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Perlla revela que sofre preconceito por ter sido cantora secular

A jovem voltou para igreja depois de conhecer o músico Cássio Castilhol, com quem está casada e tem duas filhas

por Leiliane Roberta Lopes

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Antes de estourar nas paradas de sucesso como a primeira cantora de funk melody, Perlla era cantora na igreja onde congregava. As dificuldades em exercer o ministério contribuíram para que ela se distanciasse dos caminhos do Senhor.

“Sonhava gravar um CD, mas sabia que não conseguiria dentro da igreja, porque é um mercado muito complicado, isso é um ponto negativo em nosso meio”, disse Perllaem entrevista ao site Lagoinha.com.

Hoje, de volta à Igreja e com CD gospel gravado ela consegue entender que de fato há muitas pessoas com talentos dentro das igrejas, mas falta oportunidades para que esses talentos sejam aproveitados.

“Por isso, muitos se afastam do Evangelho por não encontrarem espaço para crescerem como profissionais”, disse. Foi isso que aconteceu com ela, sendo convidada para ver um show de pagode, Perlla teve oportunidade de subir no palco e mostrar seu talento.

Desse show para o sucesso não demorou muito. Em pouco tempo a jovem cantora era uma das mais tocadas no país, fazia muitos shows e ganhou muito dinheiro. Porem tudo isso não era suficiente para preencher o vazio que ela sentia. Em meio ao auge da carreira a depressão veio e com ela o desejo de se matar.

“Tentei me jogar do apartamento que ficava 22º andar, mas algo me prendia. Percebi que faltava algo dentro de mim”, lembra.

Perlla só voltou a ter contato com a religião depois que conheceu o músico Cássio Castilhol que se tornou um grande amigo e falou de Jesus para ela. “Passei a desabafar meus problemas com o Cássio. E a todo o momento ele dizia que minha angústia era a falta de Deus, e passou a orar por mim”, conta.

A amizade se tornou namoro, noivado e casamento. Hoje o jovem casal tem duas filhas, Pérola e Pietra, e a carreira gospel foi um chamado de Deus que a fez desistir do mercado secular.

Mais uma vez a religiosidade tentou interferir no ministério da cantora. Se antes de ser famosa a oportunidade na igreja era escassa, depois de ser considerada como a musa do funk ela precisou vencer muitos preconceitos para provar que se converteu de verdade.

“As pessoas estão com excesso de religiosidade, preocupadas em como a pessoa vai se comportar, se está cumprindo tudo direitinho”, afirma Perlla. “É uma pena tanta resistência na igreja, porque o compromisso não é com rótulos, mas com aquilo que você é em Cristo”, disse.

Hoje Perlla é contratada da gravadora Central Gospel Music e tem viajado pelo Brasil mostrando o CD “A Minha Vida Mudou” lançado em 2013. Paralelamente ela tem cursado teologia, mas não pretende se tornar pastora.

“Estou fazendo seminário para conhecer mais a Palavra de Deus. Contudo, tenho convicção de que não podemos dizer ‘não’ para o que Deus deseja fazer. Por isso, se um dia Ele me direcionar a esse caminho obedecerei.”

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Seita cria igreja para adorar Beyoncé

Cantora pop é chamada de salvadora e divindade por fãs

por Jarbas Aragão

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Seita cria igreja para adorar Beyoncé
Seita cria igreja para adorar Beyoncé

No início a mídia tratou como uma rumor, uma piada, mas agora é oficial. Um grupo de fãs da cantora Beyoncé organizou uma “igreja” para adorá-la. O nome oficial é Igreja Nacional de Bey, e a seita responde pelo nome de beyism.

Com sede em Atlanta, na Geórgia, seus fiéis reúnem-se aos domingos, em cultos cuja trilha sonora é de músicas de Beyoncé. Oficialmente, a cantora nunca se pronunciou sobre o assunto.

Obviamente, a iniciativa gerou muitas críticas da opinião pública. Pauline John Andrews, conhecida como “Ministra Diva”, é a pastora fundadora da Igreja.

Em entrevista ao site Christian Today ironizou o cristianismo: “Pedimos que as pessoas pensem no que é mais real: um espírito invisível em cima, ou uma deusa que fala e respira, mostrando sua verdadeira forma diariamente? Não acreditamos que Beyoncé seja o Criador, nós reconhecemos que Ele ainda está entre o trono dos deuses. Pedimos humildemente que respeitem nossas crenças pois queremos respeitar as suas. Abra sua mente para novas possibilidades e, como nós, veja que Bey é um verdadeiro poder superior… Divindades, muitas vezes, andam na Terra em carne e osso. Beyoncé transcenderá e voltará a ser espírito quando seu trabalho estiver finalizado aqui na Terra”.

Afirmou ainda que o grupo trabalha em sua própria versão da Bíblia, chamada de Beyble.

Muitas pessoas ligam o nome de Beyoncé e de seu marido, o rapper Jay-Z, ao movimento Illuminati. Ano passado, quando sua filha nasceu e foi batizada como Ivy Blue, boatos davam conta que Ivy seria uma sigla, Illuminati very youngest [A mais nova membro do Illuminati] e Blue também, Born living under evil [Nascida e criada pelo mal].  Por ocasião de sua apresentação na TV ano passado, na final do campeonato, ela fez um gesto com as mãos que teria “revelado ao mundo” sua ligação com os Iluminati e a defesa de uma Nova Ordem Mundial.

Contudo, ela não é a única cantora pop que flerta com a divinização. A cantora Lilly Allen recentemente lançou um vídeo e um disco com o nome de “Sheezus”. Trata-se de um trocadilho com a palavra (she) e Jesus, ou seja, um “Jesus mulher”.

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Judeus voltam para Israel em número recorde

Aumento na imigração seria cumprimento de profecia

por Jarbas Aragão

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Judeus voltam para Israel em número recorde
Judeus voltam para Israel em número recorde

Panfletos que mandavam os judeus do leste da Ucrânia se registrarem, pagar um imposto exclusivo e deixar a região começaram a ser distribuídos no último mês. A lembrança do que aconteceu na ascensão do nazismo logo aterrorizou a população judaica.

Sobretudo em Donetsk, região que está no centro do conflito entre o governo ucraniano e os separatistas pró-Rússia. Um plebiscito indica que a área será anexada por Moscou, seguindo o exemplo da Crimeia. Ali, homens mascarados foram para as saídas das sinagogas pedir a expulsão dos judeus. Sinagogas foram incendiadas e pichações antissemitas se espalham pelo país.

Parte dos 15 mil judeus de Donetsk já fala em sair da região caso a Rússia assuma o controle.  O caminho natural é mudar para outras regiões da Ucrânia, mas há quem defenda que todos devem voltar para Israel. Segundo o jornal Yedioth Ahronoth, cerca de 70% dos judeus do país já contataram a embaixada israelense sobre pedidos de visto e condições para imigrar para o Estado judeu.

O rabino Pinkhas Vyshedsky, afirma: “a impressão é que alguém está tratando de arrastar (os judeus) para um jogo político entre a Rússia e Ucrânia”. Ele conta que pediu às forças de segurança da Ucrânia proteção especial à comunidade. Contudo, até agora não houve resposta.  Desde o início de 2014, a imigração oficial de judeus ucranianos para Israel cresceu 140%.

Ao mesmo tempo, a França é o país de onde mais judeus decidiram voltar para Israel. O crescimento foi de 400%, sem que exista um motivo especial. A maioria alega o “crescente antissemitismo”. As autoridades acreditam que, se o ritmo continuar assim, será o maior fluxo de judeus franceses voltando para sua pátria-mãe desde o ressurgimento de Israel, em 1948.

Para os especialistas em profecias, este é um dos vários indícios que Deus pode estar reunindo novamente seu povo na Terra Prometida como sinal do final dos tempos.  Seria o cumprimento da profecia bíblica de Isaías 43:5-7, que afirma: “Não tenha medo, pois eu estou com você, do oriente trarei seus filhos e do ocidente ajuntarei você. Direi ao norte ‘Entregue-os!’ e ao sul ‘Não os retenha’. De longe tragam os meus filhos, e dos confins da terra as minhas filhas; todo o que é chamado pelo meu nome, a quem criei para a minha glória, a quem formei e fiz”. Com informações Yahoo, The Blaze e BBC