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Mãe afirma que espíritos a convenceram envenenar filha de sete meses

O esposo nega crise no casamento e acredita que ela realmente tinha problemas espirituais

por Leiliane Roberta Lopes

 

Mãe afirma que espíritos a convenceram envenenar filha de sete meses
Mãe afirma que espíritos a convenceram envenenar filha de sete meses

Um crime chocou moradores da cidade de Macapá (AP), pois uma mãe envenenou a filha de sete meses e alegou à polícia que ouviu vozes de espíritos pedindo para que ela matasse a criança e depois se matasse.

A acusada é Enoli Lara Figueiredo, 23 anos, que foi encaminhada para a Delegacia de Crimes Contra a Mulher (DCCM) para prestar depoimento onde confessou o crime.

“Inicialmente, ela alegou ciúmes, mas conversando novamente, disse que sofria com problemas espirituais, chegando a ouvir vozes nesta manhã, pedindo para se matar junto com a criança”, disse a delegada Vilani Feirosa que concedeu entrevista nesta quinta-feira (8) para a TV Amapá.

A jovem, casada com o motorista Ademilson Barros, 25 anos, teria usado veneno de ratos para envenenar a criança. O marido nega que o relacionamento estava em crise e que o problema espiritual pode ser a única justificativa para o crime, já que Enoli sempre foi muito carinhosa com ele e com a criança.

A criança foi socorrida no Hospital da Criança chegando a permanecer na UTI até que os médicos conseguiram retirar boa parte do veneno de seu corpo. A delegada afirma que Enoli não aparenta problemas mentais e que a versão de ouvir vozes terá que ser analisada no decorrer do processo. A mãe será processada por tentativa de homicídio e poderá perder a guarda da criança. Com informações G1.

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Israelenses descobrem hospital da época das Cruzadas

Arqueologia

Veja.com

Construção situada em Jerusalém tem aproximadamente 1.000 anos. Descoberta oferece informações sobre medicina da época

Com várias divisões, a estrutura descoberta assemelha-se a de um hospital modernoCom várias divisões, a estrutura descoberta assemelha-se a de um hospital moderno (EFE)

A Autoridade de Antiguidades de Israel (AAI) anunciou, por meio de comunicado oficial, a descoberta de um hospital do período das Cruzadas (1099 – 1291 d.C.) situado no Quarteirão Cristão, na Cidade Velha de Jerusalém. Trata-se de uma estrutura com cerca de 1 000 anos atrás, com pilares e abóbadas que medem mais de seis metros de altura. Segundo a AAI, a construção corresponde a apenas uma parte do hospital: os arqueólogos calculam que o complexo compreendia uma área total de 15 000 metros quadrados.

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CRUZADAS
​As cruzadas foram expedições armadas comandadas por potências cristãs da Europa, com o objetivo de reconquistar territórios que foram dominados pelo islamismo, mas eram considerados sagrados pelos cristãos, como Jerusalém. Foram 200 anos de guerra do mundo cristão contra o mundo muçulmano. Grande parte dos historiadores defende que as Cruzadas geraram uma violência que contribuiu para a rivalidade entre muçulmanos e cristãos nos anos decorrentes. Além disso, os europeus não alcançaram seu objetivo inicial. A rica troca de tradições que aconteceu durante o período, introduzindo ao universo ocidental diversos elementos da cultura oriental, porém, é considerada um aspecto positivo das Cruzadas.

Em desuso há aproximadamente dez anos, o local antes abrigava um movimentado mercado de frutas e verduras. Depois disso, permaneceu abandonado, até surgir o interesse de uma empresa em transformar a estrutura em um restaurante. Isso levou às explorações arqueológicas, que descobriram a antiga existência do hospital no local.
De acordo com a AAI, os arqueólogos aprenderam mais sobre a história do ambulatório por meio de documentos da época – a maior parte deles escrita em latim.

Ordem de St. John — “Os documentos mencionam a existência de um sofisticado hospital construído por uma ordem militar cristã denominada Ordem de St. John do Hospital de Jerusalém”, contam os israelenses Renee Forestany e Amit Re’em, coordenadores da escavação. Há indícios de que o hospital tenha sido construído por um grupo de monges beneditinos que tinham como objetivo cuidar dos peregrinos cristãos que participavam das expedições à Jerusalém.

Ao longo do tempo, a Ordem de St. John evoluiu e passou por inúmeras reestruturações. Em 1888, na época da Revolução Industrial, a Rainha Victoria, da Inglaterra, incorporou a Ordem à realeza inglesa e, atualmente, a Rainha Elizabeth II é a “cabeça soberana” da Ordem de St. John, ou seja, uma espécie de líder. Apesar de seu caráter cristão, hoje não é mais preciso ser religioso para integrar a organização, como era em sua origem. São 25 000 membros da Ordem ao redor do globo. E, para se tornar um deles, é necessário ter seu mérito reconhecido pela Rainha.

A Ordem conta com oito monastérios ao redor do mundo, além de manter um hospital oftalmológico de caridade localizado na parte leste de Jerusalém, chamado Hospital do Olho de St. John.

Medicina — Apesar da estrutura encontrada se assemelhar muito a dos hospitais modernos — com divisão de alas e departamentos conforme as diferentes enfermidades, e capacidade para atender até dois mil pacientes — os documentos revelam que a medicina da época ainda se encontrava em um estado bastante rudimentar. Em um dos relatos recuperados, uma testemunha narra o caso de um soldado cristão que morreu após ter sua perna amputada por conta de um pequeno ferimento.

“Isso acontecia porque, naquela época, os árabes já tinham conhecimentos médicos mais avançados, enquanto a medicina europeia ainda era muito ligada à religião”, explica Rodrigo Rainha, doutor em História Medieval pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em entrevista ao site de VEJA. “Então, em um caso como esse, o árabe poderia olhar para a perna e dizer apenas que teriam que fazer um torniquete, mas o europeu cristão tinha que saber o que o padre (que agia como médico) achava. Esse padre provavelmente disse que a perna deveria ser cortada, porque aquela ferida era a presença do mal no corpo do indivíduo, e assim amputaram a perna do soldado que, é claro, faleceu.”

Para Rodrigo, a descoberta oferece uma nova percepção em relação à organização dos cruzadistas. “Até hoje, não existiam indícios de hospitais dessa época e nessa região, especificamente”, afirma. Ainda segundo o professor, a existência do hospital pode ser considerada uma espécie de pequeno símbolo das trocas culturais que aconteciam no período. “As Cruzadas são frequentemente lembradas pela violência e invasão, mas elas também tiveram como resultado uma troca de tradições: foi um verdadeiro encontro de mundos diferentes, que permitiram a transformação daquela região.”

(Com agência EFE)

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Artigos curiosidades

Israel financia el sueño del Tercer Templo

Subvenciones para el Temple’s Institute

Israel financia el sueño del Tercer Templo

Maqueta del Tercer Templo de Jerusalén. / Mundocristiano.tv
Ha entregado unos 148.000 euros a la organización cuyo principal objetivo es construir el emblemático edificio religioso.

08 DE AGOSTO DE 2013, JERUSALÉN

En los últimos diez años el Estado de Israel ha financiado a la organización sin fines de lucro Temple’s Institute, que aboga por la construcción del Tercer Templo en Jerusalén en el que reclaman como su “lugar”, donde ahora está la mezquita de Al Aqsa.

Según reveló la Radio del Ejército y recoge el Jerusalem Post, el Ministerio de Educación y el Ministerio de Cultura y Deportes han transferido hasta 700.000 shéqels israelíes (unos 184.000 euros) a esta organización.

“El Instituto” dice la organización en su página web “está dedicado a todos los aspectos del mandamiento bíblico de construir el Templo de Dios en el Monte Moriah en Jerusalén”. “Nuestro objetivo a corto plazo es volver a encender la llama del Templo Sagrado en los corazones de la humanidad a través de la educación. A largo plazo haremos todo lo que podamos para llevar a cabo la construcción del Templo Sagrado en nuestro tiempo”.

En la web se presentan diversas ilustraciones con modelos del Tercer Templo situado en la actual explanada de las mezquitas y sin ningún rastro de la misma.

Aparte de los subsidios, Radio Ejército descubrió que el Estado también permite a las mujeres jóvenes que optan por renunciar el servicio militar obligatorio a cumplir el servicio nacional como guías turísticos no remunerados en esta organización. Las mujeres también son enviados a escuelas y jardines de infancia en todo el país para hablar de su experiencia e impartir programas educativos que ofrece el instituto.

El Ministerio de Educación ha defendido el apoyo a la organización porque esta “reúne los criterios de una organización sin fines de lucro que instruye a estudiantes en sus instalaciones desde hace más de diez años”.

Según el Ministerio de Cultura y Deporte el Instituto del Templo “se ocupa de investigar y sigue criterios profesionales”.

Preparan Tercer Templo de Jerusalén
Judíos ultraortodoxos preparan la construcción del Tercer Templo de Jerusalén

“Durante más de 25 años, el Instituto del Templo se ha situado en la vanguardia de la investigación, la educación y la preparación para el momento de la reconstrucción del Templo Sagrado”, dijo un portavoz del Instituto del Templo a The Jerusalem Post. “Los esfuerzos del Instituto han sido reconocidos y premiados por el Ministerio de Educación de Israel”.

“Más de un millón de personas de todo el mundo, de todos los orígenes y religiones, han visitado la exposición del Instituto ubicada en la Ciudad Vieja de Jerusalén”, dijo el portavoz. “El sitio web del Instituto del Templo es el sitio web más popular y la educación en materia de el Templo Sagrado en el mundo”.

“La reconstrucción del Templo Sagrado, llamado por el profeta Isaías una ‘casa de oración para todas las naciones’, es un mandamiento positivo, y la visión de la reconstrucción del Templo, que marcará el comienzo de una era sin precedentes de la paz y la armonía del mundo, es el tema central de toda la Torá. El Instituto del Templo se enorgullece de representar el concepto que ha sido sentida oración del pueblo judío durante dos milenios”.

En su página web ( www.templeinstitute.org ) se pueden ver con relativa facilidad planos del proyecto del nuevo templo sobreimpresos en fotografías reales sobre la Cúpula de la Roca. En los planos se borra también la Mezquita de Al Aqsa.

Fuentes: The Jerusalem Post

Editado por: Protestante Digital 2013