Arqueologia: Povoado romano é descoberto em Londres

 

Arqueólogos do Museu de Londres, na Inglaterra, anunciaram  a descoberta de um vilarejo romano até então desconhecido, onde foram encontrados mais de 11 mil artefatos.

O povoado ficava nos arredores da cidade romana Londinium, precursora de Londres.

BBC Brasil

Entre os artefatos recuperados na precursora de Londres, há moedas, faca, louça romana e fragmento de bracelete

Entre os artefatos recuperados na precursora de Londres, há moedas, faca, louça romana e fragmento de bracelete

O sítio arqueológico no parque Syon, a oeste da capital da Inglaterra, foi descoberto durante escavações para a construção de um novo hotel.

As descobertas ocorreram em 2008, mas só foram divulgadas nesta semana. Entre os artefatos recuperados, estão centenas de moedas, uma faca, louça romana e um fragmento de bracelete de ouro.

Esqueletos de três ou quatro pessoas também estão entre os restos. Ao contrário do que normalmente acontece, estavam enterrados de lado, em valas, sem estátuas de deuses ou outros adornos.

O sítio arqueológico ficou praticamente intacto por quase 2.000 anos. com informações da BBC

06-06-16 013

Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria,A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

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Noticias

Fazendeiro encontra fóssil completo de cavalo pré-histórico

 

DA FRANCE PRESSE

Arqueólogos trabalham na região francesa de Moriat, onde se encontra um esqueleto de cavalo pré-histórico perfeitamente conservado apesar de ter provavelmente cem mil anos de idade.

Um fazendeiro é autor da descoberta, que encontrou o cavalo enterrado a dois metros de profundidade do solo, em um campo.

O achado é um feito e tanto nas escavações arqueológicas, já que o fóssil está completo.

Thierry Zoccolan/AFP

Fóssil de cavalo encontrado em Moriat, na França, tem cerca de cem mil anos e está perfeitamente conservado

Fóssil de cavalo encontrado em Moriat, na França, tem cerca de cem mil anos e está perfeitamente conservado

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Artigos Estudos

Bactérias se saem bem jogando sudoku no Japão

17/11/2010 – 12h

DA "NEW SCIENTIST"

A bactéria Escherichia coli agora pode resolver problemas lógicos como o sudoku. Pelo menos com a intervenção de um grupo de estudantes da Universidade de Tóquio, no Japão, que desenvolveu a pesquisa.

"Como o sudoku tem regras simples, achamos que as bactérias talvez pudessem resolvê-lo para nós se desenvolvêssemos um padrão para elas seguirem", comentou o coordenador Ryo Taniuchi.

Estudantes japoneses reprogramaram bactérias para que elas pudessem resolver jogo sudoku, que lida com números

Estudantes japoneses reprogramaram bactérias para que elas pudessem resolver jogo sudoku, que lida com números

A programação de bactérias não é nova, mas há um limite sobre a quantidade de DNA que pode ser inserida nos genomas.

Os estudantes japoneses trabalharam com 16 tipos de bactérias Escherichia coli e um padrão quatro por quatro (o original é nove por nove por jogo).

Cada colônia recebeu uma identidade genética diferente, de acordo com cada um dos quatro quadrados do jogo.

As bactérias também ganharam uma entre quatro cores para representar um número posto em cada quadrado do sudoku.

Essas bactérias transmitiram esses dados e informações sobre sua localização no sudoku –assim como suas cores– para outras bactérias que ainda não tinham "escolhido" um dos quadrados.

As Escherichia coli foram programadas para aceitar RNA somente de bactérias da mesma fileira, coluna ou blocos. Esse código e o cruzamento de dados sem repetição
permitiram que as bactérias receptoras fizessem uma diferenciação de cores e do lugar a se posicionar, resolvendo o sudoku.