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VIOLÊNCIA AOS CRISTÃOS SUPERA

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EVANGELISMO

 

Índice foi levantado pela Missão Portas Abertas

Este ano marca a maior parte da violência contra a comunidade cristã que antecederam o Dia Internacional de Oração pela Igreja Perseguida nos últimos sete anos, disse um advogado para os Cristãos perseguidos.

"Eu diria francamente que, no meu mandato inteiro de Portas Abertas este é um ano em que mais está a ter lugar no fim de semana do Dia Internacional de Oração (IDOP) pela Igreja Perseguida do que em qualquer outro momento," disse Carl Moeller, presidente da Portas Abertas EUA.

Este domingo marca o 15 º ano do Dia Internacional de Oração pela Igreja Perseguida – um dos maiores eventos de oração em todo o mundo. Meio milhão de Igrejas em 150 países são esperados para participar do evento.

Em particular, Moeller destacou que o Iraque está "dominado pelo terrorismo contra a comunidade cristã." Na quarta-feira, uma série de bombas explodiram em bairros cristãos em Bagdá, matando cinco pessoas. O ataque foi seguido de um massacre em uma Igreja católica no centro de Bagdá menos de duas semanas antes. O alvoroço na Igreja matou 56 fiéis, tornando-o o mais mortífero ataque contra a comunidade cristã assíria do Iraque desde que extremistas islâmicos começaram focar-se neles em 2003.

"Este é o momento para estarmos de joelhos e orar para que Deus possa intervir e proteger, apesar da fraqueza do governo do Iraque," afirmou Moeller, "para que Deus possa usar o governo para proteger a comunidade cristã."

O IDOP é uma iniciativa que visa incentivar e fortalecer a Igreja perseguida e Igrejas também despertar nos lugares onde não há perseguição. Os versículos da Bíblia para o IDOP são: " Lembrai-vos dos presos, como se estivésseis presos com eles, e dos maltratados, como sendo-o vós mesmos também no corpo" (Hebreus 13:3) e " Por que estás ao longe, SENHOR? Por que te escondes nos tempos de angústia?"(Salmo 10:1).

"Apesar de algumas ameaças e motivos de preocupação, os Cristãos nos Estados Unidos ainda desfrutam de um grau de liberdade religiosa, que é desconhecida em muitas partes do mundo," comenta Galeno Carey, diretor de assuntos governamentais da Associação Nacional de Evangélicos. "Temos de dar graças por nossas bênçãos, rogai por nossos sofridos irmãs e irmãos em outros países, e use a nossa influência para proteger os perseguidos e promover a liberdade religiosa para todas as pessoas."

De acordo com a Portas Abertas, o pedido número um de Cristãos perseguidos são orações pela sua segurança e para a estabilidade do seu país. Moeller compartilhou que ele falou aos colegas de trabalho do Portas Abertas em um país asiático que não podem ser identificados por causa da intensa perseguição contra os Cristãos lá. O colega de trabalho disse ainda que os Cristãos naquele país estejam completamente isolados dos Cristãos no resto do mundo, eles sabem que este domingo é o Dia Internacional de Oração pela Igreja Perseguida e que milhões de Cristãos estarão nomeando especificamente o seu país em orações.

"A oração que fazem é que as orações do povo de Deus em todo o mundo derrube o seu regime totalitário e traga a verdadeira liberdade para o seu país," disse Moeller.

Data: 18/11/2010 08:56:02
Fonte: Christian Post

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Perseguição aos cristãos

 

Video mostra em cenas reais, cristãos verdadeiros que sofrem por amor a Jesus Mateus 24:9 Então, sereis atribulados, e vos matarão. Sereis odiados de todas as nações, por causa do meu nome.

 

Adicionado em 14/11/2010

 

 

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Estudos

Igreja dá salto no ranking da confiança

 

Instituição passou de 7º para 2º lugar, diz levantamento da FGV; para pesquisadora, polêmica do aborto na campanha eleitoral impulsionou índice

17 de novembro de 2010 | 20h 34

 

Fausto Macedo, de O Estado de S.Paulo

SÃO PAULO – A confiança da população nas instituições sofreu mudança importante no último trimestre. É o que revela pesquisa do Índice de Confiança na Justiça (ICJ Brasil), produzido pela Escola de Direito da Fundação Getulio Vargas em São Paulo (Direito GV). Enquanto o Judiciário ficou em situação desconfortável, empatada com a polícia e à frente apenas do Congresso e dos partidos políticos, a Igreja saltou do 7.º lugar para a segunda posição.

Para Luciana Gross Cunha, professora da Direito GV e coordenadora do ICJ Brasil, a controvérsia sobre o aborto travada entre o primeiro e o segundo turno das eleições presidenciais pesou decisivamente para o aumento do índice de confiança na Igreja.

A questão foi levantada por d. Luiz Gonzaga Bergonzini, bispo da Diocese de Guarulhos. Ele mandou produzir 1 milhão de cópias do "apelo a todos os brasileiros" com recomendação expressa para que não votassem em candidato ou partido que defendesse o aborto – referência direta à Dilma Rousseff e ao PT.

Os folhetos foram confiscados pela Polícia Federal, por ordem do Tribunal Superior Eleitoral que acolheu ação do PT, mas d. Luiz não se intimidou e insistiu em sua cruzada.

"A Igreja estava em um grau baixo de avaliação quando foi feita a apuração no segundo trimestre, muito perto da crise envolvendo a instituição com denúncias de pedofilia", observa Luciana. "A última fase da coleta coincidiu com a discussão sobre o aborto nas eleições presidenciais. Isso fez a diferença."

A professora destaca que o tema aborto não foi citado na consulta. "A gente pede resposta de forma espontânea para dizer se a instituição é confiável ou não. Mas é evidente que é esse (o ataque ao aborto) o motivo principal do aumento significativo da confiança na Igreja."

Nesse trimestre 54% dos entrevistados disseram que a Igreja é uma instituição confiável. No segundo trimestre 34% deram essa resposta. "A Igreja só perde para as Forças Armadas e ganha de longe do governo federal e, inclusive, das emissoras de TV que normalmente são instituições consideradas confiáveis pela população", assinala Luciana.

Já a confiança nos partidos políticos despencou de 21% para 8% no mesmo período de eleições, mantendo-se em última posição na escala. "Ao mesmo tempo em que a Igreja sobe, os partidos políticos têm uma queda enorme no nível de confiança", ressalta a coordenadora.

Apenas 33% disseram que o Judiciário é confiável. O Congresso ficou com 20%. As outras instituições obtiveram os seguintes resultados: Grandes Empresas (44%), governo federal (41%), emissoras de TV (44%) e imprensa escrita (41%).

O ICJ Brasil foi criado pela Direito GV para verificar o grau de confiança no Judiciário e como a população utiliza o poder para a reivindicação de direitos e busca por soluções. No Distrito Federal é maior a confiança no Judiciário, desbancando a liderança do Rio Grande do Sul que, desde o início da sondagem, em julho de 2009, ocupava o posto. Minas Gerais e Pernambuco são os Estados onde a população menos confia no Judiciário.

Prestígio

"A confiança no Judiciário cresce à medida que aumenta a renda e a escolaridade dos entrevistados", explica Luciana Gross. "É maior entre moradores do interior, se comparado entre moradores das capitais, e entre os homens se comparado com as mulheres. O ICJ Brasil também apurou que quem se declara negro, pardo ou indígena confia menos no Judiciário do que quem se declara branco ou amarelo."

Apesar do pouco prestígio com a população, a Justiça, de forma geral, está melhor hoje e tende a melhorar mais no futuro, segundo a investigação da GV Direito: para 47% dos entrevistados, o Judiciário melhorou nos últimos 5 anos e para 67% ele tende a melhorar nos próximos 5 anos. Quase metade dos entrevistados (41%) declarou que já entrou com algum processo na Justiça, por questões trabalhistas, assuntos relativos ao direito do consumidor e de família.