Eles não tem mais o que inventar.
httpv://www.youtube.com/watch?v=1Nq9bxeIcAU&feature=youtu.be
Eles não tem mais o que inventar.
httpv://www.youtube.com/watch?v=1Nq9bxeIcAU&feature=youtu.be

O fato ocorreu na semana passada, quando Jaleesa Martin e o pai do bebê de 7 meses “Messiah DeShaw Martin” compareceram ao Tribunal de apoio à criança no condado de Cocke.
Eles estavam indecisos quanto ao sobrenome do filho e se surpreenderam quando a magistrada Lu Ann Ballew mudou ambos, o sobrenome e o primeiro nome da criança.
Ballew decidiu que o nome do bebê fosse mudado para “Martin DeShawn McCullough”, que inclui os sobrenomes de ambos, o pai e a mãe. A juíza alegou que o filho poderia sofrer reações contrárias com o nome de Messiah à medida que crescesse.
“A palavra Messias é um título e é um título que foi somente dado a uma pessoa e essa pessoa é Jesus Cristo”, disse a juíza em sua decisão.
A mãe prometeu apelar da decisão, pois acredita que a juíza não tem o direito de impor nas suas crenças religiosas para a nomeação do seu filho.
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“Eu não sabia que uma juíza poderia mudar o nome do meu bebê por causa de suas crenças religiosas”, disse Martin ao WBIR.
A mãe explicou que sua intenção não foi que o nome fosse ser igual a Jesus Cristo, mas que combinasse com o nome de seus outros irmãos, Micah e Mason.
A American Civil Liberties Union (ACLU) também argumentou contra a juíza, dizendo que não é responsabilidade do governo nomear a criança.
“Um pai tem o direito de escolher o nome de seu filho. Neste caso, a juíza está criando uma cultura onde ela está impondo suas crenças religosas aos outros. E isso é inaceitável”, afirmou Hedy Weinberg, diretor-executivo da ACLU em Tennessee.
O nome “Messiah” cresceu em popularidade nos últimos anos, segundo uma lista de nomes divulgada pelo serviço de Seguridade Social do governo americano.
Ante imagen de la Virgen de Fátima
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14 DE AGOSTO DE 2013, ROMA
Así lo indica una nota publicada en el sitio web del Santuario de Fátima, en la que se explica que la Jornada Mariana es promovida por el Pontificio Consejo para la Nueva Evangelización, presidido por el Arzobispo italiano Rino Fischella.
El día 13 de octubre el papa Francisco, conocido por su enorme devoción mariana , presidirá con este motivo una misa en la Plaza de San Pedro. «Es un deseo vivo del Santo Padre que la Jornada Mariana pueda tener como especial señal uno de los iconos marianos entre los más significativos para los cristianos en todo el mundo y, por ese motivo, pensamos en la amada estatua original de Nuestra Señora de Fátima», señala en su misiva Fisichella.
La Jornada Mariana, señala la nota, «es uno de los grandes eventos pontificios previstos en el calendario de celebración del Año de la Fe y congregará en Roma a centenares de movimientos e instituciones ligadas a la devoción mariana».