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Pastor da Assembleia de Deus é degolado na Tanzânia

 

Por Amanda Gigliotti | Repórter do The Christian Post

  Um pastor da igreja Assembleia de Deus, em Buseresere, na Tanzânia, África, foi degolado durante conflitos religiosos entre cristãos e muçulmanos.

  • tanzania

    (Foto: IRIN)

    Consequências dos conflitos de motivação religiosa em Geita, na Tanzânia.

O homem foi identificado como Mathayo Kachili, informou o porta-voz do Escritório de Polícia Regional da região de Geita, Denis Stephano.

De acordo com Denis, diversos conflitos se iniciaram em Geita quando líderes muçulmanos exigiram o fechamento de açougues de cristãos na reigão.

Em um ataque a um açougue, os muçulmanos atacaram os cristãos com paus e facões. O pastor Kachili foi atingido e decapitado durante o ataque.

Stephano diz que muitos saíram feridos e foram levados ao hospital em estado grave.

O Chato Comissário do Distrito (DC), Rodrigo Mpogolo, clamou por tolerância religiosa entre os crentes das duas religiões.

No ano passado, o Ministro de Estado, Stephen Wassira, também pediu por tolerância.

O corpo do pastor Kachili é mantido dentro do necrotério do hospital de Buseresere.

A Tanzania é um país tradicionalmente tolerante com relação à religião, mas tem mudado o seu quadro em algumas regiões, principalmente de maioria muçulmana.

Não há um relatório preciso sobre a população religiosa por ordem do governo desde de 1967. Entretanto, segundo a United States Bureau of Democracy, Human Rights, and Labor, a população cristã é de aproximadamente 62%, enquanto que a muçulmana é de 35%.

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Artigos

Haverá mais um papa até o Dia do Julgamento, diz profecia medieval

 

Por Michael Gryboski | Repórter do The Christian Post tradutor Amanda Gigliotti

Enquanto o Papa Bento XVI anuncia sua renúncia, muitos olham para os escritos proféticos de um santo do século XII irlandês que diz ter previsto o número exato de papas antes do fim do mundo.

  • papa-bento-XVI

    (Foto: Reuters)

    O Supremo Tribunal Federal (STF) abriu nesta quinta-feira uma ação penal contra o deputado federal Hidekazu Takayama (PSC-PR) por crime de peculato.

 

São Malaquias de Armagh, um bispo católico romano que morreu em 1148, disse ter tido uma visão durante uma peregrinação a Roma, onde ele aprendeu o número exato de todos os papas que governaria de seu tempo para o Apocalipse.

Ao invés de dar seus nomes, Malaquias deu a cada um desses futuros pontífices lemas latinos, que os crentes em profecias do santo medieval afirmam ter uma forte semelhança com as figuras que eles descreveram.

Por exemplo, o Papa João Paulo II era o número 110 na lista e foi apelidado por Malaquias como "De Labore Solis", que significa literalmente "da labuta do Sol", mas também é traduzida como "do eclipse solar." João Paulo II nasceu em uma data que teve um eclipse solar.

De acordo com Irishcentral.com, existem conexões feitas entre a linha de papas desde o século 12 e a lista de Malaquias.

"Muitas das profecias se destacam, por exemplo, uma sobre Urbano VIII é Lilium et Rosa (o lírio e a rosa); ele era um nativo de Florença e nos braços de Florença descobriu uma flor-de-lis", escreveram os escritores da Irish Central.

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"Peregrinus apostolicus (papa peregrino), que designa Pio VI, parece ser verificada por suas muitas viagens a terras novas."

Com a renúncia do Papa Bento XVI, resta apenas um lema latino deixado na lista: Petrus Romanus, ou "Pedro, o Romano".

De acordo com os escritos de Malaquias, este será o Pontífice final: "Na perseguição final da Santa Igreja Romana reinará Pedro, o Romano, que alimentará seu rebanho em meio a muitas tribulações, após o qual a cidade das sete colinas será destruída e o juiz terrível julgará o povo. O Fim".

Tal como acontece com outros tempos de teorias finais, esta tem suas próprias disputas factuais. Por exemplo, a lista original de papas prevista por Malaquias incluiria apenas 110 nomes numerados mais "Petrus Romanus".

No entanto o número 111, identificado como Gloria Olivae ("A Glória da Oliveira") teria sido adicionado pela Ordem de São Bento após a morte de Malaquias. Papa Bento XVI é identificado como sendo o número 111.

Indivíduos também argumentaram que uma vez que "Petrus Romanus" não recebeu um número como outros papas na lista, pode haver pontífices que aparecem entre o Papa Bento XVI e o desconhecido Peter o Romano.

Em um livreto de 1950 intitulado "Profecia para Hoje", o autor católico Edward Connor notou que havia cerca de 400 anos entre quando as profecias teriam sido escritas e quando foram publicadas pela primeira vez em 1590.

"Dos 112 papas descritos na profecia, 74 já haviam reinado quando a lista foi descoberta e opositores da profecia reivindicam que as descrições destes são muito mais exatas do que as dos Pontífices posteriores", escreveu Connor.

"Não foi a lista a obra de um falsário que simplesmente usou retrospectiva para descrever os Papas dos 450 anos anteriores, e ambiguidade inteligente para os Papas do futuro?"

Enquanto o Colégio dos Cardeais, em breve se reunirá para decidir quem será o próximo bispo de Roma, não se sabe quanta influência a lista de Malaquia terá na sua tomada de decisão.