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Pastor coreano seria a nova “encarnação de Cristo”

Ressurge a controvérsia sobre influência de David Jang

por Jarbas Aragão

David Jang é um pastor coreano que nos últimos anos tem aumentado sua influência no meio evangélico mundial. Fundador da Olivet University, uma universidade cristã sediada em San Francisco, com diversos campi de extensão nos Estados Unidos, ele tem sido um parceiro importante da Aliança Evangélica Mundial (WEA).

A aliança representa mais de 420 milhões de evangélicos em todo o mundo e possui um importante centro de treinamento, o Instituto de Liderança da WEA. Além da associação do Instituto com a Olivet University, Jang é um dos responsáveis pela World Olivet Assembly, um encontro mundial de Igrejas evangélicas e organizações para-eclesiásticas.

Agora, o nome de Jang está sendo associado à compra da revista Newsweek, que já foi uma das mais importantes do mundo e deixou de ser impressa em 2010. Mas como seu nome ainda é forte, a empresa responsável pela compra aposta que poderia “revitalizar” a marca em alguns mercados. A International Business Times, que comprou o nome da revista, nega a influência de Jang no negócio, mas confirma a relação pessoal.

O que se apresenta como dificuldade nesse processo todo é que a revista Christianity Today publicou dois importantes artigos sobre Jang no ano passado, citando várias fontes que o descreveram como alguém considerado por seus seguidores como uma figura messiânica, a “Segunda Vinda de Cristo.”

Jang negou, mas a mídia na Coréia, no Japão e até na China dizem que ele pertenceu à Igreja da Unificação, do Reverendo Sun Myung Moon, o qual se apresentava como a encarnação de Cristo. A prova disso seria a matricula de Jang no Seminário Teológico da Unificação em 1989. O pastor coreano também enviou em 2002 ajuda financeira para a Universidade Sun Moon.

O N Joy News, um site cristão coreano, publicou uma entrevista em 2004 em que Jang reconhece ter envolvimento com a Igreja da Unificação, pois até 1998 estaria ensinando “teologia ortodoxa para os membros da Igreja da Unificação”, e que ajudou a “levar um monte de pessoas iludidas para o caminho da verdade”. Esse tipo de explicação não convenceu a influente Lifeway, empresa de mídia ligada à Igreja Batista Americana, que se recusou a aceitar Jang como evangélico e a fazer negócios com suas empresas.

Pastor presbiteriano desde a década de 1990, Jang é também um homem de negócio que está envolvido há anos com a mídia evangélica. Em 2010, ajudou a criar uma nova organização chamada “cristãos na mídia” – www.christiansinmedia.com. A organização surgiu com o apoio da WEA e envolve outros sites que teriam a influência de Jang, incluindo The Christian Post, Christian Today e o Gospel Herald.

Aí começam os problemas mais sérios, já que as denúncias estão partindo do Christianity Today (CT), uma das mais antigas e respeitadas empresas de mídia evangélica do mundo. O Christian Post já publicou matérias negando as acusações contra Jang, ameaçou processar a Christianity Today por suas “insinuações” e fez sérias acusações contra os jornalistas da CT.

Mas o influente boletim da Religion News Service desta semana reacende a polêmica. O site secular Buzzfeed especializado em mídia, também aponta para as controvérsias envolvendo o pastor Jang.

Curiosamente, Jang não tem se preocupado em desmentir publicamente as acusações contra ele ser (ou não), uma nova encarnação de Jesus Cristo. Para seus opositores, isso faria parte de uma estratégia. O que chama atenção é a influência conquistada por uma figura tão controversa na mídia evangélica e numa organização tão influente como a Aliança Evangélica Mundial.

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Descoberta pode confirmar existência da Torre de Babel

“Língua original” existia há 15.000 anos e influenciou cerca de 700 idiomas contemporâneos.

por Jarbas Aragão

 

Descoberta pode confirmar existência da Torre de BabelDescoberta pode confirmar existência da Torre de Babel

Linguistas britânicos podem estar perto de provar que nossos antepassados, que viveram milhares de anos atrás, utilizavam certas palavras que podem ser reconhecíveis em línguas modernas, e mantiveram o mesmo significado.

Mark Pagel é um professor de Biologia Evolutiva, especialista em linguagem. Ele não é cristão, mas sua teoria sobre o desenvolvimento da linguagem utiliza a imagem bíblica da Torre de Babel como base. Embora ele a chame de “tradição”.

Usando um software avançado, a equipe de Mark Pagel afirma que conseguiram determinar que algumas palavras mudaram muito pouco ao longo do tempo. Isso comprovaria a existência de uma grande família linguística, que unifica os sete grupos da Eurásia, até agora considerados os mais antigos.

Se for comprovada, a conclusão inequívoca é que existiu uma língua que deu origem às outras em determinado momento da história. É isso que o remete à história bíblica da “torre de Babel”. Até o momento, os linguistas baseavam suas investigações apenas na existência de sons similares entre palavras, para determinar quais teriam uma origem ancestral comum. Em estudos anteriores, Mark Pagel demonstrou a evolução das 7.000 línguas atualmente faladas no planeta, analisando a utilização da linguagem e por que algumas palavras desapareceram.

“A maneira como utilizamos certas palavras na linguagem cotidiana é, de alguma forma, comum a todas as línguas da humanidade. Descobrimos que os substantivos, pronomes e advérbios são substituídos com menos frequência, ou seja, uma vez a cada 10.000 anos ou mais”, argumenta Pagel.

Citou como exemplo as palavras “eu”, “nós”, “vós”, “mãe” e “casca”. Elas fazem parte de uma lista de 150 palavras que foram preservadas durante séculos e estão presentes em diferentes famílias de línguas que pareciam não ter nenhuma relação entre si.

Agora, surgiria essa ligação de 700 idiomas contemporâneos, que compartilhariam a mesma origem. Elas “descendem de uma linguagem única, utilizada pelo homem há cerca de 15.000 anos”, explica Pagel, que publicou seu estudo científico recentemente e foi reconhecido pela Academia Britânica de Ciências.

Essas 700 línguas são faladas por mais de metade dos habitantes do planeta. “É a primeira vez que os linguistas conseguem encontrar, em meio a idiomas tão diversos, uma origem comum, que se convencionou chamar ‘protoeuro asiático’.

Pagel, professor de biologia na Universidade de Reading, Reino Unido, que liderou o estudo ressalta que ainda são necessários outros estudos para identificar como seria essa “língua original” que a Bíblia menciona, mas sobre a qual não há qualquer registro por escrito, sendo impossível determinar como seria. Com informações de Live Science e Patheos.