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Heaven is a ‘fairy story’, says Stephen Hawking

By Shaun Curry | AFP News – Mon, 16 May, 2011

  • British scientist Stephen Hawking attends a graduation ceremony in Cambridge in 2008. Hawking has branded heaven a "fairy story" for people afraid of the dark, in his latest dismissal of the concepts underpinning the world's religionsBritish scientist Stephen Hawking attends a graduation ceremony in Cambridge in 2008. …

British scientist Stephen Hawking has branded heaven a “fairy story” for people afraid of the dark, in his latest dismissal of the concepts underpinning the world’s religions.

The author of 1988 international best-seller “A Brief History of Time” said in an interview with The Guardian published on Monday that his views were partly influenced by his battle with motor neurone disease.

“I have lived with the prospect of an early death for the last 49 years. I’m not afraid of death, but I’m in no hurry to die. I have so much I want to do first,” he told the newspaper.

“I regard the brain as a computer which will stop working when its components fail. There is no heaven or afterlife for broken down computers; that is a fairy story for people afraid of the dark.”

Hawking’s stance on religion has hardened significantly in the nearly quarter century since the publication of his seminal work on the cosmos.

In “A Brief History of Time” he suggested that the idea of a divine being was not necessarily incompatible with a scientific understanding of the Universe.

But in his 2010 book “The Grand Design” he said a deity no longer has any place in theories on the creation of the universe in the light of a series of developments in physics.

Hawking has achieved worldwide fame for his research, writing and television documentaries despite suffering since the age of 21 from motor neurone disease that has left him disabled and dependent on a voice synthesiser.

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Vaticano exige que suspeitos de pedofilia sejam entregues à Justiça civil

16/05/2011 – 08h20

 

DA FRANCE PRESSE, NA CIDADE DO VATICANO

O Vaticano exigiu nesta segunda-feira, em uma carta a todos os bispos, que os membros do clero suspeitos de pedofilia sejam entregues às autoridades civis competentes.

Em uma carta circular, o prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, o cardeal americano William Levada, destaca a necessidade de “julgamentos claros e coordenados” contra “os abusos sexuais de menores” e pede aos bispos que adaptem as normas para isto até 2012.

O documento considera indispensável que os países coordenem diretrizes para levar em consideração as recomendações do Vaticano.

A carta resume as experiências adotadas pelos países que registraram escândalos graves de pedofilia de padres: Estados Unidos, Irlanda, Alemanha, Bélgica e Áustria.

A onda de escândalos por abusos de menores começou no fim de 2009 na Irlanda e chegou a Alemanha, Áustria, Itália, Holanda, Bélgica, além de Estados Unidos e vários países da América Latina.

O escândalo, que abalou o prestígio da instituição milenar, gerou reações dentro da hierarquia da Igreja.

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Líder da CNBB causa polêmica em provocar crescimento dos evangélicos

 

Raymundo Damasceno, novo presidente da CNBB, atacou os evangélicos ao afirmar que a nova classe média quanto mais estuda mais se afasta da igreja evangélica.
O novo presidente da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), d. Raymundo Damasceno Assis, disse ontem que a ascensão social de quase 30 milhões de pessoas nos últimos anos as tornou mais "críticas" e, por isso, teria diminuído a presença evangélica no país.
"Elas começam a ler mais, a estudar mais, e por isso são mais críticas em relação a muitas posturas hoje na sociedade", afirmou, após o encerramento da 49ª Assembleia Geral da CNBB, em Aparecida (SP).
D. Raymundo Damasceno Assis não soube precisar a fonte das informações, mas afirmou que a nova classe média, ao mesmo tempo em que se afastou das igrejas evangélicas, se aproximou da Igreja Católica.
Segundo o Datafolha, a população católica perdeu fiéis na última década, e a população evangélica cresceu.
Para o deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ), membro da bancada evangélica, o que ocorre no país é "exatamente o contrário".
"O número de evangélicos cresceu em todos os segmentos de renda. E, com o progresso das classes, têm surgido muitas comunidades evangélicas voltadas para a classe média", afirmou.
Ontem, ao tomar posse como presidente da CNBB pelos próximos quatro anos, d. Raymundo Damasceno Assis assumiu como principal desafio fortalecer o papel missionário da Igreja Católica no país. Ele disse que as paróquias precisam sair do "comodismo" e buscar fiéis.
Atualmente, o principal alvo da Igreja Católica são os jovens. Uma das estratégias para conquistá-los é o uso da internet e das redes sociais, como defendeu o cardeal d. Odilo Pedro Scherer, arcebispo de São Paulo, em entrevista durante a assembleia.
Já d. Raymundo Damasceno aposta fichas também na escolha do Brasil para sediar a jornada mundial da juventude em 2013, que terá a presença do Papa Bento 16.
CONCILIADOR
Segundo membros da CNBB, o novo presidente tem um perfil conciliador.
Questionado pela Folha sobre como avalia o governo Dilma Rousseff, ele disse que é de forma positiva e que a presidente é uma pessoa "discreta", que aparece apenas "nos momentos mais importantes".
O presidente da CNBB não quis comentar a decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) que equiparou a união civil homoafetiva à heterossexual, na semana passada.
Em nota, CNBB afirmou que o Supremo ultrapassou "os limites de sua competência" e que a decisão cabia ao Congresso Nacional.

Data: 15/5/2011 00:38:44
Fonte: Folha Gospel