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MARINA SILVA ATACA DILMA E QUER FIM DA ERA PT

Depois de alfinetar o PT e o PSDB na convenção que oficializou a candidatura de Eduardo Campos à Presidência da República no último sábado, a vice da chapa, Marina Silva, voltou a criticar seus adversários. Em entrevista ao Broadcast Político nessa segunda-feira, a ex-senadora disse que os tucanos representam o atraso e que reeleger a presidente Dilma Rousseff é deixar tudo como está.

— O que simboliza o passo atrás é voltar para o PSDB. O que simboliza ficar onde se está – com risco de volta da inflação, baixo crescimento e elevação de juros, toda essa dificuldade na agenda de energia, problemas na qualidade da saúde, educação, segurança pública – é com Dilma. Dar o passo à frente é escolher aquele que está se comprometendo em manter as conquistas, sem que isso signifique ter uma atitude complacente com os erros — afirmou.

Defendendo a alternância de poder para evitar que a polarização entre situação e oposição “cristalize”, Marina defendeu o fim do “ciclo da corrupção” e dos gastos públicos “ineficientes”:

— A sociedade brasileira começa a trabalhar muito fortemente com o desejo de mudar, mas mudar de uma forma que não seja eliminando tudo aquilo que conquistamos. Nem quer ficar onde está, nem quer dar um passo atrás, quer dar um passo à frente, por isso que nós vamos estar no segundo turno.

A vice de Campos afirmou que a aliança está tranquila em relação à “ansiedade” dos que esperam uma transferência imediata de votos. Em 2010, a então candidata à Presidência conseguiu quase 20 milhões de votos no primeiro turno, mas ainda não conseguiu alavancar as intenções de voto para Campos. Na mais recente pesquisa do Ibope, divulgada no dia 19, Campos permanece em terceiro lugar na disputa. O candidato do PSB tem 10% das intenções de voto, atrás de Aécio, com 21%, e Dilma que tem 39%dos votos.

— Nem sempre aqueles que saem na frente chegam na frente no ponto de chegada _ disse Marina.

Resistências

A ex-senadora admitiu a resistência de parte de seu eleitorado ao nome de Campos como cabeça de chapa, mas disse que cabe a ele vencer esse obstáculo. Ela acredita que o ex-governador de Pernambuco terá condições de convencer os “marineiros”, à medida em que se tornar conhecido:

— Na hora em que ele começar a falar, ele mesmo vai quebrar essa resistência. Uma boa parte disso vem do desconhecimento.

Por outro lado, a vice ressaltou que Campos também ajuda a vencer setores contrários à sua presença na chapa:

— Tem muitas resistências em relação a mim pelo fato de ser ambientalista e o Eduardo, como é uma pessoa que vem de uma experiência de gestão no Estado, ajuda a diminuir.

Reforma tributária

Se vencer a sucessão presidencial em outubro, Campos anunciou que pretende fazer no primeiro ano de governo a reforma tributária. Segundo Marina, a ideia é fazer uma reforma gradual e criar um fundo de compensação para Estados e municípios, a fim de suprir eventuais perdas e evitar que a medida comprometa a saúde financeira destes governos.

—  Todos os candidatos em 2010 disseram que iam fazer a reforma tributária. O PT ganhou e fez a reforma do compromisso. O PSDB foi governo e não foi capaz de fazer as reformas com as quais se comprometeu — declarou.

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Igreja histórica se transforma em mesquita após fechar as portas por redução de membros

Reverendo revela que o fechamento da igreja era inevitável

Por Luciano Portela | Repórter do The Christian Post
Um histórico templo da igreja católica da cidade de St. Paul, norte dos EUA, fechou suas portas no último ano e reabriu recentemente como uma mesquita. A Igreja de São João, encerrou suas atividades após 127 anos, para se fundir a outra igreja, dando lugar ao Centro Islâmico Darul Uloom.
  • muçulmanos
    (Foto: Reuters)
    Mulher muçulmana cobre o seu rosto de acordo com a lei islâmica.
A região é cercada por uma grande quantidade de imigrantes do leste da África, que buscam um local de culto, segundo Feisal M. Elmi, porta-voz do centro à Associated Press. Por outro lado, o reverendo George Welzbacher explica que o fechamento da igreja era inevitável, por conta da redução de membros ativos.

Welzbacher também aponta que é limitado o número de padres, e assim compensa mais distribui-los para grandes paróquias com milhares de famílias que precisam de orientação. Contudo, há quem ainda se mostrou insatisfeito, mesmo com o esclarecimento do reverendo.

Embora compreenda que a população muçulmana local necessita de um local para culto, Charles Lake, ex-membro da igreja, diz que se sente “doente” e que não está satisfeito com que a comunidade religiosa tenha sido abandonada.

Este não é o primeiro caso de mudança de templo a gerar polêmica nos EUA. Em Syracuse, estado de Nova York, seis cruzes serão retiradas da Igreja Católica da Santa Trindade sob protestos de ex-membros, como esforço para a reconstrução para converter o prédio em mesquita.

O Syracuse Historic Preservation Board, órgão que se equivaleria ao IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico) no Brasil, realizou uma votação para dar à população muçulmana a permissão para modificar a construção a qual agora é responsável.

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Órgão encarregado pela reforma, com grande número de islâmicos, o North Side Learning Center consta que as cruzes serão retiradas por não serem “uma representação adequada da religião do Islã”, determina Yusuf Soule, diretor executivo da organização.

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Justiça penhora dízimo da Igreja Mundial à Band

A dívida se refere aos atrasos do aluguel do Canal 21 UHF

por Leiliane Roberta Lopes

  • gospelprime

 

Justiça penhora dízimo da Igreja Mundial à Band
Justiça penhora dízimo da Igreja Mundial à Band

Por decisão da Justiça, 10% do faturamento da Igreja Mundial do Poder de Deus será penhorado para quitar a dívida que Valdemiro Santiago tem com o Grupo Bandeirantes.
Esses 10% se referem a todos os bens da denominação, inclusive a quantidade de ofertas e dízimos doados pelos fiéis.

Em fevereiro passado a Band obteve penhora de R$2,1 milhões de contas da Igreja Mundial por conta dos valores devidos pela locação das 22 horas diárias que a igreja mantinha no Canal 21 UHF.

Segundo a coluna de Cristina Padiglione, no jornal O Estado de S. Paulo, a Justiça determinou que a denominação fundada por Valdemiro Santiago registre um valor mínimo de suas operações para poder quitar a dívida com a emissora.

A Band entrou com processo contra Santiago depois da quebra de contrato, em outubro do ano passado, feita por conta da inadimplência das horas locadas. A emissora não confirma o valor, mas de acordo com jornalistas da área de TV a dívida estava entre R$ 13 milhões e R$ 21 milhões.