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Tiririca diz que Câmara é uma fábrica de loucos

11/08/2011 – 09h36

 

DE SÃO PAULO

Oito meses depois de assumir o mandato, o palhaço Tiririca já sabe responder o que faz um deputado federal, informa a coluna de Mônica Bergamo, publicada na edição desta quinta-feira da Folha (a íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

"É uma pessoa que trabalha muito e produz muito pouco".

Isso porque a Câmara, na opinião dele, "é uma fábrica de loucos. Uma fábrica de loucos".

Ele conta que os parlamentares muitas vezes varam as madrugadas em discussões intermináveis em que "ninguém escuta ninguém".

Lula Marques 10.ago.2011/Folhapress

Tiririca diz que, na opinião dele, a Câmara "é uma fábrica de loucos"

Tiririca diz que, na opinião dele, a Câmara "é uma fábrica de loucos"

Francisco Everardo Oliveira Silva, "Tiririca", nasceu em 1965 no Ceará. Com o slogan "Vote no Tiririca. Pior que tá não fica", o palhaço que fez carreira no circo e na televisão foi o deputado mais votado em São Paulo, na eleição de 2010, com 1,350 milhão de votos.

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Jovens brasileiros serão maioria em encontro com Papa na Espanha

 

DA EFE

Quase meio milhão de jovens de países da América Latina irá a Madri para participar na próxima semana da 26ª Jornada Mundial da Juventude que terá celebrações realizadas pelo Papa Bento 16. Segundo informações da organizam a maior parte destes jovens são do Brasil.

Os brasileiros são os mais numerosos entre os latinos, de acordo com os dados divulgados pelos organizadores, com base nas inscrições feitas até agora.

A organização prevê que no total 1,5 milhão de jovens vão se se reunir na capital espanhola entre 18 e 21 de agosto para o encontro com o papahttp:

//mais.uol.com.br/view/f4d5g8hwtbxo/papa-recebera-mais-de-400-mil-jovens-para-encontro-em-madri-04020D193868CCC91326?types=A&

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Maioria dos brasileiros rejeita uniões civis homossexuais depois de imposição do STF

 

Matthew Cullinan Hoffman

Evangélicos têm muito mais probabilidade do que os católicos de se opor à decisão do STF

10 de agosto de 2011 (Notícias Pró-Família) — A maioria dos brasileiros continua a expressar sua oposição à agenda homossexual em seu país, apesar de uma recente decisão do Supremo Tribunal Federal do Brasil criando uniões civis homossexuais, de acordo com uma recente pesquisa de opinião pública.

A pesquisa, conduzida pelo Ibope, revelou que 55 por cento dos entrevistados se opõem à decisão do STF, e 45 por cento são favoráveis.

Embora a Igreja Católica ensine que as relações homossexuais são “intrinsecamente más” e o Vaticano sustente que as leis de união homossexual deveriam sempre receber oposição, os católicos se opuseram à decisão a uma taxa de apenas 50%, 5% a menos do que a população geral. Os ateus tinham um por cento de maior probabilidade de se opor do que os católicos. Entretanto, entre os evangélicos só 23% apoiam a decisão.

A disparidade entre católicos e não católicos reflete um déficit amplo na América Latina com relação ao ensino da Igreja Católica sobre a homossexualidade. Embora os católicos da América Latina tenham uma forte tendência para refletir o ensino da Igreja sobre o direito à vida, os católicos leigos muitas vezes recebem pouca orientação da liderança da Igreja sobre questões com relação à sexualidade humana.

Além da disparidade entre católicos e não católicos, a pesquisa de opinião pública também indicou outras diferenças dentro de grupos da população sobre a questão das uniões homossexuais. Os homens (63%) e os que têm mais de 50 anos de idade (73%) eram o grupo que mais probabilidade tinha de se opor à decisão, bem como aqueles que tinham os níveis mais baixos de educação (68%). As mulheres, os jovens e aqueles que são muito expostos ao sistema universitário altamente esquerdista tinham a probabilidade máxima de apoiar a decisão.

“A recente decisão do STF de permitir que duplas gays entrem em uniões civis, que no Brasil se chamam de “uniões estáveis”, contradiz a identificação explícita de uniões estáveis como tendo relação com “um homem e uma mulher”, de acordo com o artigo 226 da Constituição do Brasil. A decisão foi sujeita a muita controvérsia desde que foi dada em maio deste ano.

Outra pesquisa de opinião pública, conduzida logo depois da pesquisa do Ibope, revelou adicionalmente que 63% dos brasileiros se opõem aos beijos homossexuais nas novelas do país. Em maio deste ano, os brasileiros foram pela primeira vez expostos a uma cena de duas lésbicas se beijando apaixonadamente nos lábios.