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Aumento do satanismo causou escassez de exorcistas, diz médico

Porta-voz de associação quer unir psiquiatras e demonologistas em escola de exorcismo para padres

 

 

Aumento do satanismo causou escassez de exorcistas, diz médicoAumento do satanismo causou escassez de exorcistas
O aumento na demanda de exorcismos causou uma escassez de sacerdotes capazes de realizá-los, alertou um exorcista do Vaticano. Para a Igreja Católica, um aumento acentuado do número de pessoas que se envolvem com satanismo e ocultismo significa um crescimento da busca por libertação de pessoas que julgam estar possuídas por forças do mal.
Com isso, percebeu-se que estão faltando sacerdotes capazes de realizar as cerimônias para combater as obras do diabo, gerando um estado de ‘alerta’ dentro da Igreja Católica.

Valter Cascioli, psicólogo que trabalha como consultor da Associação Internacional de Exorcistas, reconhecida pelo Vaticano, acredita que no momento não há sacerdotes suficientes para lidar com todos os pedidos de libertação.

Ele disse ao jornal italiano La Stampa: “A falta de exorcistas é uma emergência real. Há uma urgência pastoral resultante do aumento significativo no número de possessões diabólicas que os exorcistas precisam enfrentar”.

Cascioli explica que o número de exorcistas tem aumentado nos últimos anos, “mas ainda não são suficientes para lidar com uma situação dramática que afeta, sobretudo, os jovens que usam muito a internet. ”

Uma das soluções apresentadas por ele é a criação de uma escola onde os padres católicos seriam ensinados a realizar exorcismos.

Ele acrescentou: “Não existe uma instituição de formação a nível universitário. Precisamos de uma abordagem interdisciplinar onde a ciência colabore com a religião, e os psiquiatras trabalhem com demonologistas e exorcistas”.

Essa preocupação é exposta pouco dias após a morte do padre Gabriele Amorth, provavelmente o exorcista mais famoso do mundo. Ele faleceu dia 16 de setembro, aos 91 anos, em Roma. Segundo informações divulgadas pelos veículos de imprensa italiana, ele acreditava ter realizado durante sua vida 70 mil sessões de exorcismos. Com informações Gospel Prime e de Daily Mail

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Israel

Arqueólogos comprovam que o rei Ezequias realmente destruiu ídolos

Relato bíblico de 2 Reis é confirmado por escavações em Israel

 

 

Arqueólogos comprovam que o rei Ezequias realmente destruiu ídolosArqueólogos comprovam que o rei Ezequias realmente destruiu ídolos
Arqueólogos israelenses acreditam terem provas que o rei Ezequias, realmente destruiu os altos e os ídolos em Israel, conforme descrito na Bíblia, no Livro de 2 Reis.
Classificando-as como “uma descoberta importante e incomum”, a Autoridade de Antiguidades de Israel (AAI) afirmou que as escavações no Parque Nacional Laquis, no centro de Israel, revelaram um “portão-santuário” do período do Primeiro Templo, por volta do século 8 a.C.

Trata-se das ruínas do maior portão já descoberto no país. “O tamanho é consistente com o conhecimento histórico e arqueológico que possuímos, de que Laquis foi uma grande cidade, uma das mais importante depois de Jerusalém”, sublinha o diretor da escavação, Sa’ar Ganor.

No texto de 2 Reis 18: 4, lê-se que o rei Ezequias “Tirou os altos, quebrou as colunas, e deitou abaixo a Asera [postes sagrados]”. De acordo com a narrativa bíblica, tudo ocorreu às portas da cidade, onde os anciãos, os juízes, os governadores, reis e funcionários ficavam sentados em bancos.

As ruínas desses bancos também foram encontradas nessa escavação, explica Ganor. O trabalho arqueológico é desenvolvido em conjunto com a Universidade de Tel Aviv. O portão da cidade de Laquis mede cerca de 25 por 25 metros. Possui seis câmaras – três de cada lado, com a rua principal da cidade passando entre elas.

Ele está sendo restaurado e em breve poderá ser aberto ao público para visitação.

Descoberta confirma outro relato bíblico

Artefatos descobertos no local fornecem pistas de como eles eram usados 2.800 anos atrás. Bancos com braços estavam na primeira câmara. Junto aos pés desses bancos foram descobertos muitos jarros, colheres para o carregamento de grãos e potes – todos com a inscrição do nome do funcionário ou um selo indicando que pertencia ao rei.

Artefatos

Artefatos encontrados.

O IAA disse que os artefatos encontrados revelam os preparativos militares e administrativos de Judá para a guerra contra o rei assírio Senaqueribe, no século 8 a.C.  No caso, os selos reais são iguais aos do rei Ezequias descobertos em Jerusalém, que mostravam o desenho de um sol com duas asas.

Ganor ressalta que eles ficaram admirados ao encontrar dois altares de quatro chifres. Fica claro para os pesquisadores que os chifres, onde eram amarradas as oferendas, foram “intencionalmente quebradas”. Para o diretor da escavação, “esta é provavelmente a evidência mais clara da reforma religiosa atribuída ao rei Ezequias, quando os lugares de culto [altos] edificados fora da capital foram todos destruídos”.

Além de cortar as pontas do altar, aparentemente Ezequias colocou um banheiro no lugar mais sagrado, selando assim o fim da adoração no alto, com a “maior profanação” possível. Na verdade, o “banheiro” era uma pedra em forma de cadeira com um buraco no meio. Era apenas simbólico, pois os testes mostraram que nunca foi usado.

Essa ideia de colocar uma latrina para ‘contaminar’ locais de culto é mencionada na Bíblia, como por exemplo quando o rei Jeú destruiu o culto a Baal (2 Reis 10:27). Contudo, é a primeira vez que a prática é comprovada arqueologicamente.

Vaso sanitário encontrado no local sagrado

Vaso sanitário encontrado no local sagrado

Autoridades israelenses comemoraram a descoberta. A Ministra da Cultura e do Esporte Miri Regev disse que “Essa descoberta junta-se a uma longa lista de outros achados que esclarecem o nosso passado histórico, um passado que se manifesta no solo do nosso país e nos escritos do Livro dos Livros: a Bíblia – o livro fundador do povo judeu”.

Shaul Goldstein, diretor-geral da Autoridade de Parques e Reservas Naturais disse que Laquis é um dos “lugares por excelência” que oferecem “prova do domínio de Israel sobre a sua terra.” Com informações de Gospel Prime, Jerusalém Post e CBN

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Israel

Piso do Segundo Templo é reconstruído em Israel

Arqueólogos apresentam provas incontestáveis da construção feita por Herodes no Monte do Moriá

 

 

piso-do-templo Piso do Segundo Templo é reconstruído em Israel
Uma descoberta recente está animando estudiosos da Bíblia e da história de Israel, em especial aqueles que anseiam pela reconstrução do Templo no alto do Monte Moriá. Após 12 anos de pesquisas meticulosa, arqueólogos israelenses conseguiram reconstruir sete partes originais do piso do templo edificado por Herodes, no alto do monte Moriá, que foi destruído no ano 70.
Um verdadeiro “quebra-cabeças” foi montado partir de 600 pedaços de cerâmica encontrados nos escombros do que a administração palestina do Monte do Templo tentou esconder. Há anos os muçulmanos tentam eliminar provas da história judaica no lugar.

De maneira ilegal, toneladas de terra foram escavadas e lançadas fora como aterro, mas os especialistas estão cuidadosamente resgatando moedas, potes e cerâmicas. É o projeto Peneirar o Monte do Templo.

Esses pedaços do piso, que lembram ladrilhos modernos, são parte de um trabalho supervisionado por Gabriel Barkay e Yitzhak Dvira. Eles explicaram ao portal de notícias Ynet que o material reconstruído é “de uma beleza excepcional, e provavelmente foram utilizados nos pórticos, na entrada do acesso ao Templo”. Lembram que o historiador judeu Flávio Josefo descreveu em seus escritos que eles eram coloridos. “Temos aqui pela primeira vez um vislumbre da beleza do lugar”, comemora Barkai.

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Fragmentos dos pisos do Pórtico do Templo de Herodes

Piso onde Jesus andou

Originalmente importados de Roma, da Ásia Menor, da Tunísia e do Egito, os mosaicos que formam o piso foram cortados em diferentes formas geométricas. Provavelmente foram feitos por artesãos estrangeiros e enviados para Herodes, o Grande pelo imperador Augusto.

Frankie Snyder, especialista em pisos decorativos antigos e que trabalha com o projeto Peneirar ajudou a reconstruiu as peças. Ele explica que o estilo, chamado Opus Sectile, era distintivo de pisos exclusivos feitos na época. Basicamente eram pedras multicoloridas polidas e cortadas para compor uma diversidade de formatos geométricos.

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Mosaico do piso do Templo de Herodes

Este mesmo estilo de decoração de pisos foi encontrado em outras construções de Herodes o Grande e visto nas ruínas dos palácios erguidos por ele em Massada, Herodium e Jericó. Uma característica-chave desses mosaicos herodianos é o seu tamanho, que corresponde à medida de um pé romano: 29,6 centímetros.

O dr Barkay acredita que além de conectar os judeus com seus antepassados, o achado deve ter grande importância para os cristãos. “Este provavelmente é o piso por onde as moedas rolaram quando Jesus virou as mesas dos cambistas!”, acredita.

Trata-se da mais incisiva evidência física e arqueológica que havia um Templo Judaico no Monte do Templo 2 mil anos atrás. “É a primeira vez em que arqueólogos foram capazes de restaurar com sucesso um elemento do complexo que formava o Segundo Templo”, comemora Zachi Dvira, co-fundador e diretor do projeto Peneirar.  Até agora a maioria das descobertas era de moedas, selos e pedaços de argila e cerâmica da época.

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Piso do Segundo Templo reconstruído.

Schneider e Dvira apresentaram suas descobertas esta semana, na conferência anual da Megalim, central de estudos da antiga Jerusalém.

Projeto Peneira

Coordenado pela Universidade Bar-Ilan e a Fundação Cidade de Davi, o “Peneira” deseja investigar todo o material dos mais de 400 caminhões de terra retirados do Monte do Templo e despejados em um vale, perto da Cidade Velha de Jerusalém.

Zachi Dvira, idealizador do projeto que possibilita que voluntários ajudem na escavação, explica que desde o início do projeto em 2004, mais de 170 mil pessoas já participaram. Cerca de 50% da terra retirada do local sagrado já foi analisada.

O doutor Barkay afirma que esse “aterro” é o “maior crime arqueológico da história de Israel”. Afinal, o Monte do Templo está no centro da disputa política sobre Israel ser (ou não) a capital de um futuro Estado da Palestina.

“O Monte do Templo é o mais delicado e mais importante sítio arqueológico no país, e jamais foi escavado por causa da política. É uma incógnita; um pedaço de terra desconhecida”.

Após a reunificação de Jerusalém durante a Guerra dos Seis Dias, em 1967, Israel retomou o controle de sua capital, mas por causa de um acordo, o Monte permanece sob domínio do governo jordaniano. Achados arqueológicos que comprovem que ali repousava o templo de Salomão colocariam por terra os argumentos muçulmanos de que os judeus não têm direito ao local.com informações Gospel Prime