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Pastores e bispos da Igreja Universal são processados pela morte de fiéis durante vigília

Publicado por Tiago Chagas – gnoticias -em 15 de outubro de 2015

Pastores e bispos da Igreja Universal são processados pela morte de fiéis durante vigíliaSeis líderes da Igreja Universal do Reino de Deus estão sendo processado pela morte de 10 fiéis e graves ferimentos de outros 11, por causa da tragédia ocorrida no dia 31 de dezembro de 2012 no evento chamado de “O Dia do Fim”, realizado em Luanda, capital de Angola.

Os acusados, entre bispos e pastores da denominação, são vistos pelo Ministério Público do país como os responsáveis pelo incidente, por não terem levado em consideração questões de segurança na organização do evento, que superlotou o local onde a vigília de virada de ano foi realizada.

“Os arguidos orientaram-se, única e exclusivamente, no propósito firme de realizarem a maior vigília de fim de ano, em termos de adesão, realizada em Angola”, apontou o texto lido pela acusação durante o julgamento dos líderes da Universal.

De acordo com as medições realizadas pelo Corpo de Bombeiros do país, havia aproximadamente 250 mil pessoas no Estádio Nacional Cidadela Desportiva, que teria capacidade para apenas 70 mil, segundo informações da Voz da América.

Durante o evento, houve um tumulto, e o desespero dos fiéis fez com que 10 pessoas fossem mortas pisoteadas, morrendo por asfixia e esmagamento. Além disso, outras 120 pessoas ficaram feridas.

Os bispos e pastores da Universal também são acusados de serem responsáveis por 11 crimes de ofensa corporal. O Tribunal Provincial de Luanda realizou um despacho onde afirmou que existem indícios de que os responsáveis não agiram com “observância” das “opiniões técnicas” dos Bombeiros sobre as condições do estádio e sua capacidade de lotação, o que gerou “erros seguramente evitáveis, caso tivessem acatado as boas práticas”.

À época do incidente, a denominação liderada pelo bispo Edir Macedo se calou sobre o fato, ignorando a morte de fiéis em um evento organizado por sua filial em Angola.

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Israel Noticias

Mosaico de 1.500 anos com imagens do Egito é recuperado em Israel

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A peça era usada no solo de uma igreja bizantina e chama atenção pela riqueza dos materiais que foram usados na obra

por Leiliane Roberta Lopes-gospelprime-

 

Mosaico de 1.500 anos com imagens do Egito é recuperado em IsraelIsrael recupera mosaico milenar com imagens do Egito
  •  Nesta terça-feira (29) a Autoridade de Antiguidades de Israel revelou imagens de um mosaico de 1.500 anos com imagens do Egito que foi descoberto há alguns meses.

O objeto mostra imagens de ruas e edifícios do Egito e tudo indica que se trata de uma imagem da antiga colônia de Chortaso, localidade onde – segundo a tradição cristã – o profeta Habacuque foi enterrado.

O mosaico servia de solo em uma igreja bizantina onde hoje é a cidade de Kiryat Gat, no sul de Israel, a cerca de 70 quilômetros da atual fronteira entre os dois países.

“A aparição de edifícios em mosaicos que serviam de solo é um fenômeno raro em Israel. Os edifícios estão ordenados ao longo de uma rua com colunas, no que seria uma espécie de mapa antigo”, afirmam os pesquisadores Sa’ar Ganor e Rina Avner, que coordenaram o projeto.

O material usado para criar o mosaico chamou a atenção dos pesquisadores, pois foram usadas uma ampla gama de cores e uma qualidade de materiais sem precedentes. “Os artistas utilizaram tesselas de 17 cores para preparar o mosaico. O investimento nos materiais e sua qualidade são das melhores descobertas em Israel”, disseram.

O mosaico mostra edifícios de dois e três andares tridimensionais com uma meticulosa exposição de balcões, galerias e telhados, também é possível visualizar frutas e animais, entre estes galos, cervos e aves e de fundo uma paisagem do rio Nilo.

O objeto foi descoberto em um parque industrial em construção, a divulgação do mosaico foi feita após algumas semanas de trabalho de restauração e agora ele será exposto. Com informações Terra 

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Prenúncio de guerra? Autoridade Palestina anuncia fim do acordo de paz com Israel

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Publicado por Tiago Chagas gnoticias-em 1 de outubro de 2015

Prenúncio de guerra? Autoridade Palestina anuncia fim do acordo de paz com Israel

Presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, na ONU

O presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, anunciou que está rompendo os acordos de paz assinados em 1993 e que interrompeu ataques de ambas as partes.

Para o líder palestino, Israel não tem cumprido sua parte no acordo, que envolveria o fim da construção de assentamentos na Cisjordânia e a participação no reconhecimento do Estado palestino.

“A manutenção do status quo é completamente inaceitável porque significa a rendição à lógica da força bruta utilizada pelo governo israelense. Nós não continuaremos a ser os únicos comprometidos com esses acordos, enquanto Israel continuamente os viola”, afirmou Abbas em seu discurso durante a 70.ª Assembleia-Geral da ONU.

De acordo com informações do jornal O Estado de S. Paulo, a decisão do político foi divulgada no mesmo dia em que a bandeira da Autoridade Palestina foi hasteada pela primeira vez na sede da ONU, em Nova York, após 119 países apoiarem a resolução que reconhecia a Palestina como membro observador das Nações Unidas, assim como acontece com o Vaticano. Ao todo, 45 países se abstiveram e oito votaram contra essa resolução, entre eles Israel, EUA e Austrália.

O líder palestino acusou Israel de fazer seu governo parecer “uma autoridade sem poderes reais”, e disse que isso é inaceitável: “Enquanto Israel se recusar a parar com os assentamentos e recusar soltar prisioneiros palestinos não há como haver acordo”, esbravejou. “Declaramos que não poderemos continuar tendo uma ligação com esses acordos e que Israel precisa assumir suas responsabilidades como força ocupante […] Peço à ONU proteção internacional aos palestinos de acordo com as leis humanitárias internacionais”, acrescentou.

Em sua fala, o israelense disse que Abbas deveria começar a agir com a responsabilidade que seu cargo exige: “O fato de, de tempos em tempos, Abbas agir desta forma é a prova de que ele não tem intenção de alcançar um acordo de paz”, acrescentou.