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FINANÇAS: DESAFIO PARA A LIDERANÇA

 

A Bíblia têm orientações suficientes para que alcancemos o equilíbrio

Por: Paulo de Tarso

Falar das dificuldades financeiras pelas quais tem passado as pessoas, famílias e instituições é quase que cair no lugar comum. Já não necessitamos de muitos argumentos e estatísticas para nos convencermos desta realidade. É bem possível que nossas dificuldades na gestão dos nossos recursos financeiros, como também da organização que lideramos, seja a realidade mais palpável dos entraves cotidianos que nos distanciam de um ideal extremamente  desejado: sucesso na administração do dinheiro. Saiba dos três  desafios para a liderança evangélica atual no que diz respeito à administração  financeira.
       1º Desafio: Administração  das finanças pessoal ou familiar
Dentre as incumbências do líder, uma das mais importantes é  ser exemplo daquilo que ensina ou prega. Portanto, o líder necessita administrar suas finanças de uma maneira consistente com as diretrizes bíblicas sobre o assunto. A Bíblia, embora não de forma sistemática, aborda o assunto dinheiro e posses materiais em diversas de suas narrativas. O próprio Jesus lança, em diversas oportunidades, luzes para uma compreensão do papel que o dinheiro deve ocupar no dia a dia das pessoas. Na parábola do administrador astuto, Jesus faz a seguinte colocação: "Assim, se vocês não forem dignos de confiança em lidar com as riquezas deste mundo ímpio, quem lhes confiará as verdadeiras riquezas?" (Lc 16.11). Aqui, Jesus declara que se não formos dignos de confiança em administrar fielmente as riquezas materiais, não estaremos habilitados a ascender à posição superior de cuidarmos das riquezas espirituais. Embora Jesus não esteja afirmando que as riquezas materiais sejam ruins em si mesmas, pois toda a criação material é boa (Gn 1.31), sua colocação parece deixar relativamente claro que há uma hierarquia superior em relação aos bens espirituais, que só poderão ser colocados sob nossa administração, caso sejamos bem sucedidos no gerenciamento das posses materiais.
       2º Desafio: Administração das finanças da organização
Vencido o primeiro desafio, os que estão liderando as organizações, necessitam aplicar também a elas os princípios bíblicos de administração financeira. Na verdade, a administração se dá de forma concomitante com a pessoal e familiar. No âmbito organizacional, o líder poderá contar com pessoas com formação técnica e perfil pessoal que o ajude a levar a cabo o objetivo de ter em ordem as finanças da igreja ou demais organizações.  Todavia, este fato não o isenta de conhecer e fazer valer as diretrizes da Bíblia sobre como lidar com o dinheiro de uma forma muito mais ampla. É fato que, em geral, a igreja tem se concentrado na área do dar, por isso o líder terá que ampliar seus conhecimentos e outros princípios igualmente importantes tais como economizar, investir, livrar-se de dívidas e gastar sabiamente. Em minha experiência pessoal, constato que o binômio é X Planejamento ainda é um entrave para boa parte da liderança evangélica. Portanto harmonizar fé com planejamento financeiro é fundamental para os pastores e líderes atuais.
       3º Desafio: Administração das finanças dos liderados
As mesmas dificuldades que os líderes enfrentam na  administração pessoal e familiar e nas instituições que lideram, é enfrentada  pelos seus liderados tanto ambiente familiar e igualmente nas empresas ou  organizações que supervisionam. Este fato deveria sensibilizar a liderança das igrejas e organizações para contemplar no seu sistema de ensino, o aprendizado bíblico financeiro. É penoso constatar que o ensino de finanças não faz parte da grade curricular de nossas escolas. Assim a igreja poderia abençoar seus membros numa área tão essencial, ao mesmo tempo em que cumpriria as palavras de Jesus: "ensinando-os a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei." (Mt 28.20). A utilização de um orçamento, por exemplo, deveria ser uma ferramenta básica de todas as pessoas, famílias e organizações.  No entanto, constatamos com preocupação que esta realidade ainda está distante do nosso dia a dia. O líder deve ser sensível em ajudar seu liderado a lidar com o dinheiro, um dos maiores rivais pelo senhorio de Cristo em sua vida. "Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro" (Mt  5.24)
Concluindo
Não necessitamos de grandes esforços para convencer os  líderes das dificuldades financeiras que o alcançam. Por esta razão, ele é desafiado a investir em pelos menos três áreas do conhecimento financeiro segundo a Bíblia: no âmbito pessoal e familiar, da igreja ou organização que lidera e da vida de seus liderados. A boa notícia é que, a Bíblia tem orientações suficientes para que alcancemos o equilíbrio financeiro nas três áreas que desafiam nossa liderança. Através de um sistema apropriado e prático, poderá trazer nossas finanças a uma plena realização dos propósitos de Deus.

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A CAPACITAÇÃO DE PASTORES E MESTRES.

Por Leandro Borges

“O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres, enviou-me a curar os quebrantados do coração, a apregoar liberdade aos cativos, e dar vista aos cegos, a pôr em liberdade os oprimidos, a anunciar o ano aceitável do Senhor”. (Lucas cap.4 vers.18,19).

Pastores e méstres devem servir à comunidade cristã, portanto os santos devem ser capacitados para fazer o trabalho da igreja em duas áreas: (a obra do ministério e a edificação do Corpo de Cristo).

A diferença entre a obra do ministério e a edificação do Corpo de Cristo é a diferença entre serviço no mundo e serviço no interior da comunidade cristã. É importante estabelecer a primeira delas porque a igreja sempre corre o risco de esquecê-la. Como acontece com as famílias, a igreja se torna tão preocupada consigo mesma que esquece que está no mundo para servir ao mundo. Ela deve ministrar ao mundo como Jesus ministrou.

1) É preciso que haja um trabalho de evangelismo descrito como pregar as boas-novas aos pobres.

2) É preciso um serviço ministerial, no qual os cativos são libertos, e os cegos, curados. Esse serviço pode ser literal, equivalente á trabalho entre os prisioneiros e formas variadas de serviço médico. Também é importante que haja um serviço espiritual no sentido de que aqueles que estão cativos do pecado sejam libertos pela verdade da Palavra de Deus, e aqueles que estão cegos espiritualmente venham a enxergar.

3) É preciso um ministério de misericórdia para com aqueles que estão oprimidos, o chamado ministerial de libertação.

4) É preciso uma proclamação de esperança para o mundo que praticamente já a perdeu de vista. É um ministério da certeza de que este é o tempo da graça de Deus e que Ele está recebendo aqueles que se convertem do pecado para a fé em Seu Filho, o Senhor Jesus Cristo.

Cada uma destas formas de ministério evangélico pode ser vista espiritualmente, mas não devemos perder de vista o fato de que elas envolvem também um serviço físico real no mundo.

Nunca devemos esquecer a história de nosso Senhor sobre as ovelhas e os bódes. O ponto crucial da história é que os cristãos não devem esquivar-se das atividades que os projetam nas feridas do mundo. O faminto deve ser alimentado, o nú deve ser vestido, o doente, visitado, e os prisioneiros, consolados. É preciso colocar os dons em movimento. não se pode ousar em escondê-los no chão como aquele servo infiel fez na parábola dos talentos, contada por Jesus, pois iremos encontrá-lo algum dia para o acerto de contas.

Os cristãos podem praticar essas formas de ministério em muitas situações: em casa, no trabalho, voluntariamente e até mesmo por projetos da igreja voltados para a população. O ponto importante é que os cristãos as pratiquem como parte de seu chamado do alto.

A segunda finalidade para a qual os cristãos devem ser capacitados é a edificação do Corpo de Cristo. Esse é o setor do ministério voltado para a igreja. Ele inclui afazeres como ensinar às crianças, descobrir e desenvolver os dons espirituais de todos os membros da igreja, carregar o fardo, orar, encorajar e ajudar uns aos outros a crescer no conhecimento e no amor de Jesus.

O objetico tem que ser a maturidade cristã, não apenas para o indivíduo, embora isso seja um degrau necessário para um propósito maior, mas para toda a igreja.Observe que em (Efésios cap.4 vers.13), Paulo colocou da seguinte maneira: “Até que todos cheguemos à unidade da fé e ao conhecimento do Filho de Deus, a varão perfeito, á medida da estatura completa de Cristo”.

A saúde da Igreja está relacionada a essa primeira esfera de serviço, uma vez que uma Igreja enferma não pode ministrar ao mundo com eficiência. o que impede a Igreja de ser a influência boa e divina que Jesus desejou que ela fosse é a desunião, que é um dos fatores.

Uma igreja que gasta todas as suas energias com disputas entre si dificilmente poderá ter alguma utilidade lá fora.

Uma outra causa do fracasso é a ignorância. Se a igreja não entende os assuntos do cotidiano e seus problemas, tampouco as soluções oferecidas pelo evangelho, ela não pode ajudar o mundo, ainda que não esteja dividida internamente e seu desejo seja ajudar.

A igreja pode também ser paralisada pela imaturidade. Pode ser derrotada pelo pecado. Cada uma dessas deficiências pode arruinar a eficácia da igreja.

O segredo para alcançarmos a maturidade que Paulo descreveu como ideal é cada cristão ajudar o outro. Isso não é dever apenas do pastor.

QUE DEUS TE ABENÇOE…

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Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus

ARREPENDIMENTO

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Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espirito Santo” (At 2:38).
Essa narração do Evangelho de Mateus conta-nos a história de dois homens que vivam uma grande tristeza por seus pecados. Um era Pedro, que negou a Jesus  Cristo, seu Senhor. E, depois, ele (Pedro) “saindo dali, chorou amargamente” (Mt 26: 75). e, depois Jesus o levantou e o restaurou, ordenando-o a pastorear seu rebanho (Jo 21: 15-17).

O outro homem é Judas, que traiu Jesus, seu Mestre, por trinta peças de prata. Que ao perceber que Jesus estava sendo condenado, ele, “tocado de remorso”, disse: “Pequei, traindo sangue inocente”, depois, “…Atirando para o santuário as moedas de prata, retirou-se e foi enforcar-se” (Mt 27: 3-5)

No primeiro vemos o arrependimento de Pedro que resultou em perdão da parte de Nosso Senhor e a sua restauração, foi completa. Ao contrário de Judas.

Mesmo Judas tendo se conscientizado havia errado, não há se arrependeu e confessou o seu pecado ao Senhor Jesus Cristo, e nem tampouco pediu-lhe o perdão. A palavra traduzida por “tomado de remorso”, “metamelomai”, literalmente quer dizer “ter cuidado depois”.

O suicídio de Judas é uma história das mais tristes da Bíblia. Lembra as palavras de Jesus: “… ai daqueles por quem o Filho do homem está sendo traído!Melhor não lhe fora ter nascido!” (Mt 26: 24).

Vemos nessa passagem que o verdadeiro arrependimento envolve a conversão, e a fé. Entretanto,o arrependimento e a fé são os fatores preponderantes para se levar à conversão e volta-se para Jesus Cristo

É importante qu1e você entenda a pregação de João Batista e de Jesus Cristo que alertavam e continua alertando para que todos  se arrependam: “Arrependei-vos, porque está próximo o reino de Deus” (Mt 3: 2 e 4: 17). O Novo Testamento nos orienta sobre a necessidade de se entrar no reino dos céus, é preciso arrepender-se das práticas pecaminosas, mudando completamente o processo mental e seguir os mandamentos de Jesus (Jo 14:21). Portan1to, ao se arrepender de seus pecados é importante que se batize por imersão em uma igreja reconhecidamente evangélica. Deus os abençoe. com informações da publicação original do : Rev. José Roberto

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Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., é, ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.