fiéis de Ala para que se juntem à jihad (guerra santa) que “é a guerra das pessoas de fé contra os infiéis” e “é obrigatória para todo muçulmano que preste contas a Alá”.

Ao mesmo tempo que pregava que a luta é uma obrigação de todos os muçulmanos, o líder do EI elogia os combatentes do grupo terrorista que lutam no Iraque, Síria, Líbia, Argélia, Tunísia e em outros países.

Não se sabe a data do vídeo, mas se for confirmado que se trata de um áudio original e recente, a informação de que Baghdali foi gravemente ferido no dia 18 de março será desmentida. Com informações Exame

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Muçulmanos querem impedir a vinda do Messias

Caravana continua em Jerusalém

por Jarbas Aragão -gospelprime-

 

Gospel Prime nas Terras Bíblicas: Muçulmanos querem impedir a vinda do Messias
Muçulmanos querem impedir a vinda do Messias

Aqueles que conhecem o Antigo Testamento estão acostumados com as referências aos portões das muralhas de Jerusalém. Quem visita a cidade hoje não encontrará as mesmas estruturas mencionadas na Bíblia, mas verá uma construção magnifica.

Quando o sultão otomano Solimão conquistou Jerusalém no século 16, decidiu reconstruir as muralhas que cercavam aquela que é uma cidade sagrada também para os muçulmanos. A tradição diz que ele queria que as muralhas fossem reedificadas exatamente sobre os alicerces dos originais.

Contudo, os engenheiros da época acabaram deixando de fora um trecho que rodeava o monte Sião. Portanto, as muralhas que vemos não são as mesmas restauradas por Neemias, tampouco as que existiam nos dias de Jesus. Existem painéis ao lado dos portões explicando todas as vezes que elas foram derrubadas e reconstruídas.

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Embora as muralhas existentes não sejam as “originais”, elas possuem grande valor histórico e bíblico. As oito entradas existentes (chamadas de portas ou portões) recebem os seguintes nomes: de Jafa, Novo, de Damasco, de Herodes, dos Leões, do Monturo, de Sião e Dourado. Todos os visitantes podem entrar na cidade atual de Jerusalém por essas grandes portas, mas uma delas está lacrada propositalmente. Trata-se do Portão Dourado, também chamado de Portão da Misericórdia.

O comprimento das muralhas é de quatro quilômetros, formando uma espécie de quadrado com 1 km de cada lado. Sua altura média é de 12 metros e a espessura média de 2,5 metros. Existem sobre as muralhas 34 torres de vigia e 8 portas ou portões de entrada. Pagando-se ingresso é possível subir nas muralhas ao lado do Portão de Jafa e circundar quase toda a cidade por cima delas.

Olhando-se para dentro desse pequeno espaço murado é possível identificar claramente a divisão da chamada Jerusalém velha em 4 bairros: o judeu, o árabe (muçulmano), o armênio e o cristão. Também está dentro desse local os símbolos mais conhecidos da cidade: o Muro das Lamentações e a Esplanada das Mesquitas.

Quem visita o Muro das Lamentações verá apenas o que restou de um murro de arrimo, que servia para conter a terra da estrutura do segundo templo, construído por Herodes, o Grande. Ou seja, não se trata de um dos muros do templo.

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Todos os dias judeus praticantes visitam o local, que tem cerca 55 metros de comprimento e 18 de altura. É possível ver muitos orando, chorando e cantando. Embora o nome oficial seja “muro Ocidental”, o apelido de “das lamentações” é justamente por que a maioria deles ainda vê o local como uma lembrança palpável da destruição do Templo pelo general romano Tito no ano 70 d.C. O acesso não fecha, sendo visitado praticamente 24 horas por dia.

A poucos metros dali é possível comprar um ingresso e fazer uma visita aos alicerces do Monte do Templo. Embora pouco conhecido pelos turistas, esse passeio subterrâneo por túneis revela dados fantásticos sobre as construções do primeiro e do segundo Templo. Segundo o guia, as pedras brutas que podem ser vistas no local escavado estão ali há quase 3 mil anos. Existe ainda uma pedra colocada pelos romanos, na formação do alicerce que pesa 1400 toneladas! Os túneis escavados por arqueólogos são uma prova incontestável de que naquele local existia uma construção, fato negado pelos muçulmanos radicais, os quais afirmam que o Templo de Salomão nunca existiu. Obviamente admitir isso seria o mesmo que reconhecer o direito dos judeus ao Monte Moriá, hoje nas mãos do governo da Jordânia – embora os soldados que ali trabalham afirmem ser da Palestina.

Se pelos subterrâneos já existe uma prova irrefutável, do lado de fora das muralhas se apresenta outra estrutura que revela a tentativa humana de se impedir a construção de um Terceiro Templo.  A profecia de Ezequiel 40-46 indica que essa edificação ainda virá a existir. Do ponto de vista humano, hoje isso é impossível por que não é permito para os judeus sequer subirem no local para orar.

Túnel debaixo das muralhas.

Por outro lado, os estudantes das profecias sabem que a vinda do Messias passa tanto pelos muros de Jerusalém quanto pelo Terceiro Templo (Zc 6). Acredita-se que esse Templo já estará erguido quando o Anticristo governar o mundo. Mas ele o profanará e o povo judeu será novamente forçado a deixar o Templo pois recusará a adorar o Anticristo (Dn 9.27). Algum tipo de imagem será colocado ali (2 Ts 2:4), conhecida como “o abominável da desolação” (Mt 24.15, Mc 13:14 e Dn 12:9-12).

Apesar de existirem diferentes interpretações para as profecias do Livro de Zacarias,  não se pode ignorar a importância do portão Dourado. Ele está localizado no lado oriental do Monte do Templo e dá acesso direto ao local onde um dia esteve o Santo dos Santos. É a antiga Porta Oriental do Templo (Ne 3.29). Segundo a tradição, foi por este Portão que Jesus, vindo do Monte das Oliveiras, adentrou a Cidade (Mt 21; Mc 11; Jo 12) na chamada “entrada triunfal”, ocasião em que foi aclamado como rei (Jo 12:13).

Portão Dourado.

Durante séculos o portão dourado esteve aberto. Contudo, quando os servos de Solimão terminaram de reconstruir as muralhas, o sultão (que era muçulmano) quis mostrar que não haveria como o Messias vir para governar a partir de Jerusalém. Ele conhecia a tradição judaica e quis certificar-se que além do rei dos judeus precisar de muita força para derrubar o portão, ainda teria de violar uma de suas leis, por isso mandou que fosse feito um cemitério logo em frente. O judeu não pode tocar em mortos segundo a Lei (Nm 19) sem que fique “impuro”. Solimão acreditava que fechando o portão e construindo um cemitério iria impedia a chegada desse novo rei. Desde 1541 o portão está lacrado e o cemitério ainda existe frente a ele. Quem visita a esplanada das Mesquitas pode ver a parte interna no portão.

Os muçulmanos conseguirão assim impedir a vinda do Messias? Obviamente que não. O capítulo 14 de Zacarias diz que o Messias repousará seus pés no Monte das Oliveiras e ele se fendirá, Traçando uma linha reta do pico do Monte para o Oriente (segundo a profecia) é possível ver que encontrará o Portão Dourado. A construção conhecida como Domo da Rocha ao longo da história, foi parcialmente derrubada por dois terremotos, mostrando que a falha geológica sob Jerusalém continua ativa. Estudos mostram que ela passa também pelo Monte das Oliveiras.

A disputa pelo Monte do Templo é antiga, mas o fina já é conhecido. Por mais que os muçulmanos neguem a posse do local aos judeus e façam esforços para impedi-los, quem estuda as profecias verá que tudo isso é apenas o cumprimento das profecias bíblicas.

História das Muralhas.

“Então os querubins elevaram as suas asas, e as rodas os acompanhavam; e a glória do Deus de Israel estava em cima sobre eles. E a glória do Senhor se alçou desde o meio da cidade; e se pôs sobre o monte que está ao oriente da cidade.” (Ezequiel 11:22-23)

A glória do SENHOR entrou no templo pela porta que olha para o oriente” (Ezequiel 43:4)

“Então, o homem me fez voltar para o caminho da porta exterior do santuário, que olha para o oriente, a qual estava fechada. Disse-me o SENHOR: Esta porta permanecerá fechada, não se abrirá; ninguém entrará por ela, porque o SENHOR, Deus de Israel, entrou por ela; por isso, permanecerá fechada.” (Ezequiel 44:1-2)

“Naquele dia os seus pés estarão sobre o monte das Oliveiras, a leste de Jerusalém, e o monte se dividirá ao meio, de leste a oeste, por um grande vale; metade do monte será removido para o norte, e a outra metade para o sul.” (Zacarias 14:4)

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Igrejas Batistas passam a permitir que seus missionários manifestem o dom de línguas

 Publicado por Tiago Chagas – gnoticias.com.br – em 18 de maio de 2015
Igrejas Batistas passam a permitir que seus missionários manifestem o dom de línguasA Convenção Batista do Sul, nos Estados Unidos, decidiu derrubar a proibição a seus líderes de orarem e/ou falarem em línguas. A medida estava em voga desde 2005, quando uma diretriz da Junta de Missões Mundiais proibiu a prática para missionários.

A discussão teológica em torno do assunto é antiga e controversa. Entre muitas igrejas protestantes históricas, o entendimento é que a manifestação do dom de línguas foi limitada aos apóstolos que viveram nos anos posteriores à ascensão de Jesus ressurreto aos céus. Para estes, o derramar do Espírito Santo em Atos foi um evento específico para aquela época.

A partir desse entendimento, a Convenção Batista do Sul resolveu proibir a prática do que chamam de glossolalia em suas igrejas, como forma de se diferenciar de outras denominações pentecostais e carismáticas.

Na última quarta-feira, 13 de maio, foi decidido que vocacionados para missões que se candidatarem à função não serão mais desclassificados se afirmarem que oram em línguas espirituais.

“Em muitas partes do mundo, essas experiências carismáticas são normativas”, disse Bill Leonard, professor de história da igreja em Wake Forest Divinity School, justificando o porquê da mudança de postura. “Os grupos religiosos que se opõem a eles ficam para trás evangelisticamente”, acrescentou, em entrevista ao Religion News Service.

“Se alguém dissesse que orou em línguas, era automaticamente desclassificado, para ser honesto”, disse o pastor Wade Burleson, um dos que se opunham à proibição.

No entanto, a revisão da regra não significa que os missionários que não recebem o dom não serão mais selecionados para o campo. O Conselho de Missões ressaltou que continuará reprovando os missionários que apresentam “ênfase persistente em um dom específico do Espírito como normativa para todos ou para a extensão”, pois essa doutrina “se torna perturbadora”. Não é raro encontrar igrejas pentecostais ou neopentecostais que condicionam o reconhecimento do batismo com o Espírito Santo à manifestação do dom de línguas.