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Pastores da Igreja Mundial tem áudios vazado revelando dentro das igrejas é um inferno

Áudio vazado nas redes sociais estão criando a maior polêmica nas redes sociais

Áudio vazado nas redes sociais estão criando a maior polêmica nas redes sociais, após dois pastores da igreja Mundial do Poder de Deus acusar vários líderes da igreja de pedir muito dinheiro aos fiéis e aos pastores das congregações.

Segundo os pastores, o bispo que seria o líder da mundial Veldemiro Santiago, só aceita presente dos pastores regionais acima de R$ 3.000 reais, e segundo esses pastores o Líder Veldemiro só aceita falar com sua liderança se eles levar uma oferta para ele.

Não sabemos a veracidade do áudio, entretanto vários escândalos estão acontecendo na igreja Mundial, como campanhas de chave para arrecadar dinheiro.

Queremos saber sua opinião, você concorda com a posição destes pastores em expor o líder Valdemiro Santiago ou não. Veja o áudio completo dos pastores a seguir.

 
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Partido Comunista oferece recompensas para quem delatar cristãos na China

As recompensas podem variar de 15 a 1.500 dólares.

Chineses participam de culto em igreja doméstica. (Foto: Portas Abertas - EUA)

Chineses participam de culto em igreja doméstica. (Foto: Portas Abertas – EUA)

As autoridades chinesas estão agora tomando medidas nas áreas rurais da China para intensificar a repressão em curso em reuniões cristãs, muitas vezes conhecidas como igrejas domiciliares. O Partido Comunista Chinês (PCC) está recorrendo a recompensas monetárias para qualquer um que espiar um vizinho, um membro da família ou delatar um grupo de crentes às autoridades.

Nos documentos obtidos pela revista Bitter Winter, as recompensas em dinheiro são explicitadas com base no relatório específico e seu impacto. Por exemplo, um documento emitido por um subdistrito na cidade de Nanyang, na província de Henan, na China, afirma que qualquer um que descubra e informe um grupo de crentes receberá uma recompensa de 200 a 1.000 RMB (cerca de US $ 30 a US $ 150).

Denunciar alguém por fazer ou espalhar imagens sacras ganha uma recompensa de US $ 75 a US $ 300. E se o relatório tiver um impacto significativo, a recompensa será de US $ 750 a US $ 1.500. Transformar-se em um crente d’A Igreja do Deus Todo Poderoso (o maior movimento religioso chinês, filiado ao Partido Comunista) traz de US $ 15 a US $ 300.

Para facilitar as denúncias contra os cristãos, a China criou caixas de relatórios em aldeias, linhas telefônicas e sites exclusivamente para esta finalidade. Um oficial de um vilarejo revelou que, quando algum morador denuncia uma reunião, a localização do delator será registrada imediatamente e o endereço do local da reunião pode ser rapidamente determinado.

O número para a linha direta de recompensa é impresso em caixas de relatórios de ferro que dizem “Caixa para reportar locais privados (reuniões) e atividades missionárias”.

Recentemente, foi instalada uma caixa de denúncias na entrada do comitê da vila de Chenzhuang, no distrito de Mangzhongqiao (várias aldeias constituem um município) na província chinesa de Henan (onde o movimento da igreja clandestina do país começou).

“Proibidos de acreditar em Deus”

Um aldeão local observou que o governo municipal emitiu uma caixa de relatórios para cada aldeia. “As autoridades estão empreendendo uma repressão contra a crença religiosa”, disse o aldeão, e “as pessoas da aldeia estão proibidas de acreditar em Deus”.

Algumas regiões também desenvolveram plataformas para delatar on-line seus vizinhos ou escreverem cartas.

O impacto dessas novas práticas já foi sentido. A revista Bitter relatou que um crente local disse que ao estabelecer caixas de denúncia, as autoridades restringiram eventos religiosos, encontros e evangelismo, e “colocaram os crentes sob ameaça de serem presos a qualquer momento”.

Recentemente, uma reunião secreta da “Igreja dos Três Seres”, na vila de Dapan, em Henan, foi descoberta e fechada, surpreendendo os crentes que se encontravam em um porão de um prédio residencial. Os móveis do local foram vasculhados.

Delatar “traidores” tornou-se uma prática predominante durante a Revolução Cultural da China sob a ditadura de Mao Tsé Tung. O Partido Comunisda da China montou caixas de relatórios e recompensou pessoas que delataram outras.

Com a implementação dessas ferramentas hoje, a China voltou a mobilizar as massas para lutar umas contra as outras – uma prática usada durante uma era em que a perseguição direta forçou os crentes a irem para a clandestinidade para se encontrarem e adorarem juntos.

Um membro aposentado do Partido Comunista da China discorda dos incentivos, dizendo que teme que facilitem o ódio das pessoas umas contra as outras.

Os medos do ex-funcionário se alinham com o que os moradores locais estão compartilhando sobre a situação atual: “Todos estão participando da monitoração e denunciando outros”, disse o aldeão, aumentando o risco de prisão para mais crentes.

“É impossível nos defendermos de forma eficaz. Receio que seja difícil continuar realizando reuniões”.

Recentemente, um dos parceiros de ministério indígenas da Portas Abertas que trabalha para equipar os líderes da igreja na China ofereceu essa percepção: “Não seja rápido demais para tirar conclusões sobre o que a China precisa. Ore por sabedoria para os líderes. Ore conosco”.

GUIAME, COM INFORMAÇÕES DA MISSÃO PORTAS ABERTAS (EUA)
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Teólogos divergem sobre se chamar mulher de pastor de “pastora” é bíblico

“Você normalmente vê a figura de uma co-pastora em igrejas mais pentecostais”, acredita teólogo.

 

   gospel prime –

Mulher orando. (Photo by Ben White on Unsplash)

O uso do termo “pastora” para se referir à esposa de um pastor é prática recorrente em muitas igrejas evangélicas. Um levantamento recente aponta que na última década cresceu o número de ministérios que atribuem o título mesmo àquelas que não fizeram preparação formal em seminário ou equivalente.

Contudo, teólogos discordam que este modelo seja suportado pelas Escrituras. O presidente do Seminário Teológico Batista do Meio-Oeste, Jason K. Allen, que também é professor de ministério pastoral, argumenta que a Bíblia não apoia esse modelo de liderança da igreja.

“Você normalmente vê a figura de uma co-pastora em igrejas mais pentecostais. Isso não acontece em igrejas tradicionais”, disse ele ao Christian Post. Para Allen, é mais provável que as esposas dos pastores funcionem como uma “extensão” do trabalho pastoral, atuando em situações como visitas a hospitais, discipulando outras mulheres e trabalhando como conselheiras.

A posição defendida por Allen é que o título de “pastor” seja usado apenas para “homens qualificados para o ministério. Isto ficou explícito na Escritura em passagens como 1 Timóteo 3:1-7, Tito 1:6-9”.

“Não é um debate se há mulheres tão qualificadas quanto homens. O apóstolo Paulo lista as qualificações que só se encaixam com homem, dizendo, por exemplo, que deve ser marido de uma só mulher.”

O estudioso diz que as igrejas que usam esse modelo de co-pastoreio entre homem e mulher estão contrariando as Escrituras. Allen salientou que essa não é somente a sua opinião e que o tema já foi extensivamente analisado em diversos livros, em especial os do pastor John Piper.
A ressalva que ele faz é que não se trata de uma leitura “machista” das Escrituras.

“A Bíblia acredita em honrar as mulheres… Eu sou diretor de um seminário onde cerca de 1/3 dos alunos é do sexo feminino. Elas estão se preparando para cargos no ministério, mas nós não determinamos o que podem ou não fazer depois de se formarem”, observou Allen.

A maioria das alunas que ele conhece no seminário está estudando para ser missionária, trabalhar como conselheira ou exercer outras funções ministeriais que não incluem a liderança pastoral.

Por outro lado, a pastora Cheryl J. Sanders, professora de Ética Cristã na Faculdade de Divindade da Howard University e pastora da Igreja de Deus em Washington, DC, questiona o argumento de Allen que a Bíblia não apoia mulheres dividindo papéis pastorais.

Ela aponta para Atos 18, onde fala sobe o casal de missionários cristãos do primeiro século, Áquila e Priscila, que eram casados.

“Eles eram um casal que trabalhava ao lado do apóstolo Paulo. E a Bíblia diz que Áquila e Priscila serviam juntos e tinham a mesma vocação que Paulo. Paulo falou muito bem deles. Quando Apolo começou a pregar coisas erradas, foi Priscilla quem o corrigiu, orientou-o e o guiou para uma maneira melhor de pregar”, disse Sanders.

A professora deixa claro que discorda “de toda a visão tradicional sobre as mulheres na liderança”. “Seu gênero não determina sua elegibilidade para ser um pastor. Eu acredito que se você é uma co-pastora é porque está qualificada para ser uma pastora e não pelo fato de você ser casada com o pastor da igreja”, encerra.