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Big Bang e Teoria da Evolução não contradizem a lei cristã, diz papa

O líder católico criticou quem acredita que Deus criou o mundo com se fosse um mago

por Leiliane Roberta Lopes

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Big Bang e Teoria da Evolução não contradizem a lei cristã, diz papa
Big Bang e Teoria da Evolução não contradizem a lei cristã, diz papa

Durante um discurso na Pontifícia Academia de Ciências nesta segunda-feira (27), o papa Francisco afirmou que a Teoria da Evolução e o Big Bang são reais e que elas não contradizem com o que está em Gênesis sobre Deus ter criado todas as coisas.

O líder católico criticou a interpretação das pessoas que leem a Bíblia e acham que Deus criou o mundo “como um mago”. Francisco disse que a criação do mundo “não é obra do caos, mas deriva de um princípio supremo criado por amor”.

Ao mesmo tempo o religioso afirmou que o “Big Bang não contradiz a intervenção criadora, mas a exige”. Francisco participava da inauguração de um busto de bronze em homenagem ao Papa Emérito Bento XVI e fez essas declarações sobre temas que constantemente divide cientistas e cristãos.

A Teoria do Big Bang afirma que uma explosão ocorrida há cerca de 13,8 bilhões de anos deu origem ao Universo e à vida da Terra. Mas ela não foi a única teoria a ser comentada pelo Papa, o líder católico também falou sobre a Teoria da Evolução. “A evolução da natureza não é incompatível com a noção de criação, pois exige a criação de seres que evoluem”, disse o Papa.

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Pastores alertam para riscos à sociedade em novo governo petista e cobram seriedade de Dilma; Confira

Profile photo of Tiago ChagasPublicado por Tiago Chagas – gnoticias – em 28 de outubro de 2014

Pastores alertam para riscos à sociedade em novo governo petista e cobram seriedade de Dilma; ConfiraA reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT) para mais um mandato de quatro anos à frente do Brasil despertou pastores protestantes e os motivou a publicarem artigos e cartas abertas à mandatária, expressando suas preocupações.

O teor comum a todos os textos é de preocupação com os rumos da nação e temor com o processo – já em andamento, segundo muitos estudiosos – de implantação de um regime marxista disfarçado de democracia no Brasil.

O pastor presbiteriano Mauro Meister publicou o artigo “Reflexões esparsas pós resultados eleitorais” no blog O Tempora, O Mores. O texto expressa, de forma embasada, os mesmos alertas feitos por líderes pentecostais como Silas Malafaia e Marco Feliciano (PSC-SP), entre outros.

Para Meister, os maiores riscos a que a sociedade brasileira está exposta a partir da reeleição de Dilma Rousseff virão a médio e longo prazo.

“Corremos perigos? Sim! Imediatos? Nem tanto, mas, ainda assim, crescentes e rápidos. Minha percepção, por conta da ideologia e ações recentes, é que o partido no governo não preza a democracia. Sua origem de luta contra a ditadura de direita não o coloca na categoria democrática. Seus ideólogos gramicianios tem sido bem sucedidos, a despeito de seus líderes populares terem se embebedado com a glória do poder e suas riquezas”, escreveu Meister.

O gramscismo, como ficou conhecida a estratégia idealizada por Antônio Gramsci, fundador do Partido Comunista Italiano, é a proposta de ocupar o Estado e o que ele chamou de “forças vivas” – mídia, igrejas e sistema econômico – de um país de forma gradual, com adeptos do comunismo/marxismo, para promover uma revolução silenciosa e converter os adeptos de ideais tradicionais em pessoas doutrinadas às suas propostas.

“Para que o projeto acima dê certo, é necessário um aparelhamento do Estado e, ao mesmo tempo, uma aparência de legitimidade democrática associada a conceitos de hegemonia de pensamento”, observou o pastor Meister.

Para o líder presbiteriano, “os mesmos que são acusados de ser ‘contra o partido’ (ex: Globo) são aqueles que promovem as causas dessa consolidação de pensamento: insistência no governo para as supostas minorias (negros, gays, mulheres como oprimidas, os sem terra) causa aborcionistas, desarmamento, etc. (vejam as ênfases no discurso da vitória da presidente)”.

“Tudo isso serve como uma quebra dos chamados valores tradicionais (mantidos pelas ‘elites’) e o surgimento de uma nova hegemonia de pensamento (quem foi o representante da juventude?)”, acrescentou o pastor Meister, fazendo referência ao deputado federal e ativista gay Jean Wyllys (PSOL-RJ), indicado por Dilma para ser o elo entre o governo e os jovens do país.

Outro ponto foi destacado por Meister em seu texto e apontado como essencial para a implementação do projeto que se convencionou chamar de “aparelhamento do Estado” ser bem sucedida: educação.

“A educação brasileira já está totalmente aparelhada, mas os que estão dentro, muitas vezes não percebem. Quanto mais ignorantes (aqueles que ignoram), melhor! Não há real interesse em que exista pensamento autônomo, no sentido do indivíduo que pensa por si mesmo (ainda que este seja o discurso da educação há décadas), mas no indivíduo que aja com a massa, como uma torcida, liderada pelos Conselhos Populares. Enquanto os cristãos deveriam lutar por uma educação heteronormativa (no caso, segundo a norma de Deus), as políticas governamentais tem sido sistematicamente opostas. Nossos filhos vão para a escola e voltam para casa achando que todos os tópicos citados acima são o certo e o verdadeiro, o contrário do que seus pais caretas e suas igrejas ensinam”, observou Meister

O teólogo e pastor presbiteriano Antônio Carlos Costa, fundador da ONG Rio de Paz, também se posicionou e publicou uma carta aberta à presidente reeleita, cobrando dela ações que atendam ao interesse da sociedade e respeitem a dignidade humana.

“Presidente Dilma, em seu governo e no do seu antecessor mais de 600 mil pessoas – a maioria esmagadora, pobres -, tiveram a vida interrompida pelo crime. Números de guerra civil. Milhões de brasileiros olham diariamente para o porta retrato de parentes amados que foram arrebatados do seu convívio por terem nascido num país que deixa matar. Jazem em nossas prisões quase 600 mil seres humanos, vivendo em masmorras medievais, com características de campo de concentração nazista, num país cuja presidente afirma conhecer a dura realidade do cárcere, por já ter passado por ele”, destacou o pastor Costa.

Com uma ênfase bem menos “ideológica”, Costa se ateve às necessidades emergenciais da sociedade brasileira e as possíveis soluções práticas.

“Apesar de toda essa sorte de graves problemas sociais, que geram sofrimento para milhões e instabilidade política num país agora bastante dividido, reportagem recente da Folha de S. Paulo (29/09), entretanto, prova que mais de 40% das promessas que Vossa Excelência fez em 2010 não foram cumpridas até hoje. Faço um apelo à Vossa Excelência. Apresente ao país – de modo claro que até o brasileiro mais humilde possa entender -, suas metas de governo e prazos para a realização do que foi prometido. Presidente, é fato, provado pela falta de infraestrutura que esteja à altura do nosso poder econômico, que o Estado brasileiro precisa ser gerido com mais eficiência, princípio constitucional basilar da administração pública”, cobrou o pastor.

Já o pastor Renato Vargens, líder da Igreja Cristã da Aliança, em Niterói (RJ) falou sobre a distorção feita pelo PT do princípio de assistência social, que foi transformada em uma ferramenta de manipulação.

“Por favor, pare de usar políticas públicas como instrumento de perpetuação do seu partido no poder. Sei que o “Bolsa Família”, “Minha casa minha vida” e outros programas são extremamente importantes para parte do povo brasileiro, contudo, oferecer programas assistencialistas sem proporcionar uma ‘porta de saída’ àqueles que vivem na pobreza é desumano e desleal”, disparou Vargens.

O artigo do pastor acrescenta que é importante que Dilma respeite as características e princípios do povo e interrompa a iniciativa de forçar uma mudança de comportamento e pensamento sobre questões morais na sociedade.

“Por gentileza, valorize e respeite a família brasileira. As estatísticas dizem que a esmagadora maioria da população é conservadora. A pesquisa Ibope/Estado/TV Globo revelou por exemplo que 79% dos eleitores brasileiros são contra a descriminalização da maconha, e apenas 17% a favor. Se não bastasse isso: 79% da população  são contrários ao aborto e 16%, favoráveis. A maioria também rejeita o casamento gay: 53% a 40%. Quanto o assunto é a pena de morte a população está dividida  46% defendem a medida, e 49% a rejeitam. Já a redução da maioridade penal tem o apoio de oito em cada dez brasileiros”, exigiu o pastor.

Renato Vargens também enfatizou questões ideológicas ligadas às motivações do Partido dos Trabalhadores em seu texto, e afirmou que não é aceitável que a presidente do Brasil refira-se a perseguidores de cristãos, como os terroristas do Estado Islâmico, como “pessoas de bem”.

Ao final de seu artigo, Vargens lembrou do mais recente escândalo de corrupção e cobrou firmeza de Dilma: “Por favor preserve a Petrobrás. Vossa excelência tem a responsabilidade de cuidar do patrimônio da nação. Presidente, chega de escândalos, de roubos, de desvio de dinheiro público”.

Líder muçulmano anuncia: “Jesus Cristo está de novo entre nós”

Documentário mostra visão islâmica sobre os tempos finais

por Jarbas Aragão

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Líder muçulmano anuncia: “Jesus Cristo está de novo entre nós”
Líder muçulmano anuncia: “Jesus Cristo está de novo entre nós”

O estudioso de profecias e autor Joel Richardson tem chamado atenção nos últimos anos por emitir sucessivos alertas sobre os “sinais dos tempos” nos tempos do fim. Seu mais novo documentário, chamado “Testemunha do Fim dos Tempos” traz entrevistas com diferentes pessoas, falando sobre o assunto.

Sem dúvida, a mais intrigante é com Adnan Oktar, que comando um popular programa de TV na Turquia e já escreveu mais de 300 livros sobre o Islã.  Oktar vem falando abertamente na Turquia sobre o messias muçulmano, chamado de Mahdi, que em breve se revelará ao mundo. Porém, ele avisa que antes disso, ocorrerá o retorno de Jesus, que os muçulmanos chamam de “profeta Isa”.

Jesus teria como função ajudar o Mahdi em sua missão de converter o mundo todo ao Islã. Sua aparição seria para revelar que ele não é o filho de Deus, tampouco foi crucificado ou ressuscitou dos mortos. Ele contaria que, na verdade, é um seguidor do islamismo. Para provar sua condição, fará muitos milagres.

Segundo Oktar, Jesus será muito persuasivo e mostrará que comanda os “jinnis”, os quais os muçulmanos consideram seres espirituais poderosos. Quando o mundo estiver pronto, terá início o governo de sete anos do Mahdi na Terra.

Sendo um muçulmano sunita, tudo que Oktar está dizendo faz parte de uma tradição de centenas de anos e que é defendida até mesmo por influentes líderes xiitas. O aspecto que mais chama atenção é o fato de o Mahdi e Jesus já estarem no planeta Terra. É apenas uma questão de tempo até que se revelem.

A tradição islâmica aponta que o Mahdi apareceria em entre os anos 1400 e 1500 no calendário islâmico. Os muçulmanos afirmam que estamos no ano 1435.

Richardson mostra em seu documentário que as palavras de Oktar são respeitadas não só na Turquia. Graças à sua popularidade e grande audiência do seu programa que é transmitido por vários canais para o mundo árabe em toda a Ásia Central, em partes da Rússia e do Leste Europeu. Além disso, afirma ter uma relação próxima com o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdoğan.

Para o estudioso cristão, esse anúncio sobre o Mahdi e o “Jesus muçulmano” casa perfeitamente com a descrição bíblica do Anticristo e do falso profeta, que surgirão nos últimos dias e, segundo a Bíblia, “enganarão a muitos.”

Quando se analisa pelo aspecto político, é bom lembrar que a Turquia, embora seja aliada da OTAN e tenha pedido para fazer parte da União Europeia, foi a sede durante centenas de anos do antigo Império Otomano.

Existem sérias denúncias que é o país que mais compra petróleo do Estado Islâmico, organização terrorista que proclamou o ressurgimento do califado, o que na prática seria a retomada do Império Otomano.

De fato, a Turquia já surge como a potência dominante no Oriente Médio e está se posicionando para um confronto com outros poderes, especialmente o Irã e o Egito. Ainda que afirme ser aliada dos Estados Unidos, para Richardson está claro que o governo turco é o maior incentivador do Estado Islâmico, fornecendo armas para que combatam os curdos, seus inimigos históricos, e estabeleçam as bases para uma futura invasão a Israel.

O autor do documentário não tem dúvidas que esses acontecimentos muito em breve afetarão a situação do Oriente Médio e de todo o mundo islâmico. Para ele, é o anúncio que a versão muçulmana do Apocalipse está em pleno curso. De modo especial por que, desde 2012 uma narrativa muito similar começou a ser defendida no Irã como justificativa do desenvolvimento de uma bomba atômica e suas ameaças a Israel.

Pesquisas recentes mostram que mais de dois terços do um bilhão de muçulmanos que vivem no planeta esperam que o Mahdi venha logo. Para a maioria deles, o Mahdi será o último imã profeta islâmico, que virá governar o mundo e derrotar os inimigos dos que servem a Alá. Com informações de WND

Assista um trecho do programa deste ano na TV turca onde se anuncia a vinda de Jesus e do Mahdi: