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Filho de Benny Hinn é detido em Manaus sob suspeita de agressão

 

Por Cassiany de Paula | Repórter do The Christian Post

A Polícia Militar do Estado do Amazonas deteu o filho e dois seguranças do pastor norte-americano Benny Hinn, suspeitos de agredir um deficiente auditivo em Manaus, durante culto realizado na noite de sábado. A agressão ao deficiente teria acontecido no Centro Cultural Povos da Amazônia, onde estava sendo realizado o culto dos Pastores Benny Hinn e Renê Terra Nova.

  • Benny Hinn em Manaus

    (Foto: Reprodução/Instagram)

    Culto ministrado pelo Pastor Benny Hinn e Renê Terra Nova em Manaus – AM

 

A vítima e os agressores foram encaminhados pela PM ao 3º Departamento Integrado de Polícia (DIP) na noite de sábado.

O motivo da agressão aconteceu quando o jovem tentou se aproximar do pastor Benny Hinn, mas os seguranças afirmaram que não sabiam que o rapaz era surdo e mudo, e queriam que ele falasse porque queria abraçar o pastor.

O filho do pastor norte-americano Benny Hinn e os outros dois seguranças do missionário têm 21, 26 e 34 anos, respectivamente.

Segundo informações do investigador responsável pelo caso, Souza, a vítima desistiu de prosseguir com a representação.

"Ele não quis registrar o boletim de ocorrência. Por esse motivo, não foi feito o Termo Circunstancial de Ocorrência (TCO)", afirmou Souza.

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Segundo fontes do Portal do Holanda, foi feito um acordo, com um alto valor, para não ocorrer divulgação do fato e a vítima esquecer o incidente.

Após prestar depoimento no 3ºDIP, a vítima foi encaminhada pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para o Hospital 28 de Agosto, Zona Centro-Sul de Manaus.

Segundo informações da assessoria de comunicação do hospital, o paciente foi atendido e recebeu alta logo em seguida. Outras informações sobre a vítima, não foram fornecidas.

“Quando o paciente vai a óbito ou recebe alta médica, o prontuário não pode ser acessado no sistema por ser um documento confidencial. Somente a consulta pode ser feita agora no setor de arquivo em horário comercial”, justificou assessoria do Hospital 28 de Agosto.

No local da agressão, Benny Hinn e Renê Terra Nova ministravam um culto da Igreja Restauração em Manaus.

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Fiéis pedem veto a cardeal em conclave

 

folha.com

CLÓVIS ROSSI
ENVIADO ESPECIAL A ROMA

Sucessão PapalA revista "Famiglia Cristiana", da editora católica italiana San Paolo, assumiu, em sua edição on-line, a campanha de um grupo de fiéis americanos que querem impedir a participação no conclave que elegerá o novo papa do cardeal Roger Mahony, ex-arcebispo de Los Angeles, pelo encobrimento de 129 casos de abusos de menores por parte de religiosos.

Mahony, 77 anos a completar dia 27, foi afastado de todas as funções na arquidiocese pelo seu sucessor, José Gomez, o que é insuficiente para o "Washington Post", que escreveu que "tem sorte de não estar na prisão".

Gomez voltou parcialmente atrás, ao anunciar que Mahony permanecia "plenamente bispo e poderia celebrar os sacramentos e desenvolver atividades pastorais".

Mais: pediu orações "para o cardeal Mahony enquanto se prepara para ir a Roma para eleger o novo papa".

Em vez de orações, o que os fiéis fizeram foi elaborar um abaixo-assinado pedindo que Mahony fosse afastado do conclave.

A revista cita a frase do "Washington Post" em um amplo dossiê do escândalo, com o título de "Explode o caso Mahony".

O que torna a participação do cardeal norte-americano no conclave ainda mais complicada é o fato de que ele terá que depor na Corte Suprema do Condado de Los Angeles no dia 23.

O escândalo de pedofilia por parte de religiosos compôs um dos problemas que provocaram tensão entre o papa e a Cúria Romana, porque Bento 16 tentou expor todo o possível sobre o caso, mas não foi acompanhado pelos seus auxiliares.

O papa nomeou Gomez para limpar o dossiê, e a sua diocese divulgou um relatório de 12 mil páginas contendo documentos até então secretos, cuja leitura "foi uma experiência brutal e dolorosa", conforme ele próprio relatou.

A petição que a revista encampa foi elaborada pelo grupo "Católicos Unidos", considerado de esquerda.

O título é eloquente: "Cardeal Mahony, fique em casa".

Termina lembrando que o cardeal foi punido disciplinarmente e "perdeu a capacidade de ter voz na igreja".

Nesse ambiente, entende-se porque o padre Emilio Laudazi, superior da comunidade carmelita de Santa Maria da Vitória, tenha dito ao jornal "La Stampa" que, "naquilo de impensável que está acontecendo, o diabo colocou a pata e, talvez, o rabo".

Padre Emilio é exorcista.

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1º Encontro Nacional de Juristas Evangélicos discute aborto

 

Por Sarah Curty | Correspondente do The Christian Post

A Associação Nacional de Juristas Evangélicos (Anajure) realizou o 1º Encontro Nacional de Juristas Evangélicos (Enajure), uma série de palestras ocorridas entre os dias 9 e 12 de fevereiro com o objetivo de discutir temas de pertinência e relevância para a sociedade brasileira, especialmente para o segmento evangélico.

  • 1º Encontro Nacional de Juristas Evangélicos

    (Foto: Divulgação)

    Abertura do 1º Encontro Nacional de Juristas Evangélicos (Enajure), que ocorreu entre os dias 9 e 12 de fevereiro em Campina Grande, Paraíba

 

Em palestra com o tema “O papel da Advocates International, da FIJC e da ANAJURE diante do cenário de perseguição cristã que se avizinha: propostas e perguntas”, o presidente da Anajure, Uziel Santana, abordou o tema aborto e o posicionamento da comunidade cristã em questões relacionadas ao tema.

De acordo com o jurista, o Direito preza em primeiro lugar pela vida da pessoa humana e, sem ela, não há maneira de cultivar as liberdades civis e fundamentais. “Como cristãos somos contra o aborto porque ele é um assassinato do feto. Entendemos que o feto não tem direito de defesa e, portanto, isso é assassinato. Está é uma posição fechada nossa, mas este é um tema que toda a sociedade precisa apreciar, porque a vida é o principal bem do direito”, destacou Uziel.

Em concordância ao que disse o presidente da Enajure, o juiz de Direito Dr. Abner Apolinário enfatizou que todos “somos mordomos das oportunidades que Deus nos dá, e não podemos voltar atrás”.

Uziel Santana ainda afirmou a contrariedade da comunidade evangélica em torno de temas como o aborto, a injustiça social, violência com crianças, entre outros que estão inseridos na esfera das proposições que o Direito defende no Brasil como a defesa da vida e da liberdade religiosa. Para ele, a sociedade precisa se unir na luta contra a injustiça e os problemas sociais.

“Essas discussões não se encerram aqui. Elas serão prolongadas em outros momentos durante o ano”, finalizou o jurista.

Anajure também fez parceria a Visão Nacional para uma Consciência Cristã (VINACC) para realizar o 15º Encontro para uma Consciência Cristã. O evento ocorreu entre os dias 6 e 12 de fevereiro em Campina Grande, na Paraíba.