Categorias
Noticias

MP vai apurar negociação de Roriz com genro de Britto

Fonte: Estadão

image

Sex, 01 Out, 07h54

 

A negociação entre o genro do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Carlos Ayres Britto e o ex-governador Joaquim Roriz (PSC) vai ser alvo de investigação do Ministério Público (MP) e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, vai apurar a contratação do advogado Adriano Borges Silva, genro de Britto, por Roriz durante o processo do ex-governador sobre o caso Ficha Limpa. O pedido de investigação foi encaminhado hoje pelo presidente do Supremo, Cezar Peluso, a pedido do próprio Ayres Britto.

O objetivo do acordo entre Roriz e o genro de Britto era provocar o impedimento do ministro do STF por causa do parentesco, afastando-o do julgamento. A manobra ajudaria Roriz porque o ministro havia sinalizado ser favorável à aplicação da lei contra o ex-governador.

A estratégia, porém, não foi levada adiante: Borges acabou não assumindo a causa, Ayres Britto votou pela aplicação imediata da lei e Roriz teve de desistir da disputa diante do empate do julgamento no STF. O presidente da OAB nacional, Ophir Cavalcante, pediu também a abertura de um processo administrativo sobre o caso.

O episódio veio à tona com a revelação de um vídeo, gravado no dia 3 de setembro, em que Roriz e o advogado Adriano Silva discutem os termos da possível contratação. No vídeo, Roriz sugere que a contratação de Borges obrigaria Ayres Britto a se declarar impedido de votar. "Com isso eu ganho… folgado", afirmou o então candidato, na conversa. Em seguida, o genro do ministro confirma que, assim que fechassem um contrato, Britto estaria automaticamente fora.

Defesa

Hoje, o genro de Britto defendeu-se e afirmou que o ex-governador divulgou um vídeo editado, incompleto, para tentar desmoralizar o STF. Segundo Adriano, ele foi chamado para atuar como advogado no dia 31 de agosto, quando o processo ainda estava no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Somente no dia 3, quando Roriz já preparava recurso ao STF, é que ele disse ter percebido das intenções do ex-governador de usá-lo para afastar Ayres Britto do processo. "O Roriz adulterou o vídeo. Armaram uma arapuca para mim. Eu não estava negociando para figurar e causar impedimento, mas para trabalhar", disse.

O genro do ministro do STF nega que tenha oferecido qualquer vantagem a Roriz para ser contratado. Disse que não via problemas em atuar no caso, apesar da ligação familiar dentro do Supremo. "Existe independência entre mim e meu sogro. Temos relação familiar, mas não profissional", afirmou.

Queixa-crime

Por outro lado, uma queixa-crime foi protocolada pelo advogado Eri Varela no STF contra os ministros Ayres Britto e Ricardo Lewandowski, este último, que preside o TSE, também foi citado no diálogo entre Roriz e o advogado Adriano Silva.

Ligado ao ex-governador, Varela disse que o ex-candidato só soube da sua iniciativa depois de divulgada pela imprensa. Segundo ele, as conversas foram gravadas no escritório de Joaquim Roriz, em sua casa, pela coligação que o apoia "em face da autoproteção e da autossegurança do ex-governador".

Categorias
Noticias

ABORTO E CORRUPÇÃO ARRUINAM PT

 

Dilma perde milhares de votos com posição sobre temas polêmico

     Dilma muda posição sobre o aborto para tentar vencer ainda no primeiro turno; candidata perdeu 6 milhões de votos na última semana.
     A 36 horas das eleições presidenciais brasileiras, a questão do aborto pôs em apuros Dilma Rousseff, a candidata do presidente Lula da Silva. Sua mudança de opinião nesse assunto, do qual era uma firme defensora, e os casos de corrupção que teve de enfrentar nas últimas semanas ameaçam o que se presumia uma vitória arrasadora no primeiro turno e poderão obrigá-la a disputar um segundo turno.
     Há apenas um ano, a candidata do Partido dos Trabalhadores era favorável à descriminalização do aborto. "É uma questão de saúde pública", afirmou Rousseff à revista "Marie Claire". "Existe uma quantidade enorme de mulheres no Brasil que morrem por abortar em circunstâncias precárias."
     Seus dois maiores adversários nas eleições, o social-democrata José Serra e a candidata do Partido Verde, Marina Silva, se declararam desde o início contrários à legalização do aborto, devido à forte pressão religiosa tanto da Igreja Católica quanto das Igrejas evangélicas, que movimentam milhões de votos. Silva, que é evangélica, declarou-se pessoalmente contra a liberação do aborto por motivos de fé, mas abriu a porta para um referendo para conhecer a opinião da sociedade. Ambos, Serra e Silva, acusaram na quinta-feira sua rival de ter mudado de posição por motivos "eleitorais" e de ter duas faces.
     Os últimos escândalos de corrupção fizeram Dilma perder 6 milhões de votos em menos de uma semana. Mesmo assim, a candidata governista freou sua queda nas pesquisas eleitorais e manteve uma ampla vantagem sobre seus adversários, mas não se descarta que tenha de disputar um segundo turno. Se as eleições fossem hoje, Dilma teria 47% dos votos, enquanto José Serra obteria 28% e Marina Silva, 14%, segundo uma pesquisa da Datafolha, divulgada na quinta-feira pelo jornal "Folha de S.Paulo".
     Dilma precisa de mais de 50% dos votos para evitar o segundo turno. Preocupado com essa possibilidade, o que levaria Dilma a se expor a mais um mês de campanha, Lula da Silva decidiu ajudá-la a recuperar votos com uma jogada típica de campanha eleitoral.
     Lula pediu que Dilma se reunisse com os líderes de todas as confissões religiosas e declarasse abertamente que "é contra o aborto". Foi o que a candidata fez na quarta-feira; insinuou que nunca foi a favor da legalização do aborto, mas mostrou-se partidária de que o Estado não abandone as mulheres que abortam em situações de risco para suas vidas.
     Os bispos católicos, assim como a maioria dos evangélicos, pediram a seus fiéis que não votem em Dilma devido a suas posições a favor da interrupção da gravidez. Enquanto isso, ela negou categoricamente a frase que percorre os fóruns da Internet: "Nem Jesus Cristo me fará perder estas eleições".
     "Jamais faria uma afirmação semelhante", afirma a candidata. Um de seus colaboradores explicou que ela costuma dizer que "Será Deus quem lhe dará a vitória". Um claro apelo ao profundo sentimento religioso dos brasileiros, apesar de ela nunca se ter declarado uma mulher religiosa.

Data: 1/10/2010
Fonte: El Pais

Categorias
Noticias

Não somos curral eleitoral de ninguém.

Fonte: Antena Cristã

Mensagem aos lulo petistas e a Dilma Rousseff
Nós Evangélicos não somos curral eleitoral de "pastores" inescrupulosos, por isto mesmo somos também conhecidos como PROTESTANTES.
Por este motivo há tantas igrejas evangélicas com pensamentos diferentes. Nós protestantes somos ensinados em nossas igrejas a questionar, inclusive a decisões de nossos pastores, que são homens falhos e pecadores como qualquer um de nós.
Nossos pastores não são emissários exclusivos de Deus. Lutero, ao se insurgir contra a Igreja Católica da época, não aceitou a infabilidade do Papa, assim como hoje não aceitamos a infabilidade do pastor.
A manobra de Dilma de juntar "lideranças" (?) evangélicas para explicar o inexplicável, ou seja que ela é contra o aborto quando há diversos vídeos gravados em que ela declara o contrário, e outras aberrações que ela defende, não vai funcionar.
Quando Dilma diz que recebeu o apoio de um "pastor" que é líder de uma associação que reúne 27.000 pastores, o máximo com que ela pode contar é com um voto daquele pastor e só.
No nosso sistema Protestante toda a decisão desta natureza tem necessária mente de ser aprovada pela assembleia geral. Onde está a ata da reunião que autorizou este pastor a hipotecar solidariedade a Dilma?
Para a grande maioria dos Protetantes nossa ética judaico cristã está acima dos acordos e conchavos que "pastores" e "bispos" fazem com governantes em troca de canais de rádio e TV.
E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus Romanos 12-2
É por isto que somos protestantes, não nos conformamos com este mundo corrompido do PT e de Dilma. Estamos sempre renovando nosso entendimento.
Somos ensinados desde pequenos que a Bíblia, e não o pastor, é nossa única regra de fé e prática.
Aprendemos de nossa Bíblia que o aborto é abominável aos olhos de Deus, que a prática do homossexualismo bem como a prática do adultério são abomináveis aos olhos de Deus. Aprendemos que a prostituição é um atentado aos direitos humanos da mulher.
Qualquer pastor, não importa de que denominação, falar algo em contrário, não estará dizendo a verdade e é um falso cristão.
DIGA SIM A VIDA, DIGA SIM AOS NOSSOS VALORES ÉTICOS, DIGA SIM A HONESTIDADE DIZENDO NÃO A DILMA E AO PT.
Fonte: Brasil – Liberdade e Democracia