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IMPOSSÍVEL É A SEMENTE DO MEU MILAGRE

Preletor: Márcio Rocha

Quem não ajuda você a orar, ajudara você a parar de orar

Mt14:25-33

Neste texto bastante conhecido por todos nós, vemos o apóstolo Pedro sendo desafiado por Jesus a andar sobre as águas, ou seja, estava diante de Pedro uma oportunidade para vivenciar o sobrenatural, o impossível na vida de um homem comum.

Olhe para seu irmão e diga para ele: você também está na lista dos homens que viverão o sobrenatural.

Mas precisamos entender e aprender que para se viver o impossível, para se desfrutar do sobrenatural precisamos respeitar algumas regras espirituais que dependerão de uma atitude natural.

Nós temos grandes desafios e sonhos de Deus que procedem Dele, porém existem regras para alcançá-los. E eu quero compartilhar com você nessa noite, através desse texto, três regras para alcançarmos o impossível.

1- Não siga o conselho daqueles que ficam no barco: certamente os outros discípulos tentaram frear Pedro, pois vozes contrárias surgiram naquele momento. Existem pessoas que tentam frear nossa ousadia por vários motivos: porque não terão a fé que temos, por causa da inveja, falta de ousadia, coragem, preocupação, falta de confiança em Deus, etc.

Procure sempre olhar para aqueles que andaram nas águas. Os relacionamentos nunca são neutros em sua vida. Quem não ajuda você a orar, ajudara você a parar de orar. Escolha pessoas que irão acrescentar e contribuir em sua vida. Quem é o tipo de gente que anda ao seu redor? Aquilo que você alcançará em Deus, tem haver com quem você anda.

2- Não tente o impossível na sua própria força: Uma vez que só o Senhor é Deus, não tente realizar a obra na força do seu braço, reconheça seus limites. Você só pode desfrutar do "tudo posso", quando antes descobrir o "nada posso". Só podemos dizer tudo posso naquele que me fortalece quando reconhecemos que não podemos nada sozinhos. Antes de Pedro sair do barco, ele ouviu de Jesus a palavra "Vem!" No versículo 29, Ele diz vem! Se você não ouvir essa palavra do Senhor, por favor, não saia do barco. Se Deus não liberar essa palavra em sua vida, não ande, pois é essa palavra que nos sustenta. Muitas pessoas hoje não sabem o que é viver e andar no sobrenatural porque insistem em tentar dar o seu jeitinho. Pare hoje mesmo de tentar descobrir as pedras no fundo das águas e ande de verdade por sobre as águas debaixo de uma palavra do Senhor.

3- Não fique no barco: Obviamente esse é o momento de maior crise: sair do barco. Agora é hora de colocar em prática, de andar nas águas. Se nós não sairmos do barco nada vai acontecer. Pedro desceu do barco. Se ele não saísse, jamais experimentaria o sobrenatural de Deus. Uma vez que o Senhor chamou, saia do barco! Uma vez que você obedeceu ao sobrenatural acontece.

Anote isso que vou lhe dizer: Se não sairmos do barco que é seguro, ele acaba se tornando concorrente de Deus e acaba se tornando um obstáculo para o mover do Senhor.

Quando não obedecemos, o barco se torna inimigo para o agir de Deus.

É isso que muitas pessoas às vezes não entendem e começam a repreender o diabo não entendendo que o barco, que pode ser qualquer coisa, está se tornando concorrente de Deus. O barco só é nossa segurança se o Senhor estiver nele, do contrário, o barco pode ser tornar a maior resistência do agir de Deus em nossas vidas. E como eu disse anteriormente, o barco pode ser um namorado ou namorada, um emprego, um salário, uma posição, entre tantas outras coisas que estão te prendendo e te impedindo de obedecer o "Vem!"que o Senhor já liberou sobre tua vida.

A comodidade pode nos fazer ficar no barco. Os acomodados não experimentam, não desfrutam do sobrenatural de Deus. Sair do barco é vencer a tradição, pois o normal é andar nas águas de barco. A incredulidade também pode nos prender a recusar de sair do barco.

Agora, sair do barco fixando seus olhos nas circunstâncias pode ser um perigo! Por isso, ao descer do barco não olhe para as circunstâncias, pois quando Pedro as viu se desesperou e assim pode acontecer conosco. Não desvie o foco, olhe para o lugar certo para não perder sua atenção, pois ele vai determinar a sua atitude. Tire seus olhos das coisas naturais.

Eu quero terminar essa palavra te dizendo algo muito importante: todos os milagres que Jesus fez tinham um motivo para acontecer.

A minha próxima pergunta para você é: qual é sua motivação em viver, em desfrutar do impossível?

Motivações erradas podem impedir a manifestação dos milagres de Deus em nossas vidas.

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FINANÇAS: DESAFIO PARA A LIDERANÇA

 

A Bíblia têm orientações suficientes para que alcancemos o equilíbrio

Por: Paulo de Tarso

Falar das dificuldades financeiras pelas quais tem passado as pessoas, famílias e instituições é quase que cair no lugar comum. Já não necessitamos de muitos argumentos e estatísticas para nos convencermos desta realidade. É bem possível que nossas dificuldades na gestão dos nossos recursos financeiros, como também da organização que lideramos, seja a realidade mais palpável dos entraves cotidianos que nos distanciam de um ideal extremamente  desejado: sucesso na administração do dinheiro. Saiba dos três  desafios para a liderança evangélica atual no que diz respeito à administração  financeira.
       1º Desafio: Administração  das finanças pessoal ou familiar
Dentre as incumbências do líder, uma das mais importantes é  ser exemplo daquilo que ensina ou prega. Portanto, o líder necessita administrar suas finanças de uma maneira consistente com as diretrizes bíblicas sobre o assunto. A Bíblia, embora não de forma sistemática, aborda o assunto dinheiro e posses materiais em diversas de suas narrativas. O próprio Jesus lança, em diversas oportunidades, luzes para uma compreensão do papel que o dinheiro deve ocupar no dia a dia das pessoas. Na parábola do administrador astuto, Jesus faz a seguinte colocação: "Assim, se vocês não forem dignos de confiança em lidar com as riquezas deste mundo ímpio, quem lhes confiará as verdadeiras riquezas?" (Lc 16.11). Aqui, Jesus declara que se não formos dignos de confiança em administrar fielmente as riquezas materiais, não estaremos habilitados a ascender à posição superior de cuidarmos das riquezas espirituais. Embora Jesus não esteja afirmando que as riquezas materiais sejam ruins em si mesmas, pois toda a criação material é boa (Gn 1.31), sua colocação parece deixar relativamente claro que há uma hierarquia superior em relação aos bens espirituais, que só poderão ser colocados sob nossa administração, caso sejamos bem sucedidos no gerenciamento das posses materiais.
       2º Desafio: Administração das finanças da organização
Vencido o primeiro desafio, os que estão liderando as organizações, necessitam aplicar também a elas os princípios bíblicos de administração financeira. Na verdade, a administração se dá de forma concomitante com a pessoal e familiar. No âmbito organizacional, o líder poderá contar com pessoas com formação técnica e perfil pessoal que o ajude a levar a cabo o objetivo de ter em ordem as finanças da igreja ou demais organizações.  Todavia, este fato não o isenta de conhecer e fazer valer as diretrizes da Bíblia sobre como lidar com o dinheiro de uma forma muito mais ampla. É fato que, em geral, a igreja tem se concentrado na área do dar, por isso o líder terá que ampliar seus conhecimentos e outros princípios igualmente importantes tais como economizar, investir, livrar-se de dívidas e gastar sabiamente. Em minha experiência pessoal, constato que o binômio é X Planejamento ainda é um entrave para boa parte da liderança evangélica. Portanto harmonizar fé com planejamento financeiro é fundamental para os pastores e líderes atuais.
       3º Desafio: Administração das finanças dos liderados
As mesmas dificuldades que os líderes enfrentam na  administração pessoal e familiar e nas instituições que lideram, é enfrentada  pelos seus liderados tanto ambiente familiar e igualmente nas empresas ou  organizações que supervisionam. Este fato deveria sensibilizar a liderança das igrejas e organizações para contemplar no seu sistema de ensino, o aprendizado bíblico financeiro. É penoso constatar que o ensino de finanças não faz parte da grade curricular de nossas escolas. Assim a igreja poderia abençoar seus membros numa área tão essencial, ao mesmo tempo em que cumpriria as palavras de Jesus: "ensinando-os a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei." (Mt 28.20). A utilização de um orçamento, por exemplo, deveria ser uma ferramenta básica de todas as pessoas, famílias e organizações.  No entanto, constatamos com preocupação que esta realidade ainda está distante do nosso dia a dia. O líder deve ser sensível em ajudar seu liderado a lidar com o dinheiro, um dos maiores rivais pelo senhorio de Cristo em sua vida. "Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro" (Mt  5.24)
Concluindo
Não necessitamos de grandes esforços para convencer os  líderes das dificuldades financeiras que o alcançam. Por esta razão, ele é desafiado a investir em pelos menos três áreas do conhecimento financeiro segundo a Bíblia: no âmbito pessoal e familiar, da igreja ou organização que lidera e da vida de seus liderados. A boa notícia é que, a Bíblia tem orientações suficientes para que alcancemos o equilíbrio financeiro nas três áreas que desafiam nossa liderança. Através de um sistema apropriado e prático, poderá trazer nossas finanças a uma plena realização dos propósitos de Deus.

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A CAPACITAÇÃO DE PASTORES E MESTRES.

Por Leandro Borges

“O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres, enviou-me a curar os quebrantados do coração, a apregoar liberdade aos cativos, e dar vista aos cegos, a pôr em liberdade os oprimidos, a anunciar o ano aceitável do Senhor”. (Lucas cap.4 vers.18,19).

Pastores e méstres devem servir à comunidade cristã, portanto os santos devem ser capacitados para fazer o trabalho da igreja em duas áreas: (a obra do ministério e a edificação do Corpo de Cristo).

A diferença entre a obra do ministério e a edificação do Corpo de Cristo é a diferença entre serviço no mundo e serviço no interior da comunidade cristã. É importante estabelecer a primeira delas porque a igreja sempre corre o risco de esquecê-la. Como acontece com as famílias, a igreja se torna tão preocupada consigo mesma que esquece que está no mundo para servir ao mundo. Ela deve ministrar ao mundo como Jesus ministrou.

1) É preciso que haja um trabalho de evangelismo descrito como pregar as boas-novas aos pobres.

2) É preciso um serviço ministerial, no qual os cativos são libertos, e os cegos, curados. Esse serviço pode ser literal, equivalente á trabalho entre os prisioneiros e formas variadas de serviço médico. Também é importante que haja um serviço espiritual no sentido de que aqueles que estão cativos do pecado sejam libertos pela verdade da Palavra de Deus, e aqueles que estão cegos espiritualmente venham a enxergar.

3) É preciso um ministério de misericórdia para com aqueles que estão oprimidos, o chamado ministerial de libertação.

4) É preciso uma proclamação de esperança para o mundo que praticamente já a perdeu de vista. É um ministério da certeza de que este é o tempo da graça de Deus e que Ele está recebendo aqueles que se convertem do pecado para a fé em Seu Filho, o Senhor Jesus Cristo.

Cada uma destas formas de ministério evangélico pode ser vista espiritualmente, mas não devemos perder de vista o fato de que elas envolvem também um serviço físico real no mundo.

Nunca devemos esquecer a história de nosso Senhor sobre as ovelhas e os bódes. O ponto crucial da história é que os cristãos não devem esquivar-se das atividades que os projetam nas feridas do mundo. O faminto deve ser alimentado, o nú deve ser vestido, o doente, visitado, e os prisioneiros, consolados. É preciso colocar os dons em movimento. não se pode ousar em escondê-los no chão como aquele servo infiel fez na parábola dos talentos, contada por Jesus, pois iremos encontrá-lo algum dia para o acerto de contas.

Os cristãos podem praticar essas formas de ministério em muitas situações: em casa, no trabalho, voluntariamente e até mesmo por projetos da igreja voltados para a população. O ponto importante é que os cristãos as pratiquem como parte de seu chamado do alto.

A segunda finalidade para a qual os cristãos devem ser capacitados é a edificação do Corpo de Cristo. Esse é o setor do ministério voltado para a igreja. Ele inclui afazeres como ensinar às crianças, descobrir e desenvolver os dons espirituais de todos os membros da igreja, carregar o fardo, orar, encorajar e ajudar uns aos outros a crescer no conhecimento e no amor de Jesus.

O objetico tem que ser a maturidade cristã, não apenas para o indivíduo, embora isso seja um degrau necessário para um propósito maior, mas para toda a igreja.Observe que em (Efésios cap.4 vers.13), Paulo colocou da seguinte maneira: “Até que todos cheguemos à unidade da fé e ao conhecimento do Filho de Deus, a varão perfeito, á medida da estatura completa de Cristo”.

A saúde da Igreja está relacionada a essa primeira esfera de serviço, uma vez que uma Igreja enferma não pode ministrar ao mundo com eficiência. o que impede a Igreja de ser a influência boa e divina que Jesus desejou que ela fosse é a desunião, que é um dos fatores.

Uma igreja que gasta todas as suas energias com disputas entre si dificilmente poderá ter alguma utilidade lá fora.

Uma outra causa do fracasso é a ignorância. Se a igreja não entende os assuntos do cotidiano e seus problemas, tampouco as soluções oferecidas pelo evangelho, ela não pode ajudar o mundo, ainda que não esteja dividida internamente e seu desejo seja ajudar.

A igreja pode também ser paralisada pela imaturidade. Pode ser derrotada pelo pecado. Cada uma dessas deficiências pode arruinar a eficácia da igreja.

O segredo para alcançarmos a maturidade que Paulo descreveu como ideal é cada cristão ajudar o outro. Isso não é dever apenas do pastor.

QUE DEUS TE ABENÇOE…