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Ato público em defesa de Marisa Lobo é promovido no Paraná

 

Psicólogos cristãos, pastores e evangélicos se reunirão em Curitiba

Por Giana Guterres | Correspondente do The Christian Post

Um ato público em defesa da psicóloga Marisa Lobo acontece hoje. A manifestação será realizada em frente ao Conselho de Psicologia, em Curitiba, capital do Paraná. Nas redes sociais, o manifesto está sendo divulgado e se tornou um debate público entre apoiadores da psicóloga e críticos.

  • Manifestação pró-Marisa Lobo

    Foto:(Twitter/Thiago Ferro)

    Manifestantes se reúnem em prol da psicóloga cristã Marisa Lobo

O ato público está sendo promovido por cristãos da sociedade paranaense de Psicologia, da Associação de Psicólogos e Profissionais Pró Família. Também estarão no protesto integrantes do Conselho de Ministros Evangélicos do Estado do Paraná (COMEP) e do Núcleo de Comunhão Pastoral.

“Interessados em participar façam um cartaz de protesto e vá lá no dia. COMPARTILHEM”, convidou Marisa. “Você é de Curitiba, participe é apenas um ATO CONTRA a perseguição religiosa pela liberdade de expressão. Não aceitaremos ofensas com nenhum grupo ideológico, é apenas para afirmar nosso direito, a livre expressão da nossa fé em nossa vida privada, mesmo sendo profissionais. Direitos para todos em igualdade”, acrescentou ainda.
A convocação para o “protesto pacífico” – segundo ela publicou em seu Facebook – está sendo feita nas redes sociais Facebook e Twitter desde 04 de março. “Eu não escolhi essa PERSEGUIÇÃO. Deus me colocou nela eu apenas obedeci”, declarou Marisa sobre o evento.

Vários simpatizantes estão se manifestando em apoio da psicóloga Marisa Lobo e rebatendo críticas que ela está recebendo nos comentários. Márjory Fonseca escreveu “se morasse aí perto, com certeza iria apoiar, mas conte com minha orações, os cristãos do Piauí te apoiam!” Rubens Do Prado sugeriu mais manifestações: “Poderia ser feito um ato em cada sede de Conselhos estaduais de Psicologia do país”.

O Conselho Federal de Psicologia está movendo um processo administrativo contra a psicóloga Marisa Lobo. Segundo o CFP, ela deverá retirar todas as menções de que é cristã e que afirma publicamente em suas redes sociais. No Twitter, ela se apresenta no nome de perfil como “Psicóloga Cristã”.

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Ameaça de processo de pastor contra Xuxa é destaque na rede

 

folha.com

DE SÃO PAULO

Entre os assuntos mais replicados na tarde desta segunda-feira (11) no microblog está o nome da apresentadora Xuxa.

Na última sexta-feira (8), Xuxa criticou em sua página no Facebook a eleição do deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) para a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias na Câmara.

"Esse ‘deputado’ disse que negros, aidéticos e homossexuais não têm alma", escreveu Xuxa.

"Todo mundo sabe o quanto eu respeito todas as religiões, mas esse homem não é um religioso, é um monstro. Em nome de Deus ele não pode ter poder", disse.

Diante das críticas de Xuxa, o pastor agora prometeu processar a apresentadora, segundo o site da revista Quem

Em sua conta no Twitter, o deputado teria publicado que já está com um dossiê para entregar à Polícia Federal com ameaças de morte contra ele.

"E sobre o que disse Xuxa, minha assessoria jurídica prepara o processo", comentou Feliciano.

Gabo Morales – 17.dez.12/Folhapress

A apresentadora Xuxa Meneghel durante o evento Natal do Bem, no Hyatt, zona sul de São Paulo, em 17 de Dezembro de 2012

A apresentadora Xuxa Meneghel durante o evento Natal do Bem, no Hyatt, zona sul de São Paulo, em 2012

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A MULHER SAMARITANA

Imagem de Anisio

O encontro da religiosidade com a espiritualidade.

O quarto capítulo do evangelho de João narra o encontro de Jesus com a mulher samaritana. Um dos elementos centrais do texto é a “água viva” que Cristo lhe ofereceu. Isto nos leva a um pressuposto fundamental: a sede, como evidência de uma necessidade básica do ser humano.
O homem é composto por corpo, alma e espírito (ITss.5.23; Heb.4.12). Assim, temos três tipos de sede ou necessidades: físicas, emocionais e espirituais. A parte física nos assemelha aos animais. O emocional nos distingue como humanos. O espiritual é semelhante ao divino. As tentações de Cristo no deserto envolveram essas três áreas (Mt.4.1-11).

Reconhecemos facilmente as necessidades físicas e emocionais, mas a espiritual nem sempre é considerada. Muitos vivem em função das necessidades físicas e emocionais apenas, e nisso investem todo o seu tempo, esforço e dinheiro. Vivemos no tempo do culto ao corpo.

Podemos, inclusive, estar cometendo o erro de buscar a Deus apenas para que ele nos atenda nas questões físicas (Jo.6.26) e emocionais. Ele nos abençoa nessas áreas, mas a sua prioridade é o nosso espírito.

A mulher samaritana demonstrou esses três tipos de necessidade. A necessidade física se relaciona à água que ela foi buscar no poço (Jo.4.7). A necessidade emocional se evidencia nos seis relacionamentos conjugais daquela mulher (Jo.4.18). A necessidade espiritual se apresenta no questionamento a respeito da adoração (Jo.4.20). Em todos os casos, a mulher não se sentia satisfeita ou saciada.

Embora tenha passado pelas questões físicas e emocionais, Jesus conduziu a conversa para a vida espiritual quando disse: “Os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade” (Jo.4.23).

O ser humano procura saciar sua sede espiritual através da religiosidade ou da espiritualidade.

O texto de João 4 fala do encontro da mulher samaritana com Jesus, mas podemos dizer também que foi o encontro da religiosidade com a espiritualidade. Costumamos confundir estes conceitos, mas são muito diferentes. Pensamos que uma pessoa religiosa é espiritual, mas pode não ser.

A religiosidade consiste na prática de atos exteriores, rituais, obrigações, costumes e tradições como atitudes de busca ou culto a alguma divindade. A verdadeira espiritualidade, porém, se manifesta através de um modo de vida em que o espírito domina a carne (ICo.2.14; 3.1-3; Gal.5.16). O religioso se caracteriza pelo fazer. O espiritual, pelo ser.

O religioso supervaloriza lugares, objetos sagrados, gestos e expressões. O espiritual prioriza e demonstra o amor a Deus e ao próximo. A mulher samaritana estava preocupada com o lugar de adoração: no monte ou em Jerusalém, mas Jesus chamou sua atenção para a essência.

A religiosidade inclui muitas atividades físicas com forte apelo emocional que podem, eventualmente, não ter participação alguma do espírito. Como disse Jesus: “Este povo me honra com os lábios, mas o seu coração está longe de mim” (Mt.15.8). Nesse contexto, o “coração” não é um órgão físico, mas uma referência simbólica ao interior do homem.

Podemos comparar a religiosidade à frequência de um aluno à escola. Então, a espiritualidade seria semelhante ao interesse pelo conhecimento. Ambas as coisas nem sempre estão juntas.

Se compararmos a religiosidade às tarefas domésticas realizadas por uma esposa, a espiritualidade seria semelhante ao amor pelo marido, ou seja, a essência do relacionamento.

Não vamos eliminar os aspectos exteriores do culto, mas precisamos estar conscientes de que, sem a verdadeira espiritualidade, eles serão tão inúteis quanto lâmpadas sem luz.

Práticas religiosas podem ser realizadas para a aquisição de coisas materiais, mas a verdadeira espiritualidade nos liberta do materialismo. Foi o que aconteceu com os irmãos da igreja primitiva.

A religiosidade produz um perigoso sentimento de dever cumprido. Fizemos quase nada para Deus e já estamos satisfeitos. Pior do que isso é pensar que o Senhor também esteja feliz conosco. Ir à igreja uma vez na semana, dar uma oferta ou ler um versículo podem ser atitudes mínimas que nos satisfazem, mas não atendem à vontade de Deus.

Discutir aqui sobre tempo e quantidade pode não ser proveitoso, porque a religiosidade pode se manifestar também através de grande dedicação, mas o que vai satisfazer ao Senhor é uma vida em busca da santidade.

O texto nos permite deduzir que a mulher samaritana era religiosa, mas estaria Deus satisfeito com isso? Jesus disse que o Pai procura os verdadeiros adoradores. Portanto, ele ainda não estava satisfeito.

A mulher samaritana era religiosa, mas seu modo de vida não agradava a Deus. Faltava-lhe a verdadeira espiritualidade. Como sabemos disso? Por causa de sua vida sexual irregular. Disse-lhe Jesus: “Cinco maridos tiveste e o que agora tens não é teu marido” (Jo.4.18).

Não basta acreditar em Deus e fazer coisas para ele. Precisamos viver de modo agradável ao Senhor. Não adianta ser crente e viver na prostituição, no adultério ou na desonestidade.

Podemos ilustrar religiosidade e espiritualidade por meio de alguns elementos do quarto capítulo de João. A religiosidade seria representada pelo apego da mulher a um personagem morto, Jacó, enquanto estava diante dela o Cristo vivo. A religiosidade focaliza o passado (Jo.4.12). A espiritualidade nos sintoniza com a eternidade (Jo.4.14).

A religiosidade é simbolizada pelo poço. A espiritualidade, pela fonte de água viva. O poço requer muito esforço humano para retirar água. A fonte produz uma água que “salta para a vida eterna”. Esta é a diferença entre o que fazemos para Deus e o que Deus faz dentro de nós de tal maneira que flui do nosso interior em benefício dos que nos rodeiam.

Estamos muito presos aos níveis físicos e emocionais e podemos confundir tudo isso com espiritualidade. Jesus convidou a mulher samaritana para um nível superior, ou seja, aquele onde ele mesmo vivia, além da religião e dos religiosos. O capítulo 4 de João nos mostra Jesus superando João Batista, e aos fariseus e aos seus próprios discípulos (Jo.4.31-34). Isto seria de se esperar, mas os religiosos ficavam muito incomodados com o fato (Jo.4.1).

Enquanto Jesus conversava com a mulher samaritana, os discípulos foram comprar comida. Quando chegaram e ofereceram o alimento a ao Mestre, este respondeu: “Uma comida tenho para comer que vós não conheceis… Minha comida é fazer a vontade daquele que me enviou e realizar a sua obra” (Jo.4.31-34).

Por quê Cristo agiu dessa forma? Ele poderia ter comido naquele instante, mas quis ensinar uma lição aos discípulos: o controle do espírito sobre o físico. Certamente, comeria depois, mas deixou claro que ele não era dominado pelas necessidades físicas, ainda que fossem legítimas e corretas. Ele comeria, sim, mas ensinou a esperar o tempo certo.

A religiosidade pode ser herdada ou ensinada, mas a espiritualidade vem da experiência pessoal com Deus. Religiões, existem muitas. Você também pode inventar uma, mas a verdadeira espiritualidade está vinculada a uma pessoa: Jesus Cristo.

A mulher samaritana precisou encontrar-se com ele e pedir-lhe a água viva. Muitos encontram o Senhor e são abençoados, mas isso não basta. É preciso ter um compromisso com ele, recebendo-o no coração pela fé, como Senhor e Salvador.

Existem também aqueles que precisam renovar o compromisso porque abandonaram a fonte de águas vivas e cavaram suas próprias cisternas (Jr.2.13).

Assim como aquela mulher disse: “Senhor, dá-me dessa água”, precisamos também clamar para que Deus nos guie pelo caminho da verdadeira espiritualidade, que vai muito além de costumes e obrigações.

Pr.Anísio Renato de Andrade
www.anisiorenato.com

06-06-16 013

Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria,A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.