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Última Ceia com feijão e carne de cordeiro

Arqueólogos estudaram diversos materiais para encontrar o que foi servido além do pão e vinho

por Leiliane Roberta Lopes-via gospelprime-

Uma pesquisa recente sobre a culinária palestina na época de Jesus afirma que além do pão sem fermento e do vinho, a Última Ceia também serviu guisado de feijão, carne de cordeiro, azeitonas, ervas amargas, um molho de peixe e tâmaras.

O estudo foi feito por dois arqueólogos italianos que utilizaram os versículos da Bíblia sobre esse momento, escritos judaicos, antigas obras romanas e dados arqueológicos.

Generoso Urciuoli, arqueólogo no centro Petrie, na Itália, e Marta Berogno, arqueóloga e egiptóloga no museu egípcio de Turim, também da Itália, são os responsáveis por essa pesquisa que será publicada em um livro no próximo mês com o nome de “Gerusalemme: L’Ultima Cena” (Jerusalém: a Última Ceia).

O material recolhido por eles foi suficiente para que os arqueólogos encontrassem informações sobre os hábitos alimentares em Jerusalém no início do 1º século d.C. Inclusive, eles descobriram que a Última Ceia não foi servida em mesa retangular, como é mostrado em muitas pinturas de arte religiosas, mas com Jesus e seus apóstolos sentados em almofadas no chão, da mesma forma como os romanos se comportavam naquela época.

“Naquele tempo na Palestina, a comida era colocada em mesas baixas e os convidados comiam em almofadas no chão e tapetes reclinados”, afirma Urciuoli.

Ainda segundo o arqueólogo, “os judeus que observavam as regras de pureza utilizavam vasos de pedra, porque eles não eram suscetíveis à transmissão de impurezas” ou ainda utilizavam como pratos, tigelas e jarros de cerâmica, que era uma tendência internacional naquela época.

A posição que Jesus e seus apóstolos se sentaram também seguia uma regra precisa onde os convidados mais importantes se sentavam à direita ou à esquerda do convidado principal.

“Versos dos evangelhos de João indicam que Judas estava muito perto de Jesus, provavelmente, à sua esquerda imediata. De fato, somos informados de que Judas mergulhou o pão no prato de Jesus, seguindo a prática de compartilhar alimento de uma bacia comum”, diz Urciuoli.

Eles também utilizaram a pesquisa para encontrar os alimentos servidos no jantar de Páscoa que foi o último dia de Jesus com seus discípulos.

Para encontrar o menu do jantar, eles usaram passagens bíblicas como a Festa dos Tabernáculos, as bodas de Caná (onde Jesus transformou água em vinho), e o banquete de Herodes (quando a cabeça de João Batista foi pedida).

“O casamento em Caná nos permitiu compreender as leis dietéticas religiosas judaicas, conhecidas como kashrut, que estabelecem quais alimentos podem e não podem ser comidos e como eles devem ser preparados. Por outro lado, o Banquete de Herodes nos permitiu analisar influências culinárias romanas em Jerusalém”, explicou o arqueólogo.

Por isso, os estudos revelam que além do pão sem fermento e do vinho, foi servido: tzir, uma variante do garum, molho de peixe romano; carne de cordeiro; cholent, um prato de guisado de feijão cozido em fogo muito baixo e lento; azeitonas com hissopo, uma erva com um sabor de hortelã; ervas amargas com pistaches e charosset de tâmaras; além de pasta de nozes.

“Ervas amargas e charoset são típicos da Páscoa, o cholent é comido durante as festividades, enquanto o hissopo também era consumido em uma base diária”, aponta o estudioso. Com informações Hype Science

 
 

 

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Ciência curiosidades

Fotos da NASA revelariam existência de cruz em Marte

Órgão divulga imagens curiosas do planeta vermelho

por Jarbas Aragão -gospelprime-

Fotos da NASA revelariam existência de cruz em Marte
Fotos da NASA revelariam cruz em Marte

Fotos da sonda Curiosity, da NASA, que revela aspectos da superfície de Marte geram curiosidade de especialistas e “curiosos” por todo o globo.

Por causa das fotos mais recentes, enviadas no final de fevereiro, surgiu a especulação sobre a existência de uma espécie de igreja no planeta vermelho. Para não restar dúvida que seria um templo cristão, há uma estrutura que remete a imagem de cruz bem ao lado.

Rapidamente, surgiu a teoria que alienígenas inteligentes e cristãos as construíram em um tempo indeterminado. Segundo o jornal inglês Metro, que destacou a situação, ufólogos estão animados com essa revelação.

Vários sites mostram que a suposta igreja teria um telhado de construção elaborado. O ufólogo Scott C Waring asseverou: “Esta é uma descoberta muito incomum. Provavelmente, algo muito significativo para alguns leitores religiosos. A cruz está fixada do outro lado da colina rochosa, de modo que sua parte inferior não é visível”.

Ele diz não ter dúvida que aquele é um símbolo cristão e que a estrutura “evidencia a existência de uma igreja”.

Suposta cruz em Marte.

Suposta cruz em Marte.

O assunto também foi analisado pelo jornal Daily Mail. O periódico lembrou que em 2013, outras fotos da Curiosity mostraram uma suposta cruz na superfície de Marte.

O The Sun um dos jornais mais populares entre os ingleses, minimizou. Para ele é apenas um exemplo de pareidolia, fenômeno que nos faz perceber formas familiares em imagens aleatórias. Exemplos comuns de pareidolia é a capacidade de ver animais ou rostos nas nuvens.

A NASA recusou-se a comentar o assunto.

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Ciência Israel

Israel inaugura o melhor sistema antimíssil do mundo

Apelidado de “funda de Davi”, projeto custou US$ 3,3 bilhões

por Jarbas Aragão -gospelprime-

 

Israel inaugura o melhor sistema antimíssil do mundo
Israel inaugura melhor sistema antimíssil do mundo

Esta semana, Israel começou a testar o mais sofisticado sistema de defesa antimísseis do mundo. O projeto contou com o financiamento dos Estados Unidos, a um custo de US$ 3,3 bilhões. Batizado como “Funda de Davi”, os primeiros testes foram considerados um sucesso por forças israelenses e americanas nesta quinta (3).

Segundo foi divulgado, o sistema é capaz de abater diversos tipos de mísseis e até satélites espaciais. Sua tecnologia é a mais avançada no ramo da defesa. “Podemos dizer que é um sistema pioneiro. Nem os Estados Unidos possuem algo tão complexo e sofisticado”, comemora Uzi Rubin, ex-chefe do programa israelense de defesa antimíssil.

Mísseis direcionados a fazendas ou campos não serão abatidos, mas aqueles direcionados a áreas populosas ou a infraestruturas importantes, como instalações militares, serão derrubados.

O sistema conseguirá abater mísseis de acordo com a posição e a trajetória identificada. Conseguirá interceptar foguetes de curto e médio alcance, além de mísseis balísticos, teleguiados, mísseis de cruzeiro, aviões e drones.

A abrangência possibilita que ameaças sejam neutralizadas ainda sobre o território inimigo, longe do céu israelenses.

Contudo, os militares israelenses explicaram que isso não é o suficiente. “Não existe sistema de defesa completo ou de total segurança, que possa interceptar tudo que for lançado contra Israel. No próximo ano, foguetes irão cair em solo israelense”, alerta Zvika Haimovic, comandante da Defesa Aérea israelense.

Ameaça do Irã e do Líbano

Nesta sexta, o analista de defesa do Instituto Washington para Política do Oriente Médio, Jeffrey White, denunciou que o grupo terrorista libanês Hezbollah renovou seu arsenal com dinheiro recebido do Irã. Eles possuem agora “mísseis táticos balísticos, mísseis Scud, mísseis iranianos Fateh-110 e M-600”. Estariam prontos para usar isso para atingir alvos em todo o Israel com precisão.

O secretário-geral do Hezbollah, Hassan Nasrallah, vem subindo o tom contra o Estado judeu, ameaçando bombardeios comparáveis com ataques nucleares. Ele ameaçou iniciar a “maior guerra já vista” contra Israel.

Apesar de ter pedido muitos soldados na guerra da Síria nos últimos meses, eles estariam adquirindo uma grande experiência, preparando-os para “ser ofensivo e não apenas defensivo”.

Maior inimigo declarado de Israel, o Irã gastou 14 bilhões de dólares comprando armamentos de última geração da Rússia. No final de fevereiro, anunciou que continuará financiando o terrorismo em solo israelense.

O governo de Teerã passou a pagar US$ 7 mil como “ajuda” para as famílias de palestinos mortos durante a intifada que ocorre na Terra Santa desde outubro de 2015.

As doações são um estímulo para que haja mais ataques de “mártires” contra cidadãos israelenses. Os palestinos cujas casas tenham sido destruídas durante a intifada receberão US$ 30 mil. Com informações de Jerusalém Post e Ynet News