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Resolução muda regra para cultos dentro das prissões

ESPERANÇA AOS ENCARCERADOS

 

Por: Redação Creio

Para quem errou, a prisão é uma oportunidade para pagar perante a sociedade pelo crime cometido.

Lá dentro do cárcere é possível mudar suas crenças, valores e assim recomeçar um novo ideal. Mas pela falta de uma resolução padronizada do governo o evangelismo nas penitenciárias dependia da boa vontade de seus gestores,e isto a liberdade de culto era afetada.

Pressionado o Governo baixou uma nova norma que proibiu a revista em religiosos e criou norma de assistência religiosa que flexibiliza uso de roupas, cabelos e barba .

Presos poderão mudar de religião dentro da cadeia e frequentar os cultos, o que era difícil pelas regras em vigor

A resolução do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP) complementa o trabalho de assistência religiosa prevista na Constituição.

O ponto mais polêmico na resolução é o fim da revista íntima nos representantes religiosos. “Tem bons policiais, mas também tem aqueles mal-educados, grosseiros, que fazem a revista com humilhação. Houve dois casos no ano passado de o agente penitenciário mandar a pessoa levantar a bolsa escrotal.

É uma falta de respeito”, diz o diácono Manoel Tranquilino, representante da pastoral no DF. Sobre a possibilidade de religiosos entrarem com armas ou drogas nos presídios,

Tranquilino afirma que, em 20 anos de trabalho, nunca ouviu falar de um caso envolvendo representantes religiosos, da pastoral ou fora dela. O texto também garante que o preso possa mudar de religião dentro da cadeia. Até então, segundo a conselheira, o preso que mudava de religião não podia comparecer aos cultos se estes fossem feitos em horário diferente dos da religião anterior.

Data: 4/12/2011 22:49:00
Fonte: Com Folha On Line

06-06-16 013

 Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

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Afegãos muçulmanos fazem ritual de flagelação em Cabul

03/12/2011 08h54

Procissão acontece neste sábado (3) no Afeganistão.
Sacrifício é em memória de Imam Hussein, neto do Profeta Maomé.

Do G1, com agências internacionais

 

Afegãos xiitas muçulmanos flagelam-se durante uma procissão em Cabul neste sábado (3) (Foto: Mohammad Ismail/Reuters)Afegãos xiitas muçulmanos flagelam-se durante uma procissão em Cabul neste sábado (3) (Foto: Mohammad Ismail/Reuters)

O sacrifício é por conta do décimo dia de Muharram, o primeiro mês do calendário islâmico, em memória do martírio de Imam Hussein, neto do Profeta Maomé (Foto: Mohammad Ismail/Reuters)O sacrifício é por conta do décimo dia de Muharram, o primeiro mês do calendário islâmico, em memória do martírio de Imam Hussein, neto do Profeta Maomé (Foto: Mohammad Ismail/Reuters)

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Papa Bento XVI afasta bispo envolvido em pedofilia que usou ‘pacto secreto’ para se livrar dos tribunais

 

O Papa Bento XVI aceitou a renúncia do bispo da diocese irlandesa de Derry, Séamus Hegarty, de 71 anos, acusado de se envolver em um ‘pacto secreto’ em que um padre precisou solucionar fora dos tribunais, um caso de abuso sexual que cometia com uma menina de 8 anos.

A renúncia foi aceita em conformidade com o artigo 401/2 do Código de Direito Canônico, que diz: ‘Se roga encarecidamente ao bispo diocesano que apresente a renúncia de seu ofício se por doença ou outra causa grave ficar reduzida sua capacidade para desempenhá-lo’.

No mês de março do ano de 2010, o jornal irlandês ‘The Belfast Telegraph’ divulgou que o bispo de Darry, na Irlanda do Norte, Séamus Hegarty, estaria envolvido num ‘pacto secreto’ que foi selado para resolver fora dos tribunais um caso de abuso sexual cometido por um padre, cuja identidade não foi revelada, com uma criança de 8 anos. A menina teria explicado ao jornal que sofreu abusos durante um período de dez anos, mas que não tinha denunciado o padre porque teve que assinar uma cláusula de confidencialidade.

No entanto, a vítima teria recebido do agressor cerca de 12 mil libras esterlinas, o equivalente a R$ 33,8 mil, e uma carta do padre pedófilo pedindo desculpas. Séamus é o quinto bispo irlandês que foi afastado depois que vieram à tona inúmeros casos de pedofilia cometidos por clérigos no país.

Em 2009, foram divulgados dois relatórios oficiais que revelaram centenas de crianças que sofreram abusos durante décadas por parte de padres. Após a descoberta dos casos, o papa Bento XVI disse que estava ‘assolado e angustiado’ e que compartilhava com os fiéis a ‘indignação, a traição e a vergonha’ por esses atos sexuais inconcebíveis.