A corrupção está dominando o mundo.

 

o

Eugênio Novaes

OPHIR CAVALCANTE– O ex- presidente nacional da OAB, Ophir Cavalcante, defendeu que o ministro-chefe da Casa Civil da Presidência da República, Antonio Palocci, apresente imediatamente à presidente Dilma Rousseff o seu pedido de afastamento do cargo até que estejam completamente esclarecidas denúncias formuladas contra ele e a sua empresa de consultoria.

“O pedido de afastamento é algo que soaria muito bem no âmbito da sociedade. É algo que deixaria o governo Dilma muito mais tranquilo. No entanto, isso vai depender de uma avaliação política e interna por parte do governo. Do ponto de vista da sociedade o afastamento daria muito mais credibilidade para a versão que vem sendo apresentada pelo ministro Palocci”.

O que vemos neste país é a consumação do poder da corrupção. As noticias do dia, na capital do país, dão conta que Palocci estaria juntando dinheiro para a ONG de Lula, por isso que ele saiu veementemente em defesa do amigo Palocci.

Sabemos que o mundo jaz no maligno e que a corrupção dominou o mundo. A FIFA está ai demonstrando que o inimigo de nossas almas está ganhando.

Pastores vendendo igrejas como uma empresa, outros tosquiam as ovelhas tirando ofertas de toda natureza em um único culto. Por fim a revelação bíblica de que no final dos tempos o amor esfriaria está acontecendo não só no mundo, mas também nas igrejas.

Não se prega mais o amor às almas e ao próximo, prega-se o amor ao dinheiro, não só nas igrejas, mas em todas as esferas.

Quadrilhas dominam os morros, mas dominam também os poderes governamentais.

No executivo, Legislativo e Judiciário vemos a corrupção. Polícia e bandido se confundem, juízes vendem sentenças,políticos só votam se pagarem o preço estipulado pelo seu voto, e no executivo vemos a Casa Civil como centro formador de corruptos. É o fim.

O povo já acostumado com a normalidade da corrupção quebra a cara querendo corromper a Deus:

. “vou dar o dízimo mas quero casa, carro, mulher bonita ou um homem rico, bonito e saradão”.

A cada dia vejo que estamos realmente no fim dos tempos.

Quem será salvo?

Categorias
Artigos Cultos

MINHA IGREJA É APENAS UM SHOW

i(Geração de Inúteis)

É nisto que têm se transformado as Igrejas, em verdadeiros centros de espetáculos. Ora palanque de político, ora palco de apresentação de “cantores” mundanos com título de evangélicos, e ora em picadeiro pra pastor palhaço fazer gracinha.

A preocupação das lideranças fracassadas é de simplesmente equipar pesadamente o santuário com toda possível sorte de instrumentos, criando apenas uma sociedade agradável, sem se preocupar absolutamente com a transformação de vidas, aliás, certo servo do diabo atrás de um púlpito, engravatado, e com título de pastor já afirmou, que o importante era dá ao povo um culto alegre, desta forma todos iriam para casa felizes, e o retorno para o próximo culto estaria garantido.

Na revista “Leia Urgente Num.06 de 2001(Alfalit), na página 16(dezesseis), alguém pensando ser pastor, mas com certeza grande covarde; pois não se identifica, faz a seguinte declaração:

…Não uso os temas: negar a si mesmo…Tomar a cruz…Crucificar o velho homem…Sofrer por amor a Cristo.

Continuando suas justificativas às chamas infernais ainda é dito:

…Se as pessoas não praticam o Evangelho em suas vidas é problema delas; para mim, basta que nossos cultos sejam uma festa…

…Recuso-me a esvaziar minha platéia propondo uma solidez de princípios. Do jeito que estamos fazendo, a casa está lotada. Com cadeiras vazias, quem paga minhas conta? Chega de purismo. O espírito de nossa época é mesmo de pouca fidelidade. Para que tentar lutar contra as tendências de uma geração? Darei o que as pessoas querem. Convidarei cantores e bandas de renome…Quem tem mais gente pode mais no mundo religioso.

Bem, como eu dizia, é este mercenarismo e hipocrisia desqualificada que tem movido os antros intitulados de Igreja, aonde vidas de todas as idades, ali, vão sendo iludidas de geração em geração, um povo sem vida espiritual vai se aglomerando dia após dia, movidos unicamente por aparência, levados por emoções de ritmos com os mais modernos equipamentos sonoros, um verdadeiro show; mas interiormente são vidas vazias, inúteis para fazer diferença na sociedade, e incapazes de herdar a glória de Deus; pois não valorizam o Sangue do Cordeiro, e muito menos possuem conhecimento da Palavra do Testemunho (Apoc. 12:11), (Os. 4:6). São pessoas que se quer possuem uma Bíblia; pois para eles examinar a Escritura é coisa pra quem não tem o que fazer (Jo. 5:39). Desfazer as obras do diabo e libertar os cativos (I Jo.3:8), é para eles sofismas e utopias, pois mesmo eles ainda não experimentaram o Novo Nascimento, e não têm idéia do que é o Espírito Santo mover-se dentro de nós; tampouco já desfrutaram do som da voz do Todo Poderoso. Igreja show é tudo o que eles conhecem, e negócio é tudo o que são (II Pe.2:1-3). Mas Templo do Espírito Santo, sob a liderança desses mercenários é o que eles nunca serão.

Adolescentes e jovens iludidos e feridos emocionalmente é tudo que estes mercenários intitulados pastores estão formando, desfocando a realidade de uma inabalável eternidade, para uma efêmera emoção de um mundo passageiro.

Folgo pois nas Palavras de Cristo: Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça; pois serão fartos (Mt.5:6).

GERAÇÃO JESUS CRISTO – O Grito da Meia-Noite (21)25160427

[email protected]

WWW.OGRITODAMEIANOITE.WEBS.COM

06-06-16 013

 Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

Categorias
Estudos

Dai aos Gays o que é dos Gays e a Deus o que é de Deus

Carlos Moreira

Introdução

Na última quinta-feira, através da publicação da revista Veja, nos deparamos com os detalhes da decisão inédita do Supremo Tribunal Federal sobre duas matérias de suma importância para o povo brasileiro.

No julgamento da primeira ação, proposta pelo governo do Rio, o STF reconheceu que as uniões homoafetivas – casais do mesmo sexo – passam a ter os mesmos direitos das uniões de casais heterossexuais. “O objetivo é que os servidores tenham assegurados benefícios como previdência, concessão de assistência médica e licença”.

A segunda ação dizia respeito a uma petição da Procuradoria-Geral da República. Ela reclamava “além do reconhecimento dos direitos civis de pessoas do mesmo sexo, declarar que uma união entre estas pessoas é uma entidade familiar”. Essa decisão, na prática, permite que tais casais possam, por exemplo, adotar filhos ou pleitear que seus relacionamentos sejam convertidos em casamentos.

Polêmicas a parte, pois após a decisão veio de imediato uma reação política quanto à competência do STF de tratar questões que deveriam ser, prioritariamente, conduzidas pelo Congresso Nacional, o que está diante de nossos olhos é o prenúncio de profundas mudanças que se estabelecerão no cenário sócio-cultural-religioso de nosso país.

Colocados estes pontos, surge à questão central da qual trata este artigo: “e nós, na condição de cristãos que somos, como devemos nos posicionar frente a estas decisões?”.

Instâncias de Poder na Época de Jesus

Antes de qualquer consideração, quero trazer-lhe uma porção das Escrituras: “Ele lhes disse: “Portanto, dêem a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus” Lc. 20:25. Para que você possa discernir a profundidade e as implicações da resposta de Jesus, é fundamental compreender as funções de duas instâncias político-religiosas da nação de Israel em Seu tempo: o Rei e o Sinédrio.

Desde o ano 4 a.C a Galiléia era governada por Herodes Antipas, que reinou até o ano 39 d.C. Ele era um déspota, dono absoluto de tudo, homem que não devia e não prestava contas a ninguém, além de não possuir ética alguma, contudo, por pertencer a uma linhagem “real”, era temido e aceito pela grande maioria do povo como autoridade política. Mas, na realidade, quem governava de fato a Palestina, desde 63 a.C., eram os romanos. De fato, Herodes era só uma marionete nas mãos do império, um “inocente” útil, uma figura caricata, aparentava ter poder, mas, na verdade, fazia apenas o que lhe era ordenado.

O Sinédrio, por outro lado, e de forma bem diferente, representava o supremo tribunal dos judeus em Jerusalém, uma espécie de senado, e sua influência se estendia tanto a Judéia quanto a Galiléia, além de possuir o controle do Templo. Sua função primordial era julgar assuntos da Lei quando surgia algum tipo de discórdia e sua decisão era final, não cabendo qualquer apelação. O Sinédrio era composto por 71 membros, sendo a grande maioria pertencente ao partido dos Saduceus, os quais representavam o poder, a nobreza e a riqueza.

Voltemos ao texto. Se você for ler todo o capítulo, perceberá que a discussão de Jesus é com mestres da Lei, sacerdotes e líderes religiosos. Eles queriam apanhar Jesus em algum tipo de contradição, fato que seria suficiente para levá-lo diante do Sinédrio (instância religiosa). Por outro lado, se ele cometesse algum tipo de transgressão civil, como um motim, poderia ser levado ao rei Herodes (instância política) e este, por sua vez, o encaminharia para ser julgado pela autoridade romana competente, no caso, Pilatos.

Mas a armadilha não funcionou. A resposta de Jesus deixou todo mundo de “calça curta”, foi um verdadeiro “xeque-mate”: “dêem a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus“. Nela nem se podia encontrar violação contra o império, nem muito menos transgressão religiosa. A questão aqui é: Jesus ficou em cima do muro? Tendo sido ousado em tantas outras questões, “amarelou” nesta?

Eu sempre achei curioso o fato de Jesus não entrar no tema em si, de não questionar se o imposto era certo ou errado, justo ou injusto, devido ou não, se seu destino era para realizar o bem ou apenas para servir de instrumento de enriquecimento ilícito de uns poucos. Na verdade, Jesus fez uma dicotomia perfeita: separou a instância política dos preceitos da religião, e mesmo assim não deixou de pontuar o que era concernente ao Reino de Deus; pôs cada coisa em seu devido lugar!

O Estado Moderno e a Igreja

Como devemos nos posicionar quanto às decisões do STF? Bem, antes de dizer o que penso, deixe-me trazer uma questão conceitual importante sobre a diferença que há entre o poder do Estado e o “poder” da Igreja.

Citando Gustavo Biscaia de Lacerda, Mestre em Sociologia Política pela Universidade Federal do Paraná, “a separação entre a Igreja e o Estado é um dos princípios basilares do Estado brasileiro e, na verdade, do moderno Estado de Direito. Embora em um primeiro instante pareça que ele refere-se apenas à impossibilidade de o Estado não professar nenhuma fé, ele tem outras aplicações. A separação entre Igreja e Estado não é apenas um princípio negativo, que veda ao Estado a profissão de fé ou à Igreja de intrometer-se nos assuntos estatais; na verdade, o que ele consagra é a laicidade nas questões públicas, no sentido de que não se faz – não se deve fazer – referência a religiões ao tratar-se das questões coletivas”.

“Traduzindo em miúdos”, no Brasil, desde a constituição de 1.891, Igreja e Estado são instituições separadas, que possuem suas próprias leis e jurisdições, e que não podem interferir uma nas ações da outra.

Eu estou certo de que nós teremos muitos protestos, em todo o país, quanto a estas decisões polêmica do STF. Várias instituições religiosas, tanto católicas quanto protestantes, se manifestarão contundentemente de forma contrária. Meu pensamento, todavia, é diferente, e aqui falo por mim mesmo, não sendo representante de nada nem de ninguém a não ser de minha própria consciência.

Parte do texto da ação impetrada pelo governo do Rio de Janeiro diz o seguinte: “… Não reconhecer essas uniões contraria princípios constitucionais como o direito à igualdade e à liberdade, além de ferir o princípio da dignidade da pessoa humana”.

Conclusão

Para mim, há duas formas de um cristão se posicionar frente a estas questões. A primeira é reconhecer o direito do Estado de fazer cumprir as leis, de agir de forma justa quanto à coletividade, de buscar o bem comum independentemente de raça, credo, cor, orientação sexual, ou qualquer outra questão que produza diferenciação, exclusão ou acepção.

Se você me perguntar se eu acho que os gays têm direito a dignidade, direito a receber benefícios aos quais, mediante a lei, façam jus, direito a ser tratados com equidade, eu lhes direi que sim, pois penso ser esta uma questão de Estado e que nos remete ao princípio inalienável da dignidade humana. O fato de discordar da forma como vivem do ponto de vista de sua orientação sexual não é motivo para desejar privá-los de seus direitos civis. E mais, acho que eles possuem os mesmos direitos dos adúlteros, dos mentirosos, dos facciosos, dos sonegadores do imposto de renda, dos avarentos, dos egoístas, dos jactanciosos e dos fofoqueiros. Fico por aqui para não ter de citar a lista de todos os pecados que cometemos, eu e você…

A segunda forma de responder a estas questões me retira do âmbito do Estado e me coloca dentro da “jurisdição” do Reino de Deus. Por esta perspectiva, se você me perguntar se um casal gay pode ser considerado uma “entidade familiar” eu lhe direi que não, pois isto fere um princípio das Escrituras onde Deus estabelece a família como sendo a união entre um homem e uma mulher. Ainda assim, terei de acatar a decisão do Estado, por ser ela de caráter civil, e por ser o Estado laico, mas dou-me ao direito de, na Igreja, pensar de forma diferente, não estabelecendo assim tal decisão como parâmetro ou padrão para a comunidade de fé.

E mais, sendo eu partícipe de uma sociedade democrática, dou-me ao direito de expor meu pensamento de que o Estado pode ir até certo ponto e de que o Evangelho, encarnado em Jesus, vai a partir de então, pois, sendo confrontados um contra o outro quanto a princípios estabelecidos nas Escrituras, “seja Deus verdadeiro e todo homem mentiroso” uma vez que “importa agradar primeiramente a Deus, e não aos homens”. Se esta conta ficar cara, e me cercear meu direito de liberdade, de exercício ministerial, gerar perseguição, ou seja lá o que for, terei uma grande oportunidade de provar qual a natureza, significado e propósito de minha fé.

Assim, resumindo, eu diria o seguinte: “daí aos gays o que é dos gays e a Deus o que é de Deus”. Não deixarei de pregar que o padrão das Sagradas Escrituras para a sexualidade humana é a união entre homem e mulher, mas também não permitirei que minha consciência seja cauterizada pela caducidade da “letra” que mata em detrimento do Espírito do Evangelho, não me darei ao desplante de “coar mosquitos e engolir camelos”, não distorcerei a justiça sendo tendencioso por causa de questões que a Igreja condena, não ficarei cego quando o assunto tratar do que é justo quanto à dignidade humana em razão de preconceitos religiosos, pois fui chamado para ser portador da Graça, não do juízo, quero anunciar a Salvação, não a condenação, ser instrumento do Amor, não do ódio. Quem achar ruim, que vá fazer piquete na rua!

Carlos Moreira é culpado por tudo o que escreve. Ele posta aqui, no Genizah, e também na Nova Cristandade.

Leia Mais em: http://www.genizahvirtual.com/2011/05/dai-aos-gays-o-que-e-dos-gays-e-deus-o.html#ixzz1Nv2bCuTL
Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial Share Alike

27-5-16-a 006

 Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.