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Pastor morre afogado durante batismo junto a crente que batizava em uma represa

O local do batismo em Uganda já havia deixado outras pessoas mortas por afogamento

Por Luciano Portela | Repórter do The Christian Post

Durante um batismo sob a presença de duzentas testemunhas, em Uganda, leste da África, um pastor pentecostal e uma vítima do sexo feminino se afogaram, vindo a óbito de forma inesperada, sem possibilidade de resgate.

  • batismo
    (Foto: Reuters)
    Batismo dentro do Rio Jordão, situado na região da Terra Santa, entre Israel e a Jordânia.

Uma represa na costa de Mugoya Dam, local escolhido para o batismo, já é conhecido por vários crentes terem perdido a vida no momento de outras cerimônias de batismo, mas ainda assim é uma escolha popular para o sacramento de inúmeros cristãos.

No momento em que o Pastor Wilber Mukisa celebrava a graça da entrega de Jennifer Mugolofa, uma “enorme massa de água” veio por cima dos dois e todas as testemunhas foram obrigadas a assistir os dois lutando e infelizmente sucumbindo às águas.

“O pastor principal estava na linha costeira e prosseguia com a cerimônia de batismo. Ele (Mukisa) segurou a cabeça da mulher e a empurrou para as águas. Na terceira vez em que a lançava, perdeu o equilíbrio e os dois se afogaram”, disse Abbas Zikulabe, testemunha do caso.

Até hoje, cerca de sete pessoas já morreram na represa durante cerimônias de batismo e nenhuma providência mais dura foi tomada como medida de segurança para impedir novos acidentes, a não ser os funcionários do local que investigaram o acidente.

Muitos fiéis da igreja e cidadãos de Uganda se manifestaram com palavras de apoio às vítimas do acidente, com mensagens de “descanse em paz”, além de pedidos para que Deus possa guardar a alma de ambos.

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“Eles morreram na fé. Que o Pai Todo-Poderoso nos céus lhes conceda um lugar seguro com Ele, em nome de Jesus eu oro. Amén”, escreveu um usuário de uma rede social em homenagem ao pastor Mukisa e à moça.

 

 

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Cada seis minutos una niña sufre mutilación genital

En todo el mundo

 A cada  seis minutos, una menor de edad sufre la ablación, una práctica consistente en la extirpación forzosa y sin razón médica de la parte externa de los genitales.

06 DE FEBRERO DE 2014, MADRID

Tres millones de niñas y adolescentes son mutiladas cada año en el mundo, es decir, que cada seis minutos, una menor de edad sufre la ablación, una práctica consistente en la extirpación forzosa y sin razón médica de la parte externa de los genitales.

Kenia, como otros tantos países, lo ha prohibido por ley, pero se trata de una costumbre cultural fuertemente anclada en la sociedad, por lo que la erradicación aún queda lejos.

Según World Vision España, 140 millones de mujeres de todo el mundo tienen sus genitales mutilados.

Aunque la incidencia depende del país, de la tribu e incluso dentro de ésta, de la propia familia, hay lugares como Malí donde el 98% de las ciudadanas ha sufrido la ablación. Lo ejercen una suerte de curanderas y en una ceremonia ritual con la connivencia de los padres de la niña, que creen estar haciendo lo mejor para ella.

La edad de las víctimas también varía. Generalmente se entiende que la mutilación de los genitales es un paso previo al matrimonio, una preparación para la edad adulta: se practica a niñas de ocho o nueve años.

Sin embargo, según World Vision España cada vez se realiza a edades más tempranaspara evitar que llegado el momento, puedan oponerse.

Abundan casos de niñas de tres, dos años e incluso bebés.

MUJERES SIN DERECHOS
La mutilación tiene relación directa con muchas otras prácticas que parten de la falta de reconocimiento de derechos a las mujeres, como el matrimonio forzoso, generalmente infantil, a cambio de una dote.

Para erradicarla no basta, por tanto, con ofrecer información y sensibilización sobre sus consecuencias, el empoderamiento de las mujeres y el desarrollo de sus propios medios de vida es parte fundamental del proceso.

Fuentes: lainformacion.com

Editado por: Protestante Digital 2014

Creative Commons

 

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Artigos Ciência Estudos

Religião x ciência: cientistas tentam achar Adão e Eva em árvore genealógica e Vaticano reage

Alto funcionário do Vaticano destaca que acreditar em Adão e Eva se trata de uma questão de crença

Por Luciano Portela | Repórter do The Christian Post

Uma nova discussão entre religião e ciência se estabeleceu recentemente, com a pesquisa de um grupo de cientistas que buscam a origem de Adão e Eva por meio de uma árvore genealógica, estudo que não recebeu uma boa aceitação por parte do comando da Igreja Católica.

  • Bento XVI
    (Foto: Reuters/Stefano Rellandini)
    Praça São Pedro, no Vaticano.

Como reação, um alto funcionário do Vaticano destacou que a identificação com Adão e Eva se trata de uma questão de crença religiosa. “As investigações científicas não possuem meios para identificar Adão e Eva, e sequenciar sua origem genética”, avalia Werner Arber, ex-Prêmio Nobel de Fisiologia e atual presidente da Pontíficia Academia de Ciências.

Apesar da declaração de Arber, as pesquisas seguem em busca dos primeiros seres humanos coincidindo com Adão, mas exibem divergências. Enquanto um grupo britânico indica que os humanos modernos surgiram na África a cerca de 200 mil anos atrás, outro centro de pesquisa nos EUA crê na origem a cerca de 338 mil anos.

Há quem também diga que a existência de Adão e Eva é uma metáfora “enganadora” que deve ser abandonada, pois “confunde o público e até mesmo os geneticistas que desvendam” a origem humana, de acordo com o pesquisador Joe Pickrell do Centro do Genoma de Nova York.

A relação de Adão e Eva com a genética é um tema que gera debate já de longa data entre apologistas cristãos, como é o caso de John Collins, cientista e professor do Antigo Testamento que acredita que “Adão e Eva eram pessoas reais e antepassados de todos os outros seres humanos”.

Collins detalha sua opinião ao estabelecer que o que atrapalha a crença absoluta em Adão e Eva é o conflito cultural com as versões de origem do mundo em outras religiões, além de avanços na biologia que parecem afastar ainda mais a ideia de que apenas um casal foi determinante para toda a evolução do mundo.

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Como contestação, uma publicação católica relatou que será improvável alcançar uma explicação científica definitiva, pois obviamente que restos mortais ou evidências genéticas específicas são fatores que já estão muito distantes dos nossos dias.