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O Incomparável Jesus

Publicado por Everson Barbosa em 5 de fevereiro de 2012
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O Incomparável Jesus

Vemos, porém, coroado de glória e de honra aquele Jesus que fora feito um pouco menor do que os anjos […] para que provasse a morte por todos

(Hebreus 2:9).

Durante meados do primeiro século, milhares de judeus na Palestina creram em Jesus Cristo. Logo foram cruelmente perseguidos por sua própria nação e também pelos imperadores romanos. Muitos perderam a vida, sofrendo martírio, e outros tantos se tornaram escravos. Houve também quem desanimasse, até retornando ao judaísmo.

Por intermédio da epístola aos Hebreus, os cristãos perseguidos foram confortados, obtiveram novo ânimo, e se motivaram a perseverar naquele momento difícil. A fim de renovar o zelo deles pelo Redentor, essa epístola, que toca nosso coração do começo ao final, apresenta os incomparáveis méritos do Senhor Jesus Cristo.

Cristo é revelado como maior do que todos os profetas e anjos, superior a Moisés, Arão e Josué. As inumeráveis ofertas feitas sob a lei judaica eram uma mera “sombra” do perfeito sacrifício do Senhor Jesus Cristo na cruz. Os sacrifícios do Antigo Testamento não podiam expiar um único pecado. Eram apenas um lembrete que o pecado estava no mundo e apontava para a obra da redenção que Deus iria realizar por meio de Cristo.

Deus enviou Seu Filho ao mundo; Sua vida foi vivida em incessante concordância com Seu Deus e Pai. Isso O tornou adequado para o perfeito e definitivo sacrifício, que jamais precisaria ser repetido. É suficiente para salvar os que crêem nEle e em Sua obra expiatória.

Fonte: A Paz

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Criacionismo nas ecolas: tendência mundial?

 

PorJussara Teixeira | Correspondente do The Christian Post

Os defensores do criacionismo estão agindo para difundir seus preceitos. Nos EUA, às vésperas do 203º aniversário de nascimento de Charles Darwin, parlamentares estão tomando medidas para limitar o ensino da teoria da evolução em escolas públicas.

Enquanto o criacionismo defende que o mundo foi criado por uma força sobrenatural, associada a Deus pelos religiosos, a teoria darwinista defende que as espécies foram evoluindo através da seleção natural.

  • Pintura feita por Michelangelo representando Deus e o homem

    (Foto: Reprodução / Michelangelo Buonarroti)

Este processo significa que os mais fortes sobrevivem e com a combinação de seus genes geram filhos mais fortes. Assim, cada geração é mais forte que a anterior, e os fracos da espécie são extintos.

Muitos ligam o ensino deste pensamento a conceitos de ateísmo, segundo o Urban Christian News.

O norte-americano republicano Jerry Bergevin, por exemplo, associa o ensino da teoria da evolução às atrocidades de Hitler e à falta de respeito aos direitos humanos em países como a União Soviética, Cuba, os nazistas e a China atual.

Segundo sua declaração à publicação Concord Monitor, a ideia evolucionista “é uma visão mundo que não contempla Deus. O ateísmo tem sido tentado em várias sociedades e tem induzido a crimes de desrespeito aos direitos dos cidadãos”.

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Diversas organizações de ateus vêm pedindo a retirada dos projetos de lei contra o evolucionismo. David Silverman, presidente da organização American Atheists (Ateus Americanos, em tradução livre ao português), tem chamado os defensores do criacionismo de “fanático, ignorante e até irritante”.

No Brasil

No Brasil, onde o evolucionismo é ensinado em larga escala nas escolas, o criacionismo já está crescendo e ocupando um espaço maior nos livros didáticos.

Essa é a opinião do professor de Novo Testamento do Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper e chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenzie, reverendo Augustus Nicodemus.

De acordo com entrevista concedida por ele ao site Origem e Destino, “as igrejas precisam promover mais encontros e eventos para debater o assunto e dissipar os mitos em torno tanto do evolucionismo quanto do criacionismo”.

Para o reverendo, os jovens cristãos muitas vezes não têm fundamentos sólidos para responder aos ataques de ateus e evolucionistas nas salas de aula e principalmente nas universidades.

“Não é de admirar que muitos jovens evangélicos percam a fé quando entram na universidade, onde são confrontados com uma visão de mundo evolucionista, naturalista e ateia”, diz.

Um dos poucos argumentos que unem fé e ciência é a teoria do “design inteligente”, que afirma a existência de uma ‘mente inteligente’ por trás de cada aspecto da vida, particularmente nas informações contidas nas moléculas de DNA das células.

Baseado em sua experiência pessoal, Nicodemus afirma que o fato de saber que é um ser humano criado à imagem do Criador do universo, faz toda a diferença.

“Entre outras coisas me traz uma base epistemológica para apreciar e defender os valores como o amor ao próximo, a misericórdia e o perdão, a bondade, a busca da paz e da justiça e da defesa da vida humana e do meio ambiente”, conclui o estudioso.

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Ateus e agnóticos são os que mais sabem sobre religião nos EUA

PorAna Araújo | Repórter do The Christian Post

Um estudo do Instituto de pesquisas americano Pew Forum, publicado nesta terça-feira, afirma que agnósticos e ateus são mais bem informados sobre doutrinas religiosas nos Estados Unidos do que os fieis de quaisquer religião.

O instituto preparou um questionário com 32 perguntas sobre religiões. A média de acerto entre osprotestantes foi de 16 questões, enquanto que a média entre os não crentes, como agnósticos e ateus, foi de 20,9 acertos.

Os judeus e os mórmons dividiram a segunda colocação dos mais bem informados, com 20,5 e 20,3 na média de acerto, respectivamente.

Os católicos são os menos informados, acumulando uma média de apenas 14,7 questões. Ao todo 3.412 participaram da pesquisa.

Alguns dados foram destacados pelo relatório do instituto, como que 45% dos católicos não sabiam que o pão e o vinho, além de representar, se transformam no corpo e no sangue de Cristo durante a eucaristia e que 53% dos protestantes não reconheceram Martinho Lutero como o pai da religião.

Só um quarto dos americanos (27%) sabe que a maioria dos habitantes da Indonésia é muçulmana, 47% sabe que Dalai Mala é budista e 38% associam Vishnu e Shiva à religião hindu.

As religiões que demonstraram maior conhecimento com perguntas relacionadas a cristandade, especialmente a Bíblia, foram os mórmons e os protestantes.

No entanto, segundo o relatório, o principal fator que contribui para o conhecimento religioso não é a igreja, e sim a formação educacional.

Pessoas graduadas tiveram uma média de 8 acertos a mais do que as pessoas que não possuem uma graduação, mesmo quando o curso não é relacionado à uma teologia.

Veja a relação entre a religião e o número de acertos no questionário elaborado pelo instituto.

Religião Número de acertos
Ateu/agnóstico 20.9
Judeu 20.5
Mórmon 20.3
Protestante 17.6
Católicos 16.0
Que não se classificam 11.6