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New York estrena ‘Mea Maxima Culpa’: sacerdotes pedófilos

‘Silencio en la casa de Dios’ 

 

New York estrena 'Mea Maxima Culpa': sacerdotes pedófilos

El premiado documental “Mi máxima culpa”, subtitulado “Silencio en la casa de Dios”, se presenta en Nueva York para tratar décadas de abuso sexual oculto en la Iglesia católica.

13 DE NOVIEMBRE DE 2012, NUEVA YORK

Este 16 de noviembre de 2012 el documental "Mea Maxima Culpa: silencio en la casa de Dios" se estrena en Nueva York, revelando la realidad que existe detrás de los sacerdotes pedófilos.
No es un trabajo más. El 56 Festival de Cine de Londres  (LFF, por sus siglas en inglés) le distinguió a finales del pasado mes de octubre como el ganador del Premio Grierson al Mejor Documental .
El título alude a una parte del culto católico en la que los fieles católicos repiten “Mea culpa, mea máxima culpa”; aludiendo a que la mayor culpa de la Iglesia que gobierna el Vaticano es este pecado y el silencio que se ha querido arrojar sobre él. De hecho, el Vaticano ha negado cualquier permiso o solicitud de entrevista para el documental.
El director Alex Gibney, sin embargo, insiste en repetir alto y claro que él cree que su trabajo en este documental está al servicio de la fe cristiana verdadera y el auténtico espíritu de la Iglesia de Jesús ya que "nada es más sagrado que la inocencia de un niño; y encubrir este delito no denunciándolo equivale a cometerlo".

EL DOCUMENTAL
El documental de Alex Gibney (ganador del Oscar por "Taxi to the Dark Side"), también será presentado en el Festival de Cine de Toronto, y es un repaso exhaustivo de las evidencias acumuladas durante una amplia investigación que se expone a lo largo de casi dos horas .
Documentos, declaraciones, recortes de prensa, películas de época y una larga serie de evidencias incontrovertibles del acoso y los abusos sexuales que se han cometida por parte de religiosos católicos.
Se trata también el silencio de la jerarquía vaticana que durante décadas ha enterrado -de una u otra forma- muchas historias conocidas por ellos de acoso sexual por parte de altos prelados de América del Norte y Europa en detrimento de los niños que tenían que catequizar y que estaban siendo acosados.
Hay cientos de casos documentados de diferentes víctimas, entre ellas cuatro testimonios de niños que ahora ya son adultos, y que han originado en los Estados Unidos el inicio judicial de una causa legal que finalmente han ganado.
Donde es más que difícil imaginar que "El silencio en la casa de Dios" encontrará un distribuidor para su emisión en cines es en países como Italia.

Fuentes: Buonanotizia

Editado por: Protestante Digital 2012

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Telepredicador islámico tortura hasta la muerte a su hija de 5 años

Arabia Saudita

 

Telepredicador islámico tortura hasta la muerte a su hija de 5 años

Una imagen reciente de Lamaa.

Faihan al-Gameri predicaba su religión en la televisión por satélite a todo el mundo árabe.

13 DE NOVIEMBRE DE 2012, RIAD (ARABIA SAUDÍ)

Ha sido detenido, bajo la acusación de haber torturado hasta la muerte a su hija de 5 años, el famoso predicador saudita Faihan al-Gameri.
Se trata de un conocido personaje de la televisión cuyos sermones se han transmitido a través de las emisiones vía satélite a todo el mundo árabe.
Ha sido el portavoz de Relaciones Exteriores en Riad, Saad al-Qahtani, quien ha informado de lo ocurrido explicando en declaraciones al diario saudita “Okaz” que la niña, de nombre Lamaa "murió de una hemorragia interna en la Unidad de Cuidados Intensivos" de un hospital cercano a la capital del reino del conocido país del Golfo Árabe.
UNA MADRE CONMOCIONADA
Lamaa, según ha relatado su madre, fue hospitalizada debido a una fractura de cráneo y diversas lesiones que le fueron causadas por su padre. "Él torturó a Lamaa de todas las formas", pudo decir la mujer, que estaba divorciada de su marido.
La chica, según relata Okaz, en las últimas semanas había pasado una larga temporada con su padre  debido a un acuerdo entre sus padres, pero nunca llegó a regresar con su madre que era quien tenía la custodia legal de la menor.
En vez de ello, la mujer supo que su hija había sido ingresada en el hospital Shamisi, ubicado en la ciudad de Hotat Bani Tamim, a unos 160 km al sur de Riad.
Pero lo peor es lo que refiere el informe médico , que detalla que Lamaa fue torturada con un látigo, descargas eléctricas y un hierro al rojo vivo. "Estoy conmocionada, no podía creer lo que le ha hecho a Lamaa cuando he visto su cuerpo. No puedo creer que exista esta crueldad en el corazón de una persona”, dijo su madre, sumamente afectada.

Fuentes: Buonanotizia

Editado por: Protestante Digital 2012

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Dieta emagrece mais do que exercício, mostram pesquisas

JULIANA VINES
DE SÃO PAULO

folha.com

O último round da disputa científica entre dieta e exercício físico (qual emagrece mais?) foi vencido pela mudança alimentar.

‘Emagrecimento sem exercício é insustentável’, diz o treinador Atalla
Fome depois do treino é ‘mito’, afirma médico

Atividade física até ajuda a perder uns quilos, mas quem está acima do peso –48,5% da população brasileira, segundo o Ministério da Saúde– precisa fechar a boca para ter resultado, de acordo com pesquisas recentes.

Uma delas, publicada em outubro último no periódico "Obesity Reviews", analisou os resultados de 15 trabalhos. Todos mediram o efeito de atividades físicas, como caminhada ou corrida, em pessoas que não fizeram mudanças na dieta.

As conclusões não animam. Na maioria dos estudos (que envolveram 657 pessoas e duraram de três a 64 semanas), a perda de peso foi menor do que a esperada.

"Algumas pessoas conseguem emagrecer bastante, mas, em geral, a prática de atividade física resulta em uma perda de apenas dois ou três quilos", disse à Folha Timothy Church, um dos coordenadores do trabalho. Ele é médico do Centro Pennington de Pesquisa Biomédica, em Louisiana (EUA).

COMPENSAÇÃO

Se toda atividade física causa queima energética e se para emagrecer basta ter um saldo negativo (gastar mais do que ingerir), por que a conta nem sempre fecha?

O trabalho de Church levanta algumas hipóteses. Segundo a principal delas, quem faz exercício acaba compensando a perda de calorias comendo mais. Isso aconteceu em pelo menos dois artigos analisados.

"Não sabemos por que isso ocorre, estamos estudando melhor agora", afirma.

Para o médico do exercício Marcelo Leitão, da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte, é comum as pessoas superestimarem os efeitos da atividade física.

"As pessoas têm uma noção errada de que se fazem exercícios podem comer o que quiserem. Se você fizer uma hora de atividade e depois tomar uma cervejinha, já recuperou o que perdeu."

Para gastar 500 calorias (meta diária de quem quer perder meio quilo por semana) é preciso fazer uma hora de atividade de alto impacto, como uma aula de "jump". O esforço pode ir embora em dois pedaços de pizza.

"Uma hora de caminhada por dia muda indicadores de saúde, mas não necessariamente faz perder peso", acrescenta Leitão.

Editoria de Arte/Folhapress

FAZENDO AS CONTAS

"É muito mais fácil cortar calorias do que gastar. As dietas, em geral, são supercalóricas", afirma Julio Tirapegui, bioquímico e pesquisador da Universidade de São Paulo.

Uma pessoa com sobrepeso pode consumir mais de 3.000 calorias por dia e um obeso chega a 5.000, segundo o médico argentino Máximo Ravenna, autor de "A Teia de Aranha Alimentar" (Guarda-Chuva, 264 págs., R$ 38). "Não tem como compensar isso com exercício. Tem que reduzir pelo menos 40% da ingestão de alimentos."

Outro ponto a considerar é que o gasto de energia resultante do exercício não é exato: varia segundo o condicionamento físico e as características pessoais (altura, peso, idade). Na dieta, dá para fazer as contas com precisão e cortar calorias.

Foi calculando tudo que colocava para dentro que Lucélia Bispo, 27, auxiliar administrativa, perdeu 23 quilos em cinco meses, sem exercício. Ela fez uma dieta de pontos de um site especializado.

"Não deixava passar nada, anotava até uma bala", diz ela, que antes já tinha feito regime, sem sucesso.

"Sempre dá aquela impressão de que não vamos poder comer nenhuma besteira. Mas aprendi que se for um pouquinho, tudo pode."

O recorde de Lucélia foi ter perdido 2,3 kg em apenas uma semana.

Depois de emagrecer bastante, ela passou a fazer uma dieta de manutenção. Hoje está com 71 kg. "Só agora vou fazer academia, porque fiquei com um pouco de flacidez."

IMPOSSÍVEL NÃO É

É claro que quem pratica exercícios com regularidade e foge da armadilha da compensação alimentar consegue perder peso.

Na cabeça do psiquiatra Volnei Costa, 31, nunca passou a ideia de fazer regime: "Gosto muito de comer".

Quando viu que precisava emagrecer, manteve o cardápio e começou a treinar pesado seis vezes por semana, alternando musculação e exercícios aeróbicos. Em seis meses eliminou oito quilos –passou de 79 kg para 71 kg. Hoje está com 76 kg. "Ganhei massa muscular", diz.

Victor Moriyama/Folhapress

Volnei Costa, 31, perdeu 8kg só fazendo exercícios físicos

Volnei Costa, 31, perdeu 8kg só fazendo exercícios físicos

Abandonar o sedentarismo também foi decisivo para a designer Camilla Pires, 23. Com 21 anos e 85 quilos, ela começou a nadar. A atividade motivou mudanças no cardápio. "Passei a pensar mais no que comia. Estava fazendo muito esforço, não podia desperdiçar."

Por um ano, ela juntou a fórmula dos sonhos dos especialistas: adotou uma " alimentação saudável" e se mexeu mais. Além da natação, passou a correr. Perdeu 24 quilos. "Para mim, o que fez a diferença foi o exercício, mas também parei de comer compulsivamente ", conta.

O pesquisador americano Timothy Church, apesar das ressalvas, admite que, com a atividade física, o emagrecimento fica mais fácil. E até dá a receita: 150 minutos de caminhada rápida por semana e 2 dias de treinamento com pesos (20 minutos por dia).

Para Franz Burini, professor da Unesp e médico da academia Reebok Sport Club, não existe atividade física ideal. "O melhor exercício é aquele que é feito", afirma. E não precisa passar uma hora na academia para ter resultado. "Ser fisicamente ativo é se mexer mais todo o tempo. Tem pessoas que treinam uma hora e ficam paradas as outras 23."

Editoria de Arte/Folhapress