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Fóssil de cobra com 4 patas retoma debate sobre veracidade da Bíblia

Descoberta de paleontóloga reabre discussão sobre a “maldição” de Gênesis 3

por Jarbas Aragão -gospelprime-

 

Fóssil de cobra com 4 patas retoma debate sobre veracidade da Bíblia
Encontrado fóssil de cobra com quatro patas no Brasil

Todas as vezes que os críticos falam sobre a veracidade dos relatos bíblicos, o Livro de Gênesis é quase sempre o mais atacado.

Contudo, uma descoberta revelada pela conceituada revista “Science” nesta semana reascende o debate sobre o quanto se pode aceitar a ideia de uma cobra com patas.

O fóssil de uma nova espécie de cobra que inegavelmente tinha quatro patas e teria vivido no Brasil é a primeira que se tem notícia. Segundo os cientistas, ela viveu na Bacia do Araripe, no Ceará, há cerca de 120 milhões de anos.

O artigo da Science foi assinado por David M. Martill, paleontólogo da Universidade de Portsmouth, no Reino Unido, com a colaboração de Helmut Tischlinger e Nicholas Longrich.

A espécie foi batizada de Tetrapodophis amplectus. “O fóssil faz parte de uma exposição maior de fósseis do período Cretáceo”, disse Martill em um comunicado. “Ficou claro que ninguém tinha apreciado a sua importância, mas quando eu a vi, sabia que era um espécime extremamente significativo.”

Embora fósseis de cobras com pernas tivessem sido encontrados antes, sempre eram duas patas malformadas. Este é o primeiro exemplar de uma cobra com quatro patas funcionais.

Durante centenas de anos, os defensores do criacionismo alegavam que com a maldição o animal sofreu uma mudança em sua estrutura. Agora, parece que essa hipótese não era totalmente sem fundamento. Com informações de National Geographic

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Campanha de pastoras pede que Deus seja visto como mulher

Bispa anglicana quer “noção de que Deus é uma espécie de velho no céu”.

por Jarbas Aragão – gospelprime –

 

Campanha de pastoras pede que Deus seja visto como mulher
Campanha pede que Deus seja visto como mulher

Depois que a Igreja Episcopal Anglicana abraçou a teologia liberal, uma série de mudanças aconteceu em suas estruturas no mundo todo. Primeiramente, questionaram a inspiração da Bíblia, depois Jesus como único caminho para o céu, por fim aceitaram o casamento gay, incluindo a ordenação de pastores e bispos homossexuais.

A mais recente amostra desse liberalismo é uma campanha para que as pessoas comecem a se referir a Deus como “ela”. O movimento foi iniciado pelas mulheres que ocupam cargos de liderança dentro da estrutura da igreja na Inglaterra.

O desejo desse grupo, que se denomina Watch (abreviatura em inglês para Mulheres e a Igreja) é reformar a liturgia oficial, cuja linguagem usa termos “masculinos” para descrever a Deus.

A bispa Jody Stowell, que é uma das líderes desta campanha, afirmou à imprensa: “A teologia ortodoxa diz que todos os seres humanos são feitos à imagem de Deus, que Deus não tem um gênero. Ele engloba o gênero – é tanto masculino quanto feminino e vai além de masculino e feminino. Então, quando só falamos de Deus na forma masculina, isto é, na verdade, uma compreensão deficiente de quem Deus é”.

Stowell explica que as discussões sobre a terminologia surgiram de um debate sobre se a consagração de bispos do sexo feminino faria uma diferença na Igreja da Inglaterra. A partir daí, o grupo começou a fazer um apelo público aos bispos para incentivar o uso de uma “linguagem e de imagens mais amplas sobre Deus”.

Para a bispa Emma Percy, capelã do Trinity College de Oxford, o efeito de se usar uma linguagem que inclua ambos os sexos serviria para nos livrar da “noção de que Deus é uma espécie de velho no céu”.

Ela acredita que o debate é antigo e que a partir do momento que a Igreja passou a aceitar mulheres como bispas, confirmou que as mulheres podem “representar a Deus em todos os níveis”.

A capelã defende que já existe uma aceitação. “Os mais jovens estão muito mais interessados em mostrar que não devemos trabalhar com estereótipos. Precisamos usar uma linguagem sobre Deus que mostre que Deus pode ser expresso de muitas maneiras diferentes”.

Contou ainda que muitas dessas bispas e pastoras já tem usado essa maneira de se referir a Deus em suas igrejas.

Um porta-voz da Igreja Anglicana afirma que essa não é uma posição oficial da Igreja, mas de um grupo independente, composto de mulheres com posições no clero. Com informações de The Guardian

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Pastores criticam “Desafio do Charlie” e destacam que invocar espírito “não é brincadeira”

Publicado por Tiago Chagas – gnoticias.com.br – em 29 de maio de 2015 

Pastores criticam “Desafio do Charlie” e destacam que invocar espírito “não é brincadeira”O “Desafio do Charlie” se tornou um nas redes sociais, gerou uma febre de vídeos sobre a brincadeira e causou tumultos em escolas públicas Brasil afora, com relatos de possessões demoníacas coletivas.Pastores evangélicos antenados sobre o tema não demoraram a se posicionar a respeito do assunto e reprovaram a “brincadeira” de invocar espíritos.

A nova mania dos adolescentes consiste em invocar o espírito de um suposto fantasma, chamado Charlie, que supostamente responderia girando um lápis sobre uma folha em branco com as palavras “Sim” e “Não”.

Para o pastor da igreja Batista Vida e Paz, em Vila Velha, a invocação de espíritos não deve ser vista como uma brincadeira e muito menos praticada: “Não aconselho mesmo. O diabo parou de se esconder e está ativo em nossos dias. Não podemos permitir que brincadeiras aparentemente inofensivas sejam portas para algo ruim. É preciso vigiar e ficar atento”, afirmou à Folha Vitória.

O líder evangélico classifica a “brincadeira” como uma prática mística, o que é condenada pela Bíblia Sagrada: “A palavra de Deus é bem clara. Lá em Deuteronômio, o Senhor diz que quem pratica adivinhação, ou se dedica à magia, ou faz presságios, ou pratica feitiçaria e encantamentos, desagrada ao Senhor. Pessoas que consultam espíritos ou mortos, também desagradam. O Senhor tem repugnância por quem pratica essas coisas”, explicou.

Já o pastor Douglas Guimarães publicou um vídeo para enfatizar que “se você está fazendo essa brincadeira, você está dando lugar ao diabo”.

“Finalmente, fortaleçam-se no Senhor e no seu forte poder. Vistam toda a armadura de Deus, para poderem ficar firmes contra as ciladas do diabo, pois a nossa luta não é contra pessoas, mas contra os poderes e autoridades, contra os dominadores deste mundo de trevas, contra as forças espirituais do mal nas regiões celestiais”, compartilhou Guimarães.