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Ciência enfim confirma: mulher no volante, perigo constante

Veja.com

Um estudo americano avaliou 6,5 milhões de ocorrências de trânsito entre 1988 e 2007 nos Estados Unidos e comprovou: apesar de os homens passarem mais tempo à frente na direção, as mulheres se envolvem em mais acidentes do tipo

Apesar de passarem menos tempo ao volante, o estudo americano descobriu que as mulheres se envolvem em mais acidentes entre si

Apesar de passarem menos tempo ao volante, o estudo americano descobriu que as mulheres se envolvem em mais acidentes entre si (iStockphoto/ThinkStock)

Os homens dirigem melhor do que as mulheres? Impossível dizer. Mas um estudo americano mostra que, proporcionalmente, as mulheres têm mais chances de se envolver em um acidente com outra motorista do que os homens entre si. Cientistas da Universidade de Michigan analisaram 6,5 milhões de ocorrências de acidentes de trânsito nos Estados Unidos entre os anos de 1988 e 2007 e descobriram uma quantidade maior do que a esperada de acidentes entre duas mulheres no volante. O estudo foi publicado no periódico Traffic Injury Prevention.
Geralmente, os homens passam mais tempo no voltande (60%) do que as mulheres (40%). Por isso, Michael Sivak e Brandon Schoette, autores da pesquisa, esperavam que os acidentes envolvendo dois homens no controle do carro chegassem a 36,2% do total da amostra analisada, enquanto os acidentes provocados por duas mulheres chegariam a 15,8%. Homens e mulheres seriam responsáveis por 48% do total.

Contudo, os especialistas descobriram que os acidentes envolvendo duas motoristas chegaram a 20,5% do total, enquanto os homens foram responsáveis por 31,9%. Acidentes envolvendo os dois sexos ficaram em 47,6%, como esperado. Os autores do estudo não sabem dizer porque as mulheres se envolveram em mais acidentes do que os homens no período analisado.

Outra descoberta dos cientistas também mostra que as mulheres têm mais chances de bater em cruzamentos e junções de pistas.

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Nascida em Israel, atriz de Hollywood batiza filho com nome hebraico

NATALIE PORTMAN

 

                                                                                                                     Foto: Reprodução

Natalie Portman seguiu a tendência entre as celebridades e deu um nome pouco comum a seu filho.

A atriz resolveu chamá-lo de Alef, que, na verdade, é o nome da primeira letra do alfabeto hebraico.

Nascida em Israel, ela deu à luz o primeiro filho, fruto do relacionamento com o dançarino Benjamin Millepied, em junho.

Os pais da criança se conheceram durante as gravações de "Cisne Negro" e anunciaram o noivado em dezembro de 2010, mas ainda não se casaram.

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TRAGÉDIA NO RIO : Enquanto governo ainda espera, igreja alemã envia grupo de ajuda

 

 

Jovens alemães que fazem parte da Johanniter Jugend, igreja evangélica da Alemanha, vão colocar sua força de trabalho na ajuda às vítimas da tragédia das chuvas, que se abateu sobre a região em 12 de janeiro.

A proposta é colocar mão-de-obra profissional na reforma de prédio que vai abrigar atividade profissional com geração de renda, conforme projeto, necessária nesta cidade, ainda mais depois da tragédia.

Simon Hirzel é um líder que visita a cidade, com o objetivo de ver os efeitos causados pelo temporal e ter detalhes do trabalho a ser feito. Ele relatará o que viu e avaliará o projeto a ser desenvolvido numa parceria que envolve a comunidade local, órgão do Governo Federal, entidades de fomento e instituições de apoio do Brasil e da Europa.

O Johanitter Jugend já desenvolve projetos no Brasil, baseado em atividades profissionais realizadas por jovens no bairro das América, do Centro Comunitário Casa Mateus, ligado à Paróquia do ABCD, em Santo André (SP).

A entidade desenvolve dinâmicas de integração, formação em tarefas práticas como primeiros socorros e construção civil com jovens, sempre de forma voluntária e profissional. Enquanto o serviço é prestado, eles ficam hospedados na casa de famílias da comunidade, buscando aprendizagem, convivência cultural e integração ao modo de vida local.

Para motivar e estruturar essa formação, eles conseguem a participação de muitos jovens de condições diferentes. Isso propicia espaço para reuniões semanais em que se desenvolvem, convivem com pessoas diferentes, vivem aventuras e conhecem outros lugares.

Esse trabalho não envolve apenas jovens luteranos, mas também de outras igrejas e religiões. Esse fato, garantiu Simon, não cria dificuldades na convivência do grupo – no qual alguns já participam desde muito cedo – e os jovens aprendem a lidar com as diferenças de forma respeitosa. O grupo também coopera com outras organizações de ajuda na igreja.

No último Dia da Igreja (Kirchentag), realizado em Dresden, no leste da Alemanha, os jovens da Johanniter Jugend auxiliaram no transporte e condução de pessoas com deficiência e apresentaram a atividade de encerramento dos encontros, chamada “Boa noite, Kirchentag!”.